# Aldnoah Zero não me pertence.
# A fanfic não possui nenhum fim lucrativo.
# Longfic Yaoi (não esperem muito.).
# Dedicada à Gaby Neko.
Aclarações: Primeira fanfic de Aldnoah da respectiva autora completamente inexperiente com os referentes personagens. Fanfic rascunhada até a primeira metade, faltando um terço para o clímax.
Boa leitura.
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O loiro abraçou os joelhos, as costas contra o espelho da cama. Estava num canto da cama e Inaho não estava lá. No escuro da câmara ainda não iluminada - Kaizuka era seu único responsável e consequentemente o único quem o "visitava"- ele deixou um soluço escapar, apenas uma vez. As costas doíam, vez em vez arfava e ele fincava as unhas em suas coxas mancando a pele pálida em linhas vermelhas tentando arredar as lembranças daquelas marcas que jamais cicatrizariam.
A porta da recamara foi aberta dando passagem a um inexpressivo moreno. Ele estava trinta minutos atrasado.
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Após um mês de investigação, a sede de pesquisas havia sido descoberta, um laboratório subterrâneo num lugar esquecido por todos - antigo centro de concentração alemão.
A equipe responsável invadiu o local sem cerimônias. Kaizuka havia levado uma companheira de trabalho consigo - basicamente novata no ramo - que imediatamente se repartiram junto de um grupo de investigação. Não havia luz nos arredores e ele chegou a imaginar se realmente não havia uma alma viva ali dentro.
Depois de uma caminhada longa e infrutífera, com a lanterna já falhando, o moreno parou recostado numa parede. O aparelho celular tocou e o nome da loira apareceu na tela.
- O que houve? - falou baixo.
- Os cientistas foram encontrados. - disse nervosa.
- E? - ele suspeitou o tom.
- Eles estão mortos. Um total de nove pessoas, eu creio...
- Retire-se e me informe a sua localização. - a jovem provavelmente havia visto mais que cientistas mortos.
Asseylum era uma garota inteligente, séria e centrada, mas o que ela deveria ter visto provavelmente estava além de sua experiência como cientista.
Ele não demorou muito e antes mesmo de chegar o odor necrópole já fora sentido. Os corpos estavam em áreas aleatórias da sala, largados e mutilados e haveria um milhão de explicações lógicas se não fosse um amontoado disforme de um corpo que não parecia totalmente humano jogado entre eles.
Inaho tirou um lenço do bolso prensando-o levemente contra o rosto para respirar melhor. Pegou o primeiro documento que viu endireitando-o no chão e apontando a lanterna para conseguir ler.
"Aldnoah-Projekt"
Ouviu um ranger a alguns metros e logo sons de tiros. O moreno não pensou duas vezes e rumou na direção dos sons.
O que ele veria adiante marcaria sua vida para sempre.
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Sei o quanto este fandom é pequeno, mas já agradeço grandemente à GabyNeko por me acompanhar neste projeto torcido, devo todo meu esforço a você e muitas reviews também.
Até breve.
Nisha.
