N/A: Oi, gente! Tem alguém ainda com depressão pós-Shadows? hehe Eu, com certeza, estou.
Como prometido, está aí o futuro de Anthony. *-* Aproveitem.
Boa leitura!
BÔNUS - ANTHONY
Uma Chicago em plena primavera brilhava através da parede envidraçada. A cidade, viva e pulsante, acontecia com seu mar de pessoas e carros, prédios de tamanhos, contornos, cores e formas das mais variadas. Havia correria e havia agitação. Mas não era essa a beleza da cidade? Muitas pessoas adoravam viver naquele caos de veículos ziguezagueando e buzinando, pedestres apressados e frenéticos.
Quanto a Anthony Cullen, estava mais que satisfeito em observar a agitação de sua sala, no topo do prédio que servia como sede da Cullen Group, a centenária empresa de sua família.
Gostava de observar o caos da cidade, mas não vivia para ele. Muito menos nele.
Sua vida toda tinha acontecido nos limites da cidade, a uma hora de distância, na tranquilidade de uma casa grande e aconchegante. Também havia caos lá, mas era um de que ele gostava. Um caos familiar.
Com as mãos enfiadas nos bolsos, Anthony pensou nos últimos anos de sua vida. Estava em um desses momentos em que uma pessoa fazia uma retrospectiva das coisas pelas quais havia passado.
Uma pessoa que estava completando vinte e cinco anos tinha o direito de fazer isso, supôs.
Ele tinha uma família maravilhosa. O começo, quando eram apenas Anthony e o pai, tinha sido um pouco estranho e conturbado. Mas ele tivera a sorte de um futuro no qual a estranheza inicial foi ofuscada por lembranças maiores e melhores.
Anthony não se ressentia das dificuldades pelas quais ele o pai haviam passado. Não poderia, uma vez que todos aprenderam com os erros, consertaram-nos, superaram-nos. Ele não mudaria o passado.
Então, pensou, havia o que viera depois, que o trouxera a esse presente cheio de amor e lembranças maravilhosas. Era um presente no qual ele tinha uma família.
Uma família grande e tão caótica quanto a cidade lá embaixo.
Ele tinha uma mãe. Uma especial, que tivera a sorte e o privilégio de escolher com um pedido de aniversário. Aquela mulher incrível que havia surgido em sua vida e na do pai com uma simplicidade quase boba, mas que tinha mudado tudo com a intensidade de uma bela tempestade.
Anthony tinha tanto orgulho dos pais que tinha. Podia ter tido um passado conturbado com o pai, podia ter encontrado sua mãe com apenas seis anos, mas o que Edward e Bella tinham oferecido a ele nos últimos vinte e dois anos era muito mais do que o começo tortuoso.
Seus pais haviam oferecido tudo. O bom, o simples, os desafios e os desagrados que uma pessoa tende a enfrentar para ter uma infância, adolescência e vida adulta saudáveis. Para ter uma vida feliz.
Ele tinha tido uma família incrível.
Seus pais tinham lhe dado amor incondicional... e uma penca de irmãos.
Anthony riu. Ele sempre quisera mais alguém com quem brincar, não é mesmo? Seus pais haviam levado isso a sério.
Os irmãos eram a alegria e o desafio da vida de Anthony. Agora não tanto, uma vez que, como o mais velho e mais maduro, tinha amadurecimento o suficiente para relevar os irmãos com uma sabedoria adquirida com os anos. Mas ele sentia falta da confusão que sua casa se tornara com a chegada dos irmãos.
Ele admirava a mãe ainda mais por isso. Não sabia muito bem como ela conseguira, mas Isabella Cullen havia equilibrado um casamento, seis filhos e uma carreira brilhante sem nunca demonstrar um enfado amargurado, ou sem nunca ter deixado de dar atenção a uma dessas coisas.
Claro, Anthony imaginou, seu pai ajudava. E muito. Edward, tendo aprendido com os erros que cometera, havia se tornado um pai maravilhoso para os irmãos de Anthony. Pensar nisso não o incomodava, nem o deixava ressentido. O pai havia sido maravilhoso para ele também, mas não havia como negar que, com seus irmãos, Edward já soubera o que fazer desde o início.
E Anthony, é claro, como mais velho, havia ajudado. Ele gostava dessa posição. Desde que tivera um exército de irmãos, havia descoberto que adorava administrar e liderar uma tropa e, ao fazer isso, descobriu sua vocação para os negócios.
Como o pai, Anthony havia decidido seguir carreira como homem de negócios. Agora, era vice-presidente da Cullen Group, enquanto o pai ainda era o presidente.
Nada de aposentadoria para Edward Cullen. Seu pai não queria saber disso e, honestamente, nem Anthony queria. Ele adorava trabalhar ao lado do pai na empresa da família e não achava que Edward era tão velho assim para pensar em se afastar da empresa.
Para ser franco, Antony não imaginava que nem o pai, nem a mãe seriam capazes de parar de trabalhar. Eles se amavam e amavam a família que haviam construído, mas, com igual intensidade, amavam as carreiras que haviam construído para si mesmos ao longo dos anos. Algumas pessoas simplesmente não paravam de trabalhar, imaginou Anthony, um sorriso curvando-lhe os lábios cheios.
Deixando a paisagem lá fora de lado, ele observou o próprio reflexo na janela.
Seus lábios cheios eram a única semelhança que tinha com a mãe biológica, a mulher que o havia trazido a esse mundo e sobre a qual já ouvira falar.
Ele tinha dezesseis anos quando resolvera abordar o pai sobre Miranda Smith. Seu pai queria ter falado sobre o assunto antes. Edward sempre tinha deixado claro que aquele não era um assunto sobre o qual não estava disposto a falar. Anthony sabia que podia perguntar ao pai sobre a mãe biológica e que Edward lhe contaria tudo. Ele também sabia que não magoaria Bella se o fizesse. Ela, também, sempre deixara claro que aquele assunto não era um tabu.
Anthony sabia que Bella era generosa o suficiente para não sentir algo tão mesquinho quanto ciúmes. Também sabia que ela levava flores ao túmulo de Miranda todos os anos, no dia do aniversário do filho. Não pelo que a mãe biológica de Anthony era, Bella lhe dissera, mas pelo que Miranda havia lhe dado. Seu pai não chegava a tanto — Anthony sabia que havia algumas coisas que Edward, por mais que tentasse, não conseguiria superar em relação à mãe biológica do filho. O rapaz não culpava, nem condenava, nenhuma das atitudes.
Quanto a Anthony, ele não sentia nada por Miranda Smith. Sabia tudo o que ela havia feito, as circunstâncias porque ela decidira ficar grávida. Sabia sobre o abandono, a morte falsa, a associação com seu avô criminoso. Mas, mesmo sabendo tudo isso, não sentia nada pela mulher que havia lhe dado à luz. Ela sempre tinha sido uma figura etérea e meio imaginária, distante dele, para que sentisse alguma coisa mais intensa. Não sentia a gratidão de Bella, nem o distanciamento do pai.
Ele não sentia absolutamente nada por Miranda Smith. À parte seu nascimento, nunca, realmente, precisara dela.
As luzes do meio-dia ofuscavam a paisagem para além dos limites da cidade. Anthony observou a profusão de amarelos, alaranjados, o azul sonhador do céu.
Ele era feliz agora. Não importava o que tinha passado, era feliz agora. Isso era tudo o que importava.
O telefone tocou, despertando-o de seus devaneios. Ele piscou, voltando à sala e ao presente. Então, caminhou até sua mesa e atendeu a ligação na terceira chamada.
— Sim?
— Senhor Cullen, a senhorita McCarty está aqui.
Anthony arqueou uma sobrancelha, um sorriso enviesado — idêntico ao do pai — curvando-lhe os lábios.
— Não diga, Susan! — exclamou ele, simulando um tom de falsa surpresa. — Ela disse qual o motivo da visita?
— Eu não preciso de motivo, Anthony Cullen. — replicou uma voz feminina, que não era a da secretária. — Sou sua noiva. Isso é o bastante para me deixar entrar.
— Tão arrogante, senhorita McCarty. — replicou Anthony, estalando a língua em desaprovação.
Lily McCarty era sobrinha de Emmett, filha do irmão mais velho dele. Aos três anos de idade, perdera os pais num acidente de carro e, desde então, vivia com Emmett, seu único parente, e Rosalie. Lily os considerava seus pais, tanto que os chamava de pai e mãe, pois a afinidade e o amor entre os três começou desde que ela surgiu, ainda bebê, na vida de Emmett e Rosalie. Em muitos aspectos, a menina havia mudado completamente a vida dos dois — especialmente a de Rosalie, que jamais pensara em ser mãe, mas que se tornara tão boa e dedicada nisso como se esse sempre tivesse sido seu sonho.
Depois de Lily, Emmett e Rosalie tinham dois meninos, que Esme não se importara em adotar como netos postiços. O clã de Alice e Jasper era, também, uma confusão de rostos e nomes.
Sua tia, que sempre planejara a quantidade de filhos para um delimitado número de dois, agora tinha quatro meninos que a deixavam feliz e louca na mesma medida. Como os pais de Anthony, Alice e Jasper não contavam que surgiriam gêmeos para dobrar o número de filhos.
O resultado disso era um número obsceno de tão grande e uma Esme-avó radiante de tantos netos.
Era engraçado, pensou Anthony. Engraçado e curioso como as famílias que o cercavam — e cercavam Lily — eram diferentes e inesperadas, mas, ainda assim, haviam dado completamente certo.
Seu próprio pai e a tia consideravam Carlisle como pai de fato. O próprio Anthony tinha uma mãe que, senão por sangue, mas por todo o resto, era a única mãe que lhe importava. Lily tinha Emmett e Rosalie, seu tio biológico e a tia por casamento, mas que haviam se tornado os pais que ela amava.
Era fascinante, decidiu Anthony. Eram rótulos dados por amor, não por outra convenção qualquer. E, por isso, eram títulos cujo significado remetia a laços mais fortes e mais importantes que códigos genéticos ou determinações sociais.
Esse era mais um motivo que o fazia ter orgulho da família e dos laços que o cercavam. A sua era uma família diferente, nada convencional... e maravilhosa.
— Vai me deixar entrar ou não, Anthony? — quis saber Lily. trazendo-o de volta à conversa. Com um sussurro misterioso na voz, ela acrescentou: — Eu tenho uma surpresa para você.
Anthony recostou-se na mesa, curioso agora.
— Uma surpresa, é? — refletiu. — Bem, senhorita McCarty, você certamente sabe como garantir sua entrada na minha sala. — disse ele, por fim, e liberou a entrada dela. É claro que, com surpresa ou não, faria isso. Mas implicar com a noiva era um de seus passatempos favoritos.
Desde sempre, lembrou-se Anthony. Primeiro porque, na infância, isso era divertido, depois porque, na adolescência, isso fazia parte de sua falta de amadurecimento. Depois, já adulto, porque não soubera lidar com o que sentia por ela. Mas, agora, implicava exatamente porque admitia o que sentia.
Seu relacionamento com Lily McCarty havia sido um tanto atribulado. Para eles e para suas famílias.
Especialmente devido à diferença de idade entre Anthony e Lily. Havia uma diferença de quatro anos separando-os, além de que, em decorrência da proximidade que existia entre os Cullen e os McCarty, os dois haviam sido criados como primos.
Embora, no começo, suas famílias tivessem estranhado o possível envolvimento dos dois, isso não representou problema. Eles logo aceitaram. O maior obstáculo na relação havia sido Anthony, que relutara em assumir o que sentia.
Ele havia relutado por causa da idade e da relação de parentesco, mas, agora, achava uma bobagem que tivesse sido estúpido a ponto de negar a própria felicidade por causa disso.
Quanto à Lily, ela tinha decidido que se casaria com Anthony aos quatorze anos. É claro que não agira imediatamente e esperara até os próprios anos de faculdade para conquistá-lo. Era conhecida por sua determinação em traçar uma meta e alcançá-la com eficiência. Não era à toa que era gerente de vendas da Cullen Group. Ela era boa no que fazia e cercara Anthony de tantos lados que não havia como fugir.
Como se ele quisesse fugir, pensou Anthony, com divertimento. Estaria louco antes que perdesse Lily para a própria teimosia.
Na sua vida, era onde ele a queria. Só precisara de um empurrãozinho dela para admitir isso.
Quando Anthony abriu a porta do escritório, o sorriso enviesado com que intencionara receber Lily tornou-se um sorriso de puro deleite.
— Mãe! — exclamou ele. Podia ter cem anos, mas nunca abandonaria aquela empolgação inocente com que a saudava na infância. — Não esperava que você fosse a surpresa.
Bella sorriu, envolvendo-o num abraço quando entrou na sala. Ele era um homem agora. Não vivia mais com eles na mansão, nem precisava dela para contar histórias com vozes engraçadas ou porque estava com dor de barriga. Mas ela sempre olharia Anthony e o veria pelo menininho que ele fora e o rapaz que, agora, enchia-a de orgulho.
— Encontrei Lily no saguão e sugeri que fizéssemos uma surpresa. — Ela explicou, afastando-se para fitá-lo.
Anthony franziu o cenho.
— Alguma ocasião especial para me fazer uma surpresa?
Bella simulou uma expressão de reprimenda.
— Hoje é dezenove de abril.
— Ah. — disse ele e, então, esboçou um sorriso zombeteiro. — Soa como uma boa explicação.
Bella sorriu e tocou o rosto do filho.
— Feliz aniversário, querido.
— Obrigado, mamãe. — disse Anthony, o amor aquecendo seu coração, e abaixou-se à altura dela para receber um beijo na testa. Era muito mais alto que Bella agora, mas isso nunca seria empecilho para receber um beijo na testa de sua mãe. — Você, certamente, é uma das melhores surpresas que eu poderia receber hoje. Vocês duas, aliás. Sou um homem de sorte por contar com a presença das duas mulheres mais lindas de Chicago aqui, na minha humilde sala.
Bella riu e fitou Lily.
— Ele herdou a lábia do pai.
— Estou vendo. — Lily meneou a cabeça, fingindo uma expressão de censura. — Por falar no senhor Cullen, ele pediu para avisar que a reunião vai acontecer meia hora mais cedo. Devemos estar na sala de reuniões às duas da tarde.
— Ah, papai e seus adiantamentos. Como você aguenta essa instabilidade, mãe?
— Eu não aguento. Faço seu pai sofrer.
— Acho que não quero saber como.
— Não, não quer. — replicou Bella e, como os outros, fitou a porta da sala sendo aberta para revelar o próprio Edward.
Os olhos dele encontraram os dela primeiro. Então, ele sorriu, o rosto bonito expressando satisfação, os olhos brilhando, como sempre, com admiração e amor. Os anos apenas haviam contribuído com sua boa aparência e ar soturno. Seu rosto recebera o adicional dos anos, das alegrias e desafios, contribuindo para uma aparência sábia e misteriosa. Os olhos verdes brilhavam, tão bonitos e sedutores quanto sempre foram. E tão capazes de deixá-la sem fôlego e agitada quanto da primeira vez que o vira.
Seu marido, pensou Bella, seu amor, seu amante, o pai de seus filhos. Ela o amava mais a cada dia. E sabia que esse amor apenas aumentaria, jamais acabaria.
— Reunião de família e ninguém me chamou? — quis saber Edward, arqueando uma sobrancelha numa expressão perigosa, que ninguém naquela sala realmente temia. — Eu devia revogar sua posição aqui, Anthony, por não me avisar.
— Elas acabaram de chegar. E sou bom demais para você me demitir, pai.
— Garoto mimado. — replicou Edward e fitou a esposa. — A culpa é sua.
Bella semicerrou os olhos.
— Claro que é. — disse com ironia. — Os elogios exagerados sempre vieram de mim.
— Bem — replicou Edward, estalando a língua, os olhos cínicos. —, todo mundo sabe que você é uma mãe coruja.
— Você está me testando, senhor Cullen.
Ele esboçou um sorriso enviesado.
— É bom saber disso, senhora Cullen. — replicou ele.
Anthony gemeu.
— Pai, mãe, vocês sabem que eu entendo essas frases agora, não sabem?
Edward fitou o filho, a expressão entediada.
— Então deixe-nos sozinhos, Anthony. Sua mãe e eu temos algumas coisas a resolver.
O filho gemeu novamente e fingiu tapar os ouvidos. Lily deu uma risadinha, sempre divertindo-se com os Cullen.
Bella deu um tapa no ombro do marido.
— Não traumatize o menino.
— Ele já tem cinte e cinco anos. Não é mais um menino.
— Não importa. Sempre será meu menino. Nosso. — replicou Bella e, mudando de assunto, dirigiu-se ao filho. — Eu vim aqui para lhe desejar parabéns, Anthony, e também gostaria de convidar você e Lily para almoçar. Não sei quais são seus planos para a noite, então resolvi garantir o almoço com o aniversariante.
— O plano para a noite é a festa surpresa que Lily está planejando há umas duas semanas.
A jovem arregalou os olhos e arfou, surpresa e idignação perpassando os olhos azul celeste.
— Como você sabe?
— Você é péssima em mentir e esconder uma festa surpresa, enquanto planeja uma. Além disso, eu tenho uma excelente informante na família Cullen.
Lily semicerrou os olhos, tentando pensar em quem. Edward e Bella também ficaram pensativos. Quando os três chegaram a uma conclusão, falaram juntos:
— Melissa.
Anthony esboçou um sorriso estonteante. Orgulho estampado no gesto.
— A garota é praticamente as paredes do Casarão e da Mansão. Ela sabe de tudo.
— Ela também é uma grande fofoqueira. — replicou Lily, íntima demais da família Cullen para ofendê-los com aquela descrição. Ela fitou Edward e Bella. — A filha de vocês é uma criatura e tanto, senhor e senhora Cullen.
— Agora, isso é culpa do Edward. — Bella sinalizou na direção do marido.
Ele arqueou uma sobrancelha.
— Certamente, ela herdou a personalidade agitada e teimosa de mim ou de um parente de décimo grau. Você não teve nada a ver com isso.
— Sou bastante calma. E não sou teimosa. Por que você insiste em dizer isso?
— Porque é verdade. — replicou Edward e sorriu docemente quando ela o fitou com uma irritação simulada.
Bella se voltou para o filho.
— Então, vai almoçar com sua mãe ou não?
— É claro que vou. — Anthony pescou o terno do encosto de sua cadeira, enganchou-o no dedo e ofereceu o braço para Lily. — Você vem conosco, amor?
— Sim, claro. — disse Lily, esboçando um sorriso. Duas covinhas se formavam nos cantos dos lábios quando ela sorria. Ela piscou para Anthony, o gesto cúmplice. Os olhos dela eram azuis e zombeteiros, uma marca dos McCarty. O cabelo liso, que ela recentemente cortara a altura dos ombros, emoldurava um rosto de feições suaves, boca e nariz pequenos. Seu corpo era esguio e a altura uma constante fonte de irritação, uma vez que não passara do 1,60m. Junto com Alice, ela dividia a aparência de fada, mas, ao contrário da tia, comprava briga com quem zombasse de sua altura ou tentasse chamá-la de fada.
Lily aceitou o braço de Anthony e, juntos, fitaram Edward e Bella.
Bella lançou um olhar na direção do marido.
— Você quer almoçar com sua esposa teimosa, senhor Cullen?
Ele a brindou com um sorriso enviesado.
— Sempre um prazer, senhora Cullen. Sempre.
N/A: Espero que tenham gostado do bônus. :)
Essa história está disponível* (na íntegra e sem grandes modificações), como original, no wattpad. Confiram e indiquem para amigas, irmãs, conhecidas etc, que gostam de ler romance. Me ajudaria muito. :)
Também, curtam a página do futuro livro, para ficarem a par das novidades.
Os links de tudo isso estão no meu perfil.
Beijos e até qualquer hora. :*
Ps.: Ainda não sei se vou retirar Shadows daqui quando virar livro. É uma decisão que preciso tomar. Mantenho vocês informadas.
