Título: UM CONTO SOBRE ESPERANÇA

Autora: Reggie_Jolie

Casando: Legolas/ Deirdre

Censura: R

Gênero: Drama/Romance

Beta: Sem betagem. Apenas revisão básica.

AVISOS: sexo e violência

Disclaimer: Nenhum dos personagens me pertence. Todos vieram da mente brilhante de J.R.R TOLKIEN e, bem, essa história é uma forma de homenagear esse autor de histórias tão fascinantes e intrigantes. Apesar disso, os personagens originais – Deirdre, Bard, Elina, Onodher e outros - são meus e não podem ser utilizados sem minha autorização.

Linha temporal: Começa no ano 2992 da Terceira Era, antes da guerra pelo Anel de Poder se alastrar por toda a Terra Média e termina no ano de 1541 da Quarta Era. Seguindo, principalmente, o universo dos livros (O Senhor dos Anéis - trilogia completa - O Hobbit e Contos Inacabados).

Sumário: Elfos, Homens, amor, amizades, batalhas vencidas e perdidas. Uma história de amor, pura e simplesmente.

Palavras em itálico: élfico, Sindarin ou Quenya. Haverá um pequeno glossário para as referidas palavras no final do capítulo.

" São voluntariosos e cheios de orgulho, mas tem o coração sincero, são generosos em pensamentos e ações; destemidos mas não cruéis, sábios mas incultos, não escrevendo nenhum livro mas cantando muitas canções, à maneira dos filhos dos homens antes dos Anos Escuros." Aragorn In O senhor dos Anéis, As Duas Torres. P 23.

CAP. 02. OS CAVALEIROS DE ROHAN PARTE II

NOTA DA AUTORA: O capítulo pode parecer um pouco confuso, mas optei por contar os vários acontecimentos dele, sobre o ponto de vista de Éomer, Aragorn e dos Hobbits. Para quem gosta do Legolas, hoje a participação dele é pequena. Prometo que no próximo capítulo vocês serão recompensados.

ANO 3019

EOMER

Finalmente depois de alguns dias caçando por todo o Folde Ocidental alcançaram o grupo de Uruk-hai. Era noite. As criaturas amaldiçoadas estava na borda da floresta de Fangorn.

O Éored caiu sobre eles como uma tempestade cai sobre o solo, de uma única vez. As criaturas estavam ocupadas cortando algo quando eles chegaram.

Éomer arremessou a lança e atravessar as costas de um uruk-hai. Os demais o imitaram. Eram duas frentes de combate. Sessenta cavaleiros vindos da esquerda e mais sessenta da direita. O Éored lutava assim se necessário fosse.

Éomer viu um uruk-hai muito próximo a floresta afastado dos demais. Ele impeliu a montaria e eesembainhando a espada Eómer a criatura. A besta gritou e Éomer impeliu a montaria a frente, certo de que matara a fera.

Os arqueiros armavam o arco e flecha e mais orcs eram atingidos. As bestas tentavam escapar mas era em vão. Eles andavam em círculos e o número de orcs ia diminuindo. Éomer sentia dentro de si a alegria da batalha. Ele desmontou e correu até um orc que estava na borda da floresta. Em questão de minutos a criatura estava morta. Não havia sobrado um único orc vivo. Théodred estava vingado.

"E agora?" Indagou Elfhelm

"Empilhem e queimem os corpos." Disse Éomer

"Vamos continuar nossa viagem ao nascer do sol."

ARAGORN

Fora o guardião que os vira primeiro. Aragorn vira uma sombra no chão. Eles haviam parado outra vez a noite. Adiante deles os planaltos do Descampado de Rohan. A nordeste a floresta de Fangorn parecia uma muralha intransponível.

"Cavaleiro!" Gritou Aragorn pondo-se de pé. "Muitos cavaleiros montando em cavalos velozes estão vindo em nossa direção."

"Sim." Legolas confirmou. "Tem cabelos dourados e lanças brilhantes. O líder é muito alto."

"Agudo é o olhar dos edhel," disse Aragorn.

"Não!" Rebateu Legolas. "Os cavaleiros estão há pouco mais de cinco léguas de distância."

"Cinco léguas ou uma, não podemos escapar deles nesta terra deserta. Vamos esperá-los aqui ou devemos seguir nosso caminho?" Indagou Gmili.

"Vamos esperar. Estou cansado e nossa caçada foi um fracasso. Ou pelo menos outros chegaram à nossa frente, pois esses cavaleiros estão retornando pela trilha dos orcs. Podemos receber notícias deles".

"Ou lanças." Respondeu Gmili.

"Há três selas vazias. Mas não vejo hobbits." disse Legolas

"EU não disse que seriam boas notícias." Falou Aragorn. "Mas, sejam boas ou más, vamos esperar aqui."

E desceram a colina com Aragorn a frente, prontos para enfrentar os cavaleiros que se aproximavam.

ÉOMER

O Éored produzia um som semelhante ao de um trovão. Cavalgávamos em pares, sempre em direção ao norte quando ao passarmos por uma colina ouvimos um grito. A um gesto o éored inteiro voltou-se na direção do som. E surpresa. Cercamos um anão, um elfo e um humano. Longas lanças pontiagudas, feitas de freixo, foram apontadas e o humano ergueu as mãos num sinal clássico de rendição.

"O que fazem um elfo, um homem e um anão na terra dos Cavaleiros?" Indagou Éomer. Usando a Língua Geral do Oeste.

Alguns dos cavaleiros, tinham nas mãos arcos, com flechas apontadas para os três inusitados companheiros de viagem.

O anão resolveu responder.

"Diga seu nome mestre-dos-cavalos e eu lhe direi o meu." Havia insolência no tom de voz do anão. E isso irritou o cavaleiro.

Com um olhar o Éomer deixou a lança de lado e apeou. Os demais não baixaram a guarda. As lanças continuavam apontadas para o estranho trio.

Gmili elevou o olhar a medida que Éomer aproximava-se.

Aragorn pousou a mão no ombro de Gmili pedindo calma.

"Eu lhe cortaria a cabeça anão, se estivesse um pouco mais acima do chão." respondeu Éomer.

"Morreria antes de desferir o golpe." Respondeu Legolas apontando o arco para o rosto do cavaleiro. Ato continuo e as lanças aproximaram-se mais ainda dos três caçadores. Era o que Aragorn temia. Parecia que a sorte definitivamente o abandonara desde a morte de Gandalf.

"Sou Aragorn, filho de Arathorn. Este é Gmili filho de Glóin. E Legolas do reino da Floresta." O guardião fez as apresentações.

"Somos amigos de Rohan e de Theóden, seu rei." Insistiu Aragorn.

"Théoden já não distingue amigos de inimigos, mesmo em sua própria família". Respondeu Éomer. "Meu nome é Éomer, filho de Éomund, e chamam-se Terceiro Marechal da Terra dos Cavaleiros."

Em seguida retirou o capacete e os cavaleiros recolheram as lanças.

"Antes me digam a quem servem?"

" Não sirvo a homem nenhum, mas persigo os servidores de Sauron por quaisquer terras onde possam andar. Estamos caçando um bando de Uruk-hai a Oeste. Eles capturaram dois amigos nossos." continuou Aragorn.

"Nós matamos os Uruk durante a noite." Respondeu Éomer.

"Havia dois hobbits com eles." Disse Gmili.

"Vocês os tomariam por duas crianças." Insistiu Aragorn.

"Não sobrou ninguém." Respondeu Éomer.

"Contamos todos os mortos e os espoliamos, depois empilhamos as carcaças e as queimamos como é nosso hábito." Ele indicou uma coluna de fumaça que se elevava ao longe.

"Não estamos falando de crianças ou de anões_ Gmili insistiu. "Nossos amigos eram Hobbits."

"E o que vem a ser eles? Esse nome é estranho. Aliás coisas estranhas tem acontecido ultimamente. Há muito tempo Boromir, filho de Denethor partiu em busca de uma resposta e o cavalo que emprestamos voltou sozinho. Que sina terrivel vocês trazem do norte?" inquiriu Éomer

"A sina da escolha." respondeu Aragorn. Então ele jogou o manto para trás e retirou a espada da bainha, que reluziu a luz do sol. E pareceu a Gmili e Legolas que Aragorn crescera e Éomer encolhera. Aos olhos de ambos Aragorn revestira-se de majestade de modo inquestionável.

"Estamos andando em lendas ou cantigas antigas?" Então ele dispensou o éored e voltou a indagar Aragorn.

"Por alguma razão, você não está me contando tudo sobre sua missão Aragorn, filho de Arathorn. Seria muito mais fácil ajuda-lo se eu soubesse o que além dos seus amigos hobbits vocês procuram?" indagou Éomer.

"Nosso líder era Gandalf, o cinzento. Partimos de Imladris. Boromir filho de Denethor vinha conosco. Minha missão era ajudar Boromir, iriamos até Minas Tirith, lutar na guerra contra Sauron."

"Gandalf foi nosso hóspede por muitas vezes." respondeu Éomer.

'Infelizmente Gandalf não retornará mais. Ele caiu na escuridão nas Minas de Moria." disse Aragorn.

"Uma noticia terrivel você traz consigo. Quando isso aconteceu?" indagou Éomer

"Há quatro dias viajamos desde o Tol Brandir. Minha missão agora é de guiar essa comitiva, disse Aragorn."

"Vocês percorreram quarenta e cinco léguas a pé?" indagou Éomer. "Resistente é a raça de Elendil. Mas no momento o que mais nos preocupa é Saruman." disse Éomer.

"Saruman envenenou a mente do rei e quer soberania sobre estas terras." Explicou Éomer. "Minha companhia é de homens leais a Rohan. Por isso fomos banidos."

"O mago branco é astuto." Insistiu Éomer. "Ele caminha por aí, dizem, como um velho de capuz e capa". Éomer começou a mover-se. Passou por Gmili e parou defronte a Legolas.

"E, por toda a parte, seus espiões passam por nossos sentinelas."

"Não somos espiões" disse Aragorn.

"Acredito no que diz Aragorn, filho de Arathorn. E se você pudesse se juntar a nós, seria de grande valia. Há muito trabalho nesses dias para um cavaleiro que maneja bem uma espada. Poderia-mos inclusive encontrar trabalho para o machado de Gmili e o arco de Legolas." disse Éomer.

"Agradeço. Mas não posso abandonar meus amigos, a própria sorte. E parece que ela tem nos faltado continuamente." respondeu Aragorn.

Éomer olhou para onde seu grupo estava parado e percebeu ansiedade neles. Com um gesto o líder dos cavaleiros, chamou o éored que se afastara a uma ordem sua, e ofereceu dois cavalos aos viajantes.

Hasufel! Arod!

"Que estes cavalos lhes tragam melhor sorte que aos antigos donos. Adeus."

"Procurem seus amigos." Insitiu Éomer.

"Mas não tenham muita esperança. Ela abandonou estas terras. Para o norte!"Comandou Éomer.

O Éored inteiro o seguiu deixando os três caçadores e os dois cavalos em meio aos campos.

PIPIN

Era uma noite fria. Os uruk-hai pararam e se reuniram no alto de um pequeno monte.

"Não vamos dar mais nenhum passo."

Os hobbits foram jogados ao chão. Era noite. A lua começava a aparecer e a iluminar o local, quando os Uruk-hai pararam.

Depois de um tempo Pipin começou a perceber que não uma, mas várias fogueiras estavam sendo acesas, longe o suficiente para que eles do monte, não vissem quem as acendiam, mas perto o bastante para vê-las. Ele não sabia mas começava assim um jogo de gato e rato.

"Os malditos peles-brancas." Rosnou um Uruk-hai.

"Eles nos alcançaram."

Um grupo de uruk começou a atirar mas as flechas se perdiam na escuridão e se atingiram algum alvo eles não ficaram sabendo.

"Eles vão esperar o sol, malditos! O que o velho Ugluk pensa que está fazendo?"

"Você bem que gostaria de saber o que eu penso." Respondeu Ugluk, que era o chefe daquela expedição.

"Não adianta tentar fugir ou atacar. Há mais cavaleiros nesse lugar para varrer nosso grupo.

Só há uma coisa há se fazer. Esperar. Esses malditos peles-brancas enxergam como corujas. Eles tem uma visão noturna melhor que os outros homens por tudo o que ouvi dizer e não esqueça dos cavalos! Mauhúr e o outros estão na floresta e devem aparecer a qualquer momento."

Assim eles estabeleçeram um padrão. Fugiam abertamente do cavaleiros a quem eles chamavam de peles-brancas durante o dia, pondo uma grande vantagem entre eles e paravam a noite.

E assim foi por três dias inteiros. Os grupos de uruk-hai a frente e os cavaleiros atrás até que os cavaleiros conseguiram emboscá-los.

Os Uruk-hai estavam na borda da floresta de Fangorn.

"Façam uma fogueira!" Gritou Ugluk

Pipin arrastou-se para perto de Merry. O amigo havia desmaiado há horas. Pipin esperava que ele estivesse bem. E esperava também que Aragorn e os outros tivessem encontrado o broche de Lórien que ele jogara ao chão.

"Acho que talvez tenhamos cometido um erro ao sairmos do Condado Pipin." Merry falou.

Havia sangue saindo do supercilio. A voz do amigo estava quebrada. Ele lamentava-se.

Ouviu-se o som de machados. Eram os uruk-hai cortando as árvores visando a fogueira.

Outro som chamou a atenção dos Hobbits. Eram os uruk-hai Os Hobbits começaram a entender a liguagem dos orcs, que passaram a usar a lingua geral. Eles perceberam que aquele grupo era composto por três, de origens diferentes, unidos por uma mesma missão. Mas eram inimigos ao que tudo indicava.

"Não há tempo para mata-los adequadamente. Não há tempo para diversão nessa viagem."

"Isso não se pode evitar_ disse outro_ mas, porque não mata-los rapido. Mata-los agora? São um incomodo desgraçado, e estamos com pressa. A noite está chegando, e devemos nos mexer e ir adiante."

"Ordens"_ disse uma terceira voz_ "Matem todos MAS NÃO OS PEQUENOS: eles devem ser trazidos VIVOS o mais rápido possivel. Isso é as minhas ordens."

"Quem é o patrão? Saruman ou o Grande OLHO? Temos de voltar imediatamente." retrucou outro uruk

Discutiam entre si, sobre a quem pertencia o comando daquela operação.

Então vieram muitos berros e o som de armas que se chocavam. Os três grupos brigavam. Merry e Pipin observavam com cuidado.

"Estou faminto. Estamos comendo este pão carunchento há tres dias." rosnou o Uruk-hai

"É! Porque não podemos comer carne?" Indagou outro.

"Que tal eles?" Perguntou o uruk-hai olhando diretament para os hobbits.

"Eles não podem ser comidos." Falou o maior deles. O que provavelmente era o líder daquela expedição.

Então ele abaixou-se e pegou os Hobbits e afastou-se do grupo.

"E as pernas deles?" Insistiu outro Uruk-hai. Parecem saborosas. Eles não precisam delas.

"Afaste-se!" Tornou a bradar o chefe. Ele empurrou um dos uruk e a confusão se instalou, com eles gritando novamente numa língua que os hobbits não compreendiam e nem faziam a menor questão de compreender.

Então um Uruk-hai desembainhou sua espada e cortou fora a cabeça do outro. Ela caiu aos pés dos hobbits que olharam para trás e viram um corpo, agora sem cabeça, desabar.

"Parece que a carne voltou ao menu rapazes!"

Os hobbits foram jogados ao chão. A turfa era mole por isso eles não se machucaram.

E Merry viu ali a única chance de escapar. Rastejando em meio ao campim alto, ele e Pippin começaram a afastar-se do grupo que lutava e discutia entre si. Os hobbits rastejavam em silêncio até serem parados por um peso em suas costas. Merry foi virado e viu-se cara a cara com um grande Uruk-hai que brandia uma faca.

"Vamos gritem! Berrem! Ninguém vai salvá-lo agora!" disse Grishnákn

Ele puxou Merry pelo manto, e quando a lâmina estava bem perto do rosto do Hobbit, o Uruk-hai foi atingido por uma flecha que veio da escuridão e que atingiu a mão esquerda de Grishnákn, que gritou. Merry caiu ao chão.

Pippin ouviu então o som de cascos, e no momento em que Grishnákn levantava e corria foi pisoteado e uma lança atravessou-lhe o corpo.

Os hobbits viram um grupo grande a cavalo investir contra os uruk-hai. Quem quer que fossem eram seus amigos naquele instante. Uma parte dos cavaleiros parecia ter sido treinada para usar o arco e flecha, mesmo montado, e vários dos uruk-hai tombavam.

As espadas se entrechocavam. Uruk berravam. Lanças trespassavam corpos. Os hobbits assitiam tudo aquilo atônitos.

"Até agora tudo bem? Mas como evitar sermos espetados?" Indagou Merry

"Precisamos fugir" disse Pippin. Ele aproximou-se do corpo de Grishnákn, procurou e retirou de um bolso, uma faca longa e afiada e cortou as amarras.

"Agora vamos!"

Então eles perceberam que estavam longe de onde a luta concentrava-se e arrastara-se por alguns metros.

"Devemos procurar abrigo ou seremos vistos"

"Aqui as margens são muito escarpadas." Disse Pipin. "Para a frente agora!"

Eles foram andando lado a lado ao longo do rio.

"Você tem se saído muito bem, Mestre Tuk. Bom trabalho. Mas o meu receio é de ficarmos perdido para sempre." Pippin falou.

"Não acho que você tenha muita noção de onde está, Pippin, mas gastei meu tempo em Valfenda de forma mais produtiva. Estamos indo para o oeste, ao longo do Entágua. A extremidade das Montanha Sombrias está à nossa frente, e também a floresta de Fangorn. Disse Merry.

"Conduza-nos para a frente, Mestre Brandenbuque! Ou para trás! Fomos avisados para não entrar em Fangorn. Mas alguém tão sabido não esqueceria isso." Disse Pipin.

"Eu não esqueci." Rebateu Merry. "Mas mesmo assim, entrar na floresta me parece melhor do que voltar para o meio da batalha."

ARAGORN

Os três caçadores observaram Éomer e os outros afastarem-se. Aragorn segurava as montarias pelos arreios.

Aragor ficou com o cinza-escuro, Hasufel, Legolas e Gmili com Arod, que era menor, contudo era inquieto e fogoso, e cavalgaram em direção a coluna de fumaça.

Ao longe viram a cabeça deçepada de um Uruk-hai espetada na ponta de uma lança. Era uma espécie de advertência sinistra contra a esperança de encontrar os Hobbits.

Apearam.

Gmili revolvia ansioso o monte de carcaças tentando encontrar algo que pertencesse aos pequenos.

Aragorn gritou e chutou um capaçete.

Legolas olhava desolado para a cena toda.

"Falhamos com eles", disse Gimli.

Alguns segundos se passaram até que Aragorn falou.

"UM hobbit deitou aqui." Disse Aragorn ao olhar o chão atentamente.

E outro.

"Eles rastejaram." O ranger falou. Ele estava agachado no chão, vendo o que os demais não estavam treinados para verem.

"As mãos estavam amarradas."

Ele levantou um pedaço de corda do meio do capim alto.

"A corda foi cortada."

"Eles correram aqui." Aragorn caminhava e ia decifrando as pistas. Legolas e Gmili o acompanhavam em silêncio.

"Foram seguidos."

Subitamente Aragorn começou a correr.

"Eles foram para longe da batalha, rumo a Floresta de Fangorn." disse por fim o ranger.

Os três caçadores estavam na borda da Floresta.

"Fangorn?" Indagou Gmili.

"O que deu neles para ir até lá?"

A SER CONTINUADO...