Título: UM CONTO SOBRE ESPERANÇA
Autora: Reggie_Jolie
Casando: Legolas/ Deirdre
Censura: R
Gênero: Drama/Romance
Beta: Sem betagem. Apenas revisão básica.
AVISOS: sexo e violência
Disclaimer: Nenhum dos personagens me pertence. Todos vieram da mente brilhante de J.R.R TOLKIEN e, bem, essa história é uma forma de homenagear esse autor de histórias tão fascinantes e intrigantes. Apesar disso, os personagens originais – Deirdre, Bard, Elina, Onodher e outros - são meus e não podem ser utilizados sem minha autorização.
Linha temporal: Começa no ano 2992 da Terceira Era, antes da guerra pelo Anel de Poder se alastrar por toda a Terra Média e termina no ano de 1541 da Quarta Era. Seguindo, principalmente, o universo dos livros (O Senhor dos Anéis - trilogia completa - O Hobbit e Contos Inacabados).
Sumário: Elfos, Homens, amor, amizades, batalhas vencidas e perdidas. Uma história de amor, pura e simplesmente.
Palavras em itálico: élfico, Sindarin ou Quenya. Haverá um pequeno glossário para as referidas palavras no final do capítulo.
NOTA DA AUTORA: Este capitulo está baseado mais no filme AS DUAS TORRES do que no livro.
CAP 5. O REI DO PALACIO DOURADO
ROHAN, MEDULSED
EOWYN
Coubera a Eowyn organizar as últimas homenagens ao primo. As carpideiras a ajudaram a lavar e vestir o primo. A armadura fora limpa com areia e reluzia. Théodred tivera o cabelo penteado. A espada em suas mãos.
Por alguns dias Eowyn pensara que somente ela prantearia Théodred, porque até o mago Gandalf chegar, o rei, seu amado tio, parecia-lhe tão morto como Théodred estava.
Puseram-no numa liteira. Um cortejo fúnebre saía de Edoras. Os soldados de Rohan transportavam em seus ombros, aquele que deveria ser seu futuro rei. O silencio imperava.
Théoden seguia atrás do filho. O rei voltara ao normal. O feitiço de Saruman já não imperava sobre ele. Atrás do rei vinham Aragorn, Legolas, Gandalf. Toda a população de Edoras estava reunida ali. O cortejo descia até a entrada da cidade, onde estavam escavados os túmulos.
Vestida de negro dos pés a cabeça Éowyn aguardava os soldados. Eles pousaram Théodred defronte ao túmulo que ele ocuparia. Junto ao de seus ancestrais.
Théoden contemplava a tudo em silêncio.
Enquanto Éowyn cantava o lamento pela perda do primo. Ele foi depositado no túmulo.
Os convidados voltaram para o palácio de Medulsed. Gandalf e o rei permaneceram nos túmulos.
"Sempre em mente. Elas crescem sobre o tumulo dos meus ancestrais. Agora crescerão no túmulo do meu filho. Esses dias malignos deveriam ter sido meus." Disse Théoden. Gandalf em pé o cajado na mão apenas ouvia.
"Os jovens morrem e os velhos permanecem. Que seja eu a viver. Para ver os últimos dias de minha linhagem." continuou Théoden.
"A morte de Théodred não foi culpa sua." Disse Gandalf.
"Nenhum pai deveria de ter de enterrar seu filho," respondeu Théoden.
Então o rei chorou. Chorou pelo filho morto. Pelo tempo perdido sobre o feitiço de Saruman.
"Westu hál! Westu Théodred." Disse Gandalf e retirou-se deixando o rei com sua dor.
Mas o mago mal tinha dado dois passos, quando ao olhar para as montanhas de picos nevados ao longe, avistou um cavalo. Gandalf percebeu tratar-se de duas crianças que o montavam. Mas a maior delas, desmaiou e foi ao chão.
THEODEN
Em silêncio ele se perguntava como tudo isso pôde acontecer? De que modo, ele Theoden, rei de Rohan deixara-se enredar por Gríma.
Seus visitantes estavam todos ali. O mago, o humano, o anão e o elfo. Todos esperando uma decisão sua. Mas no fundo ele temia. E se tomasse a decisão errada?
Seu país estava sendo atacado. Um grupo de humanos unira-se a Saruman e invadia, saqueava, ateava fogo as vilas mais distantes. Esse mesmo grupo culpava os Rohirrrim por perdas de eras passadas. E como rei era sua responsabilidade pôr um ponto final nesses ataques.
O fogo aceso crepitava e aquecia o salão. Ao olhar para ele viu Éowyn que alimentava duas crianças. Filhos de seus súditos. Eles vieram de longe para avisar do ataque.
"Foram pegos de surpresa." Disse Éowyn "Agora os homens selvagens seguem pelo Folde Ocidental. Queimam tudo o que encontram." Continuou Éowyn.
"Isso é só uma amostra do terror que Saruman desencadeará." Disse Gandalf. "Com muito mais força agora que é movido pelo medo de Sauron. Cavalgue e confronte-o." Insistiu o mago.
"Afaste-o de suas mulheres e crianças." Disse o Istari, empenhado em aconselhar o rei.
"Você tem dois mil bons homens indo par ao norte enquanto falamos." Disse Aragorn.
Ele e Gimli estavam sentados a mesa. Aragorn fumava um cachimbo. O anão bebia cerveja.
"Éomer é leal a você." Insistiu o filho de Arathorn. "Os homens dele voltarão e lutarão pelo rei."
Théoden levantou-se do trono.
"Devem esta a quase 300 léguas daqui agora." Rebateu o rei. "Éomer não pode nos ajudar." Afirmou Théoden
"Sei o que quer de mim." Exclamou o rei para Gandalf. "Mas não arriscarei a trazer mais mortes ao meu povo. Não arriscarei uma guerra aberta."
"A guerra é iminente, quer arrisque ou não." Rebateu Aragorn.
"Até onde eu sei é Théoden e não Aragorn o rei de Rohan."
"E qual é a decisão do rei?" Indagou Gandalf.
As cornetas tocavam na cidade. Os soldados convocavam a população. MEDULSED seria evacuada Toda a populção iria juntamente com o rei para o abismo de HELM, a grande fortaleza de Rohan.
MIRKWOOD
AMORD
Era noite. Amord Anarinion sabia disso, porque o jantar fora servido há pouco mais de um hora. Deitado no catre ele se perguntava como poderia resgatar sua amiga. O rei a aprisionara em seus aposentos. E as visitas eram controladas. Mas antes de tudo ele precisava ser libertado.
A cela era lugubre. A única luminosidade era das tochas nas paredes. O sentinela vinha três vezes ao dia. Abria-se uma portinhola e a refeição lhe era entregue. A unica vantagem que ele podia ver, era que por estar numa das primeiras celas, longe do rio corrente, ela não era úmida, gelada. Ao contrário o lugar era abafado, quente.
O rei o interrogara três vezes sobre a ida até Imladris E o punira.
Amord Anarinion não tinha medo. Sabia que permanceria na cela até que o rei acreditasse que ele cumprira pena tempo suficiente. Patrulhar. Talvez ele nunca mais o fizesse. O rei o acusara de traição. Amord vira o desprezo no olhar dos soldados ao trazerem-no para a cela. Também lhe fora negadas visitas. Mas ele sabia que a exceção de Laurea ninguém tentaria visita-lo.
GANDALF
SCADUFAX.
Não havia montaria mais rápida.
Théoden não ficara contente quando Gandalf pedira especificamente pelo mearas. Mas no final cedera. Afinal fora o rei mesmo que dissera dever um presente a Gandalf.
"Fogem para as montanhas quando deveriam ficar e lutar. Quem vai defende-los senão seu rei." Gandalf estava indignado com o rei.
"Está fazendo o que julga melhor para o seu povo." Disse Aragorn. "O Abismo salvou-os no passado."
"Não há como fugir do desfiladeiro. Théoden vai cair numa armadilha. Acha que eles estarão em segurança."
Chegaram aos estábulos. Gandalf entrou na baia onde Scadufax estava.
"Vai haver um massacre Aragorn." Disse o Istari.
"Théoden tem grande determinação mas temo por ele. Temo pela sobrevivência de Rohan. Ele precisará de você antes do fim Aragorn. O povo de Rohan precisará de você."
"Sua defesa precisa resistir."
"Vai resistir." Afirmou Aragorn.
"O peregrino cinzento. Era como me chamavam. 300 vidas de homens tive nessa terra e agora não tenho tempo. Com sorte, minha busca não será em vão. Aguarde minha vida ao raiar do quinto dia." discursou Gandalf
"Ao amanhecer, olhe para o leste."
"Vá." disse Aragorn.
Gandalf saiu cavalgando Scadufax. Parecia o vento. Iam em busca de Éomer e seus cavaleiros.
ARAGORN
Era uma longa e silenciosa procissão. As pessoas evacuavam a cidade.
O rei desceu a escada. Os demais o seguiram. Gmili foi ao lado de Legolas, com o machado nos ombros.
"Bem. Partimos. Os homens precisam de muitas palavras antes das ações. Meu machado está inquieto em minhas mãos. Contudo eu não duvido que esses rohirrim tenham mãos bem ferozes no momento necessário. São pescoços dos orcs que eu queria cortar, e não barbear os escalpos de homens_ disse Gmili, batendo no cabo do machado."
No portão encontraram um grande exercito de homens, velhos e jovens, todos prontos na sela. Mais de mil estavam ali reunidos. Suas lanças eram como uma floresta irriquieta. Gritaram com muita alegria quando Théoden surgiu. Alguns seguravam o cavalo do rei, Snawmana, e outros seguravam os cavalos de Aragorn e Legolas.
As trombetas soaram. Os cavalos empinaram e relincharam. Lanças batiam nos escudos. Então o rei levantou a mão, e numa velocidade semelhante ao inicio de um grande vendaval o último exercito de Rohan cavalgou.
O grupo seguiu um caminho que ia para noroeste, ao longo das Montanhas Brancas. O caminho subia e descia cortando riachos velozes, campos verdes.
Eles eram um grupo grande mas lento. Havia doentes, velhos, crianças. E era dever de Théoden conduzi-los em segurança até o Abismo de Helm, a grande fortaleza de Rohan.
No primeiro dia cavalgaram e caminharam por cinco horas seguidas e acamparam ao anoitecer. Não acenderam fogueiras, mas os soldados ficaram em alerta. Retomaram a caminhada pela manhã.
As pessoas andavam devagar. As montanhas assomavam a distância. Deveriam atravessá-las.
O segundo dia de cavalgada foi passando, e o ar ficou mais pesado. Durante a tarde, nuvens escuras começaram a alcança-los. O sol se pôs vermelho, um prenuncio de sangue a ser derramado. Um cavaleiro vindo de longe aproximou-se do acampamento.
Éomer está aqui? Finalmente voces chegaram, mas tarde demais, e com pouca força. As coisas vão mal desde que Théodred caiu. Recuamos para o Isen com grandes perdas. Saruman armou bárbaros das colinas e pastores da Terra Parda.
Théoden que até então tinha ouvindo tudo oculto, aproximou-se do homem.
"Venha, fique ao meu lado Ceorl!" Disse ele. "Estou aqui. O último exercito dos Eorlingas está a postos. Não retornaremos sem lutar."
O rosto de Ceorl iluminou-se com alegria.
"As suas ordens senhor! E me perdoe..."
"Vamos para o Abismo de Helm." disse o rei.
A Tropa desviou-se dos vaus do Isen e rumou para o sul. A noite caiu e eles continuaram a cavalgar. Viram os altos picos de Thrihyne. Ainda algumas milhas de distância, no lado oposto do Folde Ocidental, ficava uma garganta verde, uma grande reentrancia no meio das montanhas. Os homens daquela região deram-lhe o nome de Abismo de Helm. Dirigiram-se todos para lá.
"É verdade que não se vêem muitas mulheres anãs." Começou Gmili. O anão resmungara, mas no final cedera e fora posto numa montaria. A senhora Éowyn estava ao lado dele, e conversavam.
"Aliás tem a voz e a aparencia tão similares que, muitas vezes são confundidas com anões."
Éowyn sorriu e ao voltar-se na direção de Aragorn ele deu-lhe outra informação.
"É a barba."
A jovem sorriu e voltou-se na direção do anão.
"Isso se fez com que se acreditasse que não existem mulheres anãs. E que os anões nascem de buracos no solo."
Éowyn gargalhou.
Gmili prosseguiu.
"O que é ridiculo é claro."
A montaria disparou derrubando Gmili.
"Tudo bem não se assustem. Foi de propósito. Foi de propósito. Dizia o anão."
Éowyn sorria enquanto ajudava Gmili a limpar-se. Aragorn e o rei sorriram. Ela pegou-se olhando para o guardião a sua frente.
"Onde está ela?" Indagou Éowyn
"A mulher que lhe deu essa joia?"
"Meu senhor?" Insistiu Éowyn.
"Está indo para as Terras Imortais com o que restou de seu povo." Respondeu Aragorn.
Éowyn quedou-se em silêncio e não perguntou mais nada.
Os batedores passaram a frente deles.
Subiram a colina. Passaram por Legolas que estava parado observando a distância.
"Háma. O que foi?"
"Não tenho certeza."
A montaria pateava o chão inquieta.
Quando repentinamente um orc cavalgando um warg caiu sobre Háma, derrubando-o da montaria.
"Wargs!" Gritou Grimbold. Alertando os viajantes.
A espada do cavaleiro de Rohan chocou-se com a arma do warg.
Descendo da pedra onde estava Legolas desferiu uma flechada no warg fazendo com que o Orc fosse ao chão. Legolas degolou-o rapidamente e avisou a Aragorn que se aproximava.
"Um batedor!"
Aragorn desceu a colina correndo em direção ao rei. Théoden se aproximou cavalgando.
"O que viu?" Inquiriu o rei.
"Wargs. Estamos sendo atacados." falou Aragorn.
As mulheres e crianças começaram a gritar apavoradas. Wargs não era algo que alguém gostasse de encontrar.
"Leve-os daqui!" Gritou Aragorn
"Todos os cavaleiros para a frente!" Ordenou Théoden.
Éowyn aproximou-se de Aragorn trazendo Arod pela mão.
"Vamos, ponha-me ai em cima. Eu sou um cavaleiro," insistiu Gmili. Com dois dos soldados de Rohan.
"Depressa!" O anão insistia.
Legolas voltou a encontrar uma rocha no alto da colina e postou-se ali com o arco na mão.
O grupo de wargs descia a colina. Era possivel ouvir seus latidos. Orcs armados guiavam-nos e seu objetivo eram os rohirrim.
"Deve levar o povo para o abismo de Helm". Disse Théoden para Éowyn.
A jovem estava prestes a montar num cavalo quando ouviu a voz do tio.
"Posso lutar!" Disse Éowyn
"NÃO!" Disse o rei.
"Você deve fazer isso por mim." insistiu Théoden.
Os olhos de Éowyn não se suavizaram. Ela sentia-se traida naquele momento. Preterida por ser mulher.
"Sigam-me." Disse Théoden cavalgando a frente.
Aragorn seguiu-o rapidamente.
Éowyn segurou as rédeas da montaria, mas não ousou desafiar o rei.
"Para as terras baixas vamos!" Dizia Éowyn conduzindo as mulheres, crianças e idosos para longe do ataque iminente.
"Fiquem juntos!"
Então o grupo dividiu-se. Os Cavaleiros subiam a colina a golope e os a infantaria escoltava os cidadãos.
Montado em Arod, Aragorn voltou-se na direção onde Éowyn. Eles se olharam por segundos e Aragorn cavalgou em direção a batalha.
LEGOLAS
Do alto da rocha, Legolas disparou o arco. E viu o primeiro Orc cair ao chão. Outra flecha e então Legolas impulsionou-se para Hasufeld que era guiado por Gmili.
Théoden levava os cavaleiros em direção aos orcs e wargs de Saruman. Aragorn cavalgava a seu lado.
Gmili caiu do cavalo. Mas sua queda serviu para derrubar um orc.
Levantando-se rapidamente o anão encarou o Warg que farejava o ar.
Traga seu belo rostinho até meu machado.
Mas mal o warg começou a correr em direção a Gmili, Legolas abateu o warg com uma flechada certeira.
"Esse conta como sendo meu!" Gritou Gmili.
Pronto os dois começaram o jogo de quem matava mais orcs e wargs.
Mal Gmili falara isso outro Warg veio em sua direção. Ele acertou a besta com o machado e ela caiu, sobre ele.
Aragorn decepou a cabeça de um orc.
Arqueiros lançavam flechas. Cavaleiros abatiam orcs com golpes de espadas.
Gmili com certo esforço tentava tirar o warg morto de cima de si mesmo, quando foi descoberto por um orc. O Anão matou-o quebrando-lhe o pescoço e aumentou o peso sobre si.
Outro warg apontava na frente de Gmili e vendo isso Aragorn veio em auxilio do anão. Uma lança atravessou o warg, que foi para a pilha sobre Gmili.
Théoden combatia um orc. Aragorn fazia o mesmo. E por isso ele não viu quando um warg sem cavaleiro guiando-o aproximou-se dele, derrubando-o ao chão.
Aragorn mal teve tempo de levantar-se quando um orc veio em sua direção. A espada curvada em riste, pronta para o ataque. Aragorn montou o warg e cabeceou. Com um golpe o oc derrubou-o do warg. Contudo Aragorn ficou preso a cilha da sela, e o warg subia a galope a montanha. O orc tentava chutá-lo e derrubá-lo, enquanto Aragorn tentava erguer-se. O warg disparava morro acima.
Com esforço Aragorn conseguiu segurar o orc pelo colete e derrubou-o. No entanto Aragorn não conseguiu assumir o controle do Warg e ambos caíram da montanha.
Com um grito Gmili matou outro dos lobos de Saruman.
Levantando o olhar, o anão notou que eram vitoriosos. Os wargs e orcs foram mortos. Os cavaleiros haviam conseguido.
Desmontado Théoden e Legolas vasculhavam o lugar com o olhar.
"Aragorn!" Chamou Legolas.
"Aragorn?" Indgou Gmili.
Legolas subiu a colina e ao tocar o chão ouviu o som de uma gargalhada. Baixa. Maléfica. Mas ainda sim era uma gargalhada.
"Diga o que aconteceu, e sua morte será menos dolorosa." Disse Gmili ao aproximar-se do orc. A Lâmina do machado apontada diretamente para o rosto do orc.
Legolas aproximou-se.
"Ele está morto." Disse a besta.
"Ele tropeçou do penhasco."
"Está mentido!" Disse Legolas Levantando o orc do chão.
O orc começou a rir e repentinamente o ar faltou-lhe e ele morreu. Legolas jogou o corpo de volta ao chão.
Então ele reparou na mão fechada do orc. E ao abri-la, ele encontrou o pingente que Aragorn recebera de Arwen.
Legolas subiu o penhasco até onde estava Théoden.
O rio corria lá embaixo. Se Aragorn havia caído como o orc havia dito, fora levado. Não havia sinal dele.
Os olhos de Legolas mediam a distância e mostraram-se tristes. Seu amigo se fora.
"Ponham os feridos nos cavalos." Disse Theoden a Grimbold que se aproximara do rei.
"Os lobos de Isengard retornarão. Deixem os mortos."
Legolas não podia acreditar no que ouvira. Theoden abandonaria Aragorn.
O rei dos cavaleiros pôs a mão no ombro do elfo e disse:
"Venha."
Legolas e Gmili permaneceram no penhasco por mais alguns minutos.
A SER CONTINUADO...
