Título: UM CONTO SOBRE ESPERANÇA
Autora: Reggie_Jolie
Casando: Legolas/ Deirdre
Censura: R
Gênero: Drama/Romance
Beta: Sem betagem. Apenas revisão básica.
AVISOS: sexo e violência
Disclaimer: Nenhum dos personagens me pertence. Todos vieram da mente brilhante de J.R.R TOLKIEN e, bem, essa história é uma forma de homenagear esse autor de histórias tão fascinantes e intrigantes. Apesar disso, os personagens originais – Deirdre, Bard, Elina, Onodher e outros - são meus e não podem ser utilizados sem minha autorização.
Linha temporal: Começa no ano 2992 da Terceira Era, antes da guerra pelo Anel de Poder se alastrar por toda a Terra Média e termina no ano de 1541 da Quarta Era. Seguindo, principalmente, o universo dos livros (O Senhor dos Anéis - trilogia completa - O Hobbit e Contos Inacabados).
Sumário: Elfos, Homens, amor, amizades, batalhas vencidas e perdidas. Uma história de amor, pura e simplesmente.
Palavras em itálico: élfico, Sindarin ou Quenya. Haverá um pequeno glossário para as referidas palavras no final do capítulo.
NOTA DA AUTORA: Capitulo dividido em duas partes. A batalha em si acontecerá na parte II.
Mais uma vez, é uma mistura do livro com o filme. Já que no filme Aragorn não chega ao Forte da Trombeta ao mesmo tempo que Théoden e Éomer.
Muito obrigada pela sua gentileza em ler esta história. Para os que estão no Brasil, Bom Feriado.
cap 6. O ABISMO DE HELM PARTE I
ROHAN
THÉODEN
Depois do ataque dos wargs de Saruman, a viagem continuou sem maiores percalços. Eles cavalgaram no escuro, a noite avançava e o caminho subia para o sul, adentrando as montanhas. Legolas só esperava que isso não signifcasse entrar em cavernas como as Minas de Moria, era demais para ele.
Em alguns pontos do caminho eles encontraram inimigos, mas eles fugiam ao perceber a aproximação do grupo de cavaleiros.
"Não vai demorar muito, eu receio"_ dissse Théoden_ "Até que o líder de nossos inimigos tome conhecimento da chegada do exército."
"Sim." Respondeu Grimbold que cavalgava ao lado do rei.
Em silêncio Legolas assentiu. Gmili que estava logo atrás também nada disse.
O som da guerra crescia atrás deles. Eles podiam ouvir, chegando através da escuridão, o som como de uma cantoria. Vozes rudes no ar. Ao longe viram tochas, espalhadas nos campos como flores vermelhas.
"É uma tropa grande e avança rápido. Estão trazendo fogo e conforme passam vão queimando palha, árvores, cabanas. Este era um vale rico e tinha muitas propriedades. Sinto por meu povo!" Disse Théoden.
"É triste ter de fugir desse jeito." Falou Grimbold.
"Não precisamos fugir muito mais"_ disse Ceorl_ "não muito além daqui fica o Dique de Helm, uma trincheira com baluarte antiga cortada através da garganta, quatrocentos metros abaixo do portão de Helm. Ali podemos nos virar e combater."
"Somos poucos para defender o Dique"_ disse o rei_ "Tem uma milha ou mais de comprimento, e sua abertura é grande. Na abertura ficará nossa retaguarda, se formos pressionados."
O rei e seus cavaleiros passaram a frente. Diante do passadiço que atravessava o rio eles desmontaram. Numa longa fila, conduziram seus cavalos rampa acima e passaram além dos portões do Forte da Trombeta.
EOWYN
Eles haviam chegado durante o dia. Seguiram a estrada pelas terras baixas rumo ao sul.
"O Abismo de Helm."
Eowyn ouviu uma das mulheres falar.
"Chegamos. Estamos a salvo minha senhora". Disse-lhe outra.
Éowyn parou e contemplou o forte. Ela sorriu e suspirou aliviada. Cumprira o que lhe fora ordenado. Trouxera as mulheres, crianças e idosos até ali.
O portão fora aberto a sua frente e ela entrou no forte.
Já havia muita gente ali. Erkebrand, senhor do Folde Ocidental, se encontrava ali. E muitos dos moradores de Rohan, que foram expulsos de suas terras por Saruman.
Soldados em cotas de malha estavam a postos nas muralhas. Pessoas por todos os lados. O lugar parecia um formigueiro humano. E ainda faltavam o rei e as tropas de Éomer.
"Abram caminho para o rei Theoden. Abram caminho." Disse o soldado no portão.
Éowyn ouviu e dirigiu-se para o pequeno pátio chegando a tempo de ver o tio, Legolas, o anão Gmili e outros membros da tropa chegarem.
"Tão poucos, tão poucos de vocês voltaram." Disse Éowyn.
Os olhos da jovem estavam inquietos.
"Nosso povo está a salvo," disse ela para o rei.
Théoden olhou a sobrinha e afastou-se um pouco, aproximando-se de Snawmanna.
"Pagamos por isso com muitas vidas"
"Minha senhora." Chamou Gmili. Ele se aproximou cabisbaixo. A voz quase um sussuro, algo praticamente impensável para um anão.
"O senhor Aragorn onde está ele?" Indagou Éowyn.
"Ele tombou." Respondeu o anão.
Então Éowyn voltou-se e ao olhar o rei, reparou no peso que ele parecia carregar sobre si.
Ela oscilou. Olhou para o chão. Voltou a contemplar o rei, que postava-se no alto das muralhas.
"Coloque todas as nossas forças atrás do muro," disse Théoden.
"Bloqueie o portão e ponha vigias ao redor."
"E aqueles que não puderem lutar?" Indagou Grimbold. "E as mulheres e as crianças?"
"Leve-os para as cavernas," disse o rei.
"O braço de Saruman cresceu muito se ele acha que pode nos alcançar até aqui," disse Theoden descendo a escada com o grupo de soldados seguindo-os. Eles passaram por uma pequena vala com água. Onde um grupo de mulheres e crianças se encontravam.
A muralha do abismo tinha seis metros de altura, e era tão larga que quatro homens podiam andar lado a lado em cima dela, protegidos por um parapeito sobre o qual apenas um homem alto poderia olhar. Théoden confiava na proteção da fortaleza.
MIRKWOOD
DEIRDRE
Deirdre empurrou o prato a sua frente. Não era a primeira vez que ela não se alimentava. Mas ela não tinha fome.
Sárie, sua única companhia, olhou feio para ela.
"Há três dias que não come."
"Estou com medo." admitiu a humana.
A ellith pousou a taça na mesa. Os olhos assustados.
"O que você teme? O rei?"
"Sim e não". Respodeu Deirdre. Ela persistiu. "Ele não me deixa falar. Então eu não posso ajudá-lo como Legolas pediu."
"Peça que ele a reçeba." Insistiu Sárie.
" E poque ele me receberia. O rei não quer ouvir o que eu tenho a dizer a ele." disse Deirdre. Então ela tentou outro assunto.
"Você tem noticias de Amord?" inquiriu Deirdre
A elleth permaneceu em silêncio.
"Vê? até você está cheia de segredos. Eu sei que você cumpre ordens do rei. Peça que ele permita que você me dê noticias dele."
Sárie permaneceu em silêncio e empurrrou para perto de Deirdre uma travessa contendo torta de maçã e mel.
Deirdre olhou, mas não comeu. Então ela estendeu a mão e bebeu da taça a sua frente.
"Eu entendo que sua majestade esteja furioso. Afinal Amord desobedeceu a ele que é o rei. E seguiu-me."
"E você sabe porque ele fez isso não é?" instou Sárie
"Aye. Eu nunca deixei de ser a A'mael dele. E por favor, não me condene, mas eu posso viver com isso."
"Sim. Ele continua apaixonado por você. E apaixonado e tolo são frequentemente a mesma coisa." Argumentou Sárie.
"Sárie eu não posso viver em paz, sabendo que Amord está preso por minha culpa."
"Fale com o rei. Quem sabe ele pode liberta-lo." Disse a elfa.
"Você dará o meu recado a sua majestade? De que preciso vê-lo. Que eu imploro que ele liberte Amord? Que eu nunca tive intenção de trai-lo?"
A elleth olhou-a por alguns instantes antes de acenar concordando.
"Eu darei seu recado Tarien." disse Sárie dirigindo-se para a porta do quarto. Quando ela pôs a mão no trinco da porta Deirdre chamou.
"Sárie... eu ainda sou uma Tarien?" ela pilheriou.
"Você deve se perguntar se estaria aqui se o rei não a considerasse uma." disse Sárie saindo do quarto.
ROHAN
GMILI
"Onde ele está?" Indagou Gmili. Ao ouvir a noticia de que Aragorn havia chegado.
O anão abriu caminho por entre os humanos.
"Saiam da frente! Eu vou mata-lo."
O anão parou defronte a Aragorn.
"Voc~e é o homem mais afortunado, mais astuto e mais temerário que eu já conheci." Disse Gmili.
Aragorn já havia desmontado
"Tem minha benção meu jovem". Disse Gmili abraçando Aragorn.
"Gmili, onde está o rei?" Indagou Aragorn.
O anão indicou o lugar. E Aragorn saiu em busca de Theoden.
Mal havia adentrado ele deparou-se com Legolas.
O elfo olhou-o e disse em tom de pilhéria.
"Está atrasado."
"Você está péssimo." O elfo tornou a dizer ao olhar o humano de alto a baixo.
Aragorn riu. O som reverberou pelo lugar chamando a atenção de Éowyn que estava ali perto.
Ela chegou a dar alguns passos e parou. Então viu Legolas devolver a joia que Aragorn usava e perdera na luta.
"Hannon le." agradeceu o guardião.
Théoden estava sentado no trono. Ouvindo Grimbold, Ceorl e Erkenbrand. Quando a porta foi aberta e Aragorn entrou.
"Um exército numeroso?" Indagou Théoden.
"Não restou ninguém em Isengard." Afirmou Aragorn.
"Quantos?" Indagou o rei.
"Dez mil no mínimo." Respondeu o guardião.
"Dez mil?" Indagou Théoden. A descrença perante tal número em sua voz.
"É um exército formado com um único objetivo"_disse Aragorn_"Destruir o mundo dos homens.
Eles estarão aqui ao anoitecer."
"Que venham!" Disse Théoden saindo do salão.
"Quero todo homem e rapaz capaz de carregar armas." Disse o rei. Grimbold a seu lado. "Esteja pronto a lutar ao anoitecer."
Eles desciam pelos corredores. Aragorn, Gmili e Legolas logo atrás do rei.
Chegaram ao portão. Lá soldados reforçavam o mesmo.
"Do alto protegeremos o passadiço e o portão. Afirmou Théoden. Aragorn e Legolas em silêncio observavam as providências e ordens do rei."
"Nunca um exército atravessou as muralhas do Abismo e nem entrou no Forte da Trombeta." falou Théoden.
"Não é uma corja de orcs estúpidos." Disse Gmili apoiado em seu machado.
"Estes são uruk-hai. A armadura deles é espessa seus escudos são largos." Falou o anão.
Théoden aproximou-se de Gmili.
"Já lutei em muitas guerras mestre-anão. Sei como defender minha própria fortaleza."
"Eles quebrarão contra esta fortaleza como água batendo na rocha. As hordas de Saruman vão queimar e saquear. Já vimos isso antes." Disse Théoden.
"É possível semear novas colheitas. É possivel reconstruir as casas. Dentro desses muros resistiremos mais do que eles." o rei continuou.
"Eles não vem para destruir colheitas." Disse Aragorn. "Vem para destruir o povo. Até a última criança."
Theoden voltou-se e puxou Aragorn pelo braço. Aproximando-se dele.
"O que quer que eu faça?" Indagou Théoden.
"Olhe para meus homens. A coragem deles está por um fio." Disse Théoden de modo a somente Aragorn ouvir.
"Se temos de encontrar a morte, então prefiro que tal morte seja digna e lembrada." falou Théoden.
"Envie mensageiros senhor." Disse Aragorn. "Precisa pedir ajuda."
"E quem virá?" Indagou o rei.
"Elfos?"
"Anões?"
"Não temos tanta sorte quanto você como amigos." Respondeu Théoden. "As velhas alianças já não existem."
"Gondor os ajudará." RetrucouAragorn.
"Gondor?" Indagou Théoden.
"Onde estava Gondor quando o Folde Ocidental caiu?" Insistiu o rei. "Onde estava Gondor quando nossos inimigos nos cercaram? Onde estava Gondor?" Principiou Théoden. "Não meu senhor Aragorn. Nós estamos sozinhos."
Ele afastou-se de Aragorn.
"Mulheres e crianças nas cavernas." Disse Théoden a Grimbold.
"Precisamos de tempo." Respondeu Grimbold.
"Não há mais tempo. A guerra é iminente."
Os soldados começaram a esvaziar os corredores. Levando as mulheres, crianças e idosos para as cavernas.
"Vão andando!"
"Depressa!"
Esses mesmos soldados entraram nas cavernas e separavam, por ordem do rei, aqueles que podiam lutar ou segurar armas.
Logo o arsenal fervilhava de pessoas. Aragorn estava lá e examinava as armas postas a disposição.
"Lavradores, ferreiros, cavalariços. Eles não são soldados." Disse Aragorn.
"Muitos viram invernos demais. Outros poucos." Disse Gmili.
"Olhe para eles. Estão com medo. Está estampado nos olhos deles." Disse Legolas.
Os humanos pararam o que faziam ao ouvir o elfo.
Aragorn olhou-o.
"Tem motivo para temer. Trezentos contra dez mil". Legolas argumentou.
"Tem mais esperança de defesa aqui do que em Edoras." Disse Aragorn.
"Não tem chance de ganhar essa batalha." Rebateu o eldar.
"Todos eles vão morrer!"
"Então morrerei como um deles!" Afirmou Aragorn.
O humano e o eldar se encararam por instantes. E Aragorn saiu do arsenal. Legolas começou a ir atrás do amigo, quando Gmili o chamou.
"Deixe-o rapaz. Deixe-o em paz."
Cada aldeão capaz de brandir uma espada foi enviado ao arsenal. Disse Gamling. Ele estava no salão e reportava noticias ao rei Théoden.
"Meu senhor?" Chamou Gamling
"Quem sou eu, Gamling?" Indagou Théoden.
"O senhor é nosso rei". Respondeu o soldado.
"E você confia no seu rei?" Theoden insistiu na pergunta.
"Seus homens meu senhor," disse Gamling aproximando-se do rei, com a armadura de Théoden na mão.
"Vão segui-lo até o fim, seja ele qual for." Ele ajudou o rei a pôr o colete.
"Seja qual for o fim." Repetiu Théoden.
Onde estão o cavalo e o cavaleiro?
Onde está a trombeta que soava?
Os dias de glória escoavam como chuva na montanha?
Como vento no prado.
Os dias resplandescentes se puseram no Oeste.
Atrás das Colinas
dando lugar as sombras
Enquanto Théoden declamava os soldados armavam os voluntarios. Afiavam espadas. Crianças recebiam machados, lanças, capacetes escudos. Homens que em toda a sua vida jamais seguraram uma espada teriam de brandi-la.
E o pior se aproximava.
Como um rio que fora represado e agora escapara do confinamento, o exercito de Uruk-Hai de Saruman aproximava-se a passos largos do abismo de Helm.
"Prossigam. Para a muralha externa." Orientava um soldado.
As pessoas iam e vinham conforme a orientaçao dada.
Sentado a uma escada Aragorn observava a tudo. O descontetamento evidente em seu rosto.
Ele viu um garoto com uma espada na mão. O menino parecia não saber o que fazer.
"Dê-me sua espada." Disse Aragorn.
O menino aproximou-se incerto.
"Qual é seu nome?" Perguntou Aragorn.
"Haleth, filho de Háma senhor." respondeu o garoto.
O garoto e o pai deste tinham nomes de grandes heróis do passado refletiu Aragorn.
"Os homens dizem que não passaremos desta noite. Eles dizem que não há esperança." disse Haleth.
Aragorn levantou-se e deu golpes com a espada no ar. Sentindo-a.
"Esta é uma boa espada. Haleth, filho de Háma."
Ele pôs a mão no ombro do garoto.
"Sempre há esperança."
Aragorn voltara ao arsenal. Ele vestia a cota de malha. O colete. Atou o cinto com a espada e a adaga. Quando ele olhou para o lado, viu Andruil sendo posta a sua frente. Ao olhar Aragorn viu Legolas.
Até aqui você nos conduziu pelo caminho certo.
"Perdoe-me." Disse o elfo. Legolas tinha a dignidade de parecer envergonhado.
"Errei em me desesperar." Admitiu o filho de Thranduil.
"Não há o que perdoar Legolas", disse Aragorn.
Então ouviram um resmungo. Ao olhar na direção do som viram Gmili tentando vestir uma cota de malha.
"Se tivessemos tempo eu mandaria ajustar isso." Disse o anão. A cota de malha ficara enorme nele.
"É um pouco apertado no peito." Resmungou Gmili.
Aragorn e Legolas acenaram concordando. Na realidade o anão fora engolido pela cota de malha, como uma criança que brincasse de vestir-se com a roupa de dormir do pai.
Então uma trombeta soou.
"Não é uma trombeta de orc." Disse Legolas.
Eles subiram as escadas correndo.
As trombetas continuavam a soar. Os soldados aproximaram-se das muralhas tentando enxergar na escuridão da noite.
Mande chamar o rei. Disse o soldado.
Abram o portão!
Abram o portão!
A trombeta continuava a soar. E subiam o passadiço um grupo de soldados envoltos em capas azuis. Arcos nas mãos. Marchavam sobre uma bandeira que ostentava o sol. Eram elfos sem dúvida alguma.
Eles entraram no forte da Trombeta. Os soldados humanos os olhavam espantados. Era a primeira vez que viam assim de perto os primogênitos de Ilúvatar.
O rei Théoden chegou ao pátio ao mesmo tempo que os elfos. A frente deles, estava Haldir. O comandante da guarda de Lothlórien.
"Como isso é possivel?" Indagou Théoden.
Haldir fez uma reverência ao rei.
"Trago uma mensagem de Elrond de Imladris." disse Haldir
"Uma vez houve uma aliança entre homens e elfos. Muito tempo atrás lutamos e morremos juntos. Viemos honrar esta aliança." Disse Haldir.
A armadura de Haldir brilhava na fraca luz das tochas acesas na noite.
Nesse exato momento Aragorn e Legolas chegaram ao pátio.
"Mae Govannem." Disse Aragorn aproximando-se de Haldir.
Então o guardião fez um gesto que surpreendeu o elfo. Abraçou-o.
"Voces são muito bem vindos", disse o filho de Arathorn.
"É um orgulho lutar mais uma vez ao lado dos homens", disse o capitão dos Galhadrim, ao rei Théoden.
A SER CONTINUADO...
GLOSSÁRIO:
A'mael- amada
elleth-elfa (singular)
Hannon le- obrigado
Mae Govannem- seja bem vindo.
Tarien- princesa
