Título: UM CONTO SOBRE ESPERANÇA
Autora: Reggie_Jolie
Casando: Legolas/ Deirdre
Censura: R
Gênero: Drama/Romance
Beta: Sem betagem. Apenas revisão básica.
AVISOS: sexo e violência
Disclaimer: Nenhum dos personagens me pertence. Todos vieram da mente brilhante de J.R.R TOLKIEN e, bem, essa história é uma forma de homenagear esse autor de histórias tão fascinantes e intrigantes. Apesar disso, os personagens originais – Deirdre, Bard, Elina, Onodher e outros - são meus e não podem ser utilizados sem minha autorização.
Linha temporal: Começa no ano 2992 da Terceira Era, antes da guerra pelo Anel de Poder se alastrar por toda a Terra Média e termina no ano de 1541 da Quarta Era. Seguindo, principalmente, o universo dos livros (O Senhor dos Anéis - trilogia completa - O Hobbit e Contos Inacabados).
Sumário: Elfos, Homens, amor, amizades, batalhas vencidas e perdidas. Uma história de amor, pura e simplesmente.
NOTA DA AUTORA: Neste capítulo, continuo optando por escrever MITHRANDIR a cada vez que Legolas, faça referencia ao mago, e não Gandalf. Quando o mago for chamado por GANDALF isso significa que outro personagem está falando do mago.
NOTA DA AUTORA 2: Aviso aos leitores que além do PLOT de Legolas, teremos os pensamentos de Gandalf e dos hobbits Merry e Pippin. Espero que o capítulo não esteja confuso em demasia. Boa Leitura.
CAP 12.O PALANTÍR
EDORAS, ROHAN
LEGOLAS
MAIS uma vez era Mithrandir o condutor da jornada. Eles deixaram Isengard. Como sempre os hobbits iam nas garupas de Mithrandir e Aragorn.
Pippin estava visivelmente aborrecido com o que Saruman havia lhe dito. Segundo Mithrandir, ele não deveria estar, a não ser pelo fato de que Saruman, agora se perguntava quem eram aqueles pequenos.
"Vamos cavalgar por mais algumas horas, até chegarmos ao final do vale. Disse Mithrandir. Amanhã devemos cavalgar mais rápido." Então Mithrandir continuou.
"Quando viemos, nossa ideia era voltar direto de Isengard para Medulsed. Mas pensamos melhor e mudamos os planos. Você viu os cavaleiros de Rohan que se foram a nossa frente?" Ele indagou ao hobbit. Pippin assentiu.
"Pois os mensageiros já foram a frente, para avisar que amanhã o rei estará entre eles. De agora em diante não mais do que dois ou três deverão ir abertamente nos campos, de dia ou noite, só quando necessário."
Pippin no entanto não gostou da resposta de Mithrandir e desejou aproximar-se de Aragorn. O que o pequeno não sabia, e Mithrandir fez questão de lembrar, é que Barad-dur e Orthanc trocavam mensagens ativamente e que devíamos ser mais cautelosos.
Outra vez a estrada seguia o Isen, em suas subidas e descidas. Paramos a noite na encosta de um morro chamado Dol Baran. Fizemos uma fogueira. Estabelecemos os turnos de vigia, nos alimentamos e dormimos.
Era bom voltar a Edoras. O rei theoden, Éomer e os demais rohirrim estavam contentes. A senhora Éowyn esperava-os. Todo o povo havia retornado. O abismo de Helm mais uma vez, finda a batalha havia sido esvaziado, e as pessoas partilhavam de uma refeição. Era uma grande comemoração.
O salão principal de Medulsed estava lotado. Todos tinha sido chamados a pelo rei Théoden.
Nesta noite lembraremos aqueles que deram seu sangue para defender esse pais. Disse Théoden.
"Salve os mortos vitoriosos!"
"Salve!" Responderam em uníssono os Rohirrim, Aragorn e os demais.
O banquete começou. As pessoas riam e cantavam. Pippin e Merry de cima de uma das mesas cantavam uma canção sobre o Dragão Verde.
EDORAS, ROHAN
PIPPIN
Era noite. Camas improvisadas tinham sido armadas num dos salões de Edoras. Todos dormiam. Menos Legolas. O elfo saiu mais uma vez disposto a ouvir o que as estrelas tinham a lhe contar sobre a jornada em que estava engajado.
Do alto do palácio dourado de Medulsed, o elfo contemplava as montanhas ao longe. Os picos nevados ao sul, branco sobre negro. O vento varria a noite. As estrelas no céu estavam apagadas. Mesmo Legolas não conseguia vê-las em sua plenitude e isso enchia o peito do ellon de tristeza. Toda a terra de Rohan parecia cinzenta, como se tivesse sido vitima de um grande incêndio.
A um determinado ponto da noite, Aragorn juntou-se ao elfo. O ranger trazia na mão o cachimbo fedorento. Ele tinha o mesmo hábito irritante de Gmili.
"O céu está encoberto." Disse Legolas. _"Coisas se agitam no leste. Uma maldade que não dorme. O olho do inimigo está se movendo."
Era simplesmente impossível dormir. Ele se revirava de um lado para outro até que Merry falou num rompante.
"Qual é o problema? Está deitado num formigueiro?"
"Não._respondeu Pippin_ Não me sinto confortável. Fico pensando quanto tempo faz que não durmo numa cama. Desde Valfenda."
Os dois então passaram a conversar sobre Gandalf e Saruman, e o fato de que Gandalf, era o mago branco agora, e o que isso significava até que Pippin trouxe à tona, a bola de vidro.
"É isso que o está incomodando? Disse Merry. Agora Pippin, meu caro rapaz, não se esqueça do conselho de Gildor_ aquele que Sam costumava repetir. Não se intrometa nas coisas dos Magos, pois eles são sutis e se enfurecem com facilidade."
"Mas toda a nossa vida por esses meses tem sido uma longa intromissão nas coisas dos magos_ disse Pippin_ eu gostaria de um pouco de informação, além do perigo. Gostaria de dar uma olhada naquela bola."
"DURMA!_disse Merry_ Vai conseguir informação suficiente, mais cedo ou mais tarde. Meu caro Pippin, nenhum Tuk jamais conseguiu superar um Brandenbuque em questões de curiosidade. Mas eu lhe pergunto, isso são horas?"
"Bem, que mais eu poderia lhe dizer?_Perguntou Merry_Sinto muito, Pippin, mas você realmente vai ter de esperar até amanhã. Ficarei tão curioso quanto você desejar depois do desjejum, e vou ajudar de todas as maneiras que puder no engabela-mago. Mas não consigo mais ficar acordado. Se bocejar um pouco mais, meu rosto vai rachar de orelha a orelha. Boa noite!"
Pippin ficou sozinho. Seu amigo cumprira o que prometera e dormia. Mas ele simplesmente não conseguia dormir. Levantou-se. No salão cheio de camas improvisadas todos dormiam. Também não era para menos. O cansaço da viagem. O banquete. Todos beberam. Era de se esperar que ele também fosse afetado por tudo isso. Mas não.
Devagar, pé ante pé ele caminhou até um dos cantos do enorme salão. E então Pippin parou diante do mago. Gandalf dormia. Mas era um sono estranho. Os olhos do mago, estava abertos. Pippin constatou que o mago dormia como os elfos. Havia um brilho nos olhos do mago e isso assutou o hobbit. Gandalf estava enrolado num cobertor. Pippin observou-o por um minuto. O mago não se moveu. Pippin aproximou-se devagar. Passo a passo. Se pudesse ele teria parado de respirar.
Do lado direito do mago, havia um embrulho. Parecia que a mão de Gandalf, tinha escorregado de sobre o embrulho. Pippin ajoelhou-se. Estendeu a mão e tomou o pacote. Ele parecia muito leve. Então afastou-se rapidamente. Pegou uma pedra grande e voltou. Pippin embrulhou a pedra e, ajoelhando-se colocou-o de volta na mão do mago.
Então Pippin olhou para o objeto que tinha em mãos. Era redondo, liso, escuro e sem brilho, jazendo a descoberto diante de seus joelhos. Pippin decidiu levar o objeto para a sua própria cama.
E como uma criança faminta, Pippin pôs a pedra sobre sua cama, disposto a dar uma olhada nela. Ele tocou a pedra negra e lisa. Então algo aconteceu. Um brilho fraco pulsando no centro, que prendia seu olhar, de modo que mesmo que quisesse, e o hobbit agora queria, não conseguia desviar o olhar.
As luzes cresciam e giraram. E as mãos de Pippin estavam como coladas no globo de vidro. O rosto do hobbit torcia-se em agonia. Seus lábios se moveram sem fazer ruído, o corpo do hobbit, curvou-se. Então repentinamente com um grito estrangulado, Pippin caiu para trás, imóvel, ao chão.
"Ele está aqui." Disse Legolas a Aragorn. "Sauron está aqui."
Repentiamente Aragorn e Legolas entraram no salão, ao mesmo tempo em que Gandalf acordava e o hobbit estirado no chão, ainda segurava o palantir nas mãos.
"Pippin"_ chamou Aragorn. O hobbit não conseguia responder. Então Aragorn, tomou o palantir das mãos do hobbit. A luz girava e girava dentro da bola de vidro. Aragorn segurou-a por segundos, e sentiu que suas forças se esvaíam. O Ranger foi ao chão, sendo amparado por Legolas. O palantir foi ao chão como uma bola de fogo. Gandalf jogou um cobertor cinza sobre ela que parou a um canto.
"TUK imbecil!" Disse Gandalf.
Merry que tinha acordado, com todo o barulho, estava ao lado do amigo, desacordado. Gandalf examinou-o, então Aragorn e Legolas aproximaram-se.
"Olhe para mim!" Chamou Gandalf. O hobbit estava assustado.
"Gandalf! Desculpe."
"Olhe para mim!" Insistiu o mago. "O que você viu?"
"Havia uma cidade toda branca. E uma árvore. E ela queimava. A cidade estava em chamas."
"Minas Tirith? Foi isso que você viu?" perguntou o mago.
"Eu vi...Eu o vi. Ouvi a voz dele na minha cabeça."
"E o que você disse a ele?" Indagou o mago. "Fale!"
Ele perguntou meu nome. Eu não respondi.
"Ele me machucou." respondeu Pippin
"O que disse a Ele sobre Frodo e o Anel? Inquiriu Gandalf."
Tudo bem! Disse o mago_ não diga mais nada. Você não se tornou mau. Não há mentiras em seus olhos, como eu receava. Mas ele não falou com você por muito tempo. Um tolo, mas um tolo honesto, você continua sendo Peregrin Tuk. Pessoas mais sábias poderiam ter se saído pior numa situação dessas.
Então Gandafl levantou Pippin e deitou-o. Merry segui-a de perto.
"Deite-se aí e descanse se puder, Pippin"_ disse Gandalf_ "Confie em mim".
EDORAS, ROHAN
LEGOLAS
Gandalf, Aragorn e Legolas foram juntar-se ao rei Théoden no salão principal. O conselho de Gandalf foi de informar imediatamente ao rei de tudo o que acontecera durante a noite.
Mithrandir pediu a Aragorn para guardar consigo o palantir.
"Perigosa ou não. Eu a guardarei. E mais uma vez, Legolas via surgir em Aragorn a pessoa do rei_Há uma pessoa que poderá reivindicá-la por direito. Pois este certamente é o palantir de Orthanc, do tesouro de Elendil, colocado aqui pelos reis de Gondor. Agora minha hora se aproxima. Vou ficar com ele!"
Mithrandir entregou o palantir com uma reverência para Aragorn.
"Receba-o senhor! Como garantia de outras coisas que serão devolvidas. Mas se posso aconselha-lo para seu próprio bem, não o use...ainda! Tenha cuidado!"
"Quando é que fui apressado ou descuidado, eu que esperei e me preparei por longos anos?"disse Aragorn.
"Nunca ainda._respondeu Mithrandir_ Não tropece no final da estrada. Mas pelo menos guarde esse objeto em segredo. Você e todos aqui presentes. O hobbit, Peregrin, mais que todos, não deve saber onde foi guardado. O acesso maligno pode acometê-lo outra vez. "
"Finalmente ficamos sabendo qual era o elo entre Isentar e Mordor, e como funcionava. Muita coisa está explicada." Disse Aragorn.
"Estranho poderes tem nossos inimigos e estranhas fraquezas! Disse o rei Théoden. Mas há muito tempo se diz: com frequência o mal se com o mal se apaga.
"Isso acontece muitas vezes_disse Mithrandir mas desta vez fomos estranhamente favorecidos pela sorte. Talvez. Esse hobbit me salvou de cometer um grave erro. Pois eu tinha pensado em investigar a pedra. E então eu teria me revelado a ele."
"Ainda resta um pouco de dúvida ao nosso Inimigo._disse Mithandir_ Dúvida da qual devemos tirar proveito. O Inimigo, está claro, pensou que a pedra estivesse em Orthanc_ e porque não deveria? Por esse motivo, pensou que o hobbit fosse um prisioneiro lá, levado por Saruman a olhar o cristal e se atormentar. Aquela mente escura ficará repleta agora da voz e do rosto do hobbit, e de expectativas: vai demorar um pouco até que Sauron descubra o erro que cometeu. Temos de agarrar essa oportunidade proporcionada pelo tempo. Temos estado muito tranquilos. Precisamos nos mexer. A vizinhança de Isengard não é um bom lugar para permanecermos agora."
"Se os faróis de Gondor forem acesos, Rohan deve se preparar para a Guerra." disse Mithrandir.
"Diga-me_ disse o rei Théoden_ Por que devemos ajudar aqueles que não vieram nos ajudar?"
Tanto Mithrandir como Aragorn pareceram surpresos com a resposta do rei.
"O que devemos a Gondor?" tornou a indagar o rei Théoden.
"Eu irei." Respondeu Aragorn.
"Não!" Disse Mithrandir.
"Eles precisam ser avisados". Respondeu o ranger.
"Eles serão" rebateu Mithrandir.
O mago aproximou-se de Aragorn e falou baixo o suficiente, de modo que apenas Legolas que estava muito próximo pôde ouvir.
"Você deve pegar outra estrada para Minas Tirith. Siga o rio, atento aos navios negros."
"Entendam o seguinte:" O mago agora falava de modo que o rei e Éomer ouvissem.
"As coisas chegaram a tal ponto, que não se pode mais voltar atrás. Eu irei para Minas Tirith. E não irei sozinho."
A manhã já ia alta, quando Mithrandir partiu com Pippin para Minas Tirith.
MIRKWOOD
THRANDUIL
O jorro da bebida resplandecia ao ser despejado na taça. Ali ela foi devidamente agitada, admirada e inalada. Sim ele era um expert em julgar qualidade e digestão. O rei dos elfos de Mirkwood, gostava de festejar, embora este, não fosse um tempo para festas.
"Alguma notícia da patrulha de Anarínion, Lenwe?"
"Não senhor. A patrulha ainda não voltou. É cedo demais."
"Bom. Eu quero ser avisado quando Anarínion chegar."
O elfo assentiu.
"Está dispensado Lenwe."
O mordomo saiu com uma reverência.
Thranduil ficou sozinho. A bandeja com o jantar ainda estava diante dele. Mas ele não sentia fome. Thranduil deixou-se ficar sozinho na sala de jantar. A garrafa foi esvaziada. A mente continuava abarrotada de pensamentos, então ele lembrou de um modo infalível para esvaziar a mente. Cansar o corpo.
Os cavalariços estavam dormindo. Iluvatar sabia que até os animais estavam dormindo, somente o rei de Mirkwood, não dormia. Cavalgar era a solução. A não ser que estivesse disposto a ouvir a mesma litania de Thargon, se o desafiasse a duelar. Mas Thranduil não estava disposto a ouvir ninguém a não ser a si mesmo.
Quatro guardas iam com ele. Ele era o rei. E isso significava que havia momentos em que ele jamais estava sozinho, Thranduil acostumara-se com isso há muito tempo. Imprimindo mais velocidade ao animal, ele era seguido de perto pelos outros. Não importava o quanto demorasse, quanto mais tempo passasse melhor. Ele parou quando estava nos portões de Burz. Dali se podia chegar rapidamente a Dol Guldur.
_Ali! Thranduil chamou a atenção de um dos soldados._ Esse portão precisa de reforço. E então ele começou a tomar providências em relação a segurança do reino.
Já passava da meia-noite quando Thranduil retornara. Os guardas do portão estavam a postos. A luz da lua cheia tinha iluminado o caminho. Depois de deixar o cavalo nos estábulos Thranduil deu permissão aos outros para que descansassem. No caminho para seus aposentos, só algumas tochas lançavam luz sobre o caminho.
Ele estava exausto. O corpo pedia por sono. Thranduil conseguira o que buscara. Ao chegar aos seus aposentos encontrou tudo pronto para que pudesse repousar. Aproximou-se da bacia com água. Lavou o rosto e as mãos. Afastou-se e começou a retirou a armadura. Ouviu um barulho de uma porta sendo aberta e ao voltar-se, Thranduil percebeu se tratar de Aeron. O edhel tinha por tarefa ajudar o rei a vestir-se.
N'uma. Tula n'alaquel an Kaima. (Não. Volte a dormir.)
O edhel saiu com uma reverência.
Thranduil sorriu. Então era verdade. Deirdre dormia com a roupa do seu íon. A cena era definitivamente cômica. O cachorro, muito desconfiado, observava-o, deitado ao pé da cama. Ele olhou fixamente o animal, e Rover quedou-se onde estava. Da porta onde estava ele não conseguia ver-lhe o rosto.
Sim. Ele estava ali. Qual o passo seguinte? Thranduil se perguntou. O que devia fazer? Já que num momento de insanidade viera até ali.
A janela aberta deixava entrar a brisa e o frio posteriormente. Thranduil atravessou o quarto rapidamente e fechou-a. Deirdre remexeu-se na cama. O cabelo solto caia-lhe sobre as costas. A roupa enorme, fazia com que ela parecesse menor ainda. O quarto estava imerso em silêncio.
Então ele ouviu uma voz.
"Legolas"
Silenciosamente Thranduil voltou-se mas a firieth continuava a dormir.
Ela sentia falta do seu íon. Thranduil esboçou um leve sorriso, estendeu a mão e tomou um cacho do cabelo vermelho em sua mão. Ele aspirou o perfume
"Lirima hervess." (garota adorável)
A humana continuava a dormir. Thranduil olhou para baixo e observou o cachorro. Depois de se convencer de que o rei não representava ameaça até o animal, dormia.
"Lle kela Valle." (você irá para Valle).
Thranduil saiu silenciosamente do aposento.
NOTA FINAL DA AUTORA:
Bom, se você meu estimado leitor chegou até aqui meu sincero agradecimento. E você chegou ao fim da segunda parte desta história. Sim. Esta parte encerra aqui. Eu debati imensamente por dias, e decidi que não contarei nada do LIVRO IV. Até porque ficaria uma versão muito estranha, o Legolas contar algo que ele não viu. Como Frodo Baggins e Samwise Gamgee enfrentaram todos os perigos, sendo guiados por Sméagol até Mordor.
Em poucos dias postarei o primeiro capítulo da terceira e última parte desta fanfic.
Agradeço imensamente a Lourdiana, Sadiesil e todos os que leem e deixam comentários. Vocês me fazem imensamente feliz. Aos que leem e não comentam, mas que pelo traffic stats são muitos, o meu muitissimo obrigado.
