Bônus I
POV Edward
Hoje eu e Isabella completaríamos seis meses de namoro.
Engraçado que se alguém me falasse, há seis meses, que estariamos comemorando isso hoje, eu riria na cara da pessoa. Sério, eu não tinha esperanças de que um dia ela iria olhar para mim.
Eu amava minhas tatuagens, mas sabia que algumas pessoas não tinham boa impressão sobre mim quando as via. Infelizmente, muitos julgavam uma pessoa por uma pintura na pele.
Eu tinha notado Isabella na primeira vez que tivemos uma aula juntos. Ela era linda. Pele clarinha, olhos e cabelos escuros e um corpo de me fazer duro só de olhar. O primeiro sentimento que tive quando a vi foi desejo, mas depois de um tempo sentindo sensações tão novas, eu percebi que tinha me apaixonado por ela.
No dia que trombamos depois da aula, eu pensei que finalmente teria minha chance, e me desanimei um pouco quando ela nem me deu bola. Achei que era por conta das tatuagens e pensei que talvez não fosse pra ser mesmo. Eu sabia que entrar num relacionamento em que o outro não me aceitava como eu era nunca daria certo.
Conformei-me com aquilo, mas ninguém nunca imaginaria o tamanho da minha surpresa quando fui conferir minha agenda e ali estava o nome de Isabella. Rapidamente mandei Emmett cancelar os outros clientes e que quando ela chegasse que ele fosse embora.
Se ela iria fazer uma tatuagem, então não tinha porque se importar com as minhas, então cheguei à conclusão de que só estava apressada no dia anterior. Agarrei-me ao último fio de esperança e decidi que naquele dia é que seria minha chance.
Nossa, aquele foi uns dos melhores dias da minha vida. Transar com Isabella me fez ter sensações antes nunca sentidas. A cada dia ficava melhor.
Não demorou muito para pedi-la em namoro. Para falar a verdade, no outro dia eu já tinha feito o pedido. E entrei em êxtase quando ela aceitou com um sorriso imenso no rosto.
Desde aquele dia estávamos juntos e até podíamos ter uma briga, mas ela logo era resolvida e nos grudávamos de novo. Eu tinha em mente de pedi-la pra morar comigo, mas depois de ouvir uma conversa dela com Alice, percebi que seu sonho era casar.
Isso nunca tinha passado por minha mente. Sempre fui um pouco rebelde em relação ao amor, mas se o sonho de minha senhorita era casar, eu faria de mais esse sonho uma realidade.
Já tinha comprado a aliança, mas teria que esperar Bella voltar de uma viagem que havia feito com Alice, para visitar os pais da baixinha. Elas bem que me convidaram pra ir junto, mas eu não poderia, já que tinha muitos clientes marcados e não poderia desmarcar.
Terminei a tatuagem de uma mulher, que tentou me cantar, mas eu nem havia dado muita bola, e fui olhar a agenda daquele dia, para saber quem seria meu próximo cliente.
Sorri quando li Alice Brandon no papel. Finalmente a baixinha tinha criado coragem para fazer uma tattoo. Há tempos que ela falava que iria fazer, mas nunca tinha marcado um horário para tal.
Porém, fiquei um pouco magoado. Bella já tinha chego, mas não tinha me ligado para avisar. Afastei esses pensamentos, com certeza tinha chego cansada e capotado na cama, esquencendo assim de me ligar.
Como já era de praxe, assim que a loira saisse do meu estúdio, logo o próximo cliente entraria. Era sempre assim.
Enquanto limpava e arrumava meus instrumentos, dei graças a Deus por Alice ser a última cliente do dia. Estava um pouco cansado, por conta do dia cheio.
Ouvi a porta sendo aberta e depois fechada, mas continuei o que estava fazendo. A baixinha não iria se importar.
— Boa noite, senhor Cullen. — Escutei aquela voz e sorri, sentindo um arrepio subir por minha espinha.
Virei o banquinho para a porta e senti o ar faltar nos meus pulmões. O que Isabella estava aprontando estando de sobretudo sendo que nem estava tão frio? E o que ela estava aprontando estando com aquela meia-calça preta e saltos? Droga, estava louco para descobrir.
— Olá, senhorita. — Cumprimentei sorrindo torto e um sorriso se espalhou em seu rosto.
— Bom, vim fazer minha quarta tatuagem. — Ela ronronou enquanto se sentava na maca.
Sim, Bella tinha tomado gosto pelas tattos e já tinha feito mais duas. Uma caveira mexicana na panturrilha esquerda e um laço azul na coxa direita, sem contar a rosa que ela já tinha feito na virilha. Todas feitas por mim, é claro.
Se eu já achava que ela era gostosa, com todas as tatuagens ficou ainda mais.
Pelo visto, ela queria fazer mais uma e aquilo me excitou. No final das sessões, ela sempre tinha uma surpresa diferente para mim.
— Então se sente senhorita e me conte qual tatuagem vai querer fazer agora. — Falei e ela fez o que eu pedi. Cruzando as pernas torneadas e me fazendo salivar quando vi o final da meia na coxa dela.
— Então, tenho em mente de fazer uma pimenta. Sabe, meu namorado tem descendência mexicana e adora comida apimentada. Sendo assim, eu queria fazer uma homenagem para ele. — Meu sorriso se tornou maior.
— E onde a senhorita pretende que essa tatuagem seja feita? — Interroguei enquanto me aproximava com o banquinho e colocava minhas mãos em volta dela, mas sem tocá-la.
— Tem certeza de que quer saber, senhor Cullen? — Ela me perguntou fazendo um biquinho.
— Claro que sim senhorita, se eu não souber como poderei começar o meu trabalho? — Oh vontade de beijá-la que eu estava.
— Oh droga! É mesmo. — Ela disse dando um tapa em sua testa. — Pois então me dê licença para mostrar. — Ela pediu e eu afastei minhas mãos. Ela se levantou e ficou em minha frente. Desamarrou o sobretudo e ainda sem tirá-lo, ficou de costas. O deixou cair aos seus pés e segurei a respiração quando vi o que ela estava vestindo.
Um espartilho vermelho e preto, cinta-liga com meias pretas, saltos foda-me e uma maldita calcinha vermelha enterrada em sua bunda.
Se segure, Edward! Você ainda não pode atacá-la, fará isso quando terminar de fazer a tatuagem.
— Quero que faça a tatuagem aqui, senhor Cullen. — Ela disse apontando para a banda direita de sua bunda. Oh droga, era sério isso?
— Senhorita... Senhorita... Você não deve dizer ao macaco que ele tem que desenhar na banana. — Falei enquanto acariciava sua bunda, antes de dar um tapa, que com certeza ficaria marcado. Ela se virou e sentou-se novamente na maca.
— Pode parando, Cullen. Primeiro minha tatuagem. — Ela disse brava e eu ri.
— Com certeza, querida. — Sorri torto e ela suspirou. — Agora, fique de bruços que vou começar o meu trabalho.
Ela fez o que eu pedi e gemi, quando ela ficou de quatro antes de se deitar. Percebi que ela estava se mexendo um pouco devagar, mas ignorei e comecei a traçar o desenho de uma pimenta que eu já tinha pronto.
Ignorei ao máximo minha excitação e me dediquei em acabar a tatuagem o quanto antes.
Estava finalizando, limpando a pintura, quando senti Bella se mexer e abrir um pouco as pernas. Olhei intrigado para a abertura de sua bunda. Parecia ter algo mais do que a calcinha ali.
Segurei aquele pano, puxei para o lado e segurei a respiração. Aquilo era um plug anal?
— Senhorita... Pode me dizer o que significa isso? — Perguntei contendo o animal faminto dentro de mim.
— Surpresa! — Ela riu e segurei na sua bunda com força.
— Você adora me deixar louco, não é senhorita? — Circulei a borda do plug com o dedo.
— Eu? Imagina tatuado... Oh... — Ela gemeu quando puxei um pouquinho o consolo de sua bunda. Voltei a enfiar e ela arfou.
— Senhorita... Vou-me divirtir um pouquinho com seu cuzinho, tudo bem? — Perguntei enquanto voltava a puxar o consolo e a enfiar novamente, num vai e vem lento.
— O que quiser tatuado... — Respondeu sem fôlego e eu ri.
— Fica de quatro, putinha. — Ela fez o que eu pedi e logo tirei o plug, para ver como estavam às coisas. Estava um pouco mais largo que o normal, mas com certeza eu ainda teria um pouco de dificuldade de me enterrar ali.
Tirei a calcinha por suas pernas e deixei-a com o resto, eu iria fodê-la assim. Voltei a enfiar o plug e comecei um vai e vem um pouco mais rápido, sentindo Bella estremecer e começar a gemer mais alto. Agradeci por ela ser a última cliente do dia.
Levei minha outra mão até sua boceta e com o dedão passei a circular seu clitóris rapidamente. Enfiei dois dedos dentro dela, estocando ao mesmo tempo em que a acariciava.
Senti Bella estremecer e apertar meus dedos com força enquanto gozava. Levei meus lábios até sua boceta, para lamber o líquido, que por mais salgado que fosse, ainda era uma delícia.
Tirei o plug de dentro dela e levei minha boca até sua abertura traseira, lambendo e chupando com força, deixando bem babado. Minha mão continuava em sua boceta, excitando-a.
— Tem lubrificante... Hmmm... No bolso do meu sobretudo. — Ela disse com dificuldade e eu sorri.
— Você não dá ponto sem nó, senhorita. — Falei parando meus movimentos, tanto da boca quanto das mãos. — Deite de costas e erga as pernas até seu rosto. Vou adorar comer seu cuzinho enquanto vejo seu mel escorrer. — Ela gemeu enquanto fazia o que eu mandei.
Enquanto ela se ajeitava, fui até o bolso de seu sobretudo e peguei o lubrificante. Li a embalagem e sorri, quando li o que ele podia fazer. Lubrificava, dilatava, anestesiava e cicatrizava. Bella realmente não dava ponto sem nó e tinha certeza do que iria fazer quando comprou o produto.
Voltei para onde ela estava e gemi com a sua posição. Frango assado me deixava maluco, pois eu podia ver tudo o que precisava. Agradecia aos céus por Bella ter a elasticidade necessária.
Olhei a tatuagem em sua boceta e senti meu pau pulsar na cueca. Adorava aquela rosa, tanto por ter sido eu a fazê-la, quanto por ter sido o início de tudo. Sem contar que ela me excitava pra caralho.
Tirei minha camiseta, os tênis e as meias, e minha calça, ficando só de boxer azul escura. Senti os olhos de Bella em cima de mim e sorri torto. Eu sabia da tara que ela tinha pelas minhas tatuagens e adorava quando ela as lambia sempre que tinha oportunidade.
Abri o tubo de lubrificante e despejei um pouco em seu cuzinho, depois abaixei minha boxer e passei por todo o meu pau, masturbando-o um pouco e vendo Bella lamber os lábios e me olhar com luxúria. Sim, ela se excitava mais ainda quando via eu me tocando.
— Pronta? — Interroguei, mas não deixei ela responder, já enfiando meu pau em seu cuzinho lentamente.
— Hmm... Tatuado... Porra! — Ela dizia enquanto sentia eu me enterrando dentro dela.
Parei quando entrei completamente, porém por pouco tempo, logo dando início as minhas investidas. Lentamente no começo, mas logo aumentando a velocidade e entrando no seu rabinho com força.
— Porra... Que cuzinho apertado, senhorita. — Rosnei mordendo os lábios e entrando com força. Ela gemia alto.
— Mete, tatuado... Mete. — Gemeu de olhos fechados. Dei um tapa em sua bunda e apoiei minhas mãos nas suas pernas, me deitando um pouco e a beijando, enquanto continuava metendo com força.
Voltei à posição de antes e vi o plug ao lado dela. O peguei e enfiei em sua boceta com força, metendo nos dois buracos ao mesmo tempo. Bella gemeu mais alto, enquanto gozava e contraía o rabinho, segurando seus seios com força.
Segurei o ar com o aperto e senti meu próprio gozo vir. Continuei metendo e empurrando minha porra pra dentro do seu cuzinho.
Saí de órbita por alguns segundos e quando voltei a mim novamente, parei os movimentos e me tirei de dentro dela. Abaxei suas pernas e sorri preguiçosamente quando vi que ela ainda estava mole por conta do orgasmo.
— Tatuado... Temos que fazer isso mais vezes. — Ela disse de olhos fechados e sorrindo. Eu ri.
— Com certeza, senhorita. Adorei comer seu cuzinho e pretendo fazer isso sempre. — Disse enquanto a abraçava, pegando-a no colo e a levando para o pequeno banheiro que tinha no estúdio para tomarmos um banho e nos limpar. Ela riu com o que eu disse e assentiu.
Notas da Autora: Oi gente... Desculpa a demora em postar, mas tive um dia cheio.
Bom, aqui está o primeiro bônus! Ainda teremos mais um dividido em duas partes.
Beijos e até mais!
