capítulo XXXIII- conclusão

pov-Harry

Horas depois que Snape saiu, nos ainda estávamos no escritório esperando notícias. Eu estava quase me matando de ansiedade embora Rony, Hermione e os outros estavam tentando me acalmar, mesmo que pudesse ver a ansiedade neles também.

A única pessoa que parecia despreocupada era o garoto mascarado Loke, que estava sentado lendo um livro. Na verdade para passar o tempo Gina teve a idéia de tentar descobrir quem ele era e como entrou na ordem. Algumas das melhores ideias eram que ele era um filho secreto de um dos professores.

Der repente comecei a sentir uma dor terrível na minha cicatrize, eu senti raiva, um ódio inimaginável. Depois minha mente se tornou turva como se estivesse sobre a maldição impérios e eu comecei a ouvir uma voz horrenda e terrível.

'Mate, mate todos eles' ela dizia na minha cabeça, mas então eu senti dor. Não era minha dor era dele, ele estava sentindo uma dor terrível. E então eu apaguei.

Quando acordei, estava no chão da sala de Snape e todos estavam olhando para mim. No momento em que tentei me mexer percebi que estava amarrado.

"Harry você está bem?" Hermione perguntou de forma hesitante.

"Eu não sei. O que aconteceu? Minha cicatriz estava doendo muito." Eu disse confuso.

"Cara, você começou a gritar de dor. Depois tentou atacar Neville, Loke te acertou quando percebeu algo errado. Então você começou a ter um ataque, como se estivesse levando um choque. Foi realmente assustador" Disse Rony.

Der repente a lareira se acendeu e Dubledor saiu das chamas, parecendo cansado. Ele rapidamente olhou para nos prendendo seu olhar em Loke por um momento antes de se virar para mim. Com um aceno de sua varinha, eu estava livre das minhas amarras.

"Boa noite, garotos. Eu assumo a situação de agora em diante. Vocês podem voltar para seus dormitórios e Harry, você fica eu preciso falar com você." Dubledor falou.

Todos se levantaram, meus amigos tinham perguntas, mas o olhar de Dubledor dizia que ele as responderia depois e que agora deveríamos obedecer.

Mais tarde eu ainda estava tentando entender tudo o que Dubledor me contou. Quando ele falou do plano de Voldemort para conseguir a profecia, como a ordem descobriu com o aviso de Snape o plano para me atrair até o ministério. Como eles haviam preparado uma armadilha para capturar os comensais da morte e Sírios tinha pedido para ser a isca, se disfarçando de mim.

Como o plano deu errado quando Voldemort apareceu no ministério e Sírios foi morto. O motivo dele ter me evitado durante o ano e que não corria mais perigo de ser controlado por aquele mostro. O motivo de ter me mandado viver com meus tios e o conteúdo da profecia. Eu sabia que não conseguiria dormir aquela noite.

pov-Severus

Quando fui fazer meu relatório a Dubledor, depois de um encontro realmente horrivel com o lorde das trevas, sentia dor por todo o corpo. Más já era de se esperar seu mau humor depois que seu plano de apanhar a profecia falhou.

Depois de terminar meu relatório, Dubledor disse. "Bem, Severos, eu tive uma surpresa interessante em sua sala, quando voltei a Hogwarts. Quem é seu amigo que tão gentilmente nos ajudou a cuidar de Harry e seus amigos?"

"Alguém que apóia nossa causa, mas prefere se manter incógnito. Vem me passando informações que os alunos não estão dispostos a compartilhar com um professor." Eu disse tendo cuidado para não contar demais e violar o contrato.

"Entendo, até que ponto você informou essa pessoa sobre nós e a ordem? Você sabe que não podemos abaixar a guarda Severos." Ele disse me olhando nos olhos.

"Eu lhe passei apenas o quadro geral da guerra, o resto foi descoberto por conta própria. Pode ficar tranqüilo Alvos, ninguém além de mim sabe sua identidade e o que esta fazendo. Agora peço que deixe esse assunto comigo, você melhor do que ninguém sabe que não vou arriscar nossos planos." Eu disse segurando seu olhar.

Depois de alguns segundos me encarando e vendo que não cederia ele terminou a conversa. "Tudo bem, se ele puder ajudar a carregar o peso do seu fardo, eu confio que você fará a coisa certa Severos."

pov-Lucy

Quando eu volte ao escritório de Snape, para fazer um relatório completo, ele estava sentado em sua cadeira com um copo de uísque de fogo na mão.

"É melhor você se sentar, nos vamos ter muito que discutir." Quando me sentei ele continuou. " Dubledor agora sabe da sua existência, claro eu não passei nenhuma informação sobre você, mas o homem já tem suas suspeitas. Ele quer que você faça parte da ordem."

"Entendo. Uma vez que entre na ordem, o que vai ser exigido de mim e quais os benefícios?" Eu perguntei desconfiada, não estava disposta a arriscar minha vida pelo velho.

"Você terá que dar apoio quando puder aos membros da ordem e talvez algum trabalho de espionagem, mas isso você já está acostumada. Em troca terá algum apoio dos membros e acesso a mais informações." Ele disse calmamente para mim, ele realmente daria um bom superior no exército.

"Como fica a questão da minha identidade?" Eu não queria me envolver mais que o necessário, afinal já estava tudo pronto para minha fuga para quando as coisas ficassem realmente ruins.

"Não, Dubledor entende sua necessidade de ocultar sua identidade. Você continuará a usar seu disfarce como Loke, diante dos outros membros da ordem." Ele parecia se divertir com a minha escolha de nome.

"Me pareceu um nome adequado para um agente de inteligência. E quanto Dubledor, ele vai permitir que eu entre sem me conhecer pessoalmente?" Eu duvidava que o velho pudesse ser tão descuido.

"Caso você decida aceitar a oferta, você irá até o escritório do diretor, Dubledor quer conversa com você quando terminamos." Ele disse indicando a lareira.

Eu comecei a pensar, mesmo que eu entrasse na ordem, nada me impedia de fugir e poderia usar as informações para ficar fora de perigo.

"Muito bem, eu irei encontrar com o diretor agora, até depois professor." Eu disse enquanto colocava minha máscara, alterava meu uniforme enquanto entrava na lareira.

A conversa com Dubledor havia transcorrido como eu imaginava. Ele não tentou me investigar, a palavra de Severus parecia ser o suficiente para ele, mas ele ainda queria uma idéia do que sabia e do que eu era capaz.

Quando o ano acabou, eu voltei para um quarto que tinha alugado no Beco Diagonal. Eu era agora um membro da ordem e tinha que me preparar para a guerra.