Prelúdio Para o Amor
CAPITOLO VENTESIMO
Foi na segunda semana consecutiva em que almoçavam ou jantavam juntos que Sakura resolveu perguntar uma curiosidade sua, afinal de contas, tinha sido a razão de ambos começarem a se encontrar com tanta frequência.
- Sasori... – começou, ganhando a atenção do amigo que cortava um pedaço de bife – o que tinha naquela carta que eu te entreguei, aquela que veio parar no meu apartamento... Se não tem problema perguntar...
- Ah... É verdade, não comentei porque achei que não seria interessante, - ela assentiu com a cabeça para que ele continuasse – você sabe que eu faço bonecos, bem, dizer bonecos é um pouco generalizado, são um tipo especial de bonecos, de resina, feitos a mão, um processo longo, é e não é um mercado de colecionadores – como ele viu que ela estava interessada no assunto, resolveu continuar – algumas pequenas empresas produzem os bonecos por modelos, por exemplo, eu posso comprar o modelo X do boneco, como qualquer outra pessoa que esteja disposta a pagar por volta de quinhentos a seiscentos dólares. Eu faço alguns modelos para uma dessas companhias, mas o meu negócio particular são os modelos únicos e exclusivos, que eu vendo em leilões na internet. A carta que eu recebi era de um dos meus compradores, com o comprovante do depósito.
- Incrível... Não sabia que era tão complicado assim... – sua curiosidade gritando mais alto fez com que ela perguntasse – e quanto você ganha com um desses bonecos...? – mesmo assim a pergunta saiu um pouco sem jeito fazendo Sasori rir e Sakura ficar um pouco encabulada.
- Hm... Depende, anteontem recebi o depósito como é recente ainda não enviei a boneca, já que foi fim de semana também... Dai fiquei de mandar amanhã, se quiser posso te mostrar – a resposta entusiasmada e chocada de Sakura fez com que ele levantasse rindo no mesmo segundo.
Um minuto depois ele estava de volta, carregando com cuidado a coisa mais peculiar e bonita que Sakura já havia visto. Era tão estranho, mas alguma coisa, tornava difícil de desviar o olhar.
Era uma boneca, devia ter meio metro, com articulações e tudo, olhos azuis, longos cabelos ondulados e castanhos, Sakura já tinha visto esse tipo de boneca em algum lugar, mas essa, essa em especial, era diferente, a expressão perdida em seu rosto e o fator mais importante, a boneca carregava um filho, sua barriga redonda de maternidade era abraçada por suas mãos em uma posição delicada, e em sua barriga havia desenhos, quase uma tatuagem, era lindo e estranho.
- Ela foi leiloada por vinte mil dólares.
A menina não foi capaz de esconder o choque, nem a boca aberta. Ela agora fitava a boneca sem piscar.
- Já fiz vendas maiores que essa, ha meio ano vendi uma por quarenta e cinco mil dólares. É um mercado interessante – comentou ele, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Essa família, definitivamente tinha um comportamento estranho em relação ao dinheiro que eles tinham.
- Sasori, se você quisesse, podia ficar sem trabalhar por um bom tempo, né?
Ele parou um pouco pra pensar, provavelmente fazendo cálculos.
- Sim, por um bom tempo, nunca fui de gastar dinheiro, então tenho uma quantidade razoável guardada – esse "razoável" ela tinha certeza de que era muito, mas muito dinheiro – mas sim, por que?
- Só queria saber se você é pão duro mesmo ou se não tinha dinheiro de verdade – sem saber por que, a menina começou a rir.
Quando Kiba caiu da cama depois de ser empurrado por Akamaru, ele não esperava nada de demais do dia que estava por vir.
Mas a vida adora pregar uma peça, não necessariamente ruim... O que ela gosta é de te surpreender quando você menos espera, como nesse dia ensolarado e fresco do final de agosto.
- Brigado ein, cachorro fedido – disse ele meio mal humorado levantando do chão, olhando com um pouco de desdém o cão que agora ocupava a sua cama inteira.
Akamaru apenas balançou o rabo e latiu, espalhando-se ainda mais pela cama. Rindo do quanto seu cão conseguia ser folgado Kiba pulou em cima da cama assustando Akamaru, que num pulo estava no chão latindo.
- Bem feito! – estalando os dedos ele levantou novamente da cama e foi até a cozinha, Akamaru bem atrás. Ele serviu o café da manha do cão e encheu seu pote de cereal.
Até então tudo calmo.
Um latido chamou sua atenção depois de alguns minutos, e dando uma ultima colherada de seu cereal ele pegou o envelope que estava na boca de Akamaru.
- Não... – olhava espantado para o envelope, era a resposta da prova que tinha feito, seu coração agora disparando, ele teve que respirar e exalar algumas vezes, - imbecil, até parece uma menininha – tomando coragem ele abriu o envelope, Akamaru ao seu lado em silencio, sem saber pelo que esperar, os olhos de Kiba devoravam o conteúdo da carta em alta velocidade até que ele pulou da cadeira.
Akamaru começou a latir descontroladamente e ele gritou.
- EU PASSEI!
- Akamaru! Eu passei, e não só passei, um dos melhores, eu sou muito bom, obvio que eu ia passar, - ele relia novamente os conteúdos da carta – um dos melhores em muitos anos, HA! Eles estão lisonjeados em me levar para a Suécia.
Kiba agora abraçava Akamaru no chão.
- Se prepara amigão, a gente tá se mudando em Janeiro!
Numa reviravolta de humores, Kiba correu para a mesa da sala, pegou seu iPhone, conectou-o no home theater, e literalmente explodiu o volume da sua musica atual preferida.
Akamaru corria em círculos pelo apartamento, abanando o rabo e tentando acompanhar o dono, que apesar de ridículo, se divertia fazendo uma air guitar digna de audiência.
- I'm a lonely boy! I'm a lonely boy! Oh-oh-oh!
Contudo,
Sim, foi comentado antes que a vida gosta de aparecer com surpresas.
E essa surpresa não menos veio do que num telefonema.
O clima quebrado em meio e quartos assim que a musica que saia pelo home theater foi trocada pelo som de bombos irritantes que sinalizavam que ele estava recebendo uma ligação.
Sua pequena irritação foi ligeira quando a imagem que cobria sua tela de proteção tornou-se visível, aquele sorriso dócil, e tão amado.
- Hinata! – atendeu ele, meio sem folego.
- K-Kiba... Tá tudo ok? – sua voz era baixinha e por alguma razão ele sentiu uma pontada invisível em seu peito.
- Tá sim... – ele riu – tava brincando com o Akamaru... O que posso fazer por você? Ligação interurbana é meio cara não é?
- Sim... Mas não, - ela pareceu um pouco confusa – eu já voltei, cheguei ontem... – antes que ele pudesse falar qualquer coisa ela continuou em uma só respirada – Kiba, eu queria te ver, conversar... Hoje ou amanha, você consegue?
Kiba quis bater na pequena voz esperançosa que começou a cantar dentro da sua cabeça.
- Posso sim, hoje por volta das cinco? Tenho que passar na minha faculdade antes.
- C-Claro! Posso te encontrar naquele café perto da sua faculdade...
- Ok Hinata, - felizmente, para ela, ele pareceu não perceber a sugada repentina de ar que ela deu – até mais tarde...
- Até...
Bom humor a parte, Kiba agora não estava muito certo do que estava sentindo...
- Aah! – esfregando as mãos com frustração no cabelo ele foi em direção ao banheiro, quem sabe um banho não o ajudava.
Após ter superado o terrível fato de ter se sentido violado, o que para Hyuuga Neji era algo de se temer, pois era impensável, ele começou a bolar um plano.
Fazia-se exatamente uma semana e meia desde o ocorrido com Anko, e ele pensou, não ha maneira melhor de enfrentar alguém louca como ela, senão usando uma tática muito simples: pense como seu inimigo, haja como o mesmo. Mas a resolução tinha que ser toda sua, obviamente, senão faltaria efeito.
Conhecendo bem a mulher, sabia que era uma questão de horas para que ela voltasse ao seu apartamento, então tinha deixado preparada uma armadilha. E era tudo tão brilhante que seu humor andara nas alturas desde o começo da semana.
Ele quis rir quando ouviu a campainha tocar, pouco se importando em como ela conseguia passar pela segurança do prédio toda vez que vinha visita-lo.
- Tá aberta! – ele respondeu muito cômodo de seu lugar no sofá.
E não foi pra menos, logo suas gargalhadas ecoavam pela casa, no momento em que Anko abriu a porta uma rede, daquelas que tinha como finalidade caçar animais selvagens, caiu sobre a mulher, que se debatia contra o chão tentando entender o que estava acontecendo.
- NEJI!
Ele não conseguia controlar as risadas e tentava futilmente ir em direção a mulher, sem saber se parava e ria, ou se andava.
- SEU IMBECIL!
Passados alguns segundos ele se recompôs e foi em direção a ela, puxando-a pela rede e fechando a porta.
- Quem você pensa que você é? – ela gritou tentando, sem muito sucesso ficar de pé.
Neji então se deu conta de que não seria possível para Anko ficar de pé, então apoiou-se em um joelho e ficou mais ou menos no mesmo nível em que a mulher, e agora lhe dirigia a palavra olho com olho.
- Achei que a melhor maneira de lidar com você era fazer uma coisa dessas, bem seu estilo, e devo admitir, um senso de humor muito bom também – ela estava abrindo a boca para falar mais alguma coisa, e fora um palavrão que saiu ela não conseguiu terminar o que tinha para falar, pois ele continuou, com muita calma – você tem que me explicar algumas coisas Anko, - a expressão confusa no rosto dela logo se tornou uma culpada – exemplo o que aconteceu semana passada.
Durante longos minutos ela ficou em silencio, olhando para ele, olhando pro chão, olhando pra parede, abrindo a boca e depois fechando-a novamente.
- Então...? – perguntou ele um pouco impaciente.
- Talvez... – ela começou, um pouco incerta – euestouinteressadaemvocê.
- Que? – indagou ele incrédulo não entendendo nada do que ela tinha falado.
Ela suspirou e soltou um resmungo mau humorado.
- Quem sabe eu to interessada em você. – o tom de sua voz era orgulhoso e seu nariz empinado só fez com que Neji tornasse a rir, a irritando ainda mais.
- Anko, você pode fazer bem melhor do que isso – o tom irônico da voz dele a teria deixado irritada se ele não tivesse segurado seu queixo por através da rede, deixando-a sem reação.
- Eu quero tanto te dar um soco – disse ela derrotada, ele apenas riu mais.
- Eu sei – foi só o que ele disse antes de puxa-la para si, dando-lhe um beijo.
- Você pode me tirar de dentro dessa rede ridícula?
- Vou pensar no seu caso.
A mudança de ares foi definitiva para que Hinata entendesse o que estava se passando com ela, o que ela estava sentindo, e o que ela queria fazer tanto quanto o que era o melhor para ela.
Uma dessas coisas era conversar honestamente com Kiba, e lhe contar muitas coisas que ocorreram do seu ponto de vista. Para ela, era tudo muito claro, mas para ele, que não tinha acesso a sua cabeça 24h por dia, sete dias da semana, era tão embaçado quanto uma serra montanhosa durante a madrugada, onde nada se vê.
Um pouco ansiosa ela olhou o relógio em seu pulso novamente, quase cinco horas... E limpou poeira inexistente em sua saia longa.
- Hinata – a voz tão conhecida de Kiba a tirou de seu devaneio momentâneo.
- K-Kiba... – cumprimentou de volta.
Ele se sentou, chamou o garçom e pediu um refrigerante para ele e um suco de abacaxi com hortelã para ela, deixando-a um pouco sem graça com o fato de que ele ainda lembrava o que ela gostava de tomar.
Ele pareceu gostar da reação dela, pois sorriu.
- Como foi o festival? Assisti algumas partes no YouTube, pareceu tudo muito bacana.
- Foi sim... Conheci muitas pessoas, músicos, muito talentosos, foi uma experiência incrível... – sua voz era meio baixinha, e ela estava ficando nervosa consigo mesma por estar se sentindo tão tímida.
Suas pequenas mãos fechando-se com força sobre sua saia, frustradas.
- Como foram as suas férias...? Você ficou p-por aqui...?
- Fiquei! Tinha que fazer uma prova, pra uma bolsa de estudos numa faculdade! – o entusiasmo era nítido em sua voz.
- A-Ah... E você já sabe o resultado?
- Sim... – ele fez um momento de suspense, olhando para os lados como se suspeitasse alguma coisa, e quando finalmente ele conseguiu roubar uma risada dela – e eu passei!
- Parabéns! – esquecendo-se de seu nervosismo ela o parabenizou, a atmosfera mudando um pouco.
- Brigado, vai ser interessante mesmo, vamos em Janeiro, o Akamaru vai adorar, ele morre de calor no verão aqui, mas comentaram comigo que na Suécia até no verão não é tanto calor assim – ele continuou falando outras trivias que tinha descoberto sobre o país, mas Hinata agora estava em seu próprio mundo... Kiba ia se mudar para a Suécia, ela estava feliz por ele, com honestidade, mas podia sentir, aquele pequeno pontinho em meio sua caixa de emoções, o pontinho pequenino que parecia roubar a atenção dos grandes, um pontinho de abandono e tristeza.
- Hinata...?
Ela já tinha compreendido seus sentimentos antes dessa conversa, e mesmo depois da noticia, tudo continuava muito claro, o que ela devia fazer, mas esse pequeno sentimento lhe pegou de surpresa, e ela não sabia o que pensar. Kiba era uma pessoa pela qual ela tinha uma imensa consideração, não tinha duvidas de que seu caráter era maravilhoso, e mesmo quando ele a traiu, ela sabia que ele não era uma má pessoa, todo mundo comete erros, todos fazemos coisas erradas uma vez ou outra, mas ele era alguém que ela queria ter sempre por perto, e era exatamente com essa finalidade que ela tinha vindo encontra-lo hoje.
- Alo...? Hinata, você tá ai...?
Mas agora... Descobrir que ele estava indo embora, para um país tão longe de onde ela estava... Isso a fez um tanto quanto triste.
- Hinata! – levando um susto pelo contato de outra mão com a sua ela deu um pequeno pulo na cadeira e encontrou-se com os grandes olhos marrons e preocupados de Kiba, que gentilmente retirava sua mão de sobre a sua.
- D-Desculpa! – com o rosto quente ela queria afundar na sua cadeira, ainda mais depois que ele começou a rir, aquela risada alta e aberta, quase nem chamando atenção do café inteiro.
- Vou sentir falta de você – comentou ele, mais uma vez, pegando-a de surpresa, ainda mais por ter algo diferente no tom em que ele usou para falar essas palavras tão sensíveis. E ela não conseguia decifrar que tom exatamente ele usara, que emoção fora carregada pelas palavras, mas sabia que elas a deixaram triste. Um pouco abandonada.
- Kiba... Eu nunca parei para conversar direito com você sobre tudo o que aconteceu... – ele concordou com a cabeça, mostrando que estava escutando e ia parar de falar – já faz tempo que eu te perdoei pelo que aconteceu aquele dia, e na verdade eu não teria me importado de ter tentado novamente, eu entendo isso agora, mas não dei chance, porque, na época, o meu inconsciente sabia que eu estava em conflito com os meus próprios sentimentos, e eu acho que o que aconteceu foi a rota de escape que eu procurava para não ter que lidar mais com a situação, me ver livre de...
Ela pausou por uns minutos, mas ele já sabia onde ela queria chegar, em quem ela queria chegar, e por dentro machucou, muito, mas ele já sabia. Sabia muito antes dela saber, tinha certeza.
- Eu sei...
E o sorriso tristonho que ele deu pra ela, partiu o coração da menina, partiu tanto que ela visualizou o vaso favorito de seu pai caindo no chão e espatifando cacos para todos os lados.
- Hinata, não chora, não precisa... – se Hinata não estivesse tão afogada por suas emoções teria ficado surpresa com a delicadeza que Kiba mudou para a cadeira ao lado da sua e começou, sem chamar atenção, a limpar as lagrimas que caíam de seu rosto com as duas mãos.
- Kiba... Kiba... M-Me d-desculpa... – as palavras eram cortadas entre choros baixinhos.
- Desculpar o que? – a pergunta era retorica e veio com uma risada pequenina, o que só fez com que mais lagrimas escorressem dos olhos da menina – não tem o que desculpar... Vê se para de chorar senão eu vou ter que te fazer uma visita com o Akamaru pra ele lamber essa sua cara toda molhada.
O comentário foi tão ridículo que ela riu, e chorou e riu chorando. Ela devia estar ridícula, com o nariz prestes a começar a escorrer.
- Você vai rir ou você vai chorar? Meio bizarro isso ai – brincou ele.
Controlando o choro ela pegou vários guardanapos e depois de limpar os olhos, assuou o nariz sem se preocupar com a atenção que chamava (apesar de não ser muita, considerando que nada que Hinata faz chama tanta atenção assim).
Com os olhos limpos e o nariz assuado ela olhou para Kiba com determinação.
- Kiba, um dia, você acha que vai conseguir ser meu amigo...?
Para ele era tão claro que sim que ele não conseguiu controlar a risada, mas entendeu que pela cabeça dela essa parecia ser a ultima opção da lista. E o seu coração murchou quando ele viu a cara dela de tristeza achando que ele estava esnobando a ideia com a risada.
Assustando-a com um grande abraço ele começou a acariciar os longos cabelos escuros, que por um bom tempo não os tocaria.
- E você ainda me pergunta uma coisa dessas? Hinata, meu cachorro é casado com o seu, o Akamaru ia me matar se eu tirasse a oportunidade dele ver a Maki quando viermos visitar nas férias.
A resposta dela foi apenas afundar mais um pouco no abraço dele, aproveitando esses últimos segundos, dizendo adeus sem falar nada.
- Agora eu acho que você tem uma outra coisa importante pra fazer não é? Do jeito que eu te conheço você vai querer fazer tudo no mesmo dia – ela sorriu depois do comentário, ele conhecia mesmo.
- Obrigada Kiba, mesmo... – e se desenrolando do abraço ela levantou.
- Não seja por isso Hinata...
E sem olhar para trás ela foi embora.
Sem arrependimentos.
Ao sair do café pode sentir seus ombros relaxarem um pouco mais, porém ainda tinha mais uma coisa a fazer, e não sabia o que iria sair da próxima conversa.
Porque nem mesmo ela estava muito de acordo com a sua resolução... Na verdade a resolução era boa, mas alguns fatos ainda pareciam fora do lugar. E ela não estava muito feliz com a decisão, mas as vezes a decisão não é a que nos deixa mais feliz... Essa confusão era muito, mas muito desgastante.
Enfim, Hinata tinha um ônibus para pegar.
Comentarios; não me abandonem, por favor~
Eu mendigo comentários, incentivos, xingamentos, propagandas, mas deem um sinal de vida!
E peço desculpas pela demora, uma amiga minha dos tempos da minha Inglaterra (ano passado, haha) veio me visitar na minha casa do Brasil, então tenho mostrado pra ela a maravilha que é este país, fazendo vários programas culturais, e fora isso trabalhando como cachorra no meu portfolio.
Até o próximo capitulo meus pequenos!
