Oiee amorecos aqui esta mais um cap lembrando que os instrumentos mortais pertenece a Titia Cassie e pra terem noção de quanto o mundo é cruel nem mesmo meu amado Jace me pertence ,deixando essa triste realidade de lado vamos ao cap as partes em negrito são originais do livro, eu tenho esta fic tambem no Nyah embora eu não sei por quanto tempo ¬¬ ,não esqueçam de comentar isso faz bem ao coração do autor Se você tem 5 minutos para ler uma fanfic, tem 1 minuto para deixar um review,concordam ?! Boa leitura amores
CAPÍTULO EDITADO EM 2016
TMI TMI TMI TMI TMI TMI TMI TMI
O Ravener
Valentim juntou o grupo se sentaram calados, ainda com as conversas frescas em suas mentes.
-Bom quem vai ler agora ?-Perguntou Michel erguendo o livro
-Eu vou ler!-Disse Anso tomando o livro do garoto
- O Ravener
A noite tinha se tornado mais quente e ela correndo para casa se sentiu como se estivesse nadando tão rápido, como se ela atravessasse uma sopa fervendo. Na esquina do seu bloco ela ficou presa em um sinal de pare. Ela agitou-se para cima e para baixo impacientemente nos calcanhares de seus pés enquanto o tráfego zumbia por um borrão de faróis. Ela tentou ligar para casa de novo. Mas Jace não estava mentindo; seu telefone não era um telefone. Pelo menos ele não se parecia com qualquer telefone que Clary tinha visto antes. Os botões do sensor não tinham números neles, apenas mais daqueles bizarros símbolos, e ali não havia nenhuma tela.
Correndo pela rua em direção a casa dela, ela viu que as janelas do segundo andar estavam acesas, o sinal de sempre que sua mãe estava em casa. Ok ela disse para si mesma. Tá tudo bem. Mas seu estômago apertou no momento em que ela passou pela entrada. As luzes acima estavam queimadas, e o saguão estava na escuridão. As sombras pareciam cheias de movimentos secretos. Tremendo ela subiu as escadas.
Jocelyn pressentia que não estava nada bem .Aquilo estava lhe cheirando muito mal, talvez fosse seu instinto tanto de caçadora das sombras,quanto de mãe, sentia que algo estava fora do normal.
"E aonde você pensa que está indo?" disse uma voz.
"Eu tenho certeza que conheço essa velha , mas de onde ?" Se questionava Stephen cada vez mais indignado consigo mesmo por não se recordar quem era a pessoa
Clary girou. "O que..."
Ela se afastou. Seus olhos estavam se ajustando à obscuridade, e ela podia ver uma forma em uma grande poltrona, desenhada em frente a porta fechada de Madame Dorothea. A velha estava encravada nela como uma almofada estufada. No escuro Clary podia ver apenas ao redor de seu poroso rosto, um leque de rendas em sua mão, no escuro, abrindo um buraco em sua boca quando ela começou a falar. "Sua mãe," Dorothea disse, "estava fazendo um terrível barulho lá em cima. O que ela está fazendo? Movendo a mobília?"
Robert deu um risinho malicioso dirigido a Jocelyn que corou, e rindo comentou:
-Ou a Jojo estava com algo mais interessante lá. Sempre soube que por trás desta protetora e certinha existia uma mulher selvagem –
A garota virou um pimentão após ouvir soltaram um risinho sem graça e Valentim a encarou com desprezo estampado em seu olhar
-Robert Lightwood ,calado –Disse ela entredentes
-E se eu não calar, o que vai fazer ?– Questionou o garoto debochadamente
-Eu mando Maryse calar pra você! –Disse Jocelyn o encarando ainda envergonhada, tentando tirar o rumo da conversa dela e o jogando para a outra garota que exclamou um "eii" indignado e encarou Robert como se o desafia-se a responder
-Há Mars não da conta de minhas necessidades, sou areia demais pro caminhãozinho dela –Disse ele fingindo deboche
Maryse no inicio o encarou surpresa mais depois o respondeu com calma, mas suas palavras carregadas de veneno:
-Tem razão! Não sou igual as vadiazinhas que você leva pra cama, sou muito melhor que isso. Namoro com homens, não com garotos que mal saíram das fraudas -
-E quem disse que eu quero namorar você, garota? –Questionou Robert já com raiva
-Ninguém precisa dizer querido! Até eu já percebi seus olhares, você praticamente me come com o olhar –Respondeu ela vermelha de raiva
-Seu namoradinho Daimon Failds deveria ter lhe ensindo a distinção, querer pegar é diferente de namorar, sentir uma atração é diferente de gostar, estar apaixonado é diferente de amar! -Ele disse com todo veneno que podia por naquelas palavras
Muitos o olharam assustados até mesmo Valentim lhe mandou um olhar estranho, tudo bem que Robert até implicasse com Maryse, mas nunca havia falado com ela daquela forma.
No fundo não queria dizer aquilo a ela, pelo Anjo! Ele não sabia como se sentia, nunca havia se sentido assim com nenhuma garota. De todas que ele saiu nenhuma o fez sentir daquele modo, seu coração disparava só de ver ela, mesmo que fosse de longe. Sua voz vivia em seus sonhos mais intensos ou nem tanto. Ele queria estar a cada segundo perto dela a protegendo ou escutando a voz dela mesmo que fosse para brigar com ele. Ficava preocupado que algo acontecesse a ela e se acontecesse ele não sabia o que faria da vida, provavelmente também opitaria pela morte. Ele queria ver ela feliz mesmo que não fosse ao lado dele, embora no mais intíimo ele queria que fosse . Então pelo Anjo, o que era aquilo que ele sentia? Ele não sabia dizer, era tudo novo pra ele, um sentimento nunca experimentado antes .
Ele não sabia por que havia dito aquilo talvez fosse a força do hábito, sempre que Maryse atacava ele tinha uma resposta pior. Por que o orgulho tinha que ser maior? E antes fosse só orgulho, ele sentia raiva e dor. Raiva por saber que havia outro ocupando o lugar que ele deveria ocupar e dor por ela escolher outro no lugar dele. Ele havía descoberto a algumas semanas quando ouvirá uma conversa de Maryse e Jocelyn, ela contava que estava saindo com Failds, com o maldito Failds. Ele queria que ela sentisse a mesma dor que ele sentia e nada melhor que isso usando palavras para coloca-la para baixo, mesmo que quissesse que ela pudesse ser feliz com outro algo dentro dele não aceitava, e sabia que o que que tinha falado foi errado, mas não pode evitar.
Lhe doeu mais ainda ver que lágrimas se formavam no canto dos olhos de Maryse e ela lhe respondeu sem deixar as lágrimas caírem. Ele queria guerra então ele teria do jeito mais sarcástico,divertido e dolorido possível ,sabia o ponto fraco dele:
-Eu entendo suas intenções comigo, foi interessante saber disso. E ele não me falou por que ele é um homem, não um garotinho insolente que ainda brinca de bonecas .Diz ai Lightwood, como que é nome mesmo daquela bonequinha com uma mascara que você dorme abraçado -
Todos gargalharam. Madelaine fez sinal positivo para a colega, que soltou um riso de vitória. Ela sabia que a colega não iria se deixar abater e que responderia tudo com certo humor, por mais que estivesse sofrendo. Robert fechou a cara mais no fundo comemorava pelo ambiente ter descontraído
-Não eram bonecas, eram bonecos. Entendeu BONECOS! E aquela coleção de BONECOS que você viu era a coleção do Star Wars!- Disse ele se fingindo de ofendido
-O que é Start Wars?-Questionou Patrick
-São filmes mundanos. Você jamais entenderia, por ser um caçador das sombras de inteligência duvidosa –Respondeu Robert indignado pelo amigo não saber o que era Star Wars. Dessa vez quem emburrou foi Patrick.
-Francamente Patrick, você se preocupa com isso! A uma coisa mais importante que ninguém percebeu, primeiro para constar que os brinquedos do Robert ficam no quarto dele –Começo Michel malicioso, Robert logo protestou:
-Não são brinquedos ,são bonecos colecionáveis e ...-Começou nervosamente mas o outro garoto não lhe deixou continuar, aumentando o tom de voz Patrick continuou:
-Segundo para Maryse saber, que ele dorme com esse boneco, ela teria que ter visto ele dormindo com o brinquedo –Robert ia protestar novamente mas se calou deixando que a ficha caísse e á encarou boquiaberto, com um sorriso querendo se formar no canto dos lábios, quando viu a garota ficando vermelha e confirmando o que Michel havia dito.
-Huuuuuuuuumm-Resmungaram muitos de forma maliciosa, Madelaine encarou a amiga e então piscou como que guardando um segredo.
-É verdade isso Maryse ?-Perguntou um Robert embasbacado com a possibilidade. Ela ainda vermelha disse sem jeito:
-Anso continue, já tomamos tempo demais com besteiras. Deveríamos estar lendo agora, não acham? –
-Mudança de assunto é um método perfeito de escapar, né-Disse Michel tentando forçar a amiga a dizer algo, e continuou:
-Poderíamos te forçar a falar-
-Eu digo se eu quiser- Retrucou Maryse grossamente
-Deixe-a Wayland , ela conta quando ela quiser-Disse Madelaine ainda encarando a colega ,com um olhar como que reprovando alguma coisa
-Mas...-
-Wayland, eu não me encontro numa época muito boa do mê mesmo me contradizer? -Disse Madelaine fulminando Michel com o olhar este por sua vez encolheu
-Continue Anso-Disse desviando o olhar de Madelaine que ainda o encarava furiosamente
"Eu não acho que..."
"E as luzes da escadaria queimaram, você não notou?" Dorothea bateu seu leque contra o braço da cadeira. "Sua mãe não pode chamar seu namorado para trocar isso?"
"Luke não é..."
-Depois de tudo que eu já soube, dúvido que não são!-Resmungou Valentim consigo mesmo encarando os dois com raiva
"A clarabóia precisa ser lavada também. Está imunda. Não me surpreende que está quase um breu aqui."
Valentim riu ao ver o que a velha pensava que Lucian era.
Luke NÃO é um senhorio Clary queria dizer, mas não disse. Aquilo era típico de sua vizinha mais velha. Uma vez ela pegou Luke para entrar e mudar uma lâmpada, ela pedia a ele para fazer uma centena de outras coisas – pegar suas compras, rebocar seu chuveiro. Uma vez ela fez ele cortar em pedaços um velho sofá com um machado, para que ela pudesse colocá-lo fora do apartamento, sem ter que tirar a porta das dobradiças.
Lucian fez uma careta de desgosto só de pensar em virar um "escravo". Valentim soltou um risinho debochado acompanhado por todos, exceto por Jocelyn que encarou o amigo com pena, só pensando que tudo que ele estava passando era por ela e por sua futura filha.
Clary suspirou. "Eu vou pedir."
"Seria melhor você ir." Dorothea bateu seu leque fechado em seu pulso.
O sentimento de Clary que algo estava errado só aumentou quando ela chegou a porta do apartamento. Estava destrancada, pendurada ligeiramente aberta, derramando um feixe de luz vertical para a entrada. Com um crescente sentimento de pânico ela empurrou a porta aberta.
Dentro do apartamento as luzes estavam ligadas, todas as lâmpadas, tudo tornou-se pleno de luminosidade. O brilho golpeava seus olhos.
As chaves de sua mãe e a bolsa de mão rosa estavam na pequena prateleira de ferro forjado ao lado da porta, onde ela sempre deixava elas. "Mãe? Clary chamou. "Mãe, eu estou em casa."
Não houve nenhuma resposta. Ela foi para a sala de estar. Ambas as janelas estavam abertas, a área das cortinas de gaze branca sopravam como irrequietos fantasmas. Só quando o vento parou, as cortinas se assentaram fazendo Clary ver que as almofadas foram arrancadas do sofá e espalhadas ao redor da sala. Algumas foram arrancadas longitudinalmente, as entranhas de algodão se espalhando no chão. A estante de livros havia sido derrubada, seu conteúdo disperso. A banqueta do piano posicionada no seu lado, aberta escancarada como uma ferida, os adorados livros de música de Jocelyn botados para fora.
Jocelyn fez uma careta de desgosto. Já não era ruim o bastante o que poderia ter lhe acontecido e ainda faziam questão de destruir seus preciosos livros, isso era realmente uma falta de consideração.
O mais apavorante eram as pinturas. Cada uma tinha sido cortada de sua moldura e rasgada em tiras, que estavam espalhadas pelo chão. Isso deveria ter sido feito com uma faca – tela era quase impossível de se rasgar com as mãos. As molduras vazias pareciam ossos secos. Clary sentiu um grito se elevando em seu peito: "Mãe!" ela gritou. "Onde você está? Mamãe!"
Jocelyn soltou um sorriso involuntário ao ouvir a filha lhe chamando assim. Ela queria responder, mas se o fisesse ali a chamariam de louca ou fariam algum comentário engraçadinho, então preferiu guardar para si mesma .Ela sentiu os olhos de Valentim sobre ela, mas resolveu não dar importância.
Ela não chamava Jocelyn de "Mamãe" desde que ela tinha oito.
Bastou isso para que o sorriso de Jocelyn se desfizesse dando lugar a uma expressão amargurada, pelo jeito o relacionamento com a futura filha era meio conturbado.
Coração pulando, ela correu para a cozinha. Ela estava vazia, as portas das prateleiras abertas, uma garrafa esmagada de Tabasco derramando o molho vermelho picante sobre o linóleo. Ela sentiu seus joelhos ficarem como sacos de água. Ela sabia que tinha que fugir do apartamento, chegar a um telefone, chamar a polícia. Mas todas as coisas pareciam distantes – ela precisava achar sua mãe primeiro, precisava ver que ela estava bem. Se os ladrões tinham vindo, o que sua mãe tinha utilizado em uma luta...?
Que tipo de ladrões não levam uma carteira com eles, ou uma Tv, o aparelho de DVD, ou o caro notebook?
-A garota é burra ou o que? Ela não escutou tudo o que Jace disse! –Argumentou Emil com certa impaciência, e Jocelyn logo lhe respondeu séria:
-Burra é a senhora sua inteligência. Isso é um mundo totalmente novo para ela, pense se fosse você conhecendo um mundo que até então não sabia que existia, com certeza se sentiria confuso e deslocado!
Ela foi até a porta do quarto de sua mãe agora. Por um momento ali pareceu como se aquele quarto, tivesse sido deixado intocado. A colcha florida feita à mão estava dobrada cuidadosamente sobre o edredon. O próprio rosto de Clary sorrindo de volta para ela acima da mesa de cabeceira, cinco anos de idade, a lacuna dos dentes sorrindo emoldurado por um cabelo ruivo. Um súbito soluço no peito de Clary. Mãe, ela chorou por dentro, o que aconteceu com você?
Era o que todos se perguntavam internamente. Jocelyn olhou para cada um ao redor da sala, pelos olhares ela percebia o porque cada um se era por curiosidade, os amigos mais particulares por real preocupação, ela se surpreendeu ao ver o olhar que Valentim lhe mandava com preocupação, então abaixou a cabeça esperando que Anso continuasse, o que não demorou a acontecer
Um silêncio respondeu a ela. Não, não um silêncio – um ruído soou através do apartamento, arrepiando os cabelos da nuca de seu pescoço. Como alguma coisa sendo batida forte – um objeto pesado encontrando o chão com uma batida vagarosa. O baque era seguido por um arrastar, um barulho deslizante – e ele estava vindo em direção ao quarto. O estômago se contraindo em terror, Clary mexeu seus pés e virou lentamente.
-Essa não –Exclamou Jocelyn, começando a se preocupar com a segurança da garota.
Por um momento ela pensou que a entrada estava vazia, e ela sentiu uma onda de alívio. Então ela olhou para baixo.
Aquilo estava curvado contra o chão, uma longa, e extensa criatura com um aglomerado de olhos pretos planos fixados no final do centro em frente a parte superior do seu crânio. Alguma coisa como o cruzamento entre um jacaré e uma centopéia, tinha um espesso e plano focinho e uma cauda farpada que balançava ameaçadoramente de um lado para o outro. Múltiplas pernas agrupadas debaixo dele como se aquilo fosse arranjado para saltar.
- Rapinante !-Exclamaram todos assustados.
Isso normalmente não os assustaria mas vista a situação ,uma garota como Clary, que podia até ser uma caçadora das sombras ,mas não obtivera o treinamento adequado jamais venceria um demônio, pelo menos eles achavam isso.
-Adeus Clary, foi muito bom te conhecer-Disse Samuel sem demonstrar nenhuma preocupação com a segurança da menina. Jocelyn lhe mandou um olhar de raiva e olhou preocupada para o livro como se tudo estivesse acontecendo naquele momento e uma pausa na leitura podia acabar matando Clary.
Um guincho se soltou da garganta de Clary. Ela cambaleou para trás, tropeçou e caiu, enquanto a criatura se aproximou até ela. Ela rolou para o lado e aquilo não acertou ela por alguns centimetros, deslizando ao longo do assoalho de madeira, as suas garras cinzelaram profundos sulcos. Um baixo rosnar borbulhou de sua garganta.
Ela mexeu os seus pés e correu em direção ao corredor, mas a coisa era muito mais rápida do que ela. Ela saltou de novo, logo acima da porta, onde se agarrou como uma gigantesca aranha maligna, olhando abaixo para ela com seu nicho de olhos. Sua boca abriu lentamente, mostrando uma fileira de dentes pontudos derramando uma baba esverdeada. Sua longa língua preta chicoteou entre sua mandíbula enquanto aquilo gorgolejava e sibilava. Para seu horror Clary notou que aqueles barulhos estava formando palavras.
"Garota" aquilo sibilou. "Carne. Sangue. Para comer, ah, para comer."
Robert fez uma cara de malicioso e abriu a boca novamente para dizer malícias ,mas Maryse foi mais rápida lhe mandando um olhar de raiva ,e logo depois voltou o olhar preocupada para o livro
Aquilo começou a se arrastar lentamente para baixo da parede. Algumas partes de Clary tinha passado para além do terror para um tipo de silêncio gelado. A coisa já estava a seus pés, rastejando em direção a ela. Se afastando para trás. Ela aproveitou uma pesada foto emoldurada da mesa ao lado dela, ela, sua mãe e Luke em Coney Island, nos carrinhos de bate-bate, e arremessou aquilo no monstro.
Roebert,Patrick e Michel tiveram um ataque de riso imaginando a amigos mais próximos de Jocelyn, os encararam com cara feia.
-Ah gente, vai dizer que não é engraçado?-Disse Michel tentando fazer todos descontraírem
-Taí gostei da ideia, da próxima vez usarei isso pra acertar o Lightwood!-Disse Maryse arrancando mais risos. Robert fez uma careta e antes que pudesse dizer qualquer coisa Anso continuou:
A fotografia acertou o seu meio e rebateu fora, atingindo o chão com o som de vidro estilhaçando. A criatura não pareceu perceber. Aquilo vinha em direção a ela, os vidros quebrados fragmentando debaixo de seus pés. "Ossos para mastigar, medula para sugar, veias para beber..."
-Argh –Exclamaram todos com nojo da criatura
Clary bateu as costas na parede. Ela não podia ir se afastar mais. Ela sentiu um movimento contra seu quadril e quase pulou fora de sua pele. Seu bolso. Mergulhando a mão dentro, ela retirou a coisa de plástico que tinha pego de Jace. O sensor estava tremendo, como um celular ajustado para vibrar. O material duro era quase dolorosamente quente contra sua palma. Ela fechou sua mão sobre o sensor justo quando a criatura saltou.
A criatura colidiu com ela, golpeando ela ao chão, a sua cabeça e seus ombros bateram contra o chão. Ela retorceu para o lado, mas ele era muito pesado também. Ele estava em cima dela, opressor, o viscoso peso daquilo fez ela querer fechar a boca. "Para comer, para comer," aquilo gemia. "Mas não é permitido, para engolir, para saborear."
A respiração quente em seu rosto exalava sangue. Ela não conseguia respirar. Suas costelas pareciam que iam se quebrar. Seus braço colocado entre seu corpo e o do monstro, o sensor embutido em sua palma. Ela retorceu, tentando mover sua mão livre. "Valentim nunca saberá. Ele não disse nada sobre uma garota. Valentim não vai ficará zangado."
-VOCÊ!- Gritou Jocelyn com ódio estampado em seu olhar
-Eu –Respondeu Valentim calmamente e com certo deboche
-SEU MALDITO! SE ALGO ACONTECER A MINHA FILHA EU TE MATO, DESGRAÇADO!-Gritou Jocelyn já com lágrimas escorrendo no rosto e tentando bater em Valentim, mas sendo segurada por Lucian e Patrick.
-Se acalme Jocelyn, não vale a ê vai ver, vai ficar tudo bem!-Dizia Patrick tentando confortar a amiga, fazendo com que ela sentasse e fosse consolada por Madelaine que a abraçou
-Pensei que tinham dito que você estava morto-Constatou Hodge o encarando
-E eu pensei que você tinha nos dito que odiava demônios –Afirmou Stephen encarando Valentim como se pudesse enxergar além dele e entender o que aquilo significava
Todos encaravam Valentim esperando uma resposta que ele não deu. Apenas balançou os ombros e encarou o livro. Ele também queria entender o que o seu eu futuro estava fazendo se aliando com as criaturas que ele mais odiava e repugnava.
Sua boca sem lábios contraia-se quando sua goela se abriu, lentamente, um onda de ar quente pútrido em seu rosto.
A mão de Clary se libertou. Com um grito ela acertou a coisa, esperando esmagá-la, cegá-la. Ela quase tinha se esquecido do sensor. Quando a criatura deu o bote em seu rosto, a mandíbula larga, ela socou o sensor entre os seus dentes e sentiu o calor, o babar ácido cobriu seu punho que derramou, queimando em sua pele do seu rosto e pescoço. Como se estivesse a distância ela pode ouvir a si mesma gritando.
Parecendo quase surpresa, a criatura pulou para trás, o sensor entre dois dentes. Aquilo rosnou, um forte zumbido zangado, e jogou sua cabeça para trás. Clary viu aquilo engolir, viu o movimento de sua garganta. Eu sou a próxima, ela pensou, em pânico. Eu estou...
De repente a coisa começou a se contorcer. Espasmando incontrolavelmente, aquilo rolou para fora de Clary e ficou sobre suas costas, as múltiplas pernas agitando no ar. Um fluido negro derramando-se de sua boca.
Sugando por ar, Clary rolou e começou a se arrastar para longe da coisa. Ela chegou perto da porta quando ela ouviu algo assobiando através do ar perto de sua cabeça. Ela tentou levantar, mas era tarde demais. Um objeto bateu fortemente na parte de trás do seu crânio, e ela desabou em direção a escuridão.
Jocelyn levantou os olhos para Valentim e o encarou mortalmente e muito preocupada ainda com o que havia acertado a filha.
Luz apunhalava através de suas pálpebras, azul, branca e vermelha. Havia um ruído alto de sirene, aumentando como um grito de uma criança assustada. Clary engasgou e abriu os olhos.
Ela estava deitada na grama fria e úmida. O céu noturno agitando-se sobre sua cabeça. As centelhas prateadas das estrelas removidas pelas luzes da cidade. Jace ajoelhado ao seu lado, seus braceletes de prata em seus pulsos jogando centelhas de luz enquanto ele rasgava um pedaço de roupa que ele segurava em tiras. "Não se mova."
Jocelyn suspirou aliviada. Se a futura filha estava com um caçador das sombras por perto, com certeza ele saberia o que fazer.
Um gemido ameaçador dividiu suas orelhas ao meio. Clary virou sua cabeça para o lado, desobedientemente, e foi recompensada com uma aguçada punhalada de dor que acertou suas costas. Ela estava deitada sobre um pedaço de grama atrás do cuidadosamente delicado arbusto de rosas de Jocelyn. A folhagem parcialmente escondia sua visão da rua, onde um carro da polícia, com sua barra de luzes azuis e brancas piscando, estava empurrando uma restrição, a sirene soando. Já um pequeno grupo de vizinhos se reuniram, olhando enquanto a porta do carro se abria e dois oficiais em uniformes azuis emergiam.
A polícia. Ela tentou se sentar, e falar de novo, contraindo seus dedos na terra úmida. "Eu disse para você não se mover," Jace sibilou. "Aquele demônio rapinante pegou você atrás de seu pescoço. Está meio morto então isso não é muito mais do que uma picada, mas nós temos que levar você para o Instituto. Fique quieta."
"Sim querida, por favor obedeça. Se ele lhe levar a Hodge ele saberá o que fazer" Mentalizou Jocelyn, e numa atitude automática cruzou os dedos.
"Aquela coisa, o monstro, aquilo falava." Clary estava tremendo incontrolavelmente.
"Você tinha ouvido um demônio falar antes." As mãos de Jace eram gentis enquanto ele escorregava uma tira de pano debaixo de seu pescoço, e amarrava. Aquilo estava manchado com alguma coisa encerada, como a pomada de jardineiro que sua mãe utilizava para manter suas suaves mãos do excesso de tinta – e terebintina.
"O demônio no Pandemonio – ele parecia com uma pessoa."
"Aquilo era um demônio Eidolon. Um transmorfo. Rapinantes parecem como eles são. Não muito atrativo, mas eles são muito estúpidos para ligar."
"Ele dizia que iria me comer."
Robert soltou um risinho
-Para garoto de levar tudo na malícia –Disse Maryse ralhando com ele
-Mas isso não pegou muito bem! –Reclamou Robert e antes que a discussão continuasse Anso continuou
"Mas ele não comeu. Você matou ele." Jace terminou o laço e sentou.
Para alivio de Clary a dor em volta de seu pescoço estava sumindo. Ela se arrastou a si mesma em uma posição sentada. "A polícia está aqui." Sua voz saiu como um coaxo de um sapo. "Nós deveríamos..."
"Lá não há nada que eles possam fazer. Alguém provavelmente ouviu você gritando e reportou a eles. Dez a um que eles não são policiais de verdade. Demônios tem um jeito de esconder seus rastros.
Todos assentiram concordando, muitas foram as vezes que tiveram de lidar com isso com os mundanos.
"Minha mãe," Clary disse, forçando as palavras através de sua garganta inchada.
"Tem veneno do Ravener correndo por suas veias agora mesmo. Você morrerá em uma hora se você não vier comigo." Ele a levantou em seus pés e segurou uma mão nela. Ela levantou e ele a puxou para cima. "Vamos."
-Isso tire ela dai, em segurança!-Exclamou Jocelyn, esquecendo de só falar com ela mesma em vez de expor seus pensamentos.
-Você falou com um livro percebesse né-Comentou Michel debochado, ela simplesmente virou o rosto ignorando o comentário
O mundo girou. Jace deslizou uma mão através de suas costas, mantendo ela estável. Ele cheirava a sujeira, sangue e metal. "Você pode caminhar?"
"Eu acho que sim." Ela olhou através da densa massa de arbustos. Ela podia ver o policial vindo em direção. Um deles, uma esguia mulher loira, que segurava uma lanterna em uma mão. Quando ela a levantou, Clary pode ver sua mão descarnada, uma mão esquelética afiada com pontos de ossos nas pontas dos dedos. "Sua mão..."
"Eu disse que eles poderiam ser demônios." Jace olhou para a parte de trás da casa. "Nós temos que sair daqui. Nós podemos ir através do beco?"
-Sim eu te entendo amigo, um beco é tudo de bom! -Disse Michel em vez de Robert para a surpresa de todos. Madelaine revirou os olhos para a babaquisse do comentário.
Clary balançou sua cabeça. "Está pavimentada. Não tem saída..." Suas palavras se dissolveram em uma forma de tosse. Ela levantou sua mão para cobrir sua boca. Ela ficou vermelha. Ela choramingou.
Ele agarrou seu pulso, virando-o para cima assim que a branca, a carne vulnerável do interior de seu braço nu sob o luar. As veias tracejadas de azul mapeavam o interior de sua pele, transportando o sangue envenenado para o coração dela, o seu cérebro. Clary sentiu seus joelhos lutarem. Havia alguma coisa na mão de Jace, algo afiado e prata. Ela tentou puxar a mão dela de volta, mas o seu aperto era muito forte: Ela sentiu uma ferroada beijar contra sua pele. Quando ele soltou, ela viu um símbolo pintado de preto como uns que cobriam sua pele, logo abaixo da dobra do seu pulso. Este parecia como um conjunto de círculos sobrepostos.
Jocelyn mordia os lábios de nervosismo ,não queria ver a filha assim. Filha, quem diria que ela se preocuparia tanto com uma garota que ela nem conhecia, ainda mais tão jovem quanto ela era .Como diria a própria mãe" tão imatura e infantil" e após ler um livro já existia seu instinto materno, apesar de tudo, a palavra ainda lhe soava muito estranha.
Aliás pensando bem tudo soava estranho, até uns tempos atrás tudo estava perfeitamente tinha um namorado perfeito que ajudava a todos, lutava pelo que achava certo, tinha amigos maravilhosos, enfim tudo ia de vento em poupa em sua vida. Mas de repente aparace uma carta dizendo que eles teriam que ler uns livros e que isso era sobre seu futuro .No início ela não levou a sério, embora forá ela que havía insistido para ler. Depois de apenas alguns capítulos do livro tudo ruíra, o namorado perfeito mostrou-se um monstro o pior que já havia conhecido, ele não ajudava por que era bom, mas sim porque queria muitos seguidores o vangloriando. Agora nada parecia tão perfeito assim , a única parte que continuava igual era a lealdade de seus amigos, apenas isso .
As vezes ela pensava que talvez não deve-se ter lido os livros,deveria tê-los jogado na lareira e deixado o fogo queimar cada resquício daquele maldito futuro e talvez, tão somente talvez, ela continuaria com sua vidinha pacata ao lado de Valentim e seu Ciclo. Mas então como um golpe de realidade, ela sentia uma ardência em sua mão e se lembrava de tudo o que aquele homem e seu maldito Ciclo haviam lhe feito. Ela percebeu que realmente não valia a pena viver de uma ilusão, que uma hora ou outra ela iria sair machucada ,isso ate a carta dizia. As palavras martelaram em sua mente, no início aquilo não fazia sentido ,mas depois, a cada palavra que ia sendo lida, a realidade lhe caia cruelmente. Pelo Anjo o que estava acontecendo? Qual era o objetivo daquilo tudo? Passou por sua cabeça até, como Valentim disse, ser uma armadilha ,mas não, não era !Era só a cruel e fatídica realidade .
"O que é que vai se fazer?"
"Eu vou esconder você," ele disse. "Temporariamente." Ele guardou a coisa que Clary pensou que era uma faca de volta no seu cinto. Era um longo e luminoso cilindro, da espessura de um dedo indicador e afinando até sua ponta. "Minha estela ,ele disse."
Clary não perguntou o que era. Ela estava muito ocupada tentando não cair. O chão estava subindo e descendo sob os seus pés. "Jace," ela disse, e ela caiu em cima dele. Ele segurou ela como se ele estivesse pegando garotas desmaiadas, como se ele fizesse isso todos os dias. Talvez ele fizesse.
Os garotos soltaram risinhos maliciosos.
-As vezes sim, quando surge uma oportunidade–Disse Robert piscando para o livro como se Clary pudesse vê-lo.As garotas o fulminaram com o olhar. Maryse, como sempre, revirou os olhos para a idiotice do garoto
Ele a colocou em seus braços, dizendo alguma coisa em seus ouvidos que soava como uma promessa. Clary virou sua cabeça para trás para olhar para ele mas viu apenas as estrelas girando através do céu escuro sob sua cabeça. Então a resistência caiu em tudo, e mesmo os braços de Jace em torno dela não foram o suficiente para seu desmaio.
Assim que terminou Anso encarou a todos como que absorvendo o que tinha acabado de ler. Jocelyn suspirou pesadamente dizendo:
-Espero que Clary esteja bem –
-E quem se importa? Isso está sendo como um entretenimento pra nós –Disse Emil com sua pose de arrogante. Jocelyn não acreditou que havia ouvido aquilo.
- Como você pode dizer isso, como se atreve? Depois do que ela passou-Murmurou Jocelyn ainda em descrença, todos observam os dois
- Emil apenas falou a verdade-Disse Valentim colocando mais fogo na fogueira, o foco havía novamente mudado. Foi a gota da aguá para Jocelyn. Ela respirou fundo e respondeu calma, porém, suas palavras cheias de raiva e ressentimento:
-É claro que você ia concordar, não é mesmo? Tudo que vai contra sua ambição é errado , você necessita de atenção pra se sentir bem, tanto que á tirou de Emil. Você não aceita o fato de eu ter uma filha e ela não ser sua, você não aceita o fato de eu ter enfim me livrado de você!-
-Creio que depois, teremos uma conversinha em particular-Ele disse sem se abalar, Jocelyn o olhou com mais raiva
-Conheço bem os seus joguinhos sádicos e com o tempo eu criei o meu jeito de jogar -Ela apenas disse isso como que enviando uma mensagem a Valentim. Não queria dizer nada além daquilo ,ela sabia que, se dissesse mais alguma coisa, Valentim puniria novamente seus amigos e isso nem cogitava de acontecer, o quanto pudesse evitar melhor. Percebeu Valentim apenas levantar a sobrancelhas mas mantendo a pose de durão e orgulhoso, era isso que mais irritava ela. Valentim podia estar surpreso, com medo, raiva, triste e até mesmo feliz e mesmo assim, sua expressão era sempre a mesma presunçosa, como se fosse superior a todos.
-Veremos quem é o mais forte –Ele disse ainda mais debochado. Jocelyn bufou de raiva
O Ciclo ficou em silêncio e paralisado, como se qualquer movimento que fizessem, Valentim ou Jocelyn, pulariam em seus pescoços, e arranjar briga com esses dois fortes concorrentes a estudante do ano, no colégio, estava fora de cogitação. Depois de uns 3 minutos o que pereceu uma era , enquanto todos se encontravam naquele clima, Madelaine e Maryse pareciam estar tendo uma batalha só pelo olhar, Madelaine sabia bem o que amiga estava querendo esconder e se lembrou perfeitamente bem.
FLASHBACK ON
Na sala sobravam apenas ela, Jocelyn, Maryse e o professor gatérrimo Cristian Grefs, que estava corrigindo as provas escolares. As três garotas praticamente babavam no professor.
O professor desviou, por um instante, a atenção das provas e olhando a mesa, enfrente a dele, falou :
-Garotas olhem para isso, acredito que seja do Robert !-
As garotas desviaram o olhar e quão não foi sua surpresa em ver que Robert havia esquecido sua estela, que aliás, era obrigação dele cuidar como se fosse seu braço direito. Maryse não perdeu a chance de falar mal do garoto:
-Tinha que ser aquele tapado pra fazer isso! –Exclamou ela batendo na testa indignada por ele ter esquecido algo tão importante
-Garotas vocês poderiam devolver a estela para ele? Pode ser perigoso ele andar por aí desarmado –Ele perguntou preocupado com o aluno
-Eu posso professor. Sei onde ele mora, posso entregar para ele-Disse a Maryse querendo impressionar o professor
-Mas vocês dois não vão arranjar confusão? Pelo que percebi, a senhorita e o senhor Lightwood não se dão bem –O professor disse meio temeroso
-Sim professor, nós realmente não temos um bom coleguismo. Mas entregar a estela é estritamente escolar, prometo me esforçar para não brigar com ele -Ela disse toda pomposamente
-Pois bem garotas, podem ir. Vejo vocês amanha! Apropósito, belo exame o de vocês, sem dúvidas um dos melhores resultados foram vocês que obtiveram –Ele disse mostrando bonito sorriso para as garotas, que logo suspiraram apaixonadamente
-Até mais, professor!- Falaram juntas e saíram suspirando até o portão
Assim que sairam, Maryse se virou para as colegas e disse para que fossem junto com ela. Jocelyn, obviamente, logo tirou o time de campo:
-Me desculpem garotas, mas eu tenho que ajudar meus pais. Nós vamos ter um jantar lá em casa hoje e a casa do Robert é meio longe da minha, então tchau – Disse isso e saiu correndo sem dar chance para as colegas responderem
-Mas espera um pouco, as casas são pertinho uma da outra ...JOCELYN!-Gritou a Maryse se tocando da burrada que havia feito deixando a amiga sair.
Madelaine um risinho irônico, e logo disse:
-Então Maryse, sabe o que é, eu vou indo ..-
-Nem pense nisso Madelaine Bellefleur ,VOCÊ VAI COMIGO !- Disse Maryse segurando fortemente o braço da colega
-Por que você quer tanto que eu vá?- Exclamou ela indignada
-Porque sim. Ambas sabemos como Lightwood é um tarado sexual, vai que ele me agarra lá. Alias, se ele tentar algo, eu acerto a estela na cara dele- Madelaine revirou os olhos em impaciência e bufando resolveu acompanhar.
Assim que chegaram, ficaram em um impasse:
-COMO ASSIM NÃO VAI ENTRAR COMIGO ?-
-Eu já disse Maryse, vim até aqui com você, já esta de bom tamanho. Além do mais, você é que se ofereceu pra trazer a estela, então se vire- Respondeu Madelaine enquanto cruza os braços
Maryse bufou de raiva e disse entredentes:
-Ok, mas se ele tentar algo comigo, eu grito e você entra correndo, ok? E já sabe, acerta ele com qualquer coisa-Madelaine revirou os olhos e concordou.
Madelaine viu Maryse entrar chamando pelos pais do Robert. Ao perceber a demora da amiga, bufou e batendo os pés seguiu em direção a casa. Assim que entrou viu que não tinha ninguém na mansão, sendo assim, resolvou subir para os quartos. Quão não foi sua surpresa quando ela chegou e viu Maryse sentada na beirada da cama acariciando os cabelos do Robert, com ele abraçado a cintura dela, com um detalhe ele estava dormindo, ela ouviu a colega sussurrar
-Por que têm que ser assim? Tudo podia ser tão mais fácil , você parece um anjo dormindo –Ela soltou uma risadinha, e continuou –Mas só dormindo para parecer um anjo, né? –
Madelaine ficou admirando o casal, mas já estava atrasada para seus compromissos e não resistindo, teve acabar com o uma limpada de garganta, e Maryse á olhou de forma assustada.
-Puxa, eu sempre soube que você amava ele – Denotou Madelaine maliciosamente
-O que?NÃO ! Eu não o amo. Olha só para ele, um tremendo infantil, dormindo com bonecas –Ela disse se atropelando um pouco pra falar, e Madelaine percebendo isso deu um risinho debochado:
-Na verdade, agora ele está abraçado a você –
Maryse percebendo que ainda estava sentada, olhou para os braços em volta da cintura dela e os retirou de lá, e disse com as bochechas vermelhas
-Esse babaca deve ter me abraçado em quando dormia ,é um safado até mesmo quando dorme –
-Não foi isso que você disse a minutos atrás, não é mesmo anjinho? - Cantarolou Madelaine alegremente
-Você deve ter sonhado Bellefleur. E vamos logo, não aguento ver esse bebe babão dormindo! – Disse Maryse deixando a estela em cima da escrivaninha do Robert e saindo sem olhar pra trás. Madelaine soltou um risinho e sussurrou para si mesma, enquanto via Robert abraçando as cobertas em que Maryse estiverá sentada e suspirava :
-Esses dois ainda se casam –
Flashback off
Espantou as lembranças e voltou a olhar Maryse, uma hora ou outra ela teria de dar o braço a torcer
-Quem quer ler agora ?-Perguntou Anso erguendo o livro
-Eu leio –Se ofereceu Maryse pegando o livro , observou o título e deu um sorrisinho misterioso
-Esse capítulo promete –
-Por que, Maryse?–Questionou Madelaine não parecendo se importar muito
-por ter o título , A Clave e o Pacto –
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OIE galera gostaria de agradecer a todos os reviews estou muito feliz espero que tenham gostado do cap ,bom esta parte aquie de baixo eu vou deixar para responder os reviews e vou criar uma parte em que eu vou escrever o fato do dia,reclamação do dia e pergunta do dia é um modo de eu me aproximar mais de vcs ,eu adoroo estar proxima dos leitores então vamos la ^^
fato do dia :ano novo ,todo mundo começando do zero inclusive eu só que com um detalhe uma dor de cabeça dos inferno ,por que digamos que estou de ressaca,eu sou simplesmente louca por uma bebida chamada amarula (não sei se vcs ja ouviram falar )e digamos que não foi muito inteligente dos meus tios deixarem essa bebida perto de mim e dos meus primos ,pois bem bebi 4 copos junto com meus primos ,sim acredite se quiser eu sei que comecei a falar coisas sem sentido e ate inventar coisas tipo um degrau a mais na escada o que fez que eu levasse um belo de um tombo ,e acho que falei com o carro mais tudo bem ^^
Reclamação do dia :minha conta do Nyah foi bloqueada ,odeiiiiiiiiiiio o Nyah affs ,agr só dia 31 /01 que eu vou ter ela de volta :'(
Pergunta do dia:e ai gostaram do cap ? aproposito o que vcs aprontaram na virada do ano me contem ai
Bom gente eu tive q escrever tudo de novo o cap ja estava pronto meu not fechou a janela do nada e escrevi tudo de novo ,affs eu tinha respondido td os reviews mais enfim no proximo eu respondo mais gostaria de agradecer a MellyP,Izzy,Emely,Guest,PrisS1410,Las ,Giulia e Locategari pelos comentarios serio vcs são demais 3 aproposito FELIZ ANO NOVO ,tudo de bom pra vcs que o ano venha cheio de paz ,alegria e a realização de todos os seus sonhos e desejos ,muita inspiração e muitas muitas fics ^^ beijks e obrigada por tudo espero que tenham gostado deste cap tambem ,comentem . ate o proximo ^^
