Avisos iniciais: Como sempre todos os erros são da minha beta que está escrevendo meu presente de aniversário um capitulo por ano! Já iram por que demoro!kkkk
Aproveitem que tem dois capítulos: http:***/***www**.***fanfiction***.****net**/s/853 3555/1/**Meu-Namorado***-%C3%A9-um-Fanwriter-2
Te amo Anja! E Obrigada! Louca pelo próximo aniversário. srsrrs
Jensen saiu do consultório junto com o moreno e, na porta da sala em que o capitão ficaria para algumas recomendações em sua ausência, se despediram como médico e paciente, somente os olhares trocados os denunciavam.
- O que você está fazendo aqui? E com aquele homem? – Jared quase teve um ataque cardíaco quando o seu pai o interpelou, e pela cara do coronel este não gostou do que viu.
- Pai... – Foi à única coisa que escapou dos lábios de Jared.
- Se assustou por quê? – O coronel sentiu algo entre o filho e o capitão. Apesar de eles não estarem fazendo nada demais.
- O senhor chegou assim de surpresa. – O moreno ficou o olhando, pensando se contaria a verdade ou não. Se fosse outro homem falaria para o pai sem medo, mas Jensen já tinha um histórico nada favorável com o coronel. – Eu vim aqui por que o vovô mandou.
- Me espera na recepção, tenho que resolver uma situação. Voltarei logo. – Quando Jared se viu sozinho, mandou um recado para o loiro cancelando o jantar.
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- Jared eu não me importo se seu pai souber sobre nós dois. – Jensen ligou para o moreno assim que recebeu a mensagem.
- Eu não quero problemas para você.
- Eu sou grandinho, sei cuidar de mim. Agora vou ter que ficar sem você por causa desse medo bobo. – Jensen se arrependeu logo em seguida, pois ele foi um pouco ríspido com o moreno. – Desculpa! Eu odeio quando estragam os meus planos, mas continuo dizendo que não tem nada demais.
- É melhor desse jeito, me entende.
- Tudo bem, mas você vai ter que pagar direitinho essa minha frustração. – Jensen amansou a voz.
- Vai ser um prazer. – Jared respondeu em um tom tímido. – Ai... – A voz de Gerald o assustou.
- O que vai ser um prazer? Vive se assustando por quê? Está fazendo algo errado? – O pai dele sempre foi desconfiado.
- O senhor que vive chegando de surpresa. – Jensen ria, pois o telefone ainda estava ligado. – Depois a gente se fala. Era um amigo que me pediu uma ajuda. – Falou assim que desligou, se sentia mal em mentir para o pai.
- Vamos jantar, aqui tem um restaurante aqui muito bom. – Jared seguiu o pai quase já arrependido, principalmente quando o viu o loiro no final do corredor lhe encarando.
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- Muito bem, agora me conte. O que você está fazendo aqui? – Perguntou o coronel, assim que se sentaram à mesa no restaurante do hospital.
- O vovô não quer ser tratado pelo capitão Somerhalder...
- Que fixação é essa pelo Capitão Ackles. – Interrompeu o coronel. – O remédio do Somerhalder não está o deixando sonolento, esse era o meu medo. E olha que o médico avisou que aconteceria.
- Pai! Não acredito! Mesmo sabendo que o vovô não quer se tornar um zumbi, o senhor aceita esse tratamento, por quê?
- Eu não gosto do Capitão Ackles, e se o teu avô soubesse metade do que sei, ia parar com essa admiração toda. – Jared percebeu que fez bem em não contar nada para o pai, caso contrário o coronel estaria tendo ataques de raiva.
- O vovô não está sonolento com o remédio por que simplesmente joga fora depois que a mamãe se distrai. O Jen... – Jared parou de falar, disfarçou com uma tosse, pois ia usar o primeiro nome do médico. – O capitão Ackles, passou outro remédio. E deixe o vô se tratar com quem quiser, o senhor sabe o quanto ele é difícil.
- Tudo bem. – O coronel não estava conformado, mas Jared tinha razão, capitão Ackles foi o único que conseguiu fazer o pai seguir o tratamento de maneira correta, com todas as orientações e sem reclamar.
- Não. – Gemeu o moreno.
– O que foi? - Perguntou o coronel, quando Jared gemeu ao ler uma mensagem no celular.
- Nada. É o Chad. – Mas na verdade era uma mensagem do Jensen, que dizia: "Te espero no banheiro, quero mais um beijo." Jared mandou de volta outra com um não em letras maiúsculas.
- Hum... Vou ao banheiro. – E o coronel se preparou para levantar da cadeira.
- NÃO! – Gritou Jared, para o espanto do coronel.
- Por que não? – Gerald olhou estranho para o filho e não estava gostando de alguns pensamentos que queriam se formar em sua mente.
- Por que eu estou apertado. – E Jared correu em direção ao banheiro, diante do olhar desconfiado do pai.
Jensen decidiu jantar no próprio hospital e para sua agradável surpresa encontrou o moreno ali com o pai, e resolveu se aproveitar da situação mandando a mensagem.
Ia saindo do banheiro chateado depois de receber a negativa do moreno, quando este entrou todo assustado.
- Jensen... – E a reclamação foi calada em um beijo rápido, pois Jensen correu e trancou a porta para o desespero de Jared. – Abre... – Novo beijo mais longo, molhado, onde a língua atrevida do loiro invadiu a sua boca, e suas mãos apertavam suas nádegas o puxando contra um membro que faltava pular de dentro da calça do uniforme.
- Que bom que mudou de ideia. – Jensen sussurrou em seu ouvido depois de interromper o beijo.
- Meu pai quer vir ao banheiro. – Jared falou entre o desespero de ser pego em flagrante e a vontade de se entregar as carícias.
- Mas para ele não vai rolar beijinho. – Brincou Jensen com o desespero do moreno.
- Abre a porta, tenho de voltar e alguém pode bater. – Jared choramingava, mas sem conseguir sair dos braços do capitão.
- Apenas mais um beijinho. – Jensen dizia mordendo a orelha do moreno, que ofereceu os lábios. – Pronto, agora pode ir. – Disse depois de interromper o beijo longo que os deixou sem fôlego.
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- Por que demorou tanto? – Gerald reclamou e se levantou para ir ao banheiro. Jared procurou o loiro pelo restaurante e respirou aliviado quando o viu junto ao balcão.
Quando o coronel voltou, fizeram o pedido, Jared agradecia o fato do coronel não ter encontrado com o capitão.
O moreno estava com um pedaço de sanduiche na boca quando ouviu uma voz conhecida atrás de si. – Boa noite, coronel. – Com o susto a comida ainda por mastigar passou direto o fazendo engasgar.
Jensen verificou o estado de Jared rapidamente e vendo a gravidade aplicou a manobra de Heimlich, o pedaço do sanduiche acertou em cheio o peito do pai do moreno, sujando o uniforme deste.
Algumas pessoas se aproximaram, mas não preocuparam, pois Jared estava sendo socorrido por um dos melhores médicos do hospital. E assim que o moreno desentalou, esqueceram a situação.
Jensen fez o moreno sentar e se sentou ao lado dele, o coronel se acalmou em ver o filho a salvo, mas ficou sem ação ao ver o capitão acariciando o rosto de Jared com muita intimidade para um simples conhecido.
- Você está bem? – A voz carinhosa e preocupada do capitão também chamou atenção, Jared apenas balançou a cabeça, e aceitava o carinho sem protestar.
O bip de Jensen o chamou e o loiro pegou o celular discando imediatamente para saber o que tinha acontecido, e instintivamente enrolou os dedos nos cabelos de Jared enquanto falava com o posto de enfermagem que tinha o bipado.
-Eu tenho de ir. Você vai ficar legal? – Novos carinhos sob os olhares atentos de Gerald, Jared confirmou e Jensen bateu continência para o coronel que respondeu no automático.
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- Pode me explicar o que aconteceu aqui? – O coronel encarava o filho sem acreditar no que seus olhos viram. Jared encarava seu pai sem saber se mentiria ou não.
- Pai, desde que me assumi, eu prometi que nunca mais ia mentir para o senhor, mas sei que tem algumas restrições contra o Capitão Ackles. Porém acho que não adianta esconder nada: nós estamos ficando. – Jared depois do pequeno discurso, falou a verdade de uma vez.
- Ficando? – Gerald falou devagar e com ares pensativos, como se estivesse ouvindo aquela palavra pela primeira vez. – FICANDO! – Bateu na mesa ao gritar, Jared se encolheu, mas devido os olhares das pessoas o coronel respirou fundo. – O que isso significa? Vocês estão namorando? Estão o que?
- Ficar, é uma relação mais aberta, sem muito compromisso, entende? – o moreno falava retraído, já arrependido de ter confessado sua relação com o Jensen.
- Então aquela história do seu avô era uma mentira?
- Não, é verdade o vovô pediu para eu vir falar com o Jensen...
- Jensen? – O coronel interrompeu, e fechou os olhos, indignado com a maneira que o jovem falou o nome do médico. – Perdi a fome. – E empurrou o prato de salada para frente. – Você consegue ir embora para casa, sozinho, daqui?
- Claro. – Jared também abandonou o seu sanduiche. – Eu já vou.
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- Onde posso encontrar ao capitão Ackles? – O coronel depois que o filho saiu, resolveu procurar o médico.
- No momento ele está operando. – Informou a enfermeira, uma civil que trabalhava no hospital.
- Vai demorar muito?
- Acredito que sim. Pois o procedimento se iniciou há pouco tempo. – O coronel pensou em esperar, mas resolveu ir para casa, e se acalmar, assim poderia agir com mais coerência.
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- Capitão Ackles, o Coronel Padalecki lhe espera em seu consultório. – Jensen de certa forma já esperava por isso, Jared lhe mandou uma mensagem contando tudo que tinha acontecido depois que saiu do restaurante no dia anterior.
Depois de ter lido o SMS, assim que saiu da sala de cirurgia, ligou para o moreno para saber se estava tudo bem. Jared garantiu que o pai não foi violento, mas não estava feliz, por sinal parecia que estava com muita raiva com a situação, e diante dessas palavras e mais o fato de ter recebido a informação que o coronel tinha ido atrás dele, esperava a visita.
O coronel chegou ao hospital pela manhã bem cedo, mas foi informado que o Capitão só estaria de volta ao hospital pela parte da tarde, a partir das 16hs.
Foi um dia longo para o coronel, quanto mais pensava, mais se irritava e se convencia que o lugar do Capitão era longe de seu filho, talvez até quisesse se vingar: fazer Jared sofrer, joga-lo contra a família, etc. Mil pensamentos povoavam a cabeça de Gerald.
- Coronel. – Jensen bateu continência como era de praxe, recebendo outra de volta.
- Capitão, não irei fazer rodeios, deve saber o motivo da minha visita. – O coronel olhava para Jensen com uma raiva controlada. – Quero que se afaste do meu filho.
- Coronel, já que o senhor foi direto ao ponto, também irei: não me afastarei do Jared por que o senhor simplesmente não gosta de mim. – Jensen foi firme, sem ser grosseiro.
- Não gosto de você? Eu te desprezo! Quando meu pai precisou de um neuro recusei seu nome, apesar da fama de ser o melhor. Mas infelizmente, você cruzou o caminho da minha família, ao ponto de estar envolvido com o meu filho, – o coronel respirou fundo, - e isso eu não aceito! – Gritou a última frase.
- Eu não entendo por que esse desprezo todo... – Jensen realmente não compreendia, pois nunca fez nada para aquele homem.
- Você me afrontou diante de todo quartel.
- O senhor fez uma pergunta, apenas respondi.
- Uma pergunta que não era para ser respondida. – O coronel deu um passo para frente e Jensen recuou, não por medo, mas para evitar que esse confronto chegasse a um ponto irreversível.
- Quando não se quer ouvir a resposta, não se deve fazer a pergunta. – Jensen apesar de não querer brigar, não resistiu.
- Atrevido. – O coronel levantou a mão, mas antes que atingisse o alvo o loiro segurou seu pulso.
- Acredito que o senhor esteja valorizando demais uma situação. Um fato bobo que devia ter sido esquecido. – Jensen usou um tom mais conciliatório.
- Esquecido... Por sua causa, ainda sou coronel. – Jensen o olhou surpreso. – Minha missão era impedir que os gays se assumissem e assim envergonhasse a nossa companhia. Mas um tenente de merda, com o Orgulho Gay, gritou pra todo mundo que era uma bicha. Não precisava ter feito isso ali, naquele momento se exibindo... E por causa de sua rebeldia, minha promoção foi adiada, e outro General veio comandar o QG de NY, e eu continuei em segundo. – O coronel respirou fundo. – Dá para esquecer isso?
- Mas coronel, eu não fiz propositalmente. – Jensen nunca imaginou que aquele simples ato, causaria tanto dano na carreira militar daquele que discursava. – Isso me faz admirá-lo, por ter aceitado o Jared, sem o abandonar, assim como tantos pais.
- Se o Jared fosse um deficiente mental ou físico, o amaria, por tanto não vou deixar de fazer isso por que ele é um degenerado sexual. – Jensen arregalou os olhos surpreso. - Deve ser algum tipo de doença, pois ele mesmo já chorou muito na minha frente afirmando que se pudesse deixava de ser gay.
- Acredito que a maioria de nós, homossexuais, deixaria de ser, se pudéssemos. – Jensen afirmou pensativo. – Mas tenho certeza que depois que descobriu, parou de me perseguir.
- Parei mesmo, pois pensei nele, não quero que ele sofra por algo que não tem controle. Eu amo meu filho, e por ama-lo o quero longe dele, é só o que te peço. – O coronel estava cansado, não tinha dormido a noite inteira.
- Coronel, eu compreendo toda sua aflição e entendo a raiva que nutre por mim, mesmo não me sentindo culpado por isso. – Jensen parou de falar e olhou nos olhos de Gerald. – Mas eu não vou abrir mão do que tenho com o Jared, eu gosto dele.
- Gosta dele? Ou quer abusar da juventude, da inexperiência? – O coronel voltou a ficar agitado. – Você é bem mais velho, vai estraçalhar a vida dele.
- Não...
- Se afaste do meu filho, é uma ordem. – Interrompeu o coronel.
- Pensei que estivesse conversando com o pai, e não com o meu superior. – Jensen se colocou em posição de sentido. – Sinto muito senhor, e sem querer desrespeita-lo, mas não aceito ordem em relação a minha vida pessoal.
- Pois eu vou acabar com a sua vida profissional, que não vai restar nem a pessoal para contar história. – A palavras do coronel soaram como um mau presságio no coração de Jensen, tanto que este sentiu calafrios por seu corpo.
Assim que o coronel saiu Jensen se sentou e baixou a cabeça fazendo exercício de respiração e assim se acalmar.
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- Coronel Padalecki. – O caminho de Gerald foi interrompido pelo Tenente Coronel Fuller.
- Coronel Fuller. – Respondeu de volta a continência do outro e continuou a caminhada torcendo que o outro não puxasse assunto, o que não aconteceu.
- Algo com o seu pai? – Fuller não era amigo de Padalecki, mas como eram ambos oficiais frequentavam a mesma roda e clube, sabiam um pouco da vida um do outro.
- Não, meu pai está bem. São outras coisas... – Padalecki não queria expor o problema, afinal era algo pessoal. Seguiam pelo corredor em direção à saída.
- É seu filho? – As palavras de Fuller fizeram o Coronel Padalecki parar e encarar o colega de farda.
- O que sabe sobre isso? – Perguntou sério.
- O jovem às vezes aparece por aqui. – Fuller não sabia de nada, tinha visto Jensen e Jared nos corredores na tarde passada, e sentiu um clima de intimidade, e no seu coração o ciúme bateu forte. Com a ida do coronel Padalecki atrás do capitão, jogou o verde, depois de confirmar que não era nada com o velho pai do coronel.
- O Jared tem aparecido sempre por aqui? – O coronel perguntou de maneira incrédula.
- Venha ao meu gabinete. – O coronel Padalecki seguiu Fuller. – Capitão Ackles, é um excelente profissional, mas é dado a devassidão. Gosta de garotos jovens, tendo o cuidado de serem maiores de idade, pois os que apareceram por aqui atrás dele nunca foram menores.
- E essa situação não vai para sua ficha? – Padalecki estava indignado.
- Eu chamava atenção, mas nada de muito grave, me convencia que não tinha culpa de se apaixonarem por ele. E realmente alguns estavam apenas tentando chegar próximo, e outros queriam reatar, e como nada era contra lei e nunca atrapalhou o seu trabalho... – Fuller terminou com um encolher de ombros.
- E o Jared?
- O Jared parece que tem a atenção do capitão, mas isso está servido de apostas na boca pequena. – Fuller se debruçou sobre a sua mesa antes de comentar baixinho. – Alguns riem do senhor, pois perseguiu tanto o capitão, e agora ele será o seu genro.
- Nunca! – O coronel Padalecki se levantou. – Hoje mesmo acabo com essa história.
- Pode contar comigo coronel. – Fuller ria por dentro, não gostava de ninguém muito próximo a Jensen, e a indignação do coronel Padalecki, falava mais do que mil palavras.
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- Você podia ter marcado em um lugar com menos luz. – Jensen falou ao sentar do lado de Jared em uma praça. Era sete da noite, mas no mês de julho o sol demora a se por em NY.
- Acho que aqui está ótimo. – Jared se afastou do loiro, quando este tentou tocá-lo.
- Ótimo para que? – Jensen estranhou a atitude do moreno, na verdade desde que Jared telefonou marcando esse encontro, o tom da voz do mesmo denotava problema pela frente, mas o loiro veio preparado para mudar esse jogo.
- Pra uma despedida. – Jared tentou ser frio, mas não conseguia encarar o loiro.
- Despedida por quê? – Jensen estava analisando a situação.
- Por que é o melhor para nós dois, essa nossa... Sei lá o que temos, não tem futuro, você é muito mais velho, eu tenho muitas coisas para curtir. Não quero problema com o meu pai por causa de algo assim sem importância. – A última palavra quase sumiu no sussurro que se formou.
- Então você me deixar por causa do seu pai. O que ele falou para você? – Jensen estava sério, mas segurou o rosto de Jared com a ponta dos dedos erguendo o queixo do moreno o fazendo lhe encarar, mas os olhos fugiram, buscando outras paisagens que não fosse o verde inquiridor dos olhos do loiro.
- Não é apenas por causa dele. É por mim também, ele contou dos rapazes que vão atrás de você no quartel. Todos novinhos e que cansa logo deles. – Jared nesse momento demonstrava a sua idade e experiência, era apenas um garoto.
- Isso é mentira, não tenho garotinhos correndo atrás de mim no quartel. E nem tenho essa preferência, mas não vou dizer que você é o primeiro fedelho – Jared lhe olhou magoado – com quem me relacionei, geralmente saio com homens que sabem onde estão se metendo. E você sabia tanto que nunca me cobrou nada.
- É verdade, nunca te cobrei por que não tivemos nada, apenas sexo. E apesar de ter sido muito bom, é sexo, e por isso não vale tantos conflitos. – Jensen se ajoelhou de frente para Jared de forma que o moreno ficasse de frente para ele.
- Não temos apenas sexo. – Jensen teve de segurar com as duas mãos o rosto do moreno para tentar olhar nos olhos, que no momento estavam sem o brilho habitual.
- O que temos então? – Jared queria fugir, e de preferência com o loiro, mas não podia dizer isso para ele, precisava ser forte e seguir com a missão que lhe foi destinada.
- Não sei, mas é algo que vale a pena lutar e enfrentar os conflitos que possam surgir. – Jensen estava quase implorando para Jared lhe olhar.
- Não, tenho outras coisas para realizar, outras bocas para beijar, o sexo com você foi bom, mas pode ter outros melhores. Sou muito novo, tenho que viver mais, sei que não temos nenhum compromisso, mas já perdi muito tempo. – Jensen se levantou ao ouvir essas palavras, percebeu que Jared estava ali para afastá-lo de si, e naquele momento não poderia fazer nada. Como um bom estrategista, que sempre foi, resolveu recuar.
- Se você acha melhor assim. – Ao ouvir essas palavras de Jensen, Jared pela primeira vez o encarou rapidamente antes de desviar o olhar, mas o loiro percebeu uma confusão de dor e decepção, como se esperasse mais insistência por parte do capitão. – Adeus.
- Adeus. – Jared falou firme, porém tão baixo que teve certeza que Jensen não ouviu, pois o capitão já se afastava sem olhar para trás.
"Não pense que vou desistir de você, meu gatinho." Esse era o pensamento do loiro enquanto se forçava a caminhar para longe daquele que ainda não estava preparado para abrir mão, e que talvez nunca estivesse.
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Jared se levantou do banco e começou a andar pelo parque, de cabeça baixa e assim evitar que todos vissem as suas lágrimas que não conseguia controlar.
- Vamos para casa filho. – O coronel o segurou pelo braço.
- Será que posso ficar sozinho, já fiz tudo que o senhor mandou, agora me deixa em paz. – Gritou o moreno que se livrou do pai e saiu correndo. O coronel pensou em ir atrás do filho, mas não teria fôlego para correr, e era melhor deixar o jovem um pouco só e assim este esfriar a cabeça.
Jared correu até cansar, parecia que estava fugindo, na verdade estava fugindo da dor, do desespero que estava sentindo, mesmo sabendo que isso não adiantaria. Quando o corpo dele pediu descanso se jogou na grama e reviveu as últimas horas passadas de sua vida.
Flash Back on
- Pai. – Jared não estranhou o coronel no final da tarde em seu quarto na irmandade, estava esperando pela visita, Jensen tinha lhe contado sobre a visita do coronel.
- Acabei de chegar do hospital...
- Eu sei. Jensen me ligou.
- Ótimo, então não vou fazer rodeios. – A voz do coronel fez Jared recuar. – Você tem de se afastar daquele homem.
- Pai, eu sinto muito, mas o senhor não pode se intrometer na minha vida nesse sentido, não vou me afastar do Jensen apenas por que não gosta dele. –Jared foi firme em sua colocação.
- Tudo bem, que você é maior de idade, dono do seu próprio nariz, mas ainda sou o teu pai, e como tal tenho obrigações morais que para mim serão eternas. – Gerald passou as mãos pelo rosto e em seguida encarou o filho. – Você está certo, eu não gosto do capitão Ackles, mas não é por isso que não aceito a relação entre vocês. Ele é um homem mais velho, e que tem certas predileções para garotos novos, iguais a você, que depois de usados e abusados, são jogados fora. Não quero que sofra e seja humilhado desse jeito.
- Pai. – Jared olhou de maneira carinhosa para o coronel, achando que essa era a real preocupação, na verdade ele queria acreditar nisso. – Obrigado por se preocupar comigo, mas minha relação com o Jensen, apesar do pouco tempo, já ultrapassou o estágio do 'será que ele vai me ligar?' Claro que podemos terminar, afinal, relacionamentos acabam, mas posso afirmar para o senhor, que temos algo especial...
- Especial? – O grito do coronel interrompeu o discurso apaixonado do moreno. – Como você mesmo disse: relacionamentos acabam, e o seu com esse homem tem de acabar, seja ele "especial" ou não.
- Eu não vou terminar com o Jensen. – Jared foi firme, mostrando que não aceitava intromissão de ninguém no assunto.
- Eu vou te afastar desse homem por bem ou por mal. Você escolhe. – O tom de voz do coronel era ameaçador.
- Como assim? – Jared olhou com receio para o pai.
- Se você não der um pé na bunda naquele capitãozinho, vou ter que cobrar alguns favores, e mandar o teu queridinho para um campo de batalha bem longe daqui. Mas perto de você, ele não fica. – O coronel conhecia muito bem o filho e sabia que uma ameaça dessa podia surtir o efeito que queria.
- O senhor não faria isso! – Jared olhou de maneira incrédula para o pai.
- Para proteger a minha família, eu passo por cima de qualquer coisa, para destruir o inimigo. – O coronel olhava fixo para o filho para não deixar nenhum tipo de dúvida.
- O Jensen não é seu inimigo. – Jared estava se desesperando.
- Para mim ele é, o como tal precisa ser eliminado. Claro que isso pode acontecer de uma maneira sem tantos dramas, traumas ou perigos. – Gerald sabia que a decisão do filho estava tomada e era favorável para ele. – A relação de vocês está no começo, sem grandes amores estabelecidos. Ele já disse que te ama?
- Não. – A voz de Jared era apenas um sussurro.
- E você já disse que o ama?
- Não, mas eu...
- Você não ama nada, não sabe nada sobre o amor, está iludido por um homem mais velho, experiente, o melhor na área que quer seguir. E ele é muito bonito, isso não nego, por que não sou cego, ele tem tudo para você pensar que está apaixonado. – O coronel falava de maneira fria, nem parecia que estava lidando com o seu filho, e sim dando ordem para um soldado.
- Mas... – Jared tentava falar, porém o pai não deixava.
- Termine com ele, volte para casa e assim entre mortos e feridos, todos serão salvos. Tem até amanhã para dar uma resposta, caso contrário, sexta-feira estarei indo para Washington, e vocês se afastarão, mas cedo do que imagina. E namoro só pela internet, entre uma bomba e outra.
O coronel saiu do quarto de Jared, respirou fundo assim que fechou a porta, sabia que estava sendo cruel, mas era melhor assim. "Com certeza Jared ainda não foi para cama com o Ackles, e deve ser por isso que aquele capitãozinho quer me enfrentar. Pode desistir." Um sorriso se formou nos lábios do coronel diante desse pensamento.
Jared ligou no outro dia para o pai, ainda tentou fazer que este mudasse de ideia, mas ele estava irredutível, e então ligou para o Jensen marcando o fatídico encontro.
Flash back off
Jared foi a pé para casa, chegou quase meia-noite. E como uma criança chorou no colo da mãe. – Eu vou conversar com o seu pai, vai dar tudo certo. – Sharon o consolava, mas sabia que Gerald estava irredutível, teria que dar um tempo, pois o seu marido não podia nem ouvir o nome do capitão relacionando ele com Jared.
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- Jensen talvez tenha sido melhor assim. – Misha tentava acalmar o amigo que bufava de raiva.
- Melhor para quem? – Gritou o loiro. – Desculpa... Não me conformo, se eu desconfiasse que a minha declaração fosse prejudicá-lo, teria ficado calado, mesmo irritado diante daquele discurso babaca. Mas ele que não pense que irei desistir.
- O que você vai fazer? Invadir a casa do coronel e arrancar o Jared de lá? – Jensen tinha acabado de voltar da NYU, foi tentar encontrar o moreno na saída das aulas, depois de descobrir que o mesmo não estava mais morando na Irmandade.
- Se for preciso faço isso mesmo. O velho desgraçado está vigiando e controlando o filho, e para isso acontecer alguma ameaça ele fez para o Jared. Eu até desconfio o que seja. O Chad disse que não sabe de nada, mas eu vou descobrir e pegar o meu gatinho de volta.
- Jensen, não vai fazer do Jared um cabo de força, antes de qualquer coisa avalia o teu sentimento pelo garoto. Analisa se não é apenas para irritar o coronel.
- Eu não fiquei com o Jared por causa do pai dele.
- Eu sei, mas agora pode ser isso. Jensen você nunca se ligou em ninguém, porém sempre gostou de uma boa briga. E o coronel está te oferecendo uma na bandeja, e de repente se ele deixasse quieto... – Misha entortou a cabeça e levantou as sobrancelhas, tipo pensa nisso. – Vou à UTI, tenho uns pacientes para avaliar.
Apesar de achar alguma lógica nas palavras de Misha, Jensen não conseguia acreditar que aquela necessidade de ter o Jared perto de si, ao ponto de dormir agarrado com o travesseiro que ainda guardava o cheiro do moreno e ao acordar quase chorar de frustração por não tê-lo ali do lado, pudesse ser apenas uma birra.
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- Hoje é sexta-feira, e a onde vai ser a farra? – Misha tentava alegrar o amigo.
- Eu vou dormir, troquei de serviço com o Ian, ele pediu para viajar com a noiva dele, e como eu estou sozinho, sem nada para fazer... Ainda não sei como chegar perto do Jared, trabalhando me distraio. – Jensen brincava com a caneta e nem percebia o olhar preocupado do amigo.
- Era melhor você sair e tentar esquecer essa situação. – Jensen deu um sorriso triste e balançou a cabeça.
- No momento não dá. Vou dormir na tua casa.
- Tudo bem.
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- Bom dia, capitão Ackles, o senhor me parece meio abatido. – Foi o comentário de Fuller na segunda pela manhã, acompanhado de um olhar cínico e libidinoso causando certo asco no loiro.
- Impressão sua, coronel, apenas cansaço, foi um final de semana cheio. – Jensen respondeu tentando não se estressar, pois ele sentia que estava ao ponto de explodir por qualquer coisa. A falta de Jared estava mexendo com ele em todos os sentidos, apenas o seu trabalho ainda não tinha sido afetado.
- Capitão, o Major Padalecki quer uma consulta ainda essa semana com o senhor. – A Cabo Cohen, sua secretária informou assim que chegou ao consultório. – Mas estamos todos lotados, porém ele insiste, dizendo que o senhor encontraria uma brecha para atendê-lo.
- Tudo bem marca para quarta às 17hs. – Jensen tentou não se iludir achando que Jared poderia vir acompanhando o avô.
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- Desculpa a demora, Major. – Jensen bateu continência ao cumprimentar o velho oficial. – Quem veio lhe acompanhando?
- Eu, - e o coronel entrou na sala de recepção dos consultórios. Ackles bateu continência como deveria ser e mandou os dois entrarem em sua sala.
- Acredito major que o senhor veio por causa...
- É por isso mesmo. – O Major foi rápido interrompendo o capitão, pareceu que não queria que o filho soubesse. – Em duas semanas Josh vai estar na cidade e já falei com ele.
- O que o senhor falou com Josh? – O coronel perguntou curioso, estava estranhando aquela conversa.
- Nada, você não vai se meter na minha vida como está fazendo com Jared. – Ao ouvir o nome do moreno o capitão e o coronel se encararam. – Acredita que o Jared voltou para casa a mando do pai, isso por que este não aprova o namorado do garoto.
- Pai...
- O capitão Ackles é médico, e para médico não se esconde nada. – Jensen mordeu os lábios para não rir da cara que o coronel fez ao se repreendido. – Eu não gosto do Jared ser gay, o senhor sabe disso, mas ele é! Fazer o que? Deixa o menino namorar em paz, não concorda, capitão?
- Concordo, o Jared já sabe muito bem o que quer. – Jensen falou sem desviar o olhar do coronel.
- O problema capitão é que esse namorado não presta e pode fazê-lo sofrer.
- Fazer sofrer! Como se pudéssemos impedir o sofrimento de nossos filhos. O Jared anda triste, amuado pelos cantos, até pensei em lhe encher a paciência, mas desistir, Sharon já tentou conversar com esse cabeça dura e nada. Ainda não entendi por que o Jared está aceitando essa situação. – O Major ficou pensativo, nesse momento.
- Pai, eu sei que não devemos esconder nada de um médico, mas isso é a nossa vida pessoal. – O coronel queria mandar o pai calar a boca, mas como fazer isso? O senso de respeito que ele tinha pelo pai era maior do que qualquer rixa com o capitão.
- Às vezes o nosso pessoal que está causando toda a doença, não é certo capitão?
- O senhor tem razão major. – Em outra ocasião estaria se divertindo com a situação. – O próprio Gerald está com dor de cabeça direto, acredito que seja pressão. Daria para o senhor examiná-lo?
- Claro. – E Jensen se levantou. - Sente ali coronel, irei medir sua pressão.
- Gerald deu até um carro para Jared de presente de aniversário, tudo isso para compensar o amor perdido, como se um Dodge Charger 2008, pudesse substituir o calor humano. – O velho riu como se tivesse contando uma piada.
- Sua pressão está bem alta coronel. Vou lhe aplicar uma injeção. – O capitão pegou uma em seu armário para essas emergências. – Essa é um pouco dolorida, mas para homens de verdade, acredito que será sem drama.
- Tá doendo demais. – O coronel reclamou e Jensen sabia que era verdade.
- Deixa de ser frouxo. – O major ria do filho. – Gerald sempre teve medo de injeção. – Capitão, no domingo teremos um almoço em comemoração ao aniversário do Jared, o senhor está convidado.
- Pai! O aniversário é do Jared, ficar convidando os outros assim...
- O Jared disse que eu podia convidar quem eu quisesse. – O velho revirou os olhos. – O senhor vai capitão?
- Será um prazer. – Jensen sorriu desafiador para o coronel.
- Você... Ai! – gritou Gerald, pois Jensen acelerou um pouco e liberou o liquido mais rápido causando propositalmente a dor, na verdade ele poderia até matar o coronel ali com aquele medicamento. – Não seria o certo uma enfermeira?
- Não tinha a necessidade de ocupar ninguém, com algo que posso fazer. – Jensen respondia com calma e respeito, mas o brilho no olhar desafiava o coronel.
- O senhor não se atreva a aparecer na minha casa. – Disse o Coronel voltando ao consultório, depois de ter deixado o pai no carro.
- Por que não? Fui convidado. – Jensen falou de maneira displicente e mandou o próximo paciente entrar evitando assim um confronto.
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O resto da semana se arrastou para Jensen, sua maior dúvida era se iria ou não ao aniversário do moreno. Essa incerteza durou até o último segundo quando se decidiu depois de meia hora que estava estacionado na esquina da casa de Jared, onde estava ocorrendo a festa.
Jared estava inquieto olhava para a porta da entrada do quintal, esperando a qualquer momento ver o loiro, ele se tornou pura agonia depois que soube do convite que o avô fez a Jensen.
O coronel olhava para porta de entrada suspendendo a respiração cada vez que está se abria, duvidava que o capitão aparecesse, mas ele sabia o quanto o loiro podia ser atrevido.
Se um olhar matasse Jensen, estaria morto com a quantidade de ondas de ódio que estava recebendo do Coronel Padalecki, mas ele nem percebeu, pois tudo em sua volta desapareceu ao encontrar os olhos de Jared cravados nos dele.
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Resposta aos reviews não logados:
Anonimo: viu que o moreno quase morre! Kkkkkk
Esse Jensen foi terrível!
E agora como será essa festa, tem gente que adora um barraco!
Até que ponto o coroneel vai se controlar! Kkkk Mil beijos.
Blue Mystery
Não esta demorando muito as atualizações! Srsrrs Não sei até quando!
O Coronel vai ser o pé no saco! Deu para perceber?
Mas será que depois desse aniversário o Jared se manterá longe?
E pior do que p Papa Pada temos alguém bem pior... Mil beijos!
Eve
O Jared é um menino romântico mesmo se entregou para o Jensen, por que o Jensen é o Jensen... srsrsrs
O Momoa ainda vai aparecer! Kkk Mas será que o Jensen aceitaria isso? Veremos mais tarde!kkkkk
Deu para perceber que os problemas não será falta de amor entre eles... Estou igual a Pérola! Kkkkkk Mas ... kkkk
Se você já está com raiva do pai do Jared antes, agora deve está querendo a cabeça dele em uma bandeja... Nem quero imaginar o depois...
O Vovô Pada arranja a situação e nem percebe... O que será que pode acontecer quando ele descobrir quem é o namorado do neto!
Arrasando não mais do que você! Por sinal... srsrrs
Mil biejos!
Luluzinha
O Chad não está contra o Jensen, mas o capitão sumiu ele tinha de ajudar o amigo a não sofrer por esse incerteza, tadinho.
Apesar de nenhum dizer nada, mas o amor entre eles já existe, para mim almas gêmeas se reconhecem! Srsrrsr
Porém problemas virão... kkkkk
Papai Pada vai aprontar...
Mil biejos!
Lalky
O Jared resolveu falar a verdade... Se ferrou!
Agora se ele vai ter coragem de enfrentar o pai, mesmo com as ameaças sofridas?
Vamos ver o poder de convencimento do loiro! Mil Biejos!
Altieri O Gatinho teve um grande problema com o pai. Parece que o loiro está fisgado, tanto que está enfrentando o Coronel como não devia fazer... Será que esse aniversário vai rolar um barraco? Kkkk
Mil beijos
Justine
Nem demorei apara atualizar eu acho... Correr, mas é assim as vezes não tenho uma fic para ler, pois todas resolver se atrasar e de repente enche... kkkk
Éum encontro de almas gêmeas, e quando isso acontece o problema nunca será entre eles, mas os outros que atravessarão pelo caminho... E Teremos algumas pedreiras os atrapalhando na missão de serem felizes!
Percebeu que o Papa Padalecki será um...
Amo quando os dois estão apaixonados, é difícil escrever sem eles se amarem.
Mil beijos!
Sol Padalecke
Desculpa amada, mas não tem concorrência para o Jensen! Nunca! Kkkk
Tentei escrever tanto o Jensen como Jared como pessoas sem encucação se querem dá dão, se querem pegar pega, e acabou nada de cobranças, gostam de estar juntos e pronto, mas nem tudo é um mar de rosas, tem uns espinhos no caminho delesl! Kkkk
O Jensen não sabia mesmo realmente o que ele queria, na verdade acho que apenas ela sabe que o Jared não é qualquer um, por isso vai brigar com o coronel,espero que ele não se quebre nessa!
A pergunta do Jared, foi tão perfeita que eu nem sei qual foi! Kkkkkkk Deu para perceber? Kkkk
Tadinho do Momoa! Kkk Também não gosto dele, mas acho que ele vai aparecer outra vez, ou não! Srsrrsr
O Vovõ é uma incógnita ajudou o neto sem querer, mas até que ponto vai aceitar o capitão quando descobrir que esse é gay? Ele pode se sentir traído, usado, ou não, depende do grau de sabedoria do velho!
O Papa Padalecki vai aprontar, na verdade ele será um salto... Para o mal! Srsrrsr
O Jensen adora pegar o Jared no banheiro, e por causa disso quase mata o moreno! Kkkkk
Imagina se fosse o Pada pai indo no banheiro em vez do filho, eu iria rir muito da cara do Jensen! Kkkk Mas o temor pelo pai falou mais alto!
Acho que o final foi uma coisa bem calma e nada de colapso nervoso! Srsrrsrs
Mil beijos!
Comentários da Beta:
(Para de frouxo! Toma coragem logo e pega esse loiro de jeito!)
(Ele quer um dicionário? Se fosse namoro o Jay teria dito... além de chato, burro... kkk)
(Destruir a vida do próprio filho se tornou obrigação moral? Te detesto PadaPai!)
(Isso ai, meu gatinho! ((Se o Jens pode, porque eu não?)))
(E isso virou proteger!)
(Adoro o jeito que ele está na cabeça do Jared para saber!)
(kkk ele não podia estar mais enganado, podia?)
(Isso ae loiro. Nosso moreno vale a pena!)
(Isso aee! Da-lhe vovô!)
(Que lindooos! Fala pro PadaPai chato parar de encher o saco e deixa eles se pegarem que é o que a gente gosta!)
