Capitulo 6
Jared estava ouvindo música, sentado em uma das poltronas verdes que estavam na varanda da casa de Jensen, era do tipo larga e que podia esticar as pernas, sorriu ao perceber o loiro lhe observando.
- Chegou cedo. – Comentou o moreno, Jensen se aproximou e tomou os lábios do rapaz em um beijo calmo e cheio de saudade.
- Fui liberado, para resolver alguns probleminhas. - Jensen não falou que o problema para ser resolvido seria o Jared, problemas para os outros, pois para ele, o moreno era solução de qualquer coisa em sua vida, e isso apenas confirmou mais ainda quando seus lábios se reencontraram em mais um beijo.
- A mamãe está na cozinha, espero que não se importe. – Jared falou com a respiração um pouco alterada.
- Já falei com ela, quando cheguei fui direto para a cozinha deixar as compras, por sinal, diminua o volume desse fone, além de fazer mal, não escuta quem chega ou deixa de chegar. – Jared revirou os olhos, esse era um comentário típico de gente mais adulta. – E não revira os olhos para mim. – Jensen mordeu o lóbulo de sua orelha.
- Tudo bem, além do mais, se eu ficar surdo, como poderei ouvir teus gemidos? – Jared provocava e depois sorria tímido, fazendo o coração de Ackles acelerar.
- Gosta de me ouvir gemer? – O loiro sussurrou baixinho em seu ouvido. – Assim? – E Jensen fez um "ai" bem baixinho.
- Prefiro quando... – A resposta do moreno foi interrompida por uma tossida discreta de sua mãe.
- Jensen, que compras foram aquelas? Sorvete, bombons, biscoitos, massas... O Jared vai ficar mal acostumado e uma bola!
- É que ele estava tristonho. – Jensen acariciou o rosto amado com carinho.
- De qualquer maneira deixei uma comida gostosa e saudável para vocês. – Sharon se aproximou para se despedir do filho. – Jensen o que foi isso? – A mulher reparou no curativo logo abaixo da mandíbula do capitão. – Não diz que foi o Gerald? – Ela desconfiou, pois Ackles ficou visivelmente sem jeito.
- O papai te agrediu? – Jared estava assustado. – Jensen... – O loiro o abraçou, pois o moreno levantou transtornado.
- Calma, já foi tudo resolvido, e esse ferimento foi sem querer. - Jensen sorriu, pois pelo pai do moreno o teria decapitado.
- Sem querer? – Jensen explicou da maneira mais amena para os dois. Tentando fazer com que Jared não se preocupasse tanto, o que foi meio impossível.
- Perceberam que não foi nada grave? – A mãe de Jared riu sem muito humor, mas ficou calada, pelo filho.
- Eu já estou indo para casa, nem vou dizer para se comportarem, pois percebo que isso não vai acontecer. – A mulher se despediu sorrindo, pelo rubor da face dos dois. – Agora vamos conversar baixinho Coronel Gerald Padalecki. – Disse para si mesma assim que o carro partiu.
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- Onde você estava? – Gerald inquiriu Sharon assim que esta entrou em casa.
- Estava com o nosso filho. – Respondeu a mulher o encarando bem séria.
- Teu filho, pois o meu único filho é muito homem. – Gerald se serviu de um copo de uísque puro.
- Acho que você tem que rever seu conceito de homem, o nosso filho...
- Teu filho! – Interrompeu de maneira grosseira a mulher. – Ele me renegou quando saiu de casa para ser vadia...
- Não fala assim. – Gritou Sharon.
- É vadia sim! Nem é considerado namorado por aquele canalha, virou as costas para a família, devolveu até a chave do carro...
- Primeiro lugar. – Sharon interrompeu o discurso do marido, ela tremia de raiva. – você o renegou, e ele devolveu a chave do carro antes que você a pedisse, afinal ele deve se lembrar muito bem, do dia em que recebeu a noticia da bolsa integral de medicina na NYU, poderia ter sido o dia mais feliz da vida dele, porém quando escolheu o presente, que o ajudaria ir e voltar para a universidade, o que o pai dele vez?
- O que você queria? Ele tinha acabado de me dizer que era gay...
- Não! Ele tinha acabado de dizer que tinha sido aceito em uma das melhores universidades do mundo, com uma bolsa integral... E você disse que não daria o carro, para ele andar com os namorados que arranjaria por lá, que fizesse isso com o carro comprado do próprio dinheiro. Eu lembro que o seu sorriso diminuiu e que decidiu se mudar para irmandade, com a desculpa de ficar mais perto da NYU.
- O Jared sempre foi uma decepção... – Gerald falou como se a esposa não tivesse dito nada. – Não frequentou a escola militar, antes de fazer 15 anos tive de ser chamado em uma delegacia por que estava pichando um muro...
- O muro de alguém que tinha agredido um rapaz por ser gay...
- Nesse momento eu devia ter desconfiado... Se eu soubesse de todas essas vergonhas que passaria por causa dele. – Gerald tomou outro gole grande do uísque, como se criando coragem para dizer algo. – Não teria pulado no lago para salvá-lo quando... – O coronel não terminou a frase, que foi interrompida por uma bofetada diferida pelo pai que estava apoiado na mesa por ter largado a bengala.
- Nunca mais diga isso. – Falou entre os dentes o major.
- Para o senhor é fácil, não teve um filho gay! Dói muito, é vergonhoso, meus colegas e subordinados riram de mim quando descobriram, aposto, que até esse capitãozinho riu...
- Eu nunca tive um filho gay, talvez tivesse tido, afinal seu irmão morreu com a idade que seu filho tinha, 5 anos, quando quase se afogou naquele lago, por tanto realmente eu não sei o que dói mais, se ter um filho homossexual vivo, o um filho macho morto e nunca mais poder abraça-lo, beijá-lo, sentir o cheiro dos seus cabelos, ouvir sua voz... – Nesse momento o idoso se engasgou com as lágrimas, pois a perda do filho nunca foi superada realmente. – Vou dormir. Ajuda-me Sharon.
- Claro. – A mulher nem encarava o marido de tanta raiva que sentia. – Não te quero na minha cama...
- Esse homem está destruído a nossa família. – O coronel falou sem muita convicção.
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O coronel acordou assustado, suando frio, respiração acelerada, e lágrimas escorriam de seu rosto, e aos poucos foi se lembrando.
Sonhou que estava em uma igreja, tipo uma catedral, com enorme pilastra, mas o que chamava atenção era um caixão fechado no altar, e quando ele chegou perto viu o capitão Ackles em posição de sentido próximo a urna, ele lembra que pensou: "O que esse homem está fazendo aqui?", ao redor reconheceu toda sua família que chorava, mas todos lhe ignoraram, era como se não estivesse ali, "será que esse é o meu enterro." Esse pensamento lhe ocorreu, mas quando fixou o olhar na foto, sentiu o coração falhar.
Jared sorria na foto, seus cabelos cobriam um pouco seus olhos, e de repente aquela imagem começou a sangrar, seu pai se aproximou e onde havia a boca parecia um buraco negro sem fundo falou: - Agora você não tem mais um filho gay...
Foi nesse momento que o coronel acordou.
Gerald percebeu que chovia, se sentiu sozinho, as sensações do sonho ainda persistia em seu intimo, não queria ficar ali no quarto do filho onde foi dormir, e se assustou com a mesma foto de seu sonho, Jared lhe sorria. O coronel se levantou e pensou procurar a esposa, mas preferiu descer e buscar o pai, como uma criança com medo.
- O que foi está com medo do trovão? - Perguntou o major assim que o filho deitou ao seu lado na cama.
- Não. – O coronel contou o sonho para o pai. – Ainda sinto a dor de saber que ele estava ali naquele caixão, estou tão perdido, não sei o que fazer, não quero apoiá-lo nessa relação sem futuro.
- O capitão é tão ruim assim? – O major passava as mãos na cabeça do filho.
- Ele vai magoar muito o Jared, ele troca de parceiros como troca de roupa. – O coronel repassava as informações ditas por Fuller.
- O capitão pode até magoar o Jared, mas talvez não doa tanto, já que ele foi bem magoado por você.
- Eu sei. – Gerald respirou fundo. – Eu não sei o que fazer, o senhor sabe que nunca aceitei a sexualidade do Jared, mas estava tentando, porém esse envolvimento com aquele homem... Pai me ajude, eu não sei o que fazer...
- Gerald você lembra quando criança qual era o brinquedo dos seus sonhos? – O major perguntou com se mudasse de assunto.
- Uma bicicleta... Que o senhor disse que nunca me daria. – Gerald sorriu com a lembrança. O major tomou essa resolução, por que o filho dele mais velho havia sido atropelado em cima da calçada enquanto brincava com o seu velocípede, a mãe viu tudo e precisou por muito tempo, tratamento psicológico.
- O que você fez?
- Quando completei 12 anos e não ganhei a minha bicicleta, eu comecei a fazer pequenos serviços para os vizinhos: Corta gramas, carregar as compras, colocar o lixo para fora... – Gerald riu com as lembranças. - Conseguir comprar uma bicicleta toda velha, e depois juntei mais dinheiro para comprar os pneus, escondia tudo na garagem do vizinho...
- E descobrir no dia que você ia dá a sua primeira volta. – O velho major suspirou. – Meu coração parou ao te ver ali no meio da rua se preparando para montar naquela coisa que você chamou de Veloz, era veloz mesmo, pois os freios nem funcionavam.
- Fiquei com tanta raiva quando o senhor me retirou de cima da bicicleta, e a jogou no chão, a coitadinha era tão velha que se desmontou. Gritei dizendo que não tinha aquele direito, pois a tinha comprado com o meu dinheiro, e fugi. – Gerald sentiu o carinho do pai em sua cabeça.
- Voltou apenas a noite. Quando fui deixar o lixo lá fora, vi que a bicicleta quebrada não estava lá, e nesse momento percebi que não podia te proteger dos perigos da vida, e sim te ensinar, segurar a sua mão, conquistar a tua confiança e assim poder estar presente em todos os momentos de sua vida, ajudando e consolando quando necessário.
- No outro dia o senhor me deu uma bicicleta novinha, mas eu queria a minha. – O velho Padalecki riu. – E juntos a reconstruímos e sempre saíamos para passear nos parques... São as melhores lembranças da minha adolescência.
- Você está entendendo? – Perguntou o major. – Se você acha que o capitão é tão perigoso para o seu filho, que vai magoá-lo, por que deixa-lo a própria sorte?
- Eu odeio esse homem. – Gerald respirou fundo.
- A situação aqui não é essa, e sim a felicidade do seu filho...
- Mas essa vai durar pouca... Esse homem...
- Gerald, a felicidade não é eterna, e o problema não é esse. – O major mudou o tom. – Você está preocupado com o seu filho ou é uma questão de vingança contra o capitão, seja sincero. – O coronel se calou e seu pai entendeu que o filho precisava pensar, porém confiava que essa guerra entre ele e o Jared estava com os dias contados.
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- Jensen, eu tenho de voltar para meu quarto na irmandade. – O loiro queria que o moreno ficasse na casa dele. – Aqui é muito longe da universidade.
- Já está tudo pensado: Pela manhã você me deixa no hospital, e no final do expediente vai me buscar e voltamos juntos, nos dias de plantão você pode dormir na irmandade. - Jensen fazia bico e abraçava Jared pela cintura.
- Jensen, eu estou adorando dormir com você, acorda nos teus braços, mas nosso relacionamento está no começo, vamos com calma. – Jared tentava ser forte para não ceder às carícias e as vontades do loiro.
- Meu gatinho, eu sou o mais velho e o mais experiente, se eu acho que o certo é esse nosso arranjo, não tem por que ter medo, ouça a voz da experiência. – E Jensen calou os protestos do moreno com um beijo longo e molhado.
- É verdade quem devia ter mais juízo aqui seria você. – Jared replicou meio sem fôlego e gemendo com a mordida do pescoço recebida. – Mas ainda está muito cedo para morarmos juntos.
- Não estou te chamando para morar junto comigo, e sim para ficar mais tempo aqui do que lá, ou ficar sempre que eu estiver por aqui... – E as mãos de Jensen invadiram a camiseta do moreno que sentiu a pele se arrepiar com o toque leve dos dedos do loiro em seus mamilos.
- Você me quer disponível, para ser usado e abusado. – Jared tentou dá um tom indignado, coisa impossível com Jensen lhe mordendo a orelha.
- Fica pelo menos essa semana comigo. – Jared concordou, pois era impossível dizer não com as mãos de Jensen apertando suas nádegas e esfregando a sua ereção na sua.
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Já fazia duas semanas que Jared estava na casa de Jensen, mesmo no final de semana que o loiro ficou de serviço.
Na segunda a noite quando o capitão chegou depois de três dias fora, encontrou a casa bem desarrumada, louça suja na cozinha e até o quarto estava um caos.
- Eu acordei tarde e não deu para arrumar nada. – Jared explicou meio sem jeito, pelo desagrado no rosto de Jensen. – Ontem os rapazes vieram para cá, achei que você não se importasse.
- Eu realmente não me importo, desde que eles organizem tudo. – Chris, Steve e Jason tinha carta branca na casa do capitão, mas sabiam das regras, parece que fizeram de propósito, Jensen respirou fundo, estava cansado o fim de semana foi trabalhoso.
- Eu vou arrumar um pouco...
- Não. – A voz forte de Jensen o fez parar. – Pede uma pizza e vamos comer aqui no quarto, nem quero chegar perto da cozinha.
- Mas eu lavo...
- Jared, não. – O loiro interrompeu novamente. – Deixa isso para lá, já estou irritado o suficiente, amanhã a dá um jeito na bagunça que vocês fizeram, ela vai até estranhar, afinal acho que essa casa nunca esteve tão bagunçada. Pede a pizza e ver se tem alguma louça limpa e traz aqui para cima. – E Jensen foi para o banheiro.
Jared ficou triste, pois o loiro não convidou para tomar banho com ele, o moreno desceu e foi fazer o que Jensen pediu, subiu de volta ao quarto somente quando a pizza chegou, olhava meio sem jeito para o capitão, mas o mesmo dormia sentado na poltrona junto a uma pequena mesa que existia no quarto.
O moreno deixou a pizza na mesa e foi arrumar a cama antes de acordar o capitão.
- Jensen. Come um pouco, já arrumei a cama. – O loiro lhe olhou com os olhos semi- fechados e ignorando o alimento foi direto para a cama, onde se jogou adormecendo imediatamente.
Jared comeu a pizza, sozinho, pois estava com fome e depois desceu com a intenção de lavar pelo menos as louças sujas.
- O que você está fazendo? – A voz rouca e sonolenta de Jensen o assustou quando olhava desolado para a pilha de louça suja na pia.
- Eu ia lavar... – Parou de lavar quando o loiro vez um gesto com a mão dizendo não e o chamando.
- Jared, eu estou cansado, preciso dormir, amanhã viajarei para Washington. – Jensen falou ao ver o moreno ficar em dúvida.
- Você não que comer alguma coisa? Já que acordou.
- Não, eu quero que você venha deitar comigo. – E Jared o seguiu.
Jensen se deitou e chamou o moreno batendo na cama, Jared lhe obedeceu de imediato se aconchegando no peito do capitão que estava desnudo, adormeceu rápido, nas noites que ficava sozinho seu sono demorava a chegar, se viciou em dormir ouvindo as batidas rítmicas do coração do loiro que também estava viciado em ter o moreno em seus braços, por isso que acordou mesmo cansado.
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Jared acordou com Jensen tirando a sua roupa.
- Como você se atreve a dormir assim todo vestido? – O loiro falou quando percebeu que o outro acordou.
- Você estava com raiva e com pressa. – O moreno fez um leve bico e Jensen sorriu. – Nem me chamou para tomar banho junto.
- Desde quando você precisa de convite?
- Por que você não viu a sua cara. – Jared sentou e ajudou o capitão a retirar sua camiseta, e percebeu que sua calça já estava no joelho.
- Sabe o que me deixa mais calmo nessa vida? – Jensen sorria de maneira cínica e lhe tirava o resto da roupa.
- Uma casa arrumada e limpa? – Já com a respiração querendo falhar.
- Você nu na minha cama, ou melhor, você nu em qualquer lugar, até em cima de uma pia cheia de louça suja. – Jared ria, pois Jensen sussurrava junto ao seu ouvido.
- Jensen eu não tomei banho desde ontem. – O moreno falou entre gemido e risadas, pois o loiro ia descendo com a boca pelo seu peito, mordendo os mamilos, lambendo e deixando a pele arrepiada.
- Está meio salgadinho. – Jensen parou com suas ações e encarou de maneira bem safada o moreno. – Você é delicioso temperado. – E continuou descendo. – Credo! Pintinho azedo.
- Jensen! – O Jared saiu em direção ao banheiro. – Azedo tudo bem, mas pintinho!
- Desculpa, fui injusto. – O loiro falou sério com ar de riso. – Mas me deixa terminar essa missão, quero ver se ainda tem salvação.
Embaixo do chuveiro ambos se esfregavam, bocas se beijavam, mordiam, gemiam, peles se arrepiavam sob a água quente. Jared sentia suas pernas moles como os dedos que lhe invadiam.
- Jensen... Preciso... – Jared implorava, Jensen lhe olhava sério, cheio de desejo, ele amava observa o rosto do moreno quando este queimava de desejo. – Por que... Você é mal...
- Por que você é lindo... – A voz do capitão saiu rouca mostrando o quanto estava necessitado, ele se ajoelhou puxando Jared para o colo o fazendo sentar em seu membro, o moreno arqueava seu corpo gemendo de prazer, a dor quase não existia, estava acostumado com a invasão. – Cavalga... – O moreno segurou nos ombros de Jensen e com a ajuda deste começou subir e descer no pênis rígido, e os dois se encaravam perdidos no olhar um do outro, os lábios entre abertos buscando ar e soltando sons incompreensíveis e sensuais.
Quando o êxtase os atingiu se abraçaram forte e ficaram assim até o tremor pós- orgasmo passar. Trocaram beijos adiando o máximo o desligamento dos corpos.
- Acho que vamos ter de encerrar o banho. – Jensen comentou quando o despertador tocou.
- Você me disse que vai viajar? – Jared perguntou se levantando e fazendo um carinha de desgosto.
- Essa carinha de gatinho triste é por que vou viajar ou por que não estou mais dentro de você? – Jensen adorava provocar Jared.
- Os dois. – Respondeu dengoso, e deixando terminar de lhe dar banho, ajudando o mesmo depois.
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- Acredito que sexta-feira esteja de volta. Não me olha assim. – Jared praticamente lhe comia com os olhos, Jensen estava vestindo o seu uniforme de casaco verde oliva, com as insígnias de capitão brilhando, barba bem feita, sorriso cínico nos lábios pornográficos.
- Tem certeza que não quer que eu te leve ao aeroporto? – O moreno estava nu deitado na cama.
- Tenho, um carro vem me buscar. – Jensen se sentou na beira da cama.
- Posso fazer um café para você. – Jared ia se levantar.
- Tomarei no avião, agora quero algo que lá não vou ter. – O loiro o abraçou sugando seus lábios, mas que foram logo abandonados, gemeu quando o capitão mordeu-lhe os mamilos e prendeu a respiração ao sentir seu membro sendo sugado, não demorou muito a gozar na boca de Jensen e este não desperdiçou uma gota do prazer do seu gatinho. – Vou levar teu sabor comigo.
- Não é justo, eu também quero. – E sem pedir permissão desabotoo a calça do capitão e sem perder tempo abocanhou o membro do loiro que logo gozou, diante da visão de seu falo sumir dentro da boca do moreno que engoliu todo o líquido liberado.
Jensen se recompôs e puxou Jared para os seus braços. – Não sabia que você era fanático por arrumação. – O moreno comentou devido a raiva do loiro na noite anterior.
- Eu não sou fanático, mas a cozinha parecia um campo de batalha. – Jensen comentou indignado.
- Pena que você e papai não se deem bem, pois são tão parecidos. – Jared riu do bico de Jensen.
- Nos somos militares gostamos de certa ordem.
- Eu sei, mania: de limpeza, de horário... – Jensen já havia brigado com Jared por que este se atrasou para busca-lo.
- Você que é indisciplinado, agora me beija que estou tentado descobrir como vou sobreviver longe dessa boquinha. – Ficaram se beijando, se tocando, rindo e dizendo coisas safadas no ouvido um do outro até a buzina de um carro tocar avisando de sua chegada. – Ainda bem que chegaram, pois se demorasse mais um minuto iam ter de esperar até terminar de te amar novamente.
- Vou morrer de saudade...
- Te proíbo! Te quero bem vivo quando voltar. Na próxima viagem espero que esteja de férias e ai você me acompanha. – Eles se olharam em uma conversa muda e o carro buzinou novamente lá fora despertando o momento.
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Jared estava saindo de sua ultima aula, quando deu de cara com o seu pai...
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N.A.: Totalmente sem beta, desculpem os erros, principalmente de digitação, pois acredito que existam muitos, problemas de visão! Os outros são por faltar as aulas de português. Srsrsrs
Desculpem a demora, novamente. Mil beijos a todos.
Resposta aos reviews não logados.
Blue Mystery
A vingança da Meg vai aparecer no pior momento! Kkk Spoiler!
Algumas águas vão rolar
Aja paciência comigo!kkkk
Mil Beijos
Justine
Nem sei te responder sem dá spoiler! Kkkkkkkk
Algumas coisinhas vão acontecer, e realmente o único problema será os outros pelo amor deles, pois eles se amam e pronto, essa fic é clara nisso! Srsrrs
Agora quem serão os aliados e os principais inimigos...
Espero ainda te encontrar por aqui.
Mil beijos.
Anonimo
Vivo deixando você com saudade, esse capitulo é pequeno, porém é o mais calmo, eu acho! Srsrsrrsrs
Vou tentar atualizar mais rápido.
Obrigada pelo carinho, e mil beijos. Espero que ainda esteja por aqui.
Luluzinha
Qual será o verdadeiro papel do padapapi? O Que ele vai fazer com esse sonho?Srsrsrrs
A Sharon é maravilhosa, mãe mesmo, E vovô ficou magoado e meio decepcionado com o capitão, mas ele gosto realmente do Jensen, acredito que ele vai superar esse momento.
Espero que ainda esteja por aqui!
Mil beijos.
Maria aparecida
Realmente o problema do Jensen não será a falta de amor, e sim o excesso de ódio, paixão, desejo... srsrsrrsrss
Mas como ele é BBG o que fazer!kkkkkkk
Quero ter noticias suas!
Mil beijos!
