Nota Inicial: Ainda tem gente por aqui? Espero que sim! Gente estou sem beta, então relevem os erros e se forem muito gritantes, me avisem que corrijo. Agora a boa notícia: Vou postar esse capitulo e o outro está prontinho, e o outro quase! Separei para não ficar muito grande. Vamos lá!
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Depois que o sinal de transmissão caiu um silêncio invadiu a sala, Jared e Allison se olharam tentando entender o que tinha acontecido, e o que era aquela dor que queria dominar o coração de cada um.
O grito de dor física de Allison fez com que saíssem de transe.
- Meu bebê! – A garota colocou a mão na barriga. – Preciso proteger o meu bebê, me ajuda... – Allison chorava e se contorcia no chão, Jared pegou o telefone e chamou a emergência e depois se deitou ao lado da amiga, tentando acalma-la e assim burla a própria dor.
A ambulância não demorou a chegar, uma pequena poça de sangue manchou o tapete em que estavam deitados, Jared acompanhou Allison até onde os médicos permitiram, e quando ele soltou a mão da amiga, simplesmente desmaiou.
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Cemitério Nacional de Arlington, em Arlington, Virgínia, ali podemos encontrar o túmulo de John F. Kennedy, era o cemitério militar mais importante dos EUA, e novamente ele estava preparado para uma grande cerimônia. Vários caixões enfileirados cobertos com a Bandeira dos EUA.
Tristan estava ali parado junto ao caixão de Ross, ele não podia acreditar que aquilo era verdade. Acariciando o anel de noivado, como a sua história de amor podia acabar ali?
Os tiros de fuzis soaram, a cada salva seu coração falhava, era estranho como ele poderia está vivo, se aquele que amava estava morto, não era justo, almas gêmeas não podiam se separar.
Olhou para o oficial que estava parado na sua frente segurando a bandeira dos EUA dobrada, como companheiro, tinha o direito dessa honraria, alguém o fez estender a mão.
Uma chuva repentina começou a cair, encerrando a cerimônia, todos saíram e Tristan ficou ali parado com a bandeira na mão, olhando para horizonte se perguntando como seguir em frente sem Ross.
- Não, não!
– O que foi minha filha? – Meg chorava.
- Tenho que mudar esse final! Não pode! O capitão não pode morrer!
- Ele não vai morrer! – A garota se abraçava a mãe inconsolável.
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- Mãe? - Jared acordou com sua mãe sentada ao seu lado. – Jensen? – Sharon olhou para o filho sem saber o que dizer. – Jensen? O que aconteceu? – Ele olhou em volta e percebeu que estava em um quarto de hospital.
- Calma. – Pediu baixinho.
- Onde está o Jensen? – Jared perguntou. – O hospital... – O moreno começou a se agitar e quis levantar.
- Você tem de ficar quieto. – A mãe dele tentou segurá-lo e chamou a enfermeira pelo botão. – Você sofreu um choque, mas está bem, precisa apenas ficar calmo.
- O que aconteceu com o Jensen? – Jared se desesperou. Misha entrou e aplicou um calmante.
- Isso não vai te fazer dormir. – Misha falou segurando o moreno que tentou empurra-lo. Ele não queria sedar o moreno, mas se este continuasse agitado, não teria jeito.
- Onde está o Jensen? – Jared repetiu a pergunta.
- Você deve saber que o hospital foi bombardeado? – Jared apenas balançou a cabeça, e lágrimas escorriam pelo seu rosto abundantemente. – Ainda não acharam nada no local, uma trégua foi decretada, pois houve perdas para os dois lados, os civis locais e os nossos militares. Nem Jensen e nem Justin foram localizados ainda.
- Allison? – Quando o nome do outro militar foi falado, Jared se lembrou da amiga.
- Ela está bem, tentando manter a calma, pelo bebê, quase que ele foi perdido, mas está tudo sob controle.
- Quero ver os noticiários. – Jared pediu.
- Melhor não! – Sua mãe falou pela primeira vez depois que Misha entrou.
- Eu preciso. – Jared procurou o controle da TV do quarto.
- Seu irmão, está lá e passa informações diretas para o seu pai...
- Eu não tenho pai! – Jared gritou. – Jeff... - Jared tinha esquecido que o irmão estava servindo com o Jensen.
- Ele está bem, quando o ataque aconteceu ele estava investigando uma ameaça próximo ao hospital. – Sua mãe o tranquilizou.
- Quero ver os noticiários. – O moreno insistiu.
- Jared sua mãe tem razão, os jornais não vão te acalmar e nem dá notícias em primeira mão. – Misha começou aplicar outro sedativo mais forte, assistir os noticiários, não era opção. – O moreno adormeceu, e o capitão Collins rezou que quando este acordasse tivesse boas notícias, mas apenas a esperança o permitia a pensar assim.
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- A nação americana está de luto. Este é o pior Natal dos últimos tempos. – Dizia a ancora do CBS. – Dezenas de militares perderam suas vidas no bombardeio do hospital militar, muitos estavam falando com suas famílias quando o ataque começou, o desespero foi tanto que alguns sofreram ataques cardíacos fulminantes.
- O prédio ficou quase que totalmente destruído, muitos corpos já foram resgatados, os feridos estão sendo encaminhados para tendas na base aérea, os que estão em condições de viagem logo voltarão para EUA. – Agora quem informava era um dos correspondentes do canal no Oriente Médio. – O reconhecimento dos corpos sem identificação será feito depois que o serviço de resgate for concluído. Com o passar das horas a esperança de encontrar sobreviventes são pequenas.
- Um dos problemas é o número reduzido de profissionais de saúde na área, pois os mesmo se encontravam no hospital, e estão precisando de atendimento médico. – Novamente o ancora do jornal estava falando. – Fonte segura informou que um dos médicos desaparecidos é o jovem e renomado neurocirurgião capitão do exercito Jensen Ackles.
Misha desligou a TV do escritório de Tom Welling, o hospital o qual Jared levou Allison era o mais próximo da casa da garota. Os dois se olharam e apenas baixaram a cabeça, não tinham o que falar.
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Quando Jared acordou novamente e sua mãe estava dormindo sentada no sofá ao seu lado, procurou o controle olhando ao redor e não achou, com calma se levantou e ligou a TV do quarto e procurou algum noticiário e não demorou muito para encontrar, seu coração apertou o ver as imagens.
- O prédio foi praticamente destruído, acredita-se que ainda há muitas pessoas soterradas, já se passaram 24 horas e as esperanças de sobreviventes é quase nula. – Jared ia perdendo as forças nas pernas com as palavras do repórter. – Mais notícias a qualquer momento. – Sharon acordou com Jared soluçando sentado no chão.
- Calma meu filho, de repente já o encontraram. – Ela tentava acalmar o filho, se odiando em ter que dá esperança diante de tanta incerteza.
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- 36 horas depois do bombardeio continuam os trabalhos em busca dos desaparecidos, só um milagre, para encontrar algum sobrevivente. – Jared ouvia os noticiários e rezava por esse milagre, odiava os olhares de pena e apreensão que recebia. A única pessoa que gostava de fica perto era Allison, pois ambos se agarravam a mesma esperança sem esmorecer.
- Encontraram o Justin e o Jensen. – Misha entrou no quarto. – Vivos.
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Justin olhava para o amigo ainda inconsciente, estavam em um avião voltando para casa, mesmo com risco por causa da pressão resolveram embarca o capitão, considerando que nos EUA teria auxílio médico mais adequado. Fazia uma semana que eles saíram dos escombros, Jensen não embarcou por que estava com um edema no cérebro causado por um pedaço do teto que caiu em sua cabeça e Justin ficou para ajudar no socorro, pois saiu apenas com arranhões sem gravidades.
Jared estava esperando no aeroporto quando Jensen desembarcou, e seguiu na ambulância e como companheiro oficial decidiu que ficaria internado no hospital que o Tom era administrador.
O moreno tentava segurar as lágrimas, olhando so seu capitão ali tão pálido, com olheiras profundas e roxas, algodão no ouvido, pois sangrou durante o voo, intubado, estava em coma induzido devido a viagem.
Misha estava esperando o amigo no hospital, para os primeiros exames, pediu licença do exercito apenas para cuidar de Jensen.
- Jared, é melhor você esperar aqui. – Misha pediu.
- Mas...
- É melhor mesmo! Não o quero perto do meu filho! – Jared olhou assustado para um senhor loiro, que lembrava um pouco Jensen.
- Roger. Por favor. – Uma senhora loira muito bonita veio de encontrou ao homem. – Nós somos os pais de Jensen. – Jared apenas olhou, não sabia se estendia a mão ou não.
- Eu tenho que ir. – Misha de um olhar de sinto muito para Jared e foi fazer os primeiros exames em Jensen.
- Olá Jared, infelizmente temos de nos conhecer nessa situação. - A mãe de Jensen começou a falar, mas o moreno encarava o marido dela que lhe olhava com raiva. – Sou a Donna.
- Eu sinto muito... Sr. Ackles. – Jared sussurrou.
- Deve sentir mesmo, por sua culpa...
- Roger! – Donna interrompeu. – não é culpa do Jared, e sim de gente intolerante igual a você Alan Roger Ackles. O homem apenas se virou e saiu. – O perdoe, ele está assim desde que o Jensen foi para a guerra, está procurando culpados.
- De certa maneira, eu tenho culpa. – Jared sentou em um dos bancos da sala de recepção do hospital, com as mãos na cabeça.
- Jared. – Sharon sentou ao lado do filho.
- Mama. – E o moreno a abraçou, deixando rolar as lágrimas.
- Jared. – O moreno levantou a cabeça sem acreditar em que estava o chamando.
- O que você quer aqui? – Jared saiu de perto do pai.
- você é o coronel Padalecki? – Gerald olhou para o desconhecido.
- Sim, o que... – Suas palavras foram interrompidas por soco dado por Roger.
- Isso é por ter mandado meu filho para a guerra. – Gerald nesse momento que preparava uma reação estancou, e Roger deu mais um soco, agora lhe quebrando o nariz. Os seguranças chegaram e o seguraram. – Me solta!- gritou o homem.
- Sr. Ackles, se controle, ou teremos que lhe expulsar do prédio. – Falou Tom que estava próximo para saber do amigo. – Enfermeira, leve o Coronel Padalecki, para a emergência. - Sharon olhou para o marido, mas não o seguiu, foi para o lado do filho.
Jared apenas observou, não condenou a atitude do pai de Jensen, se sentiu culpado por isso, em outra ocasião defenderia o coronel, mas agora...
- Olá! – Donna se aproximou. – Eu sou a mãe de Jensen.
- Sinto muito. – Sharon estava envergonhada. – Nem sei o que lhe dizer...
- Não precisa dizer nada. – As duas se abraçaram, se compreendia, afinal eram mães.
Roger estava revoltado, triste preocupado e não queria aproximação com Jared e com ninguém próximo a ele.
- Misha! – Jared se levantou assim que o moreno se aproximou.
- Acabamos de fazer os exames agora, seu único ferimento foi a pancada na cabeça, na fonte, logo atrás da orelha, e isso está nos preocupando, o edema continua lá e não parece que vai diminuir, apesar de que na viagem houve sangramentos, e isso ajudou a diminuir o inchaço. - Misha deu uma pausa na explicação. – Precisarei operar, uma operação simples para retirar o restante do sangue. O manterei por enquanto em coma induzido. Jared preciso que assine o documento autorizando a cirurgia.
- Por que ele vai assinar? – Roger interpelou. – Ele é apenas um namoradinho, que o Jensen logo se livraria...
- Roger, por favor... – Donna interrompeu o marido.
- Mas é verdade, o Jensen estava com você apenas para provocar o teu pai. – O homem continuou a falar ignorando a esposa. – Agora vai assinar documentos! Basta a escolha do hospital, permitir por que aqui, realmente é melhor do que o militar, mas teu poder de decisão acaba agora!
- Sr. Ackles... – Jared ia começar a falar, quando Misha interrompeu, pois ele viu a animosidade de Roger para com Jared.
- Roger, o Jared é companheiro oficial do Jensen, eles têm uma certidão de união estável. – O homem olhou incrédulo para o médico.
- Eles são casados?
- Não, apenas estão em uma união estável, onde o Jared tem todos os direitos para responder por Jensen, assinar documentos, acessar contas correntes, e etc. – Misha explicou.
- E por que ele não nos falou nada?
- Por que isso aconteceu no dia em que ele embarcou. – Jared respondeu.
- Isso é um absurdo! – Roger se afastou e sentou no sofá mais distante se sentia traído.
- Onde está o documento Misha? – O médico colocou a prancheta que segurava nas mãos do moreno que logo assinou.
- Vem comigo. – Misha pediu para Jared. – Eu quero que o limpe, preparando para a cirurgia. – Disse o médico quando se afastou dos outros.
- Posso chamar a mãe dele? – Jared percebeu o olhar comprido que a mulher lhe deu quando seguiu Misha.
- Tudo bem. – Misha concordou depois de uma leve hesitação. - Vocês terão a ajuda de uma enfermeira especializada. E logo depois ele entrará na sala de cirurgia.
Jared e Donna limparam Jensen com auxilio de uma enfermeira, o moreno fez a barba do loiro. E começou a ri. – O que foi? – Donna perguntou curiosa.
- Ele nunca me deixou fazer a barba dele. Quando ele acordar e descobrir... – Jared contou, depois continuaram o trabalho cada um do seu jeito, o moreno não conseguia deixar de acariciar, beijar, sussurrar palavras de amor, incentivo. A mãe do loiro não conseguia conter as lágrimas de ver o filho daquele jeito.
- Acho que já chega, caso contrário quando ele acordar não vai precisar tomar banho o resto da vida. – Misha brincou assim que entrou no UTI. – Agora nós vamos o preparar para a cirurgia.
Jared agradeceu ao moreno, devido ao privilégio que teve de ficar e tocar em Jensen, mesmo que tenha sido daquela maneira.
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Jared não conseguia ficar quieto esperando a cirurgia terminar, ele aproveitou e foi visitar a amiga, coisa que não fez desde que Jensen chegou, mas sabia que ela estava bem, ao lado de Justin.
- Oi! – Justin sorriu. – É um prazer te conhecer. – O loiro lhe deu um abraço forte e consolador.
- Também. – Mas Jared estava tão triste que Justin lhe fez um carinho assanhando seus cabelos.
- Ele vai ficar bem! – Justin voltou para o lado da esposa, onde ficaram conversando coisas aleatórias ambos tentando distrair o moreno.
Jared não demorou e voltou para a sala de recepção esperar o Misha.
- Que tal? – O moreno quase pulou em Misha, quando este apareceu.
- Calma. – Misha riu, mas estava tenso. – Não vou mentir, quero que estejam preparados para o que pode acontecer. – O médico olhou para os rostos ansiosos dos presentes. – A pancada causou um edema, isso vocês todos sabem, e ele foi muito profundo, eu tive de fazer uma leve raspagem na massa encefálica. – A mãe de Jensen colocou a mão na boca e se apoiou no marido, Jared sentiu suas pernas amolecerem, não soube como continuava em pé. – Coisa mínima, pode haver sequelas, mas saberemos apenas quando ele acordar.
- Quando ele vai acordar? – Roger perguntou.
- Amanhã vou começar a diminuir os sedativos, em dois dias no máximo, começaremos a esperar que ele acorde, pode demorar mais tempo. Teremos que ter paciência. – Misha se despediu de todos. Jared correu para o banheiro e vomitou, apenas bili, fazia tempo que não se alimentava.
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Os dois dias, se transformaram em semanas, que se transformou em mês, e Jensen continuava em coma, Tom montou um quarto especial para o loiro e assim Jared e os pais de Jensen puderam ficar ao lado do capitão, se revezavam, mesmo contra vontade do moreno, o obrigavam a sair, ir para as aulas, se alimentar, etc.
Jared ficava todas as noites, conversava com Jensen, falando dos planos, do seu dia, contava piada, fofocas de artistas e do hospital, fazia massagens nos membros para não atrofiar, creme nas costas para evitar ferimentos e depois deitava a cabeça no peito do capitão lhe segurando a mão.
- Acorda logo, preciso tanto de você... – Ele sussurrava, muitas vezes entre lágrimas, quando a incerteza queria tomar conta do seu coração.
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- Vamos garoto! – Roger chegou e pediu para Jared sair, ele continuava tratando o moreno com animosidade.
- Eu acho que ele apertou minha mão. – Jared comentou com Roger.
- Infelizmente eu acho que não, é apenas sua vontade. – Roger sentou e segurou a mão do filho. – Às vezes a culpa faz isso. – Jared revirou os olhos e saiu. O pai de Jensen continuava achando que o moreno tinha alguma responsabilidade na situação do capitão.
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Jared estava em aula quando o telefone dele tocou. Era Misha. – Quero que você venha falar comigo agora. Estou no hospital militar. - O moreno pediu licença e foi dirigindo com o coração na mão, quase bate o carro de tão ansioso que estava, e pela voz do médico, era algo sério. E Misha estava de licença, o que ele estava fazendo no hospital militar, ainda estava de licença.
- Entra. – Jared ouviu depois de bater na porta de repouso dos oficiais médicos.
- O que aconteceu? – Jared foi direto ao ponto. Misha mordeu os lábios. – você está me assustando.
- Vou começar com algo bem clichê? Tenho duas noticias para ti, uma boa, não maravilhosa e uma... – Misha rolou os olhos.
- O Jensen acordou! – A única noticia maravilhosa para ele seria essa. – E o que estou fazendo aqui?
- Calma! – Misha o segurou, pois Jared já estava se direcionando para a fora do consultório.
- Ele está com sequelas, é isso? – Jared parou e olhou pra o médico. – Foram muito sérias? Não tem problema, eu vou cuidar dele, mas eu preciso vê-lo...
- Você vai vê-lo, mas antes precisa saber de algo...
- Misha, fala logo! Por favor...
- Eu não sei como te dizer... Mas é necessário. – Misha respirou fundo. – Jensen perdeu a memória...
- Ele está com amnésia? – Jared interrompeu novamente Misha. – Ele não sabe quem ele é?
- Jared, por favor, me ouve... – Misha foi mais firme. – Jensen esqueceu um ano de sua vida, na mente dele, ele está no dia 01 de janeiro de 2014.
- Ele não lembra nada depois dessa data?
- Não... – Misha sabia que a ficha do garoto estava caindo.
- Ele não se lembra de mim... – Jared sentou na cadeira, e de repente todo o cansaço apareceu no rosto dele.
- Pode ser temporário...
- Mas pode não ser... Afinal ele perdeu parte do cérebro...
- Foi mínima a perda, tanto que aparentemente não o afetou em mais nada...
- Mínima, mas perdeu, difícil sair dessa sem sequelas. – Jared colocou a cabeça entre as mãos. - você já contou?
- Contei o que?
- Que ele é praticamente casado...
- Fiz apenas os exames necessários, e quando ele descobriu a data que estávamos, surtou, tive de sedá-lo, nunca o vi tão desesperado, ele só pensava na carreira dele que estava acabada...
- Mas isso não é verdade, se a sequela for apenas esse lapso de memória... É só isso mesmo Misha?
- Pelos exames realizados, essa é a única sequela, e que de repente pode ser temporário.
- Será que quando eu entrar no quarto ele vai me reconhecer? – Jared olhou esperanço para o amigo.
- Jared... Isso acontece em filmes, livros, mas a vida real... - Não houve a necessidade de completar a frase.
- Eu quero vê-lo
- Claro que você vai, mas antes precisava esclarecer essa situação. Agora vamos. Eu vou entrar primeiro, quer que eu fale?
- Não, eu falo. – E os dois saíram em direção ao outro hospital.
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Misha entrou no quarto para verificar as condições de Jensen, encontrou o loiro com um olhar entre o irritado e o indignado.
- O que aconteceu? - Collins perguntou preocupado.
- Eu contei tudo, o motivo dele ter ido para a guerra, a situação com o coronel Padalecki, a união estável. – Roger respondeu.
- Por quê? – Misha olhou desolado para o pai de Jensen.
- Ele precisava saber...
- Eu estou aqui! Posso está sem memória, sem condições de operar, mas ainda não sou um completo estúpido, para ficarem falando como seu eu não estivesse aqui. – Jensen interrompeu a conversa, na voz revolta e raiva. Misha pensou que o Jared teria um momento difícil com o loiro. – Agora qual o problema de saber as merdas que fiz nesse último ano?
- Nenhum problema. – Misha respondeu. – Eu estava vindo aqui para conversar com você sobre isso, e Jared está esperando para entrar. – Vamos Roger. – Collins olhou chateado para o pai de Jensen, pois com certeza a maneira que este contou a história para o loiro dificultou as coisas para Jared.
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- O que aconteceu? – Jared perguntou quando a viu a cara de poucos amigos de Misha.
- Roger, fez o favor de contar tudo para Jensen...
- Ele não está muito satisfeito com você. – Roger completou. Jared olhou para os dois, apavorado.
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Jensen estava perdido em seus pensamentos e dúvidas, quando a porta abriu...
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Resposta aos reviews
Sidney rc
Acho que demorei um pouquinho! Srsr Ainda está por aqui, espero que sim, a vantagem é que tem já dois capitulo prontos por tanto não vai demorar muito o próximo, só separei para não fica enorme.
Mil beijos
Mari Padackles
Obrigada pelo carinho e desculpa pela demora. Espero que continue a gostar da minha escrita estou sem beta, sem eira e nem beira! Kkkk
Mil beijos
Freya Le Noir
Espero que ainda esteja por aqui, e não tenha morrido de aflição, srsrsr O próximo vai demorar menos. Está pronto. Obrigada pelo carinho.
Mil beijos
Jack Wincest
Desculpa a bomba e a demora!
Mil beijos
Anaas
Ainda por aqui? Demorei mas cheguei! Espero que não me mate! Srrs
Verdade sobre os militares, se acham os melhores e suas forças também são as melhores, mas apesar disso eu gostaria de ser militar! Só Não fui por causa de minha visão.
Mil beijos
Eve
O Gerald agora não volta mais pra casa! Kkkkk
Minha pentelha favorita! Um dia te surpreendo e mato o Jensen! Kkkkk
Não foi dessa vez, um dia...
Ou quem sabe mais tarde! Kkkkk
Mil beijos!
Sandra
Obrigada! Mil beijos!
Luluzinha
Em ritmo quase final! Srsrsr
O Gerald aprendeu a lição, mas parece que o perdão está longe.
E esses meninos têm problemas com os pais!
Amo o Justin! Srsrsr E como ele não pode ficar com o Jensen arranjei um grande amor para ele. Alisson.
Vamos ver que a coisa vai pegar!
Mil beijos!
Maria aparecida
Vai ter de se contentar com o Justin pegando o Jensen Nas estradas da Vida! Kkkk
Mas dá para ter dó do Jared, ele vai sofrer um pouco!
O Gerald não vai ser perdoado tão cedo!
E agora temos o Roger!
Obrigada pelo lacrou!kkkkk
Mil beijos!
