N.A.: Prontinho! O próximo está quase completo! Srsrsrsr Todos os erros são meus! Se houver algum muito gritante me avisem, indicando onde que corrijo, e se não entenderem algumas coisa,ou incoerência me avise também.

Mil beijos!

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Jensen estava perdido em seus pensamentos e dúvidas, quando a porta abriu.

Misha entrou em vez do Jared.

- Onde está o meu marido? – Jensen perguntou meio irônico.

- Ele não quer vim. – Jared tinha fugido, quando soube que Jensen estava com raiva da situação envolvida. – Está com medo que o rejeite...

- Ele está certo. – Jensen entortou a boca. – Ou você pensava que eu ia cair de amor quando o visse... A única coisa que eu iria falar para ele, era que nós íamos anular a nossa união estável, deve ser fácil, considerando as condições. E isso pode ser resolvido por telefone, ou por intermédio de um advogado.

- Você não quer nem conhecê-lo...

- Pra que? – Jensen interrompeu o amigo. – Tenho algo mais importante para me preocupar, o que vou fazer quando sair daqui do hospital, que carreira seguir...

- Como assim? Carreira a seguir?

- É Misha, ou você acha que vou poder voltar a operar do jeito que a minha cabeça está? – Jensen gritou, e depois baixou a cabeça em um choro desesperado. – O que eu vou fazer... - O médico se aproximou do amigo e lhe abraçou, entendia o loiro, apesar das preocupações de Jensen não terem tanto fundamento, e ficou preocupado com uma futura depressão.

- Não me coloca para dormir outra vez, por favor. – Jensen pediu depois que se acalmou.

- Não vou. Na verdade, quero que olhe seus exames, e veja por si mesmo...

- Não quero falar disso agora.

- E o que você quer?

- Vou dá baixa...

- Por acha que não vai poder trabalhar como médico? – Jensen balançou a cabeça.

- Apenas não quero ficar exposto a qualquer capricho de algum superior, apesar de não me lembrar da guerra, não quero voltar lá. – Jensen falava sem largar o amigo, com a cabeça encostada em seu ombro. E Misha se deixou ficar, até que o loiro dormiu por si, sem ajuda de medicamento.

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– Ele vai me odiar...

- Não...

- Sim! Ele vai me odiar... Na verdade ele já me odeia... E nem me conhece... – Jared estava deitado na cama do Major Padalecki. – Eu não vou aguentar... Eu não posso perdê-lo vovô...

- Você não vai. Ele te ama, perdeu um pedaço do cérebro e não do coração. – O major consolava o neto.

- Como ele pode me amar se nem se lembra de mim? E amor não fica no coração, ele é...

- Deixa de besteira! – O avô lhe interrompeu. – O amor nasce na alma e é sentido no coração, vocês estudam e aprendem um bocado de besteira! – Jared mesmo sem querer riu.

- Mas eu não sei o que fazer! Ele agora realmente deve odiar o papai!

- O importante ele te amar, o teu pai nunca teve peso nos sentimentos dele.

- Mas agora o papai conseguiu atingi-lo... E o pai dele... Me culpa... Fico imaginando como ele contou para o Jensen... O que eu faço vô?

- Você tem duas opções, seguir em frente esquecendo o capitão...

- Não, isso nunca! – Jared interrompeu o avô.

- Então... para de chorar, e vai conquistar teu capitão!

- Como vô? – Jared olhou esperançoso para o major.

- Não sei, não fui eu que o fez usar um bambolê de otário! – Respondeu e caiu na gargalhada.

- Na verdade nem sei como foi! Ele se aproximou e eu deixei. – Jared fechou os olhos lembrando os primeiros momentos.

- Deixa de pensar em safadeza. – O avô do moreno lhe deu uma tapinha na cabeça, pois o moreno sorriu de maneira cínica. – Então deixa ele te ver e se aproximar.

- Mas o Misha disse que ele está mais preocupado com outras coisas...

- Homens como o capitão estão sempre preocupados com outras coisas, quando o amor acontece na vida deles, é por que tinha de acontecer, não se afaste dele, se for para ser seu, será!

- Nunca pensei que o senhor fosse tão romântico. – Jared riu. – Mas quando ele souber meu nome vai se fechar...

- Ele não precisa saber o teu nome... Tristan Smith. Esse teu terrível nome do meio e mais o sobrenome da tua avó, que o escolheu. Será perfeito.

- Será que vai funcionar?

- Faça funcionar, avisa para os amigos em comuns, e tenho certeza que todos vão ajudar. E depois quando ele tiver sido capturado outra vez, conte a verdade!

- Obrigado, vô! – Jared lhe beijou. E ficaram calados perdidos em pensamentos e curtindo a companhia um do outro.

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- Padrinho. – Jensen sorriu quando General Beaver apareceu. Roger era gerente geral de uma rede de hotéis e tinha de viajar pelo mundo todo. Sua mãe sempre lhe acompanhou, Jensen ficava com os pais somente nas férias, e passava mais tempo com Jim.

- Que tal a cabeça? – Jim perguntou dando um beijo na testa de Jensen.

- Doendo, e o Misha diz que é psicológico. – Jensen entortou a boca. – Psicológico é a bunda dele! – O loiro estava chateado com o outro médico que se recusava a lhe dá remédio para dor.

- Você realmente vai dá baixa? – Jim perguntou ignorando as reclamações do afilhado.

- Vou. – Jensen baixou a cabeça, apesar de tudo, gostava da vida de militar.

- Vai ter uma homenagem no Pentágono, você foi indicado para uma medalha de Honra.

- Medalha por ter levado um pedaço do teto na cabeça. – Jensen deu um arremedo de riso.

- Você pode não se lembrar, mas muitos militares ali não foram simplesmente amputados por seu excelente trabalho, às vezes até ignorando os riscos, e isso foi tão importante que agora vão mandar especialistas para as áreas de combate. – Jim sorriu com os olhos surpresos do loiro. – E alguns que infelizmente não tiveram a sorte e ficaram mutilados, foram incluídos no seu projeto juntamente com o Misha. Que agora conta com mais recursos, por que além do Exercito, as outras forças irão contribuir. E tudo isso graças aos seus serviços.

- Pena que não vou poder continuar. – Jensen baixou a cabeça.

- Jensen, uma coisa que você nunca foi: Covarde. Até me desafiou servindo o exercito, e na época que para gays era uma tortura...

- Mas agora é diferente, tenho limitações físicas...

- Conversei com o Misha...

- Ele fica dizendo para todo mundo que estou normal... – Jensen falou irritado com o padrinho.

- E por que você não está normal? Só por causa desse ano que sumiu da sua mente?

- Também.

- E por que mais?

- Por que sim! – O loiro evitava colocar seus medos para fora.

- Jensen você é um médico notável, acho que até melhor do que o Misha, mas ele me deu argumentos melhores do que um por que sim! – Jensen entortou a boca. – Quando você sair desse mar de autopiedade, eu marcarei a entrega da medalha.

Nesse dia Jensen recebeu visitas de Chris, Steve e Jason.

- Onde está o Jared? – Chris perguntou assim que entrou. – Ele não saía daqui, teve um dia que praticamente o carreguei para comer alguma coisa.

- Acho que ele percebeu que não valia o esforço! Steve prepara logo a nossa anulação ou separação. – Jensen respondeu.

- Mas vocês se amavam tanto! – Jason protestou.

- Não podemos amar que não conhecemos. E ele nem apareceu aqui reclamando seus direitos, por tanto... E não quero falar nisso, me contem da minha festa de 30 anos, não lembro nada!

- Não é por causa da amnésia, você realmente não se lembrava de nada mesmo. – Todos riram. – Mas podemos fazer uma nos teus 31 que você não vai lembrar outra vez. – Mais risadas e planos para o aniversário do loiro.

Depois que todos saíram, Jensen tentava dormir quando alguém entrou em seu quarto. Verificou a temperatura.

- Você que é o Jared? – A pessoa se assustou, por que pensava que o loiro dormia.

- Não. – respondeu o estranho sorrindo. – Sou o Justin. Por que pensou que eu seria o Jared?

- Primeiro pelo uniforme, lhe identifica como enfermeiro especializado, e esse não seria o seu trabalho, e depois muito carinhoso... – Justin riu. – Apesar que o Jared pelo que me contam é mais novo...

- Verdade ele é bem mais jovem. E Não sou qualquer enfermeiro. – Tom tinha lhe contratado depois que o loiro deu baixa nos fuzileiros navais. – E quanto ao carinho, você é um amigo muito querido, apesar de não se lembrar de mim, estou dentro desse teu ano perdido, nos conhecemos no Oriente Médio, ficamos soterrados juntos. Ficarei por aqui enquanto sua mãe não chega.

- Nós tivemos alguma coisa? – Jensen ficou curioso diante do belo homem que era Justin.

- Não! Sou casado, tenho uma esposa linda e maravilhosa e você também tem um praticamente marido por quem é muito apaixonado. – Jensen desviou o olhar. – As vezes tenho inveja de você, esquecer os horrores da guerra. Quando durmo tenho pesadelos, mas é claro se o preço que tiver de pagar seria esquecer a Allison, fico com os pesadelos, me acalmo nos braços dela.

- Como eu era em relação ao Jared? – Jensen achou mais fácil conversar com aquele desconhecido.

- Como falei. Muito apaixonado, nos primeiros dias você nem falava direito para não cair no choro, só dormia quando estava esgotado. Dia de folga? Era tortura, pois sua única ocupação era pensar nele e sentir saudades. Você morreria se isso o levasse para perto dele. – Justin respondeu. – Por que não o chama?

- Eu chamei, e ele fugiu... Mas foi melhor assim, se o que diz é verdade, esse amor é algo que não posso mais oferecer, não sei nem o que vou fazer da minha vida...

- Jensen... Você é muito dramático! Não conhecia esse teu lado. – Justin riu. – Cara, se eu perdesse um ano de memória, te garanto que não ia afetar em nada meu desempenho profissional.

- E se não foi apenas um ano? E se na sala de operação descubro que perdi... – Justin entendeu o amigo naquele momento. – Não posso me dar esse luxo, afinal é a vida de alguém ali.

- Mas você...

- Quero dormi. – Justin percebeu que não adiantava falar mais nada. – Você tem algum remédio de dor de cabeça aí, e não aquela merda de placebo que Misha está me dando.

- Dr. Collins está te dando placebo? – Justin estava surpreso.

- Começou hoje pela manhã, e a dor não parou mais. Ele diz que é coisa da minha cabeça, e é, pois ela dói.

- Bem! Se ele diz que não deve tomar remédio, então ele está certo. – Jensen o fuzilou com um olhar e virou de costa para o loiro.

- Boa noite. – Jensen se voltou para ver quem tinha entrado no quarto. Justin ficou de pé e encarou o homem com hostilidade.

- Veio completar a missão Coronel Padalecki. – Gerald se encolheu diante de tanto desprezo e ódio da voz de Jensen.

- Eu gostaria...

- Eu não quero ouvir nada que o senhor tem a dizer!

- O senhor está perturbando o paciente, poderia se retirar. – Justin se pronunciou.

- Capitão...

- Não sou mais capitão! Dei baixa do Exercito, não era seu objetivo? Ou me mandou para guerra para deixar de comer o rabo do seu filho? Não estou mais, seja o que queria! Conseguiu. – Gerald estava chocado e Jensen entortou a boca em um sorriso cínico.

- O Jared continua te amando...

- O Jared ama um oficial do exercito que foi enviado para guerra, por um coronel incompetente que não soube cumprir sua missão, e lamento informar que o oficial em questão morreu soterrado nos escombro de um hospital bombardeado no oriente Médio. – Jensen falava entre os dentes e Justin o olhava preocupado, pois a cada palavra seu rosto ia ficando mais vermelho, e sua respiração ficava mais forte.

- Por favor! Coronel saia... – O homem olhou uma ultima vez para Jensen e baixando a cabeça saiu. – Acho que você vai precisar realmente de um remédio para dor de cabeça agora!

O coronel saiu e encontrou outro olhar de ódio, mas este estava banhado em lágrimas, Jared tinha ouvido tudo pela porta entre aberta.

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- Mãe, por favor, volte para suas viagens. – Jensen pediu quando sua mãe apareceu para dormi com ele. – Não preciso de acompanhante, estou bem, nem remédios estão me dando para essas malditas dores de cabeça, só estou de observação, o papai já vai voltar a trabalhar amanhã e quero a senhora no mesmo voo dele.

- Eu ficaria tão mais calma se o Jared estivesse aqui com você. – Donna suspirou.

- Engraçado o papai diz que o melhor foi o meu afastamento do Jared e a senhora suspira por ele, pela primeira vez vejo discordância entre vocês. Esse garoto deve ser demais mesmo.

- Ele é demais, e o teu pai nesse assunto está sendo um idiota, queria culpar alguém, e crucificou o pobre menino. Dê uma chance para ele... e para você.

- Quem sabe um dia, mas agora nesse momento tenho outras preocupações. E parece que ele é o único que entende isso, tanto que resolver sair de cena. – Jensen não podia está mais enganado, quando o loiro adormecia Jared aparecia e ficava o olhando por horas, depois do que ouviu não teve coragem de colocar seu plano em prática.

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Fazia exatamente sete dias que Jensen tinha saído do coma. Quando uma das noites que Jared foi para o seu quarto, o loiro acordou.

- Quem é você? – Jared pulou de susto, não esperava que o capitão acordasse.

- Eu?

- Sim, estou sem memória, mas sei quem sou, agora quem você é? E o que está fazendo aqui essa hora?

- Sou... Tristan... Enfermeiro... Na verdade assistente. – Jared gaguejou.

- Enfermeiro, ou melhor, assistente, o que está fazendo aqui?

- O Tom...

- Tom? Intimo do patrão? – Jensen falou com ironia.

- Ele é namorado do meu amigo, me arranjou esse emprego para ajudar a pagar a universidade. Tenho que ficar de olho em você.

- Você é a minha babá?

- Não! – Jared estava nervoso Jensen fazia perguntas em cima de perguntas.

- Então é o que?

- Assistente, já disse, tenho que lhe dá algum remédio no horário...

- Eu não tomo remédio, por sinal estou com uma dor de cabeça, que não para nunca, e o meu médico que quero trocar e ninguém concorda, não me dá uma droga de remédio para dor de cabeça, e ela está explodindo, você tem algum aí? Geralmente universitários têm.

- Eu tenho, mas não posso lhe dá. – Jared sabia que Jensen estava com essa mania de dor de cabeça e pedia remédio sempre.

- Deixa de besteira, eu sou médico e sei o que é bom para mim, me dá logo. – Jensen usou de autoridade, aproveitando a idade e evidente inexperiência de Jared.

- Vou ligara para o ...

- Não vai ligar para ninguém, me dá logo esse remédio, ou vai embora... – Jensen cruzou os braços e encarou o moreno.

- Tudo bem... – Jared acendeu a luz, pois o quarto estava na penumbra, procurou algo em sua mochila. – É fraquinho.

- Quero três, está doendo muito. – Jared olhou preocupado para Jensen, lembrando-se da conversa que teve com Misha, se alimentasse essa dor de cabeça imaginária, o loiro podia se torna dependente, muito médicos terminam assim. – É nosso segredinho! – O capitão piscou para ele. – Pode ir se quiser.

- Eu tenho de ficar. – Jared pegou o seu notebook, e sentou no sofá ao lado de Jensen. - Posso estudar um pouco?

- Estuda. Vou tentar dormir. – Jensen se virou e ficou olhando o moreno. Jared não conseguia se concentrar, pois o loiro lhe encarava, como estivesse o examinando.

- Você tem de ficar me encarando?

- Não tenho nada pra fazer. – Jared respirou fundo, nesses momentos de estudos, ou Jensen o ajudava, ou atrapalhava o provocando até que cedesse e fizesse amor com ele.

- Passou a dor de cabeça?

- Hum... Passou. Bonzinho esse remédio, consegue outros para mim? – Jared fechou a cara. – Farei segredo. Qual o seu curso?

- Medicina. – Jensen sorriu. – Você poderia me ajudar, estou fazendo um resumo sobre neurossensores.

- Será que eu me lembro? – O loiro ficou sério.

- Isso é básico! – O moreno revirou os olhos. - Vou ler para você.

- Não! Eu leio. – Jared sorriu isso sempre funcionava, Jensen detestava alguém lendo para ele. – Agora você que está me encarando.

- Desculpa. – Jared desviou o olhar.

- Tá fazendo, outra vez! – Jensen reclamou, mas era difícil para o moreno tirar os olhos do capitão. – Acabei. - O capitão começou a explicar o que achava, onde devia mudar. Jared colocou sua posição, e depois conversaram sobre outros assuntos, riram e quando perceberam eram 4:00h da manhã. – Acho que você precisa dormir um pouco. – O loiro se espreguiçou.

- Vou me deitar aqui no sofá. – O moreno relutou, mas ele precisava realmente descansar pela manhã teria que defender o seu trabalho, apesar de que ele já estava definido e com as colocações de Jensen, com certeza teria nota máxima.

O capitão resolveu dormir também, o moreno semi fechou os olhos e quando percebeu que o loiro dormia, correu para a poltrona bem próxima a cama e deitou com a cabeça no peito de Jensen, e lhe segurou a mão, da mesma maneira que fazia quando este estava em coma. Rezou para que acordasse antes do loiro.

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- Um estudante de medicina conseguiu passar a minha dor de cabeça e você não. – Jensen falou para Misha assim que este entrou no quarto.

- Não acredito! – Misha. - Você é o pior paciente que já tive.

- Já pedi troca de médico. – O loiro revirou os olhos.

- Essa troca não vai acontecer, e se você insistir! Vou mandar te interditar! – Misha saiu do quarto bufando, para falar com o Jared.

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- Você sabe guardar segredo que é uma maravilha! – Jared comentou assim que entrou no quarto.

- Desculpa! – Jensen foi sincero. – Queria provocar o Misha.

- Pois agora não tem mais remédio.

- Minha cabeça está doendo. – Jared ignorou as reclamações de Jensen por meia hora.

- Tudo bem.

- Não quero esse que o Misha lhe deu, quero aquele de ontem. – Jensen jogou fora o comprimido reconhecendo o placebo que o amigo lhe dava.

- Tô me sentindo um traficante. – Jared deu para ele o outro.

- Na universidade é permitido. – O loiro riu. - Vai estudar hoje?

- Acho que não, vai passar futebol, e depois estou cansado, dormi pouco, mas posso ficar aqui?

- Futebol. – Jensen levantou da cama e sentou no sofá ao lado de Jared. – Você podia pegar algumas guloseimas ali no corredor o que acha? – O moreno sorriu e foi fazer o que o loiro pediu.

Após o jogo, Jensen deitou para dormir e o moreno assim que viu o loiro relaxar, deitou em seu peito. Ele sempre acordava antes do loiro. Essa rotina durou uma semana.

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- Jensen, tenho uma cirurgia hoje e quero que participe. – Misha pediu novamente para o loiro. Assim você vai saber se está apto ou não, o que acha?

- Eu estou com dor de cabeça. – Jensen olhou em desafio para o amigo.

- Você está parecendo uma criança mimada. – Misha respirou fundo. – Tão mimada que foi enganado por um estudante de medicina, que está terminando o básico.

- Enganado como assim? – Jensen arregalou os olhos verdes. E Misha mordeu os lábios, arrependido. Pois ia causar confusão para o Jared, porém não tinha mais jeito. – Aqueles comprimidos...

- Eram balinhas de hortelã, se tivesse prestado atenção teria percebido o sabor, mas você está tão cego, focado no ano que perdeu que não consegue enxergar um palmo na sua frente. – E sem esperar resposta saiu do quarto, precisava falar com o moreno.

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Jared parou na porta do quarto do capitão e respirou fundo, sabia que seria recebido com pedras, mas tinha esperança que Jensen o perdoasse, mas esta era bem pequena...

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Respostas aos reviews

Mari Padackles

Obrigada pela escrita ótima, anda sem beta, e por isso fico mais preocupada com os erros.

O Jensen não lembrou e ainda está um pentelho! Kkkkkkk

Só muito amor para aguentar o capitão, mas quem não aguentaria um Jensen mal humorado?

O próximo capitulo está quase pronto.

Mil beijos!

Lalky

Realmente o Jensen apesar de pentelho gostou do moreno, não sei se ele vai perdoar o Jared pela mentira! Kkkkki O Roger fez o que fez no calor da emoção.

Não vai demorar o próximo.

Mil beijos!

Ivan meuq

Esses meninos estão ótimos de pais! Kkk O Roger tem a descupa do sofrimento pelo Jensen, mas mesmo assim muito dolorido! Srsrsr

Vamos ver se o Jensen perdoa o Jared pela mentira! Kkkkk

Se for se interna vou te passar o endereço do meu manicômio! Kkkkk

Aí podemos discutir a história juntos.

Mil Beijos!

Anaas

Que coincidências, eu queria ser do exercito, sou professora, queria fazer prova para as escolas militares. Só falta ser professora também! Kkkk

O Jensen está bem revoltado, na verdade ele está com medo, e agora o Jared estava feliz por está próximo ao capitão, e o Misha estragou tudo! Kkkkk

Vamos ver como o loiro vai se comportar.

Mil beijos!

Luluzinha

Cheguei rapidinho! Srsrsr

Ainda um pouco mais de sofrimento... Ops! Exagerei, de acordo com a minha Anja!

Roger e Gerald são paradas duras, apesar que o Roger é mais perdoável!

E O Jensen como vai olhar para o Tristan! Srsrsr

Mil beijos!

Maria Aparecida

Obrigada pelo carinho!

Acho que você foi a única que gostou do Roger! Kkkkk

O Jensen esta escondendo o seu medo por trás de revolta e cinismo! E Agora? Srsrrs

Mil beijos!