Tempos de Mudança - Capítulo 14
Recados:
- Estou de volta. Hora de tirar a poeira e se prepararem para mais emoções
- Chegamos ao capítulo 14. É a reta final de "Tempos de Mudança"
- Peço que não fiquem bravos comigo, mas está sendo difícil escrever.
Boa leitura n_n.
Nas mesas, a jovem Dinamarquesa pareceu se enturmar rapidamente com as outras garotas, que pareciam querer interrogá-la sobre seu relacionamento com Kanon.
- Me responde uma coisa, Karin. Como você fez para reconhecer o Kanon entre os dois?
Marin perguntou curiosa.
- Fácil, o Saga olhou para mim como se eu fosse um ser extraterrestre. Já o Kanon... Bem, parecia me comer com os olhos.
Enquanto elas riam alto do comentário, em outra mesa, Shura comentava com os presentes em tom de piada.
- Era o que faltava. Temos um cavaleiro pedófilo agora...
- O Kanon é muito esperto, isso sim.
Giancarlo disse com uma taça de vinho na mão.
- Mas uma coisa vocês não podem negar. Ela o mudou, e para melhor.
Shaka, em silêncio até aquele momento, resolveu falar, chamando a atenção dos outros.
- O que quer dizer com isso?
Shura perguntou.
- Assim que voltamos à vida, Kanon estava como Saga. Perdido, ainda se remoendo por tudo que havia feito. O emprego nas empresas Solo o ajudou a ocupar a cabeça, mas foi com a ajuda dessa jovem, que ele finalmente redescobriu o prazer de viver. Saga ainda me preocupa. Ele ainda não conseguiu se livrar do peso que carrega nos ombros.
Todos olharam surpresos.
- O que foi? Se vocês prestassem mais atenção, veriam o mesmo. E não é só com ele que acontece. Vocês dizem ser amigos uns dos outros, mas não conseguem perceber esse tipo de coisa...
Disse, parecendo irritado. Logo depois, a mulher que apresentava as atrações surgiu no palco.
- Vamos agora receber mais um convidado especial. Ele é um jovem flautista, mas já é reconhecido por admiradores de música clássica, além de ser integrante da Filarmônica de Viena. Por favor, dêem boas vindas a Daniel Sorrentini.
Logo em seguida, um jovem segurando uma flauta nas mãos surgiu, recebendo aplausos da maioria dos presentes, menos de alguns cavaleiros, que o reconhecerem como o General Marina de Sirene, guardião do Atlântico Sul. Sorento agora usava seu nome verdadeiro, e havia se tornado um músico de renome.
- Boa noite a todos. É uma honra ter recebido esse convite do Senhor Solo para entretê-los essa noite. Eu quero começar com algo que parece apropriado para essa noite. Algo que eu mesmo compus. Eu chamo de "O Canto da Sereia".
Ao mesmo tempo em que levava o instrumento à boca, todos os cavaleiros entraram em alerta para algum ataque surpresa, mas logo a preocupação foi deixada para trás. A melodia que saía da flauta era densa, quase hipnotizante, um verdadeiro canto da sereia, armadilha para os desavisados que eram levados por ela a encontrar seu fim. Após, acabar sua apresentação, o General foi aplaudido efusivamente, e ainda tocou mais algumas peças antes de se retirar. Muitos estavam tocados por aquelas canções, mas um encontrava-se especialmente tocado. Alguém que já ouvira a música de Sorento, mas como inimigo, e agora podia ouvir toda a beleza da música do outro sem se preocupar. Quando ele desceu para se juntar aos outros convidados, foram vários aqueles que foram cumprimentá-lo.
- Ikki...
- O que foi Shun?
- Eu... Vou até lá também.
Fênix olhou para o irmão com alguma estranheza, mas depois se lembrou da conversa que tiveram antes de chegar à Grécia.
- Está bem.
Respondeu com um sorriso, que o mais novo devolveu antes de se levantar e ir até lá. Shun esperou a maior parte das pessoas se afastarem para então ir de encontro a ele, chamando-o.
- Sorento...
O Marina virou a cabeça ao ouvir seu nome, e ao ver a face do cavaleiro, abriu um largo sorriso.
- Andrômeda.
Os dois se cumprimentaram, e Shun continuou.
- Foi uma apresentação maravilhosa.
- Obrigado. E preciso dizer que você é responsável por parte dela.
- Eu? Por que?
- Vamos para um lugar menos cheio para conversarmos melhor.
Shun concordou, e os dois subiram as escadas do mezanino, buscando uma varanda vazia. Quando encontraram, Shun apoiou-se na proteção, ficando de costas para o cenário e de frente para o Marina.
- Então... Por que eu sou responsável por sua magnífica apresentação hoje?
Sorento se aproximou, ficando ao lado do cavaleiro, debruçando-se sobre a proteção, apoiando-se nos cotovelos e admirando a noite Grega.
- Lembra-se da nossa batalha no pilar do Atlântico Sul?
- Como poderia esquecê-la? Eu quase morri lá.
- Mas a partir do momento em que você liberou a Tempestade Nebulosa, a batalha era sua. Eu que fui teimoso de não ver isso até receber o golpe. Mas não é da batalha que eu estava falando... Lembra-se do que disse para mim naquela hora?
- Sim. Que alguém que tocava tão maravilhosamente bem não poderia ter uma índole má.
Sorento ficou em silêncio por alguns instantes antes de continuar.
- Eu fiquei com aquilo na cabeça. Quando eu era criança, eu tive aulas de flauta, mas nunca as levei a sério. Quando me tornei um General Marina, pensava que a música deveria ser apenas um instrumento de batalha, até que você me disse aquilo. Quando a guerra acabou, eu pensei comigo, que talvez... Minha música tivesse um poder maior do que eu imaginava. Junto com o senhor Solo, eu comecei a visitar orfanatos, e fazia eventos beneficentes. Toda vez que eu via o olhar encantado daquelas crianças quando eu tocava para elas, eu percebia que esse é o propósito da minha música.
Shun ouvia a história atentamente, com um misto de surpresa e admiração.
- Puxa, eu não sabia que eu tinha mudado tanto assim sua vida.
- Mas mudou. Não passo um dia sem pensar em você, Andrômeda. Quer saber, um dos principais motivos para eu vir a essa festa, é porque sabia que o reencontraria aqui. Precisava agradecer, pessoalmente.
O sorriso que recebeu do outro deixou o cavaleiro sem jeito.
- Que é isso. Não precisa agradecer. E por favor, me chame de Shun. Eu também... Estou sempre pensando em você. Estava curioso para saber o que você estava fazendo atualmente, e puxa, você está agora tocando em uma orquestra. Eu vou confessar uma coisa. Eu andei tendo aulas de música.
- Jura? Que instrumento?
- Violoncelo. Meu irmão fala que eu toco bem, mas acho que ele está exagerando.
- Eu gostaria que tocasse para mim um dia. Daí eu posso te dizer se toca bem mesmo ou não. Você já pensou em seguir carreira como músico?
- Pensei, mas eu ainda não tenho certeza se quero.
- Se quiser mesmo, venha para a Europa. Paris, Viena... As melhores faculdades e Conservatórios estão aqui.
- Obrigado. Eu agradeço o con... Con...
- Convite?
- Isso, obrigado. Desculpe-me, mas eu tenho treinado pouco meu Grego. Eu também estou aprendendo Inglês agora, então ajuda a dar o nó. Japonês, Grego, Inglês... Eu às vezes penso em uma língua, e falo em outra.
- Relaxe, acontece comigo também. Eu nasci na Áustria, mas meus pais são Italianos, então dentro de casa, eu tinha que falar Italiano, e fora de casa tinha que falar em Alemão. Imagine quantas vezes eu acabei escorregando e trocando as palavras.
Disse em meio a risadas. Shun acabou rindo também
- E depois que eu comecei com o Inglês e o Grego, só piorou.
- Alguém que viaja o mundo precisa saber se comunicar, não é mesmo?
Shun falou em tom de brincadeira.
- É verdade. Mas falando sério, eu gostaria de reiterar o convite. Se tiver planos de seguir carreira como músico, venha morar na Europa. Terei o maior prazer em te ajudar com o que for necessário.
Em um gesto impensado colocou sua mão sobre a do cavaleiro. Só depois pensou que ele poderia não gostar, ou achar aquilo estranho, mas para sua surpresa, ele sorriu com o gesto, virando sua mão e segurando na mão do jovem Austríaco. A verdade era que os dois esperavam esse encontro mais do que podiam imaginar. A conversa seguia como se fossem dois conhecidos que se reencontravam depois de muito tempo. Ikki, disfarçadamente, subiu e rapidamente observou de longe aos dois. Ao ver como seu irmão parecia feliz conversando com o Marina, ficou mais aliviado, voltando para baixo. Mesmo tendo noção de que era super protetor, tinha que deixar seu irmão viver sua vida. A festa aos poucos ficava mais agitada. Os aperitivos já haviam sido trocados por pratos típicos, servidos por garçons em locais específicos do salão. Vários já haviam se servido e agora comiam nas mesas.
- Vocês se lembram das aulas, não é mesmo?
Aioria falou para os presentes à mesa que foram às aulas em Rodorio.
- Claro. E está tudo aqui. Talheres, copos...
Aldebaran disse olhando em sua volta.
- Só faltou a professora Ariadne, não é?
Aioros disse, deixando o Brasileiro sem jeito.
- O que você está fazendo aqui, Aioros? Não deveria estar na outra mesa, ao lado da irmã do Seiya?
- Como é?
Aioria perguntou curioso.
- Deveria ter visto como ela e seu irmão estavam se dando bem naquela manhã.
- É mesmo, Aioros?
O leonino olhava para o irmão com um sorriso misterioso. O mais velho também ficou sem jeito.
- Ah, sabia que tem coisa aí.
Aldebaran disse. Dohko, que estava quieto até aquela hora, falou.
- Me diga Aioros, o gosto por ruivas é algo genético na sua família?
Perguntou, e logo em seguida todos os presentes na mesa, menos o sagitariano, riram do comentário.
- É verdade. As duas são ruivas.
Mu comentou. Enquanto uma leve discussão continuava, Afrodite passou pela mesa com um prato na mão. De outro lado, Miro, Kamus e Shura também chegavam às mesas dos convidados de Atena.
- Olá, rapazes. Vocês viram? Tem muitas coisas ótimas sendo servidas. O que vocês pegaram?
Miro respondeu primeiro, com um sorriso maroto no rosto.
- Eu peguei kokoretsi, Afrodite. Servido?
Ao ouvir aquilo, a feição do Sueco se tornou um misto de nojo e raiva, e em seguida ele foi embora para sua mesa sem falar mais nada. Miro deu uma risada um pouco mais alta, enquanto Kamus e Shura observavam a cena sem entender nada.
- O que foi isso?
O Espanhol perguntou enquanto eles sentavam-se à mesa.
- É que faz um tempo eu fiz o Afrodite experimentar, e só depois disse a ele o que era. Ele ficou furioso comigo.
Os dois ficaram curiosos com a história, afinal eles tinham pegado o mesmo prato.
- E... Eu poderia saber o que é?
Shura perguntou.
- Basicamente todos os órgãos do carneiro em um espeto, envoltos pelos intestinos e depois assados.
O Espanhol permaneceu em silêncio, depois olhou para seu prato e decidiu provar mesmo assim.
- Mas é bom.
- Pois é. O Afrodite falou a mesma coisa, mas ficou com nojo depois de saber o que era.
- Fresco.
Kamus ouvia em silêncio. Após ouvir a explicação do Grego, viu que não se tratava de nada absurdo, e também começou a comer. Após alguns minutos, para surpresa dos três, Shina sentou-se ao lado de Miro.
- O que está achando da festa, Miro?
O Grego quase engasgou quando ela sentou ao seu lado.
- Eu estou gostando muito da festa, Shina. E eu realmente não gostaria que ninguém estragasse esse momento.
- E por que está falando isso? Acha que eu vou fazer algo para estragá-lo?
- Não seja cínica. Eu sei que você está querendo vingança por ontem. E quanto àquele showzinho mais cedo... Eu não vou cair nessa tão fácil.
- Mesmo? Acha que eu quero vingança? Não, eu não seria baixa a esse ponto. O que eu quero é outra coisa...
O sorriso que ela deu na direção dele era cheio de segundas intenções. Miro, se recompondo depois de ficar sem jeito, disse.
- Já falei que não vou cair nessa.
Ela moveu os ombros, como se não importasse com o que ele falava. Após alguns instantes de silêncio, ela virou a cabeça na direção de Shura e o chamou com uma voz bem sensual.
- Shura.
- Sim?
- Poderia vir comigo um minutinho, por favor?
- Claro
Disse abrindo um sorriso, levantando-se e começando a segui-la. Miro olhou para ela, e depois para o Espanhol, com cara de quem não entedia o que estava acontecendo. Ele apenas abaixou e falou em seu ouvido.
- Não vá me chamar de fura-olhos depois.
E foi embora. O Grego virou para Kamus, que ainda comia em silêncio.
- O que foi isso?
- A Shina queria falar o com ele. O assunto não me interessa.
- Mas ele...
Antes que pudesse terminar, o Francês o cortou.
- Você por acaso está com ciúmes?
- Eu? Imagina. Ciúmes, eu? Eu estou preocupado que eles possam estar planejando contra mim. É melhor eu ir dar uma olhada mais de perto...
- Miro, isso é ridi...
Antes que pudesse acabar, ele já tinha partido na busca dos outros dois. Kamus balançou a cabeça de forma negativa e voltou a comer. Miro encontrou-os em um canto afastado do salão, e ficou observando de longe. De onde estava não conseguia ouvir nada, apenas ver.
- Sou todo ouvidos, Shina. O que você quer?
Perguntou o Espanhol
- Pra começar, eu quero te pedir desculpas...
Ela disse sem jeito.
- Já sei. Está fazendo isso apenas para causar ciúmes no Miro.
-... Sim. É verdade. Não quero que se sinta usado, mas acho que não tem como...
- Não se preocupe. Se for pra aprontar com o Miro, eu faço questão de participar. Mas o que você pretende de verdade? Pode ser impressão minha, mas acho que ele gosta de você.
Ela não escondeu o sorriso ao ouvir aquelas palavras.
- Se é assim, vai ser ainda mais fácil. Minha "vingança" será conquistá-lo, e fazê-lo engolir tudo o que ele me disse.
- Então desde já eu lhe desejo boa sorte.
Os dois continuavam conversando de forma amistosa. Miro observava de longe, claramente incomodado, mas mão sabia o porque. Ver Shina conversando de forma tão íntima com Shura estava fazendo o sangue dele ferver. De repente, as palavras de Kamus vieram à sua cabeça. Será que ele estaria mesmo com... Ciúmes? Mesmo depois de ela tê-lo humilhado, a verdade é que havia alguma sinceridade naquelas palavras que disse antes de beijá-la, e que não se esquecia daquele beijo. A cabeça do Escorpiano estava confusa com todos aqueles pensamentos ao mesmo tempo.
Próximo ao palco, Saori conversava com alguns empresários, com Shaka ao seu lado. O Indiano agia como um guarda-costas, sempre próximo à Deusa no caso de algo sair errado. Enquanto conversavam de forma informal, os dois perceberam a presença que se aproximava. Era Julian Solo, que juntou-se a eles. Após uma rápida troca de cumprimentos, a conversa continuou até que Julian disse.
- Espero que não se importem senhores, mas eu gostaria conversar a sós com a senhorita Kido.
Os homens compreenderam, e se despediram.
- Vamos até o andar de cima?
Perguntou à Deusa em seguida.
- Claro.
Enquanto subiam, Shaka mantinha-se em alerta, mas agora de forma mais afastada. Não iria atrapalhar o encontro dos jovens deuses reencarnados. A área mais larga do mezanino estava menos cheia, e assim os dois tiveram como conseguir um local mais isolado para conversar. No caminho, o Grego passou por um garçom, pegando duas taças que estavam em sua bandeja, entregando uma para a jovem.
- O que está achando da festa, senhorita Kido?
- Está maravilhosa, meus parabéns.
- Obrigado. Sabe, você tem razão. Conviver entre os humanos está sendo mais divertido do que eu imaginava...
Ao ver que Poseidon havia deixado a máscara cair, Atena também se sentiu mais relaxada.
- Eu lhe disse, era apenas questão de tempo para se costumar. Não há porque mais haver guerras entre nós. Podemos conviver muito bem.
Ele então ergueu a taça.
- Um brinde. A uma nova era de paz.
A Deusa encostou sua taça na outra, em seguida tomou um gole de seu espumante.
- Não pude deixar de notar que alguns de seus cavaleiros parecem estar em um relacionamento amoroso.
- Sim, tem razão. Não há mais motivos para guerra, então não tem o porquê de proibi-los de serem felizes. Você também permitiu isso, afinal Kanon e sua jovem Marina estão juntos também.
- Sim. Os cavaleiros estão tendo uma vida quase que normal. Mas e quanto a você, Atena?
- Eu?
- Você também não vai se dar o direito de ser feliz?
- Quem está falando isso é Julian ou Poseidon?
- Não, eu não estou pensando em propor casamento novamente. Mesmo porque Zeus não gostaria muito disso. Só estou perguntando o porquê de uma jovem tão atraente ainda não ter um namorado.
Atena ficou surpresa com aquilo, e não escondeu. Não esperava uma pergunta como aquela vinda dele.
-... A Empresa não deixa muito tempo livre... Eu...
- Se fosse assim, eu também não teria como.
- Você está...
- Namorando? Não. Mas eu aproveito oportunidades como essa para conhecer pessoas interessantes. Você não parece interessada nisso. Ou você gosta de ficar sozinha, ou já achou a pessoa certa, mas ainda não criou coragem para dar o primeiro passo.
Ela ficou em silêncio, sem saber como responder aquilo.
- Você pode ser uma Deusa, mas esse corpo não é imortal. Melhor aproveitar para viver sua vida, como diz aos seus cavaleiros para fazê-la.
- Eu... Vou tentar seguir seu conselho.
Respondeu com um sorriso sem jeito. Ele tinha razão. A verdade é que ela escondia seus reais sentimentos. Estava agindo de forma hipócrita, incentivando seus cavaleiros a exporem seus sentimentos enquanto ela fazia o oposto. Logo em seguida outros convidados aproximaram dos dois iniciando uma conversa formal sobre negócios, mesmo com a jovem Kido com a cabeça meio distraída.
Continua...
- É isso. Gostaria que comentassem dissessem o que acharam.
- Como no outro capítulo, aqui o "link" para a música que o Sorento toca: watch?v=eid-edp2P4U
- Shun X Sorento não é casal comum, mas acho que os dois têm dão certo juntos.
- Eu sei que a Seika não aparece ruiva nas imagens do desenho, mas pensem, para o Seiya realmente pensar que a Marin poderia ser a irmã dele, ela teria que ter a mesma cor de cabelo da Seika, não?
- A Shina não está para brincadeiras. Vai querer pegar o Miro nem que seja na marra XD.
- Não tinha pensado em um par para a Saori, mas acho que ela está merecendo.
- Se ocorrer tudo como o planejado, a Fic tem mais três capítulos, e talvez um epílogo. Mas isso não significa que a história acaba aqui...
Até mais.
