OI GENTE!

ABAIXA A ARMA, POR FAVOR, NÃO ME MATE! POR FAVOR! POSSO TENTAR ME EXPLICAR PRIMEIRO? Obrigada!

Eu sei que passei um tempo extreeeeeeeemamente longo distante, mas... Eu estava com muitos e sérios problemas, meu amores. Com família, faculdade, fé, saúde, pessoais, relacionamentos... Eu passei por longos períodos um pouco escuros, e sem cabeça para escrever. Maaaas, graças a Deus, tudo está melhorando e aqui estou eu, com mais um capítulo! Peço desculpas, de verdade! Nos vemos no final!

Capítulo sete: Olha, eu não estava nem perto de tirar a sua virgindade, Mia bella...

"Fala macia, tão incrível, ele tem tudo o que as garotas querem. (...) Acho que estou me apaixonando pelo seu sorriso..." - He could be the one, da Hannah Montana.

Quem diria que Edward Cullen podia ser tão educado e cavalheiro? Agindo como Charlie Jenkins, certo, mas ainda assim... Foi inevitável não ficar surpresa. Ali estava ele abrindo a porta do carro para mim, segurando meu braço e me guiando, puxando a cadeira para mim, e falando de uma forma completamente formal e natural, com uma voz suave, do tipo que te faz ficar calada apenas ouvindo por horas e horas...

Acabamos indo a um restaurante que eu conhecia muito bem, porque meus pais sempre me traziam aqui. Era um tipo de restaurante comum, casual e... Temático. Nunca faziam nada muito chique, mas a cada quinzena tinham um tema divertido, e todas as músicas, luzes, comida e uniforme dos empregados girava em torno do tema. Lembro de girar encima dos pés do meu pai ao som de "Beauty and the Beast" quando o tema foi "Princesa das Disney". Também lembro de me acabar na pista de dança com Rosalie e Alice quando o tema foi "Divas", e dançamos muito ao som de "Girls Just Wanna Have Fun"... Hoje o tema parecia Dirty Dancing - Ritmo Quente. OK, estou exagerando. Sabe a cena em que a Baby entra na parte permitida apenas para funcionários e descobre o clube de dança deles, e eles estão dançando aquelas músicas calientes extremamente grudados uns nos outros? Bom, era tipo isso. Talvez o tema seja "América Latina", porque estava tocando "Livin' La Vida Loca".

- E o que você deseja para comer? - Edward chamou minha atenção quando o garçom veio nos atender.

Fui obrigada a tirar os olhos da pista de dança e encarar o homem um sombreiro à minha frente. Hm, México?

- Eu sei que o tema sugere comida apimentada, mas eu posso pedir um simples ravioli de cogumelos? - perguntei.

Ele sorriu para mim, assentindo e anotando meu pedido.

- Eu vou querer a sugestão do chef. - Edward disse, entregando o cardápio ao garçom.

Com uma leve reverência o garçom se retirou. Edward voltou os olhos para mim.

- Você gosta de dançar? - perguntou.

- Mais ou menos...

Ele abriu aquele meio sorriso.

- Aposto que gosta bastante. Estava hipnotizada por aquela pista tanto quanto uma criança por um presente na véspera de Natal. - disse.

Acabei rindo.

- Certo, eu gosto muito de dançar. Mas eu nunca dancei... Do jeito que aquelas pessoas estão dançando.

- O quê? Música latina?

- Não a música, o jeito de... Mover o corpo. É realmente hipnotizante assistir.

- Quer ir experimentar o ritmo enquanto a comida não chega? - ele ofereceu.

Mordi o lábio, pensando se deveria. Que mal poderia acontecer? Bem, tem o fato de que Edward parece o tipo de cara que se aproveitaria da situação... Mas parece tão... Divertido dançar isso! OK, divertido não era a palavra. Tente sexy.

Acho que quero dançar.

- Cuidado com as mãos bobas. - eu avisei, levantando.

Ele enfiou as mãos no bolso e ergueu as sobrancelhas para mim, como se isso resolvesse tudo. Nos colocamos, timidamente, no meio daquele enorme número de pessoas. Acho que nunca vi esse lugar tão cheio. Levantei os olhos para Edward em expectativa, como se ele soubesse o que fazer. Ele olhou para um casal ao nosso lado e imediatamente imitou o rapaz, colocando as mãos no meu quadril e me puxando para perto, de um jeito que fez os nossos quadris se encaixarem. Tipo um "clic".

Clic. Vocês estão perto demais em áreas do corpo que não são públicas.

Sem saber o que fazer com as minhas mãos eu envolvi o pescoço dele, tendo plena consciência de como as minhas bochechas estavam vermelhas. E aí Edward começou um movimento que só podia ser descrito como "Proibido para menores de idade". Realmente! Se estivéssemos sem roupa seria tipo... O QUE EU ESTOU FALANDO!

Eu estou vestida, é só uma dança, não há porque ficar tão vermelha!

Eu estava prestes a dizer a ele "Edward Cullen, vamos parar e sentar à mesa como pessoas descentes, e não animais no cio", e aí ele se inclinou para a frente, me fazendo cair para trás - bom, cair não é bem o termo certo. Eu fui jogada para trás, mas só a minha cabeça caiu, já que ele continuava segurando o meu quadril. E aquele movimento obsceno continuava. Eu podia me sentir estuprada, certo? Porque, tecnicamente, aquilo eram movimentos de, você sabe o que. E ele não parava de mexer os ombros, me levando junto com ele nisso. Eu estava tão, tão tensa que acabei rindo. Estiquei a cabeça para a nossa mesa, e vi que o garçom se aproximava com o carrinho de comida.

- Como você consegue ter um cheiro tão bom? - Edward Cullen disse com o nariz em meu pescoço.

Uma corrente elétrica percorreu todo o meu corpo, e como se eu tivesse realmente levado um choque, e me soltei dele e apontei para a mesa.

- A comida chegou. - falei.

Ele olhou para a mesa, parecendo tão desconcertado quanto eu por um momento, mas enquanto caminhávamos para a mesa reassumiu sua postura confiante e inabalável. Mas eu garanto que foi só a postura, porque nós dois comemos em silêncio.

- Já conseguiu ver quem está de olho em nós? - perguntei, quando o silêncio ficou insuportável.

Edward passou os olhos pelo lugar e soltou uma risadinha.

- Angela, Ben e Eric estão na mesa do canto de óculos escuros. Mais discretos impossível.

Eu acabei olhando para eles, rindo também. Bom, pelo menos eles nos deram algo para falar.

- Como está o seu ravioli? - Edward perguntou.

- Magnífico. E o seu ensopado?

- Ótimo. A comida daqui é boa.

Assenti. E então o silêncio estava de volta. E terminamos de comer, o que significava que não tinha nada mais para ocupar nossas bocas e fingir que não podíamos falar. Agora tínhamos que admitir que estávamos desconfortáveis. E foi aí que eu agradeci a existência da Shakira nesse mundo, porque "Hips Don't Lie" começou a tocar, e então eu tive a perfeita desculpa para começar a gritar e dizer:

- Eu adoro essa música! Temos que dançar, vem! - e puxei Edward pela mão.

Tomando o controle eu coloquei as mãos dele no meu quadril, me concentrando em não ficar vermelha dessa vez. Fechei os olhos.

É só dançar como você dança no seu quarto. Imagine que você está sozinha, pronto! - eu disse a mim mesma, como um calmante enquanto tomava coragem para começar a rebolar.

Ei, o nome da música é "HIPS don't lie" e não "EYES don't lie"! Então eu precisava rebolar! E com essa conclusão, assim que a introdução de Wyclef Jean acabou, foi como se meus quadris tomassem vida própria. E, eu vou te contar, é bastante diferente dançar sozinha livremente em um quarto, e dançar com as mãos de um cara sentindo cada movimento seu. É melhor continuar de olhos fechados.

Edward acabou me girando e grudando seu peito em minhas costas, enquanto me guiava num rebolado conjunto. Hm, esse garoto sabe dançar. Perigo detectado. Quem é mesmo que diz "nunca confie em um homem que saiba dançar"? Ah, sim, minha querida tia Ester. No quinto casamento deve entender alguma coisa de homens.

Bem, hora de tentar algo arriscado. Coloquei minhas mãos encima das dele que estavam em minha barriga e joguei minha cabeça para frente, sacudindo todo o meu cabelo, e abaixando meu tronco. Edward me levantou na hora, me virando e me olhando chocado.

- Acho melhor não irmos por esse caminho. - ele avisou, depositando as mãos na minha cintura.

Eu abri um sorriso, porque tinha sido engraçado, então cantarolei:

- Mira en Barranquilla se baila así, say it!

E aí joguei o quadril para um lado, rindo. Edward abriu um sorriso também, voltando a grudar o corpo no meu. Dançamos juntos até que a música acabou. E quando "Bailando" do Enrique Iglesias começou, decidimos que era uma boa ideia dançar também. E mais umas três músicas depois dessa. Até que finalmente desistimos e voltamos para a mesa, rindo. Que delícia dançar com mais alguém que não seja um travesseiro, ou Rosalie e Alice, com quem eu mais grito as letras das músicas do que danço.

- Eu tiro o meu chapéu, sr. Cullen. Você sabe dançar.

- O mesmo, srta. Swan. - ele disse sorrindo.

- Não acredito que você tirou a minha virgindade. - falei, só percebendo depois como a frase soou estranha.

- Olha, eu não estava nem perto de tirar a sua virgindade, Mia bella... Mas, se você fizer questão, eu conheço um lugar onde nós podemos nos divertir a noite toda. - Edward soltou, piscando.

Rolei os olhos, tentando não corar.

- Estou falando da dança, Edward! Eu nunca tinha dançado isso.

Ele piscou outra vez.

- Minha oferta continua de pé. - disse.

- Onde está o Charlie, cavalheiro e doce?

- Tenho certeza de que ele levaria a Helen para um quarto depois de toda essa dança.

- Bom, nesse caso devemos encerrar a noite aqui. - eu disse, um pouco seca demais.

Ele levantou as mãos, como se se rendesse.

- Ah, que isso! Foi só uma brincadeira! Eu retiro tudo o que disse. O Charlie está de volta. - disse.

- Ótimo. Mas eu acho mesmo que a gente devia encerrar por hoje... Já passa das dez!

Ele riu, arregaçando as mangas longas de sua camiseta, exibindo seus antebraços tatuados pela primeira vez na noite.

- E você considera isso tarde? - provocou.

Eu sabia o que ele estava fazendo. E, infelizmente, não me orgulho de dizer que isso não me parou, porque eu abri aquela imensa boca que eu tenho e disse:

- Claro que não! Eu estava dizendo que nós deveríamos sair daqui e ir para algum lugar realmente empolgante. A noite está só começando.

E isso só fez o sorriso dele se alargar.

- Então você está dizendo que realmente quer sair daqui e ir para uma boate? - ele perguntou.

Engoli em seco.

- Tipo totalmente. - respondi.

Vou dizer a verdade: o problema não era a boate ou o horário; era Edward Cullen. Eu iria felizmente a uma boate com Rosalie ou Alice, e sei que seria divertido, mas ir a uma boate com um cara que fazia eu me sentir ora brincalhona, ora brava, sempre confusa estava fora de questão. Se dançar com ele ali, na frente de pessoas que conhecemos já foi um pouco perigoso, imagine numa boate cheia de adolescentes cheios de hormônios.

Edward começou a gargalhar.

- Se eu não conhecesse tão bem o seu tipo, Mia Bella, eu acharia que estava falando a verdade. - ele disse.

Antes que eu pudesse retrucar, Eric se aproximou de nós.

- Muito bem, garotos! Estou orgulhoso de vocês. Se foram capazes de permanecer juntos por um jantar inteiro, acredito que podem sobreviver à peça. E as faíscas estavam ali. - ele apontou para a pista de dança.

Corei violentamente. Pelo canto do olho vi Angela piscando para mim e levantando os dois polegares em aprovação. Bom, acho que isso finaliza a guerra pelo papel. O professor deu algumas notas para Edward e disse:

- Considerem o jantar uma cortesia do grupo de Teatro. Edward, leve a moça em segurança para casa, exatamente como Charlie faria.

E piscou. Piscou! Edward sorriu e agradeceu, e então os três - o diretor e os dois substitutos - se retiraram do restaurante. Edward chamou o garçom e pediu a conta. Alguns minutos depois estávamos em seu carro.

- Então, você está a fim de uma sobremesa? - ele perguntou.

- O que você tem em mente?

- Já foi àquela doceria perto da sua casa?

Pensei por um momento, tentando lembrar.

- Acho que não...

- Bem, eles tem o melhor serviço de self-service de doces que eu já vi. Você pode misturar alcaçuz com chocolate derretido sorvete de limão e jogar cookies por cima. Claro que este foi apenas um exemplo ruim, mas dá para entender a combinação, certo?

- Doces, sério? - eu ri. - Edward Cullen, você é realmente diferente do cara que eu esperava que fosse.

- E isso é bom ou ruim? - ele perguntou.

Precisei de um momento. Eu gostava de saber que ele era diferente, ou preferia que ele fosse o bad boy mau caráter que sempre aparentou ser?

- Ainda não decidi. - respondi, sendo honesta.

Ele abriu um sorriso.

- Assim que descobrir, me deixe saber por favor. Mas eu estou curioso, o que você esperava?

- Honestamente? Brigas de bar, estúdios de tatuagens, compras de drogas, assaltos, envolvimentos com gangues, pichação de prédios públicos... Essas coisas.

- Acho que alguém assiste TV demais...

- Ou apenas acredita um pouco nos boatos.

- Então são esses os boatos sobre mim? Nossa, acho que estou bem na fita!

Rolei os olhos.

- Se você chama isso de bem...

Ele riu. Talvez ele só estivesse diferente porque estava agindo como o Charlie. Mas era adorável ainda assim.

- Então os boatos são falsos? - arrisquei perguntar.

- Eu nunca matei alguém, se é isso o que você deseja saber.

- Certo, mas e sobre as brigas, a cadeia, as gangues... Até aquilo sobre ter invadido o principal estúdio de dança da cidade?

O sorriso dele morreu, e o carro parou de repente.

- Chegamos. - anunciou.

Olhei para o lugar, amuada porque ele tinha ignorado minhas perguntas. E agora, eu insistia ou deixava para lá?

- Talvez nós devêssemos... - comecei, mas ele me cortou dizendo:

- Entrar e aproveitar todo o doce que pudermos comer? Vamos lá, você não pode jogar uma chance dessa fora!

Os olhos dele estavam brilhando, e eu tive que rir de como ele parecia uma criança naquele momento. O garoto apaixonado por doces. Descemos do carro e ele andou calmamente ao meu lado, seu braço quase roçando em meu braço, até que entramos na doceria. Haviam várias mesas dispostas pelo lugar, e muita gente estava ali. E eu juro, a parte do self-service era a maior que eu já vi - e isso inclui restaurantes enormes.

- Uau! - eu soltei, meio sem querer.

- Muito legal, né? Eu vou pegar as vasilhas... Você prefere quadrado ou redondo?

- Redondo.

Ele assentiu, se afastando e pegando duas vasilhas com algum tipo de garçonete atrás de um balcão com uma balança. Uma roxa e uma azul. Eu vaguei meu olhar pelo lugar - estava realmente cheio. Deviam ter o que, umas 100 pessoas ali? E o espaço não era tão grande para acomodar confortavelmente mais do que 200 pessoas. Bom... Pelo menos eu não estou sozinha.

Meu olhar encontrou o de Mike Newton no instante em que Edward chegou ao meu lado. Ele sorriu para mim, e eu acenei para ele. Edward seguiu o meu olhar.

- Desde quando você e o Newton são amigos? - ele quis saber.

- Desde nunca, acho que ele está me confundindo com alguém. - virei-me para ele.

Ele passou o braço ao redor dos meus ombros e continuou olhando para Mike Newton. Estendia a mão par pegar a vasilha. E Edward me estendeu a roxa.

- Oh, obrigada! Roxo é minha cor favorita! - exclamei.

- Eu sei. - ele disse ainda olhando na direçao de Mike Newton, e soou um pouco bravo.

Os pêlos da minha nuca se eriçaram. Acho que fiquei um pouco assustada por ele estar intimidante. Onde estava o cara brincalhão de um minuto atrás?

- Você sabe? - questionei.

- Você sempre tem alguma coisa roxa com você... - ele finalmente olhou para mim. - Você não está com frio?

- Na verdade, não...

- Sério? Nem com esse ombro de fora? Esse suéter parece bem fino, na verdade.

Olhei para meu ombro.

- Eu não estou com nenhum problema. - falei.

Ele colocou a jaqueta dele encima dos meus ombros, e eu acabei passando meus braços pelas mangas. Quando olhei de volta para ele, ele tinha voltado a olhar para Mike Newton.

- Caramba, qual é o seu problema? - questionei afinal.

- O Newton está olhando para você como se você fosse um pedaço de carne. - ele disse.

- Oh! - terminei por exclamar.

Meu olhar automaticamente voou até Mike Newton. Isso queria dizer que ele me achava bonita, certo? Nossa, Mike Newton me acha bonita!

- Não é assim que se olha para uma garota...

- Por isso a jaqueta? - perguntei.

Edward olhou para mim e lentamente assentiu.

- Eu não queria deixar você... Sabe, à mostra.

Eu acabei rindo.

- Bom, talvez seja bom ficar à mostra um pouco. Vai ver assim ele me chama para sair. - acabei dizendo, sem pensar.

- Você sairia com ele? - Edward perguntou, visivelmente chocado.

- Bom, nesse ponto em que estou eu sairia com qualquer um que me chamasse para sair.

Ele olhou para mim, pensativo. Eu cai na risada.

- Nossa, que coisa horrível a se dizer! Não é bem assim, eu só estou exagerando um pouco. Mas, sabe, esse aqui meio que é o meu primeiro encontro. E nem é um de verdade.

Eu não poderia estar sendo mais patética. Acho que, na realidade não sairia com Mike Newton se ele pedisse. Não quando gosto de verdade de Jacob Black. Eu queria que o Jacob tivesse dito para mim o que Edward tinha dito. E que fosse ele aqui agora... Ou talvez não. Edward era divertido.

- Vamos tomar sorvete. - Edward disse por fim, e me puxou até a enorme parte do self-service.

E aí, gostaram? Eu acho esse capítulo bem bobinho! HAHAHA, apesar de adorar (eu gosto de coisas bobas, me julgue!)

Queria agradecer muuuuuuito todo mundo que comentou, aidiconou a fic (e a minha pessoa) nos favoritos, indicou pra zamiga (espero que alguém tenha indicado), hahaha, e eu queria mandar um salve muito grande e especial para a Vicknilly MENIIINA, SUA REVIEW ME TROUXE TANTA, TANTA ALEGRIA QUE EU ATÉ IMPRIMI ELA E COLEI NA PAREDE DO MEU QUARTO! De verdade, obrigada, de todo o meu coração!

Peço desculpas pela demora, gente, prometo voltar com mais frequencia. Mas quero esclarecer que nunca, nunca, NUNCA vou abandonar esta fic, ok? Posso demorar para postar (e espero que nunca mais demore tanto) mas jamais abandonarei! E espero que vocês não me abandonem também T_T

amo vocês! obrigada por tudo! XOXO