Atenção!: Contém Spoiler da 'Marca de Atena'.
Autor: RanmaOver
Direitor: Percy Jackson e Annabeth Chase não me pertencem
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Confesso que depois de quase temos feito sexo no estabulo do Argo II eu não conseguia beijar Annabeth sem sentir um tesão enorme subindo pelo meu corpo. Toda vez que os lábios úmidos dela tocavam minha boca, eu pensava como era delicioso quando tocavam o meu... Enfim, nós chegamos a um nível que sempre imaginei que chegaríamos, o dela me levando a loucura. Mas na minha cabeça não era esse tipo de loucura que ela me levaria.

Porém como todo meio-sangue nasce com uma bagagem a mais de azar, Annabeth teve uma missão sozinha para recuperar uma estátua imbecil de sua mãe e enfrentou Aracne, enganando, induzindo-a a criar uma algema chinesa como armadilha para si mesma. Abrimos uma cratera direito par ao Tártato para salvá-la daquele lugar, e quando finalmente achei que poderia protege-la não fui capaz de impedir que ela caísse na cratera, então caiu junto com ela.
Naquele lugar o meu corpo e mente só conseguiam pensar em duas coisas: Tenho que protege-la com toda minha vida. Tenho que tirá-la viva desse inferno.
Passamos alguns dias lutando por nossas vidas no Tártaro, mas eu tive a sensação que perdemos anos de nossas vidas lá dentro. Diversas vezes achei que meu cérebro que já não era bom, ia sucumbir de vez.
Quando saímos de lá tentei me mostrar o mais forte possível, para não preocupar nenhum de meus amigos, afinal tínhamos uma guerra ainda pela frente. Mas a verdade é que eu mal podia fechar meus olhos sem flash daquele lugar me assombrar. Sabia bem que com Annabeth tampouco era diferente.
Por isso sempre me esgueirava para sua cabine no meio da noite, para dormirmos juntos. Pois quando tinha ela nos meus braços eu podia relaxar de verdade, saberia que ela estarei ali, estaria tudo bem. E foi assim que nossa segunda tentativa aconteceu.
Entrei na cabine dela soturno como já de costume, ela levantou o cobertor para que me deitasse com ela. Aquela noite estava fresca, mas não o suficiente para um cobertor, então tirei a camiseta para não suar e cheirar como uma das vacas de Apollo.
Ela descansou a cabeça no meu peito e fechou os olhos, estava preste a fazer o mesmo quando ela disse.
- "Você acha que é cedo para gente tentar..."
Fiquei em silencio por um tempo, depois suspirei.
- "Não importa se é cedo ou tarde, você tem que estar preparada, é isso que importa"
Ela levantou o rosto me encarando, como se não fosse essa resposta que esperava.
- "Desde quando você diz coisas sensatas"
Soltei um sorriso constrangido. – "Me dê o credito as vezes, okay"
Ela se aproximou do meu rosto e disse. – "Desde que seja você, eu estarei pronta" então me beijou. Aquela boca quente sobre a minha, jogando seu corpo sobre o meu.
Passei a mão sobre seus cachos loiros e puxei de leve, queria sentir se ela era real mesmo.
Ela passou a língua pelos meus lábios de forma sensual, deixando rastro do seu gosto, depois se afastou, mantendo seus olhos fechados.
Eu já estava ofegante de tesão. – "Você está me provocando" disse entre as arfadas. Ela riu baixinho, de deboche "Claro...".
Puxei ela novamente para mim, em um beijo mais ousado, passando minha mão pela sua nuca e descendo a linha de sua coluna, sentindo sua pele se arrepiar sobre meu toque.
Ela então montou sobre mim, fazendo que nossas intimidades se tocassem sobre o tecido de nossas roupas, meu coração já estava parecendo a bateria num show de rock.
Ela, para meu doce desespero, tirou a parte de cima do pijama, exibindo os seios já rígidos de prazer. Os segurei com as mãos, tocando sua pele macia. Ela me olhou com o rosto vermelho. Meus Deuses, eu jamais me acostumaria com a beleza dela. Sentei-me ainda com ela sobre mim, e beijei o seu colo. Então com cuidado girei meu corpo sobre o dela, deitando-a na cama.
Era minha vez de retribuir a última vez. Me sentia mais confiante para isso.
Beijei sua boca brevemente depois desci para seu mamilo e suguei com delicadeza, passando a língua em formatos circulares, enquanto minha mão massageava o outro seio. Troquei de mamilo, mas minha mão desceu pelo seu ventre e passeou pelas suas coxas macias. Ela conteve um suspiro quando meus dedos alcançaram sua intimidade. Parei de beijar seus peitos e fui descendo pela sua barriga. Com auxilio dela tirei a parte de baixo de seu pijama.
Mais uma vez senti como era ter o cérebro ser transformado em geleia.
O TDAH foi útil nesse momento, porque conseguia estar atento em todos os detalhes, como o rosto dela estava envergonhado, como sua respiração era acelerada, como ela fazia carinho no meu cabelo, em expectativa. Não pude deixar de sorrir.
- "Você confia em mim?" sussurrei
- "Com toda minha alma"
- "Se não gostar eu paro" – ela assentiu tímida.
Tirei sua calcinha com cuidado, então beijei o topo da sua intimidade. Ouvi-a a respirar fundo. Então lambi e senti ela puxar meu cabelo. Comecei a suga-la e lambe-la em um ritmo pausado, aproveitando o sabor dela. A respiração dela foi acelerando conforme eu acertava os pontos, afinal aquilo era novo para mim, eu não sabia muito o que fazer. Ainda bem que Annabeth era uma companheira compreensiva e paciente. Ela girava o quadril me mostrando aonde mais gostava se ser tocada, então não demorou muito para achar o ponto certa. Ela me presenteou gemendo meu nome com tesão. Vê-la se contorcer de prazer e sussurrar meu nome me deixava ainda mais excitado, então aos poucos fui aumentando o ritmo.
Subi minha mão para massagear o seu peito. Afastei minha boca para respirar, então passei meu dedo em sua abertura. Olhei para ela pedindo permissão, ela assentiu ainda tímida.
Penetrei meu dedo dentro dela com cuidado, ela estava apertada, devia estar nervosa. Voltei a beijar sua intimidade no ponto em que ela havia me ensinado a tocar sem tirar meu dedo de dentro dela. Quando senti-a relaxar comecei a movimentar minha mão lentamente, saindo e entrando nela.
Annabeth se contorcia e segurava seus gemidos, puxando meu cabelo e soltando meu nome entre os dentes. Cada vez mais sentia com mais tesão, mas eu queria dar prazer a ela primeiro.
Aumentei o meu ritmo misturando os movimentos com lambidas. E sem que eu esperasse ela gozou na minha boca. Parei de suga-la e levemente fui tirando meu dedo de dentro dela conforme ela foi se acalmando.
Deitei sobre seu corpo, sentindo o coração dela bater forte, enquanto ela tentava controlar a respiração. Dei um riso tímido, ela era linda demais.
- "Isso foi golpe baixo" – ela sorriu para mim, acariciando meu rosto.
Sorri de volta – "Posso te beijar"
Ela puxou meu rosto me dando um beijo carinhoso. Eu passava minha mão pela lateral de seu corpo, em deleite. Quando nos afastamos ela disse: "Eu quero você..."
- "Você já me tem..." – Respondi confuso
- "Você não entendeu... quero você... o seu... você sabe"
- "Ah..." Disse vermelho, como um paspalho. Mas então sorri, eu também queria ela, afinal.
Beijei-a mais uma vez, trilhando caminhos pelo seu rosto até o pescoço, e quando me levantei para tirar meu pijama ouvimos uma grande batida, e o barco tremeu. Logo mais ouvimos Leo passar pelo corredor gritando: "Chega de destruir meu navio seu Camarãozilla imbecil". Então o Navio tremeu inteiro novamente, rangendo algo. Estávamos sendo atacados.
Olhei para Annabeth confuso, então fui atrás da minha camisa, enquanto ela fazia o mesmo, para irmos até o convés.
O Argo II estava sendo atacado com um monstro marinho. Foi inevitável não sentir raiva. Afinal, além de levar uma bela sova e ser humilhado por um Camarão Gigante, não pude terminar o que mais queria fazer aquela hora.