Beta: LadyCygnus - nosso carinho ever and ever!

Sinopse: Muitos dizem que essa coisa do destino não existe! Que nós somos quem fazemos o nosso próprio caminho e criamos as expectativas para nossas vidas. Mas por vezes, o destino, esse mesmo não existente, pode ser um tanto cruel, e pregar pequenas peças, criando desventuras, criando agruras, mas no meio disso tudo, haverá sempre uma pequena luz a nos guiar. Uma chama que aquece, que inebria e nos faz desejar prosseguir a jornada quando finalmente encontramos nossa outra metade, nossa soulmate!

Avisos no final do Prólogo!

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Desde os primórdios, a humanidade segue à risca a hierarquia e imposição das castas - ou classes sociais. Desde o início, se assim podemos dizer, a humanidade se divide em três classes distintas: a Alfa, Beta e Ômega.

Mas ninguém exatamente sabe dizer se realmente é desde os primórdios, de quando a terra era apenas um amontado de rochas e homens vivendo nas cavernas ou se foi durante a idade média que essa divisão começou.

Estudiosos gostam de dizer que foi a partir do final da era Cretácea e do encontro do grande meteorito com a Terra que, possivelmente, a mutação genética dos seres que conseguiram sobreviver ao genocídio se deu. Muitos pensam que os dinossauros e outros seres viventes morreram com o impacto do meteoro ao solo, mas isso não é a verdade absoluta. O impacto de tal massa de grande magnitude com a Terra teve consequências e foram estas mesmas que geraram o genocídio dos grandes animais e dos primeiros homens. Cientistas acreditam que a poeira originária do impacto, a qual cobriu todo o solo e o céu, impedindo que a luz solar chegasse até superfície, deixou o planeta frio e escuro. Mesmo com o planeta entrando em uma era obscura, algumas espécies conseguiram sobreviver e entre esse pouco uma revolução na cadeia de DNA se originou.

Mas como tudo pode e deve ser contestado, para outros estudiosos da área da antropologia unida à arqueologia, o primeiro registro - que para estes senhores é considerado como oficial - data da era feudal, época esta que as castas e hierarquias monárquicas surgiram com reis, rainhas, seus nobres e a plebe; deixando bem em evidência a supremacia alfa que geneticamente se destacam tanto fisicamente como intelectualmente, sendo mais competitivos e agressivos - os dominantes aos olhos de seus fiéis súditos, com os betas como braços direitos. Os betas nada mais são que pessoas normais, as quais raramente conseguem perceber os feromônios ou cheiros tanto de alfas como ômegas sem sofrerem reações colaterais. São pessoas comuns vistas de uma maneira neutra, por isso tem seu local de destaque ao lado dos dominantes. E, por fim, os ômegas sendo considerados a escória, servindo apenas para procriar e mais nada. Normalmente tem uma estrutura física mais frágil e a sociedade não espera muito deles - o que pode ser considerado um ledo engano para a época.

Para esses mesmos senhores estudiosos, o mundo de hoje não mudou muito daquela época. As várias novas descobertas só vêm a acrescentar para que suas teorias e teoremas sejam embasados e que ganhem mais força como a verdade absoluta como, por exemplo, a aparição do primeiro registro de um alfa lúpus na aristocracia Russa, em São Petersburgo - hoje em dia, essa casta é considerada como inexistente, rara de ser encontrada; bem como ômegas masculinos. De dez por cento dos nascidos ômegas, apenas um por cento é do gênero masculino, e uma porcentagem ainda menor dentre os nascidos masculinos é a que consegue levar uma gravidez adiante devido ao alto risco - ainda mais se este não tiver um parceiro.

Por fim, chegamos aos dias atuais e devido a pensamentos tacanhos provindos das leis e crendices dessa época, hoje os governantes de alguns países lutam para mudar essas mesmas lei, e incutir um pouco a igualdade, buscando assim a perpetuação das espécies.

Alguns poucos ainda tem impregnado dentro de si que os ômegas não merecem serem ouvidos, não têm direitos - apenas deveres, devendo serem submissos - e não se graduarem, tendo o direito de exercer uma profissão.

Há a selvageria, há a barbárie, mas também há a compreensão, o amor verdadeiro e apesar das controvérsias, a humanidade segue com suas classes distintas para um futuro incerto.

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Notas Finais

Cantinho Rosa e Azul:

Theka: Esperamos que estejam gostando...

Almaro: Sim, pois nós estamos adorando escrever juntas! - risos baixinhos de ambas as ficwriters.

Um tanto ressabiado, certo platinado adentra do recinto e observa a conversa tida pelo messenger entre a Coelha e Almaro. Arqueando a sobrancelha, percebe outras tantas abas abertas com uma fic. Arregalando os olhos lê rapidamente por cima, bufa e sai exasperado, voltando logo a seguir trazendo a reboque um japinha, que inutilmente tentava ajeitar os óculos levemente torto sobre a ponte do nariz.

Vitya: Olha, era isso que eu queria que você entendesse. – mostrando as duas conversando e a fic meio encaminhada. – Estão escrevendo algo sobre nós, Yuu! E essas duas se empolgaram tanto com esse negócio de fanfic, que no começo, veja o disparate, as duas nem nos mencionam! Não aparecemos! – fazendo beicinho, olhos brilhantes e pedintes.

Yuuri revira os olhos: Viktor paciência é uma virtude e outra temos confiar nelas. Não é mesmo?

O platinado arqueia as sobrancelhas um tanto surpreso. - Como assim, Yuu? Olha para elas - apontando para as duas -, você confia? - cochichando com a palma da mão protegendo os lábios.

Theka estreitando um tanto os olhos: Eu ouvi isso, senhor Nikiforov! Deveria agradecer muito a nós duas, e claro a minha marida LadyCygnus que nos ajudou colocando a fic no ar no dia do seu aniversário. Né não, Almaro?

Almaro: Poxa um presente desses e você aí fazendo desaforo?!

Viktor arqueia mais as sobrancelhas, e pensa em dizer algumas coisinhas, mas Yuuri, sendo mais rápido, tapou-lhe a boca com as mãos.

Almaro: Aí Coelha não estou acostumada com isso. Não consigo trabalhar com pressão e outra como eles chegaram até aqui, hein?!

Theka suspirando e apenas olhando carinhosamente pro casal: Almaro, nem eu sei muito bem como dizer de onde eles vieram! Apenas sei uma coisa, eles tem cinco minutos pra saírem e nós deixarem terminar. – fazendo carinha de má. – Sabe, isso costuma ajudar: o kit fic é nosso, e se bobearem, vamos escrever muitas calamidades! – rindo maleficamente, mas vendo Yuu puxar o platinado. – Resolvidos, minha amiga! Agora é agradecer pelos que aqui chegaram, esperamos que vocês não esqueçam da gente e nem da fic, que será atualizada sempre de quinze em quinze dias, isso a princípio.

Então, até nosso próximo capítulo
Beijocas da
Theka e da Almaro