Capítulo 1: Sonhos estranhos
Não sei bem o que está acontecendo ou como cheguei aqui, mas comtemplo um céu maravilhoso. Parecia uma obra de arte, com a lua cheia como protagonista e as estrelas decorando o céu noturno.
Mesmo não tendo certeza de como fui parar ali, novamente parece que não tenho o controle de muito, pois sinto uma mistura tão grande de sentimentos que é difícil listá-los ou entendê-los. Sinto alegria, muita alegria! Mas também me sinto preocupado, receoso e levemente culpado.
— Harry, por favor, olha para mim.
Eu me assustei assim que ouvir a voz meiga, mas meu corpo não reagiu ao susto, continuei olhando para as estrelas antes de responder.
— Eu não sei o que dizer.
Respondi de forma meio involuntária. Era realmente muito estranho, mas de alguma forma estou acostumado com essas situações em que so posso observar o desenrolar.
A dona da voz pegou meu queijo gentilmente e me forçou a encará-la. Ela era bonita, muito bonita! Parecia um pouco triste, seus olhos brilhavam por conta das possíveis lagrimas, mas assim como eu, ela parecia indecisa sobre como deveria estar se sentindo, pois possuía muita felicidade ali, embora as lágrimas. No mesmo momento tratei de abrir um sorriso enquanto limpava suas lagrimas com meu polegar.
— Como isso aconteceu?
Perguntei fazendo a garota abaixar levemente seu olhar.
— Acontecendo Harry.
— E o que faremos agora?
Ela abaixou levemente a cabeça fugindo de vez do contato visual.
— Partirei com você! — Exclamou ela — Daqui um tempo a gente descobre como iremos lidar com isso.
— Você fugir está fora de cogitação, eu nunca me perdoaria por isso.
Ela ergueu seus olhos novamente parecendo levemente irritada com o comentário.
— Estaríamos juntos.
— Exatamente, você estaria junto do bruxo mais procurado da Grã-Bretanha.
Ela rolou os olhos antes de desviá-los novamente e se afastar me fazendo sentir falta da aproximação no mesmo instante. No caso ela pegou sua varinha e conjurou dois copos me entregando um.
— Você sabe que está exagerando.
Agora eu que rolei os olhos.
— Qual é, você é inteligente! — respondi enquanto ela aparentemente pegava uma garrafa de vinho de uma mochila ao seu lado e servia nos copos que acabava de conjurar. — O ministério irá cair e você sabe disso. Não vai durar um mês! Seu pai é um comensal que dificilmente irá tolerar essa versão bruxa de romeu e julieta.
Ela fez uma pequena careta me fazendo dar uma pequena risada.
— Espero que nossa história não tenha o mesmo final.
Eu confirmei com a cabeça dando uma pequena golada em meu cálice e sentido o gosto doce da bebida.
— Eu amo que você tenha lido somente para entender essa metáfora da Hermione — ela riu também bebendo seu vinho — Mas se fugirmos o final será o mesmo.
Ela nitidamente apertou mais seu cálice antes de me responder com clara esperança em sua voz.
— E como irei explicar minha gravides Harry? Acha que meu pai irá me perdoar por arruinar as chances de casamento arranjado que ele já planeja com os Nott? Harry, teoricamente já era pra Teodoro e eu estarmos noivos. Acha que meu pai irá me perdoar por isso?
Eu franzi levemente meu rosto com a declaração, mas abaixei minha cabeça devido a vergonha do que irei responder.
— Embora a mágoa do seu pai, você estaria viva! Isso é muito mais do que você terá ao meu lado, muito mais do que posso te proporcionar.
Ela negou com a cabeça.
— Harry, todo mundo sabia que éramos amigos. Muitos já teorizavam que estávamos nos pegando pelo castelo, se você-sabe-quem tomar o ministério, as fofocas espalhadas por aí podem me matar. Principalmente comigo aparecendo gravida do nada, todos irão sugerir que o filho é seu. Meu pai vai me matar pessoalmente para a família não entrar em desgraça com você-sabe-quem.
Eu suspirei profundamente notando que as preposições dela infelizmente são bastante possíveis.
— Daphne, eu não quero causar sua morte, para onde irei junto de Hermione e Rony não tem retorno — conseguir notar ela revirando os olhos por um segundo antes que eu continuasse — Iremos a uma missão suicida atras de 0,1% de chance de derrotar Você-sabe-quem. Se você vier comigo é morte quase certa, é difícil entender o porquê não quero levá-la?
Ela bufou enquanto confirmava com a cabeça ferozmente.
— É muito difícil entender Harry. — Afirmou ela parecendo bastante irritada — Na sua cabeça irei ficar bem aqui, cercada de comensais que podem me matar a qualquer momento por alguma fofoca espalhada pelos Malfoy ou qualquer outra família nojenta.
E mesmo se não fosse o caso, imaginando que eu não estivesse gravida assim meu pai não me mantando, como você acha que irei me sentir so tendo notícias suas por base nas reuniões que escutaria pelas paredes? Harry, so irei ouvir seu nome numa frase envolvendo emboscada.
Estava cada vez mais difícil manter a fachada que estou calmo e completamente decidido. Na real eu sei que Daphne me conhece o suficiente para saber que a última coisa que estou é decidido. Eu voltei a beber de meu cálice tentando ao máximo disfarçar a percepção que não existe uma escolha certa para toda essa situação. Talvez notando minhas questões internas, Daphne engatinhou até mim repousando sua cabeça em meu ombro.
— Quando que as coisas se tornaram tão complicadas?
Ela deu uma pequena risada.
— Quando resolvi me apaixonar pelo menino que sobreviveu!
Dei uma pequena risada e respirei fundo.
— A gente deveria ter se conhecido antes de tudo virar uma bola de neve, da forma que foi acabei estraguei sua vida.
Ela levantou de meu ombro e me deu um furtivo beijo nos lábios que arrepiou todos os pelos do meu corpo.
— Voldemort estragou a minha vida!
Eu engoli em seco antes dela voltar encostar em meu ombro carinhosamente.
— Promete que não irá me abandonar Harry.
— Sabe que eu nunca faria isso.
— E você sabe do que estou falando.
Eu suspirei profundamente antes de concordar com a cabeça.
— Eu prometo.
Eu abrir meus olhos sentido o cansaço me preencher por completo. Novamente eu tive um desses sonhos, novamente sonhei com aquela garota. Tem se tornado comum nos últimos meses.
No começo eu pensei que tinha algo a ver com Voldemort, já que esses "sonhos" acontecem da mesma forma que minha visões envolvendo o bruxo das trevas. Eu sempre acabo me tornando parte de outra pessoa e acompanho alguma situação a partir daí, mas após alguns sonhos tive que descartar completamente essa possibilidade. Por mais se parecem visões, não tem como ser o caso, pois eu sempre estou vendo a situação da minha própria perspectiva. Em todos esses sonhos eu sou Harry Potter, mas isso não faz nenhum sentido também, afinal nada daquilo aconteceu. Eu não conheço aquela garota, e isso me leva a crer que estou sonhando e imaginando tudo aquilo, mas isso também não parece provável. No começo até poderia ser normal, sonhar uma ou duas vezes com uma desconhecida é estranho, mas não seria nenhum absurdo. Mas contando com esse sonho que acabo de ter, já são 9 sonhos diferentes com a mesma garota. Todos no mesmo formato, eu presencio alguma situação que nunca vivi de verdade com ela.
Outra coisa estranha que acontece durante esses sonhos são informações que sei sem entender muito bem por que sei, por exemplo, nesse último sonho eu chamei Voldemort por você-sabe-quem não por medo do nome, e sim porque sei que o nome a incomoda, então simplesmente não falo perto dela. Por isso me arrepiei quando ela disse logo após me beijar, sei o quanto é antinatural pra ela pronunciar em voz alta. Não tenho ideia de como eu tenho certeza desse tipo de coisa, mas tenho.
As outras situações que sonhei foram quase comuns, eu estudando com ela, eu treinando algum feitiço com ela, uma aula onde enfrento um desconhecido professor para defendê-la. Esse tipo de coisa, tudo bem simples. Essas visões mais simples so mostram que eu terei ou deveria ter uma amizade com ela aqui em Hogwarts, nada além disso! Mas esse última foi diferente. Pelo que entendi, minha relação com ela vai muito além da amizade, pois ela estava aparentemente gravida de mim e queria fugir de Voldemort e seus seguidores comigo. Isso é extremamente mais profundo e complicado do que as últimas visões. O fato que seja lá o que essas visões sejam, está criando uma narrativa, está tentando me mostrar alguma coisa! E tudo isso parece girar em torno de Daphne Greengrass, uma garota da Sonserina que nunca sequer troquei uma palavra na vida.
Talvez poderia ter sido inteligente contar sobre tudo isso a alguém e eu até tentei. Enquanto estava na Ordem tentei falar com Dumbledore, mas ele me ignorou, me deixando ainda mais frustrado. Eu estava e estou ainda bastante decepcionado com Rony e Hermione por me deixarem no escuro o verão inteiro, acatando uma ordem absurda de Dumbledore, então contar para eles estava fora de cogitação pelo menos por enquanto. Tentei falar com Sirius também, mas não conseguir juntas as palavras e tentar explicar aquilo que nem eu estou entendendo direito, mas ele sabe que ando tendo sonhos estranhos com uma garota da Sonserina. Pensei que ele tentaria contar a Dumbledore e o velho veria falar comigo, mas isso não aconteceu. Ou Dumbledore continua a me ignorar, ou Sirius não contou a ele! O que eu não tenho certeza se é algo bom ou ruim.
Quando contei a Sirius, deixei claro que eu estava mais curioso sobre esse assunto do que assustado, afinal essas visões por mais que sejam no mesmo formato das de Voldemort, eu não acordava ofegante ou com dores em minha cicatriz. Na verdade, esses sonhos são completamente inofensivos. Acordo do mesmo jeito que fui dormir. Então acredito que exista uma enorme chance de Sirius ter interpretado que eram somente sonhos normais de um adolescente almejando um mundo perfeito, mal ele sabia que esse mundo perfeito tinha prazo de validade. Bom, acho que no fim aquele das visões é sim Harry Potter! Esse tipo de felicidade por tempo limitado combina bastante comigo.
Mas tem uma coisa que não posso negar, existia sim felicidade ao lado de Daphne Greengrass. Essa última mostrava uma situação bem mais complicada, mas as anteriores eram sempre em cenas que não aconteciam absolutamente nada demais, mas eu sentia uma felicidade enorme so por estar com ela. Pelo incrível que pareça, aquele furtivo beijo em meus lábios foi a primeira vez sonhei com uma situação explicitamente romântica com ela, todos os outros não possuíam esse gran finale, no máximo fletes. Porém nesse último teve, foi rápido e simples, mas a cena parecia grudada em minha mente! Não so ela me beijando, mas também todo o sentimento que aquilo despertou em mim. Digo... no Harry das minhas visões.
No fim toda essa discussão interna não vai me levar a lugar nenhum, tenho que esquecer a realidade que ando sonhando e me prepara para encarar mais um dia no paraíso que é Hogwarts.
Hoje está completamente exatamente 1 semana que regressei à escola para meu quinto ano. O profeta diário andou me difamando o verão inteiro, então novamente a escola inteira me odeia ou me despreza. Essa relação de amor e ódio que tenho com todos nesse lugar está começando a me encher.
Isso sem contar que não estou lidando muito bem com tudo que aconteceu recentemente. Cedrico morreu na minha frente, o bastardo que matou meus pais retornou das cinzas e me torturou por vários minutos, todos que eu considerava importantes na minha vida me abandonaram para apodrecer na rua dos Alfeneiros. Isso sem contar que fui atacado por dementadores e quase fui expulso de Hogwarts. Bom, considerando essa primeira semana que tive, me pergunto se não teria sido melhor a expulsão.
Então, a única coisa que sobrou para me distrair no dia a dia, é minha curiosidade sobre esses sonhos, e como consequência disso, minha curiosidade sobre Daphne Greengrass.
Durante essa semana verifiquei seu nome no mapa do maroto algumas vezes e ela parecia uma aluna bem normal. Salas de aula, biblioteca, e um lugar na masmorra que sei se tratar do salão comunal da Sonserina. Absolutamente nada demais para ressaltar. Durante a aula de poções que compartilhamos eu quase conseguir a observar de perto, notando que não era exatamente igual a garota que ando vendo em minhas visões, mas com certeza é ela.
Tudo isso não servia para muita coisa, afinal eu sequer sei exatamente o que são essas visões que ando tendo, isso desconsiderando que ainda podem ser somente sonhos mesmo. Então o melhor que posso fazer é esperar que alguma explicação sensata apareça, mas as coisas estão tão chata e insuportavelmente frustrantes com todos no castelo, que essa curiosidade parecia crescer cada vez mais em mim, principalmente depois desse último sonho, que praticamente revela que tínhamos uma relação dezenas de vezes mais profunda do que eu pensava.
Eu tomei meu banho, me troquei e desci lentamente para o salão comunal já podendo observar as reações das pessoas. Algumas rolavam os olhos quando me viam, outras pareciam assustadas ao ponto de se encolherem como se eu fosse atacá-las aleatoriamente, e claro, tinham as que me xingava ou zombava de mim enquanto riam. Esse último era menos comum entre os grifinórios, mas acontecia. Encontrei Hermione e Rony que se levantaram assim que me viram. Aparentemente ambos me esperavam para tomar café.
— Bom dia.
Falei um pouco baixo fazendo Hermione sorrir para mim e Rony bochechar.
— Bom dia cara, tomar café?
Eu apenas confirmei com a cabeça e partimos lentamente. No caminho ambos conversavam sobre as aulas e o fato que temos defesa hoje novamente. Da última vez não foi nada bom! Ela mandou indiretas pra mim e eu mordi a isca, vou tem que cumprir detenção hoje por consequência dessa estupides.
O fato que passei por tudo que passei para ninguém acreditar em mim me irritava profundamente, mas tenho que aprender a controlar meu humor, se não irei dar tudo que Umbridge quer.
Cheguei no salão principal e me sentei no mesmo lugar de sempre ignorando os olhares ao meu redor, já estou mais que acostumado com isso. Peguei uma torrada e um pouco de suco e estava aproveitando meu café completamente calado enquanto Rony e Hermione começava a ensaiar uma discussão como sempre.
Mas aí algo me chamou atenção, Daphne Greengrass entrou no salão principal acompanhada de outra garota que acho se chamar Tracey. Ela estava com o cabelo solto o que era razoavelmente raro pelo que observei na semana. Seu rosto trazia uma elegância descomunal e seu sorriso me fazia perder levemente o ar. Mesmo antes de ter essas visões eu já a considerava uma garota muito bonita, mas sempre torcia bastante o nariz acreditando que por consequência dessa beleza e a atitude comum dos membros da Sonserina, ela provavelmente devia ser snobe e por falta de palavra melhor: insuportável. Porém, os sonhos varreram completamente essa parte do meu celebro que pensa que conhece todo mundo, afinal mostrava a garota sendo uma das pessoas mais legais que já conheci, e isso não poderia fazer mais sentido. Mesmo ela sendo da Sonserina, nunca me atacou como Draco faz! E vamos considerar, não dá para pensar que todos na Sonserina sejam iguais a Draco Malfoy. Isso era somente um preconceito irracional que estava no fundo da minha mente, mas os sonhos ajudaram a escancará-lo logo antes de exterminá-lo completamente.
Mas também me pego pensando que tive muita facilidade de eliminar meu nariz torcido para os Sonserinos e praticamente me entregar as visões envolvendo Daphne Greengrass, o fato é que me sinto extremamente sozinho dês de antes desses sonhos começarem, então acredito que mesmo excluindo toda a beleza da garota e o fato que mesmo nos sonhos meu coração disparava a presença dela, ela também parecia uma ótima amiga! Alguém com quem aquele Harry das visões podia contar, alguém que não o abandonaria.
Verdade que talvez meu celebro possa ter se aproveitado que eu não estava bem psicologicamente e pegado algum rosto aleatório armazenado em meu subconsciente e começou a criar uma história a colocando como centro do meu mundo. Criando um relacionamento perfeito e imaturo em minha cabeça. Nesse cenário é engraçado pensar que até em meu suposto mundo perfeito, Voldemort invade e tentar acabar com minha vida.
Porém, embora o tempo tenha parecido congelar com a chegada da garota, ele foi voltando ao normal aos poucos ela já se sentava na mesa da Sonserina e tomava seu café tranquilamente. Enquanto ela se sentava a memória de meu último sonho voltou a invadir minha mente. A obvia indicação que ela esperava um filho meu, ela encostada em meu ombro olhando as estrelas, e claro, o rápido beijo que ela me deu nos lábios. Todos esses pensamentos me fizeram corar enquanto voltava e encarar minha bebida e tentava afastar essas "lembranças". Mas dessa vez a curiosidade me venceu me fazendo abrir a boca antes que meu celebro possa me impedir.
— Mione... — Ela me olhou assim que a chamei interrompendo a discussão que mantinha com Rony. Mas nesse momento meu celebro me alertou o que exatamente eu estava prestes a fazer. Limpando a garganta eu continuei antes que eu perca a coragem. — Você conhece Daphne Greengrass?
Perguntei diminuindo consideravelmente meu tom para assim evitar que os alunos ao redor nos escultassem. Tanto Hermione quanto Rony pareciam pegos de surpresa com minha pergunta repentina, mas Hermione que respondeu com as sobrancelhas levemente levantadas.
— A da Sonserina? So de vista! Por quê?
Exatamente burro. "Por quê?" Era obvio que ela perguntaria isso! Negando com a cabeça tentei me esquivar.
— Nada eu acho, curiosidade apenas.
Hermione parecia que ia aceitar minhas desculpas e me questionar mais tarde, mas Rony não teve esse tipo de filtro.
— Des de quando se interessa pelos Sonserinos?
Eu franzi levemente a testa enquanto tentava disfarçar bebendo meu suco.
— Eu não sei — respondi burramente — Não é como se eu tivesse interessado nem nada parecido, mas ela... — Eu bufei com o fato que quanto mais tento, pior fica — ... sei lá.
Rony parecia bastante confuso com minha explicação, até eu estou! Mas Hermione notou algo que me fez encolher.
— Ai meu deus Harry, você ta corado?
Eu neguei com a cabeça comendo uma torrada e tentando esquecer que puxei esse assunto dessa forma.
— Esquece pessoal.
— Isso vai ser muito difícil agora.
Brinco Rony me fazendo dar uma pequena risada.
— Que pena que estamos atrasados para defesa.
Hermione negou com a cabeça expondo um sorriso malicioso.
— Faltam mais de 20 minutos para defesa Harry, você não estaria tentando se esquivar estaria?
Eu me levantei lentamente pegando uma última torrada para sair.
— Você jamais saberá! Afinal embora o tempo de sobra que vocês têm, eu tenho que pegar uns livros na biblioteca, por isso a presa! A gente se vê na sala.
Ambos concordaram certamente sabendo que so inventei uma desculpa para sair dali o mais rápido possível.
