Mais um capítulo bônus para vocês. Será o último capítulo sobre Harry e Daphne. Gostei tanto de escrever sobre eles que praticamente fiz um a segunda fic dentro da Dramione kkkkk Mas é isso, espero que gostem, até porque estamos nos encaminhando para os capítulos finais da história. Aproveitem!
"Certo," Daphne disse, apoiando-se no bar, "eu não esperava ver você hoje. Onde está o Rei Weasley nesta bela noite de Dia das Bruxas?"
Ela olhou para ele. Ele estava sentado em um banquinho alto, examinando Hermione dançando na pista e sorrindo ao observá-la. Os dedos dele estavam entrelaçados em torno de sua bebida, um tornozelo cruzado sobre o outro. Era uma postura casual demais para Harry Potter.
"Na Ala Hospitalar, eu suponho. Como se você não soubesse." Harry respondeu, olhando para sua bebida antes de engoli-la, estremecendo apenas um pouco quando o líquido queimou seu esôfago no caminho para baixo.
"Ah, entendo. Deve ser difícil saber que Draco foi quem o trouxe de volta. Que posição difícil de se estar." Daphne alfinetou, também jogando para trás sua bebida e então colocando o copo na bancada do bar.
Harry olhou para ela e tentou não reagir quando Daphne voltou os olhos para ele, estalando os lábios enquanto o restante da bebida descia pela garganta dela. Seus olhos piscaram para os lábios dela bem a tempo de ver a ponta de sua língua espreitar para fora de sua boca e pegar uma gotinha de líquido em seu lábio inferior. Ele fechou os olhos e virou a cabeça para longe dela, apenas conseguindo abafar um estremecimento agradável.
Não pense nos lábios dela.
Não pense na língua dela em você.
Daphne Greengrass está fora dos limites.
"Você não deveria estar com o seu acompanhante?" Harry perguntou rigidamente depois de um minuto, seus olhos se abrindo quando a banda – As Esquisitonas – fez uma pausa.
Ela apontou Draco seguindo Hermione para a parte de trás do palco, com um sorriso brincalhão no rosto. Seu coração acelerou. O insuportável Draco Malfoy tinha levado Daphne para o baile tentando disfarçar que estava perseguindo Hermione. E Daphne estava no bar. Conversando. Com ele. Harry olhou para ela novamente, com as sobrancelhas franzidas.
Daphne se aproximou de seu banquinho, o desenho intrincado de renda sobre a seda de seu vestido de gala preto e prata deslizando por baixo dela. Seu sorriso se alargou e ela inclinou a cabeça até seu ouvido.
"Ele está... ocupado, no momento." Ela sussurrou. Harry não pôde evitar desta vez. Ele fechou os olhos, um estremecimento percorrendo seu corpo e sua respiração saiu em um ofego silencioso. Seu coração acelerou quando ele sentiu uma mão deslizar pelo colarinho de sua camisa, seus dedos passando suavemente pela pele de sua garganta. Ele engoliu em seco.
"Isso é uma coisa boa, Potter." Sua voz sussurrada ecoou em seu ouvido e ele gemeu. A mão dela segurou a nuca dele, seus dedos brincando com os cabelos da base de seu crânio, o puxando para mais perto dela, seus lábios acariciando a concha de sua orelha.
"O que -" ele limpou a garganta, "O que você quer dizer?"
Ela riu em sua garganta.
"Eu vejo o jeito que você olha para mim. Eu vejo seus olhos em mim durante o café todas as manhãs." Harry corou. "Eu vejo você me despindo com eles." Daphne murmurou em seu ouvido. Um choque percorreu sua espinha com suas palavras e ele se engasgou novamente. A pulsação em seu corpo era insuportável agora. A mão dela viajou até a parte de trás de sua cabeça, seus dedos enterrando em seus cabelos pretos macios e sua mão livre pegou o copo que estava aninhado em seu colo, colocando-o no bar ao lado dele. "Praticamente posso ouvir o que você está pensando quando olha para mim, Potter."
A mão livre de Daphne pousou em sua coxa e ele tremeu. Um calor nervoso inundou suas veias. Seu coração ameaçou bater forte em seu peito, sua boca repentinamente ressecada. Ele engoliu em seco novamente.
"Ah é? E o que seria?" Harry pretendia que seu tom saísse como um desafio, mas ele apenas guinchou as palavras enquanto a mão dela subia lentamente para se acomodar na altura do seu peito.
Ela riu novamente.
"Você está pensando em como seria se eu corresse meus dedos por seus cabelos e mergulhasse minha boca na sua." Ela ronronou, seus lábios pressionando em seu ouvido. Ele apertou os olhos com mais força quando a mão dela deslizou pela parte inferior de seu abdômen, suas vestes se amontoando sob as pontas dos dedos. "Você está pensando em como seria se minha língua lambesse o seu pescoço."
Sua respiração saiu como uma exalação aguda.
Droga, Daphne Greengrass está fora dos limites.
"Você está pensando em como seria se você me fizesse gritar o seu nome. Estou perto, Potter?"
Seus olhos se abriram e ele ofegou, mas não respondeu. Ele a sentiu sorrir contra sua orelha enquanto sua mão viajava de volta pelo pescoço até o outro ombro, roçando as unhas levemente em sua clavícula enquanto avançava. Ela respirou fundo.
"Tenho pensado muito sobre isso, sabe. Sobre como seríamos juntos– "ela parou, observando ele com os olhos brilhantes.
Com o sangue rugindo em seus ouvidos, ele se afastou dela, praticamente derrubando o banquinho ao fazê-lo e se virou para encará-la.
Ela era como uma deusa, casualmente encostada no bar, sorrindo para ele como se não estivesse apenas sussurrando coisas obscenas em seu ouvido. Mas seus olhos... o azul se perdia no preto de suas pupilas dilatadas pela luxúria.
Ele não disse nada enquanto passava por ela através das portas do Baile, seu coração estava batendo tão forte, sua respiração ofegante, mas ele tinha que ficar longe dela. Senão ele a pegaria e…
Caramba, Daphne Greengrass está fora dos limites.
O corredor que levava à saída do Salão Principal estava escuro, mesmo assim era fácil de navegar, especialmente depois de passar seis anos explorando Hogwarts, três dos quais possuindo o Mapa do Maroto. Ele espreitou esses corredores todas as horas do dia, quase sete dias por semana. Ele conhecia cada atalho, cada passagem, cada alcova escura em que os casais geralmente se encontravam durante eventos como esse.
Então, quando ele virou uma esquina que era mais um atalho para a torre da Grifinória, ele parou no meio do caminho, com o coração disparado. Daphne Greengrass estava parada no meio do corredor, seu vestido esvoaçando ao redor dela. Ele se sentiu um idiota. Eles andavam pelos mesmos corredores todos os dias, claro que ela poderia conhecer um atalho também.
A cabeça de Daphne estava ligeiramente inclinada para o lado; um sorriso largo e arrogante em seus lábios mostrando dentes brancos e retos. Ela balançou um pé para frente, dando passos lentos em direção a ele.
"Aonde você está indo?" Ela perguntou, seu ronronar sedoso reverberando nas paredes do corredor vazio.
Harry congelou no lugar. Seus olhos se encontraram. A cada passo que ela dava, o coração dele batia mais forte no peito. A cada passo que ela dava, a antecipação inundava suas veias. A cada passo que ela dava, ele ficava mais excitado.
Quando suas costas tocaram uma parede fria e lisa, ele se engasgou, sabendo que ela o encurralou em uma alcova, um lugar onde ninguém seria capaz de vê-los. Ele fechou os olhos quando o corpo dela empurrou contra o dele, os seios achatados contra seu peito, enquanto seu pênis endurecido se projetou orgulhosamente em sua barriga inferior. Ele ficou completamente horrorizado de vergonha.
De repente, ele se lembrou de que ela havia feito uma pergunta e engoliu em seco para umedecer a garganta.
"Eu estava... apenas indo para torre", ele sussurrou. Ele não conseguia desviar os olhos dela. Suas pupilas estavam completamente inchadas de luxúria e quando ela sorriu, ele se lembrou daquele beijo no 6° ano. Teria sido cativante, um lembrete de como ela parecia nervosa naquela vez. Mas agora, ela era sexy para caralho e...
Daphne Greengrass está fora dos limites!
"Oh?" Ele fechou os olhos, um gemido audível involuntariamente saindo de sua boca. Ele suspirou incoerentemente. Toques leves flutuaram pelo ponto sensível onde sua mandíbula e pescoço se encontravam e ele suspirou, seus olhos se abrindo. A cabeça dela mergulhou sob o rosto dele, deixando uma trilha de beijos mais leves que o ar em sua mandíbula, garganta abaixo e até a clavícula, onde ela deu um beijo hesitante.
Ele gemeu, seus olhos tremulando fechados.
Daphne sentiu as mãos de Harry de repente acariciando seus quadris, as palmas correndo pela sobreposição da renda de seu vestido, descendo pela curva de sua coluna e pousando em sua bunda. Ela mordeu o lábio inferior, inclinou a cabeça para frente, passando o nariz pela extensão de seu pescoço e sua boca pairou sobre sua orelha.
"Posso ir com você?"
A pergunta causou arrepios em sua espinha.
Porra, sim.
Espere, não!
Ele mordeu o lábio entre os dentes e balançou a cabeça. Não... não, ele realmente não podia. Não deveria? Não poderia!
Limites.
Ela colocou um beijo sob sua orelha, varrendo sua língua para acariciar a pele sensível, então arrastou beijos em sua garganta, mergulhando sua língua na cavidade de seu pescoço. Os dedos dele lentamente deslizaram pela sua bunda e apertaram, puxando seus quadris para cima para encontrar seu pênis. Ele esfregou contra sua frente, seus joelhos quase dobraram de prazer.
"Ah..." Ele gemeu.
Ela afastou os lábios de sua garganta quando ele o fez e ele pôde sentir o olhar dela ardendo nele. Lentamente, seus olhos se abriram para encontrar os olhos de Daphne o observando sob as pálpebras semicerradas. O cabelo de Harry estava mais despenteado que o normal. Em algum momento durante sua exploração, as mãos dela encontraram o caminho para o cabelo dele, agarrando-o, puxando-o, segurando a cabeça dele. Seus olhos se estreitaram para ela, mas não com raiva ou aborrecimento. Ele estava se concentrando e por baixo da concentração havia luxúria crua e não adulterada.
De repente, ele não deu a mínima para ela estar fora dos limites. Ele a queria, ela o queria.
Foda-se todo o resto. Harry os girou e a prensou contra a parede, beijando Daphne. Macio, quente e com gosto de açúcar e Firewhisky. Daphne amoleceu no abraço dele, tremendo quando sentiu uma mão dele apertar a sua coxa, levantando a perna dela até o quadril dele e fazendo força contra ela.
"Sala Precisa..." Daphne gemeu contra a boca dele.
"Hum?" Harry respondeu, ainda a beijando.
"Sala Precisa!" Daphne relutantemente se afastou.
"Foda-se a sala", Harry rosnou e se afastou dos lábios dela, indo sugar uma região atrás da orelha dela que a fez soltar os mais deliciosos sons. Quando ela choramingou baixinho, Harry riu contra a pele dela e provou seu sabor mais uma vez, sorrindo quando ela repetiu o ruído.
"Harry..." ela gemeu e ele deixou o pescoço dela para capturar seu nome saindo da boca dela, sorrindo enquanto mergulhava uma mão livre no cabelo dela, usando o aperto para aprofundar o beijo enquanto com a outra mão, preguiçosamente acariciava a coxa dela através da renda suave do vestido.
Daphne divertidamente mordiscou o lábio inferior dele e o som reverberante que ele fez contra ela desencadeou algo em seu corpo, e ela sentiu uma onda de calor cobrir a pele de suas bochechas e depois correr ao sul, banhando a carne do peito, estômago e coxas com calor. Algo profundo abaixo do umbigo dela começou a se contorcer e a ferver, e ela lutou com unhas e dentes contra a voz em sua cabeça que estava gritando, implorando por atrito.
"Harry, nós precisamos parar." Daphne falou.
"Eu fiz algo errado?" Harry se afastou imediatamente, olhando para ela preocupado.
"Salazar, não!" Daphne expirou. "Muito certo," ela admitiu, "mas não existe nenhuma chance de eu terminar essa noite sendo flagrada pelo Filch." Ela riu.
Harry de repente empalideceu com a confissão, pegando a única palavra na sentença que saiu dos lábios dela que lhe causava arrepios. "O-ok."
Ela enrolou os dedos em seu cabelo novamente e puxou-o para baixo para encontrá-la, seus lábios colidindo com os dele. As mãos dele deixaram sua bunda e seguraram a parte de trás de sua cabeça, seus próprios dedos emaranhados em seu penteado elegante uma vez perfeito, beijando-a de volta com outro gemido próprio. Ela sorriu internamente, incapaz de evitar o pequeno sinal de vitória em sua demonstração de fraqueza.
Rindo, graças ao Hidromel com Firewhisky, Daphne e Harry correram pelas escadas de mármore, indo pelos longos corredores até o sétimo andar, em frente à tapeçaria de Barnabás, o Amalucado.
Daphne mal conseguiu enxergar qual cômodo Harry tinha solicitado, quando a porta atrás deles se fechou e Harry a empurrou contra ela. Sua língua encontrou a dela, cutucando seus lábios e ele imediatamente a encontrou com carícias ansiosas. Harry empurrou seus quadris nos dela e suas mãos agarraram a renda e a seda que se agarrava às coxas dela. Ele enfiou as pontas dos dedos no material e começou a puxá-lo para cima, juntando-o na cintura dela enquanto o fazia.
"Porra..." ele murmurou contra os dentes dela, "vestido... irritante... -" ele deslizou a língua pelo lábio inferior dela, "- muito... tecido."
Impacientemente, e freneticamente, ele quebrou o beijo e se abaixou para pegar o resto do vestido dela na bainha, levantando-o para descansar em sua cintura. A cabeça dela pendeu na parede de pedra e seus lábios pareciam inchados, mas não era nada comparado a assistir ao rosto dele se contorcer de admiração, enquanto ele esfregava um dedo através da renda encharcada entre os lábios de seu núcleo.
"Deuses, Daphne... você está tão molhada!" Ele enganchou um dedo na borda de sua calcinha, e lentamente deslizou a lingerie quase imperceptível por suas coxas.
Ele arrastou as mãos para cima em suas pernas, uma mão passando ao redor dela para segurar sua bunda arredondada, a outra empurrando suavemente na parte interna de sua coxa, encorajando-a a abrir as pernas.
Apenas... um pouco... mais. Daphne mordeu o lábio, ampliando sua postura, um gemido preso em sua garganta enquanto as pontas dos dedos dele passavam por suas dobras encharcadas.
"Ahhh…" Ele gemeu, inclinando-se para frente para descansar a testa no topo da cabeça dela. "Você é tão macia!" Ele murmurou em seu ouvido enquanto tocava na entrada de seu núcleo, mergulhando um dedo apenas o suficiente para reunir mais de sua excitação antes de circular levemente seu clitóris.
Ela exalou um suspiro.
Ele abaixou a cabeça, pegando o lóbulo de sua orelha entre os dentes novamente enquanto deslizava um dedo inteiro em seu calor. Ele bombeou uma primeira e bombeou uma segunda vez antes de adicionar outro dedo. "Merlin... Eu sonhei com isso por tanto tempo". Seus lábios se separaram em admiração quando ele lentamente começou a estabelecer um ritmo, curvando os dedos levemente, pegando aquele ponto que fez os joelhos de Daphne dobrarem.
Ah porra, sim...
Daphne mexeu as pernas, sentindo a calcinha cair até os tornozelos quando ela a chutou, abrindo as pernas o máximo que podia enquanto estava de pé, ignorando cuidadosamente os protestos de seus pés calçados com salto.
Ele mergulhou os dedos o mais fundo que pôde e ela soltou um gemido alto, a cabeça caindo para frente em seu ombro, olhos fechados, a boca aberta de prazer. Ele bombeou seus dedos, curvando-os, seu polegar esfregando seu clitóris e ela podia sentir a pressão agradável de um orgasmo crescendo em sua barriga.
"Oh, Deuses, Harry... não pare. Não se atreva a parar!" Daphne respirou, uma respiração curta escapando de seus lábios com cada estocada de seus dedos.
Ele grunhiu em seu cabelo, seus dedos bombeando dentro e fora.
"Ohhhh ..." Daphne gemeu, suas coxas tremendo enquanto seu corpo começava a inundar com o calor. Ela enrolou os dedos em seu ombro e enfiou o rosto na curva de seu pescoço, mordiscando sua pele.
Um gemido gutural vibrou da garganta dele.
Ela fazia Harry Potter gemer.
"Goza nos meus dedos", a mão dele se curvou em direção a sua parede frontal novamente e ela se engasgou.
"Oh... Harry..." Daphne ofegou enquanto desmoronava. Suas coxas tremeram quando ondas de prazer a percorreram, seu orgasmo vindo com tanta força que seus joelhos se dobraram; Harry beijou sua mandíbula, empurrando seu corpo mais forte contra o dela para impedi-la de cair no chão.
Ela choramingou quando ele retirou os dedos, mas enquanto o observava levá-los à boca e chupar seus sucos, ela gemeu, seu clitóris pulsando novamente.
Ele imediatamente a agarrou pela bunda, as pernas dela enrolaram na cintura dele, a língua dela fazendo voltas para cima e para baixo em seu pescoço. Ela agarrou a gravata borboleta em volta do pescoço dele, afrouxando-a ainda mais, expondo o oco de sua garganta. Ele grunhiu quando ela chupou aquele pequeno espaço, deixando uma trilha de beijos ao longo de sua clavícula.
"Cama", ele disse baixinho em um sussurro que ela quase não ouviu. Ele capturou sua boca em outro beijo ardente e desvencilhou suas pernas de sua cintura, baixando-a para o chão.
"Sim!" Ela respondeu, pegando a mão dele e levando-o para a cama king-size extragrande ornamentada que estava localizada na parede oposta.
Ele a puxou de volta para ele antes que ela se sentasse, suas mãos varrendo seu cabelo, puxando os grampos que ela meticulosamente colocou mais cedo naquela noite para segurar o elegante penteado. Logo seu cabelo cor de mel caiu pelas costas, as pontas varrendo a cintura.
Ele encontrou o olhar dela, seus olhos escuros, enquanto suas mãos deixavam o cabelo dela para descer pelas costas do vestido, desabotoando os minúsculos botões pretos enquanto o fazia. Nenhum deles disse nada enquanto o vestido dela se soltava e se acumulava a seus pés. Nenhum deles disse nada enquanto os olhos dele percorriam o corpo dela avidamente, passando lentamente por seu rosto, demorando-se em seus seios, descendo pelas curvas de sua cintura e quadris, apenas para se acomodar em seus olhos.
"Você é mais bonita do que eu jamais imaginei..." ele finalmente disse, sua voz quase um sussurro quando ele estendeu a mão, envolvendo o quadril dela, seu polegar traçando círculos em sua pele corada.
O coração de Daphne batia em um ritmo semelhante ao de Harry, mas antes que ela tivesse a chance de processar a pequena quantidade de vulnerabilidade nas palavras dele, os olhos de Harry se voltaram para os dela – e ela parou de respirar.
Eles estavam em chamas.
Ele rosnou então, agarrando ambos os quadris e puxando-a para ele, seus corpos corados. Ele desceu tomando seus lábios em um beijo que enfraqueceu seus joelhos e enviou novos arrepios de excitação por sua espinha.
Ela ofegou, rasgando o colete dele, abrindo os botões com impaciência.
"Tira essa roupa agora" ela murmurou contra sua boca, passando a língua em seus dentes.
Ele quebrou o beijo, jogando o paletó no chão e colocou as mãos dele no lugar das dela, abrindo os botões restantes do colete. Enquanto ele trabalhava no botão de sua própria camisa, ela abriu o fecho de seu cinto e mergulhou a mão por dentro de suas calças, envolvendo os dedos em torno de seu pênis endurecido.
Suas mãos congelaram no último botão de sua camisa, seus olhos se fecharam e um gemido baixo escapou pelos lábios entreabertos. Ela sorriu, então pressionou um beijo de boca aberta em seu peito nu, acariciando seu comprimento.
"Você gosta disso?" Ela perguntou em uma cadência ofegante e provocante.
"Merda, Daphne..." ele gemeu, sua testa descansando no topo de sua cabeça. Ela mordeu o lábio e o acariciou novamente, a língua dela saindo para circular seu mamilo. Ele começou a ofegar enquanto ela apertava, da base à ponta, esfregando o polegar sobre sua fenda, uma gota de pré-sêmen umedecendo seu dedão.
Sua mão livre vagou pelo abdômen dele e então ela caiu de joelhos, puxando as calças dele para baixo até os tornozelos. Ela olhou para cima apenas para ver um olhar de surpresa no rosto de Harry antes de focar seu olhar em seu pênis.
Na penumbra do fogo que dançava na lareira, ela ficou maravilhada. Seu comprimento orgulhoso projetava-se de seus quadris, aninhado em um fio de cabelo fino e escuro e era tão elegante e brilhante que Daphne quase gozou só de olhar.
Ela envolveu seus dedos ao redor dele novamente e acariciou, apenas para coletar outra gota de pré-sêmen da ponta. Tomando-o em sua boca, ela enrolou sua língua ao redor de sua cabeça, segurando a bunda dele enquanto chupava.
Harry grunhiu, suas mãos encontrando o caminho para o cabelo dela, enrolando os dedos em seu couro cabeludo.
Lentamente, ela tomou mais dele, deslizando os lábios franzidos por seu eixo, sua língua massageando sua veia sensível e ela sorriu ao redor dele quando ele estremeceu, o movimento reverberando por suas pernas.
Com ele no fundo de sua garganta, ela chupou, rolando a língua ao redor dele antes de balançar a cabeça, levando-o ainda mais longe com cada movimento.
"Merlin, Daphne, pare-" ele se engasgou, suas mãos segurando os lados de seu rosto, cavando as pontas de seus dedos sob sua mandíbula toda vez que ela o engolia, "eu..."
Ele se afastou dela de repente e a agarrou pelos braços, puxando-a para ficar de pé.
"Se fizermos isso não tem mais volta, Daphne" Sua voz era rouca e profunda e ele a olhou profundamente nos olhos, querendo saber se ela sabia o que estava fazendo, se ela compreendia a imensidão do que era tudo isso.
Ela o olhou intensamente, deu um passo à frente e pegou o rosto dele nas mãos. "Pensei muito sobre isso e sei que te amo com cada fibra do meu ser." Harry olhou nos olhos dela naquele momento e descobriu que não tinha mais argumentos para ela ou para si mesmo. "Não sou idiota, sei que estamos de lados opostos da guerra e existe a possibilidade de que nós nunca fiquemos juntos porque você vai preferir lutar. Então, eu quero que você saiba exatamente o quanto você significa para mim."
Com isso, Daphne se aproximou e o beijou suavemente. Ele passou os braços ao redor dela e a puxou para mais perto. Daphne abriu a boca e aprofundou o beijo, pressionando seu corpo contra o dele.
Harry se afastou, quebrando o beijo e olhando nos olhos dela. "Eu quero estar com você, mente, corpo e alma. Então, pelo menos por esta noite, vamos esquecer tudo isso e vamos ser apenas Harry e Daphne."
Ele a amava. Pura e simplesmente. Ele teria feito qualquer coisa que ela pedisse e estava preparado para morrer por ela. Se isso era o que ela queria, estar com ele esta noite, então ele estaria. Porque ele a amava e a desejava tanto quanto ela a ele.
Daphne diminuiu a distância entre eles, o empurrando sentado na cama e subindo nele para montar em suas coxas. Agarrando seus quadris, ele posicionou a ponta em sua entrada.
Seus olhos se encontraram e ela sorriu, batendo os quadris para baixo, seu comprimento deslizando facilmente para dentro dela, enterrado até a base.
"Caralho!" Harry suspirou, enquanto Daphne dava um gemido prolongado.
Harry levantou uma mão para torcer os cabelos dela em seu pulso e ela suspirou quando a coluna de seu pescoço foi exposta. Ele lambeu uma longa trilha até sua mandíbula e beijou a pele sensível. Daphne se moveu, girando os quadris, esfregando seu clitóris em seu osso púbico. Suas mãos balançaram para cima, alcançando os ombros dele e suas unhas cravaram luas crescentes em sua pele pálida. Os beijos de Harry se perderam nos seios dela, sua língua quente e deliciosa contra seus mamilos.
"Harry, porra... eu quero..." Daphne grunhiu, parando quando o calor inundou seu corpo, sua pele queimando, aquela pressão agradável crescendo em sua barriga de novo. "Só mais um pouco..." a mão livre de Harry deixou sua cintura e passou sobre a pele suada, descendo até que seus dedos deslizaram em seu clitóris. Daphne choramingou e chupou o lábio inferior entre os dentes. Ela moveu seus quadris mais rápido e esfregou furiosamente seu clitóris contra a frente dele. Se ela se inclinasse para trás, e ele acertasse aquele lugar especial contra a parede frontal dela um pouco mais... um pouco mais... melhor...
Foda-se sim, bem aí.
Ele apertou o cabelo dela e puxou sua cabeça para trás ainda mais. Seu queixo caiu de espanto quando o calor inundou suas veias e arrepios de prazer rasgaram seu corpo, estrelas negras nublando sua visão.
Suas mãos voaram para seus quadris e ele rosnou, se afastando dela de repente e agarrando-a pelos braços, colocando-a de pé.
"Eu quero gozar dentro de você." Sua voz era rouca e profunda quando ele a virou, empurrando-a para a cama. "De quatro."
Daphne não hesitou, rastejando até o centro da cama e inclinando seu traseiro nu para ele, seu núcleo exposto brilhando à luz do fogo. Ela ouviu Harry gemer antes da cama afundar atrás dela, quando ele inesperadamente enfiou a cara na bunda dela, lambendo lentamente de seu clitóris até a sua entrada e retornando para a sua protuberância, chupando-a com força. Ele colocou o antebraço nas costas dela, forçando-a a se expor ainda mais para ele, e Daphne revirou os olhos sabendo que nunca havia sentido tanto prazer na vida.
Doce Merlin, eu realmente amo esse garoto.
Harry de repente ficou de joelhos e se acomodou entre as pernas dela, a ponta de seu pênis posicionada em sua entrada. Ele se inclinou sobre ela, beijou seu ombro nu e juntou seus grossos cabelos em suas mãos, envolvendo-os em um de seus pulsos. Um dedo deslizou por sua espinha e ela estremeceu com o toque antes que ele passasse o braço ao redor de seus quadris, sacudindo e esfregando seu clitóris sensível e mergulhando nela, chegando ao fundo. Eles gemeram em uníssono.
Ele puxou para fora, depois para dentro novamente.
Eles gemeram.
Ele empurrou novamente, lentamente, experimentando estocadas rasas antes de bater nela, enterrando-se nela até o fim. Daphne ofegou, levantando os quadris mais alto, ansiosa para que ele acertasse aquele ponto na frente, mas ele estava indo muito devagar.
"Mais forte", ela rosnou.
Ela podia ouvir o sorriso em sua voz antes mesmo de ele falar surpreso. "Você ainda quer mais?"
"Agora!" Ela exigiu, ignorando a pergunta e balançando os quadris. Ele riu, mas puxou para fora, então empurrou para dentro. Os olhos de Daphne se fecharam. Porra, sim…
Mais forte. Ele foi mais forte. E mais rápido. Então seus quadris bateram contra sua bunda, enquanto ele pegava impulso, seu pênis a esticando, enchendo-a, uma e outra vez enquanto ele se empurrava dentro dela.
"Merlin..." Daphne gemeu, sua cabeça pendendo sobre seu ombro, seu queixo caindo. Sensações incríveis começaram a surgir em sua barriga de novo enquanto a ponta de seu pênis esfregava onde ela precisava; suas pernas começaram a tremer, um brilho de suor cobria sua pele, o fogo cintilava por seus membros, enquanto ela não acreditava que poderia gozar pela terceira vez...
"Harry... Harry..." Ela ofegou, tentando se lembrar de como falar, de como pedir o que precisava.
Ele parecia saber. Inclinando-se para trás, ele puxou o cabelo dela, a cabeça dela caindo na nuca e seus quadris empurrando descontroladamente, o som de pele contra pele ecoando na sala. Ela gemeu.
"Se toca para mim." Ele resmungou, sua respiração ofegante.
Mordendo o lábio, ela levou os próprios dedos até seu feixe sensível de nervos e os girou, sacudindo a protuberância, passando os dedos por suas dobras para sentir onde Harry estava entrando nela, de volta ao seu clitóris.
Oh... Deuses. Ela ia... ela gritou.
"Oh, porra... Merda... Daphne, eu vou..." Harry rosnou em sua liberação, seu pênis se contraindo enquanto ele se derramava dentro dela, seu núcleo vibrando ao redor dele, empurrando-os através das últimas ondas de seus orgasmos combinados.
Harry desabou em cima dela, mandando os dois para o colchão, ambos respirando pesadamente. Ele saiu dela com suavidade e a agarrou pela cintura, puxando-a para ele. Ele alisou para trás o comprimento, agora selvagem, do cabelo loiro de seu rosto e seus olhos se moveram para ele, surpresos com o calor que inundou o seu peito. A testa dele tocou a dela. Ele inalou, então exalou, respirando pesadamente antes de abrir os olhos.
"Nós poderíamos estar fazendo isso esse tempo todo?" Ela perguntou, rindo.
Harry sorriu e a beijou profundamente. A risada dela se dissipou enquanto ela se entregava ao beijo dele. Ela o segurou perto dela quando eles quebraram o beijo.
"Eu quero que você se lembre disso." Ela disse suavemente. "Eu quero que você saiba que eu estou aqui, Harry Potter. E ainda estarei aqui quando você decidir ser meu."
A respiração dele ficou presa na garganta. "Eu não vou a lugar algum."
A profundidade da admiração, confiança, lealdade e amor refletidos nela, foram o suficiente para que as lágrimas se acumulassem nos cantos dos olhos de Harry e ele levantasse a cabeça para beijar os lábios de Daphne gentilmente, a olhando profundamente nos olhos.
