Edward Cullen PDV

Bella quebrou o beijo e ficamos nos olhando, seus olhos castanhos deixaram-me embriagados. Ela se virou sem dizer nada, me deixando ali sozinho e com o corpo queimando.

Aquele beijo foi a confirmação que precisava, ela podia gritar e negar o quanto quisesse, mas sabia que me queria.

Quando a vi caminhando até minha direção em nosso casamento eu senti que ela era a mulher da minha vida, Bella estava tão linda, nunca existiria nenhuma noiva mais bela. Seu vestido, seu penteado, eu tive que me controlar para não chorar de emoção.

Ela me deixava tão bravo quando recusava meus beijos e dizia que me odiava, mas sabia que uma hora ou outra teria que superar isso.

Vi-a caminhar até o bar e falar alguma coisa. O barman misturou duas bebidas e serviu em um copo, ela virou-o de uma vez.

Balancei a cabeça e caminhei até ela.

— É melhor não beber demais, você nunca bebeu — afinal, ainda não tinha idade para beber em nosso país.

Ás vezes esquecia do quão jovem era, Bella parecia bem mais madura que sua idade, um mulherão, com certeza.

— Quem te disse que não? Quero outra, por favor — falou para o barman.

Eu suspirei. Ela estava fugindo, eu sabia disso.

Bella virou o copo de novo e fez uma careta.

Eu ri.

— Sua cara me diz — respondi sua pergunta.

Bufou.

— Se é tão forte assim, quero ver você beber sem fazer careta.

Eu tinha matado e torturado mais homens que os dedos das minhas mãos e ela achava que uma bebida iria me assustar?

— Quero uma também.

— Outra para mim.

— Bella…

— Cala a boca e toma.

O que ela tinha que me deixava assim?

Era o pior tipo de bruxa que poderia existir. Se fosse outro falando daquela forma comigo não viveria para contar história.

Peguei a dose e ergui para ela. Sem dizer nada, virei o copo e quase cuspi a bebida fora.

Meu corpo, que já estava queimando, entrou todo em chamas. Aquilo deveria ser pior do que beber álcool puro.

Que porra de bebida era essa?

Bella riu de mim e virou a dela.

— Que porra de bebida é essa?

— Não sei, mas acho que já estou ficando bebinha — riu com força e eu a acompanhei.

As pessoas que estavam ali gritaram animadas e percebi que ia começar o show do DJ principal.

Bella me puxou pela mão e voltamos para perto do palco.

Ela curtiu três músicas pulando, dançando e rindo bem alegre por conta da bebida, eu só a observei e afastei com os olhos todo homem que a encarava.

Eu não conseguia tirar meus olhos dela e de seu corpo. Aquele seu vestidinho estava me deixando doidinho. Ele era de um cetim brilhoso em um tom rosê, o decote parecia ter um formato de coração com alças finas, as costas ficavam quase toda para fora, cobrindo só sua bunda maravilhosa.

— Eu estou tonta — se agarrou em mim, na quarta música.

— Vamos sair daqui.

Saímos da tenda abafada e escura. Apreciei o ar mais fresco do lado de fora. Caminhamos pela areia da praia.

— Que céu é esse! — sorriu olhando para cima e erguendo os braços.

Olhei para cima.O céu estava cheio de estrelas. Era de tirar o fôlego.

— É muito bonito mesmo — mas não mais bonito que ela.

Ela abriu os olhos e me encarou. Se aproximou e segurou em meus ombros.

— Acho que eu vou vomitar.

— Nem pense em fazer isso em mim — falei tarde demais, ela vomitou um pouco na areia, mas consegui puxar meus pés antes.

Porra.

Eu a segurei, acariciando suas costas.

— Está melhor?

Ela assentiu.

Joguei areia em cima da sujeira e saí carregando ela, Bella ria com nada e falava só bobagens.

Chegamos ao quarto e abri a porta colocando ela para dentro.

— Vem comigo — carreguei-a cambaleante para o banheiro e a ajudei a escovar os dentes.

Bella riu com a boca cheia de espuma me olhando pelo espelho.

— Você tem certeza que é um mafioso assassino? Não assusta ninguém assim — riu.

Eu balancei a cabeça.

— Você nunca me viu em ação.

— Um dia você me mostra?

— Você iria querer ver?

Ela cuspiu e lavou a boca.

— Eu não tenho medo de você.

Eu já tinha percebido isso.

— É melhor você tirar esse vestido para dormir. Fica aqui, vou pegar uma blusa minha para você vestir.

Ela riu, não sei de que. E saí do banheiro, pegando uma blusa branca minha limpa na mala. Finalmente ela tiraria aquele vestidinho. Eu mesmo queria despi-la, mas teria que esperar um outro momento.

Minha boca abriu quando eu voltei.

Bella tinha tirado sua roupa e estava só com uma calcinha. O cabelo comprido tampava seus seios.

Porra.

Meu sangue esquentou. Ela não tinha ideia de como era gostosa. A calcinha era de renda transparente e pequena, deixando eu ver parte de sua virilha. Merda.

Oh céus! Por que ela tinha bebido? Xinguei todos os palavrões possíveis do mundo e senti meu pau doer.

— Gosta do que ver? — repetiu o que fiz com ela mais cedo e fechou minha boca com seu indicador.

— Sim.

Ela riu e segurou em meu pescoço.

— Para seu azar eu nunca vou ser sua — dizendo isso roçou seus lábios nos meus. — Você pode ser lindo, gostoso e cheiroso — sua língua lambeu contornou minha boca antes de me beijar — Mas nunca vou ser sua — repetiu rindo e passando a mão pelo meu corpo.

Dessa vez colou sua boca na minha e eu a segurei com firmeza beijando-a profundamente.

Porém eu não podia levar aquilo adiante como gostaria e me afastei com toda força do mundo que tinha.

— Você está bêbada, vista isso. — Dei a blusa e saí do banheiro, puxando meu cabelo.

Respirei fundo, passando a mão no rosto, me controlando ao máximo.

Ela estava bêbada e sabia que seria fácil seduzi-la e fazê-la minha, mas eu nunca faria isso. Quando a tomasse pela primeira vez, queria que Bella estivesse bem consciente de suas ações e implorando por mim.

Eu poderia já ter matado, torturado e ameaçado muitos sem nenhum pingo de remorso, mas nunca tinha me aproveitado de uma mulher e não seria naquele momento que faria isso.

Troquei minha pelo meu pijama, uma bermuda. Bella saiu do banheiro vestida com minha blusa e sem falar nada bocejou e se deitou na cama, dormindo quase que no mesmo momento.

Eu a observei deitada ali e completamente indefesa. Peguei o lençol e a cobri, me deitando ao lado dela.

...

Acordei com um corpo quente, colado amo meu. Eu sorri e beijei seu rosto, antes de me levantar. Tomei um banho e pedi nosso café. Percebi que ela estava se mexendo e sabia que logo ela acordaria. Querendo fazer um teatro e saber sua reação, me deitei ao seu lado.

Escutei seu grunhindo e ela se espreguiçou na cama, passando a mão no rosto.

Deveria estar com uma ressaca braba.

— Bom dia — murmurei.

Ela se virou e seus olhos se arregalaram ao me ver deitado ao seu lado.

— O que pensa que está fazendo aí?

— Estava dormindo — bocejei e estiquei meus braços.

— Essa é a minha cama — fez uma careta.

— É nossa cama, querida — ergui minha mão onde estava a aliança dourada.

Bella bufou se encolhendo no lençol.

De repente seus olhos se arregalaram e levantou-o olhando seu corpo.

— O que aconteceu? Quem tirou minhas roupas? Que blusa é essa? — sua voz subiu mais.

Eu sorri.

— Vai dizer que não se lembra da nossa noite tórrida de amor?

— Não, isso é mentira!

— Você que não resistiu aos meus encantos, afinal disse que eu era lindo, gostoso e cheiroso e que não conseguia mais resistir a mim...

Seus olhos se arregalaram mais.

— Ee-eu estava bêbada — gaguejou.

Não aguentei e ri da sua cara de assustada que fez.

Antes que ela pudesse se mexer, eu me deitei por cima dela, somente seu rosto estava para fora do lençol.

— Eu não toquei em você ainda, mas quero que se lembre que isso é um casamento. Você é minha mulher e estou tentando respeitar seu espaço, Bella. Mas saiba que um dia vamos consumar nossa união.

Ela balançou a cabeça.

— Nunca. Sai de cima de mim.

Eu ri.

— Quer que eu te lembre que não conseguia parar de me beijar ontem?

— Eu estava bêbada, não sabia o que estava fazendo — se mexeu tentando sair debaixo de mim. — Vou ter que lavar minha boca com água sanitária.

Eu rolei voltando a me deitar ao lado dela.

Bella saltou da cama, o lençol escorregou de seu corpo. Eu sorri percebendo que a blusa tinha ficado presa na sua calcinha, tive uma visão maravilhosa de sua bunda, coberta apenas por uma tira fina.

Merda.

— Se é isso que precisa dizer para continuar ignorando que gosta de mim — sorri dobrando o braço atrás da cabeça, fingindo estar relaxado, porém a verdade é que queria saltar em cima dela.

Ela parou e se virou para mim.

— Eu nunca vou gostar de você.

Dessa vez eu ri, porque eu não acreditava nela.

— Isso nós veremos.

— Ah, vamos ver sim.

— E você ainda vai ser a primeira a admitir isso — dei um sorrisinho.

Ela riu.

— Coitado de você.

— Quer apostar? — estendi minha mão.

Olhamos um para o outro, estreitando nossos olhos.

Era uma guerra. Eu e ela, quem venceria?

Eu esperava que os dois.

— Feito, Cullen. Quem ganhar decide o prêmio — apertou sua mão na minha.

Meus olhos deslizaram por seu corpo de novo. Ela estava deliciosa vestida com minha blusa, que marcava seus seios com os pequenos mamilos eriçados, a blusa estava curta ali também, deixando o parte de sua virilha de fora.

Bella deu um gritinho percebendo e correu para o banheiro eu ri me deitando na cama.

Seria muito divertido fazer ela admitir que gostava de mim.

Pelo menos lindo, gostoso e cheiroso ela já me achava.

Bella Swan PDV

Eu nunca, nunca iria gostar dele. Essa vitória já era minha, com toda certeza. Não tinha ninguém mais irritante e convencido que ele. Argh.

Bufei com raiva olhando minha imagem no espelho do banheiro, lembrando da noite passada.

Eca! Eu tinha vomitado e minha cabeça doía.

Eu nunca mais iria beber.

Ainda mais se eu ficava beijando-o toda hora, droga.

...

Os dias que se passaram foram tranquilos. O lugar era calmo e me senti relaxar naquele pequeno paraíso. Visitamos algumas praias privadas e mergulhamos com arraias gigantes. Vimos golfinhos, andamos pela praia, praticamos todos os tipos de esportes aquáticos disponíveis ali. Surtei pensando que tinha alguém nos seguindo, até Edward rir e explicar que eram seguranças, afinal nós éramos os futuros chefões e não podíamos ficar desprotegidos.

O sol e o banho de mar sempre me cansavam demais e eu dormia a noite toda, deixando um travesseiro entre eu e Edward, que todo dia amanhecia no chão.

Estava me sentindo tão confusa em relação a ele.

Às vezes eu o odiava, às vezes nós ríamos juntos e era tão bom, algumas trocávamos histórias de nossas vidas, em outras ele me deixava com raiva e em mais vezes do que achei possível eu queria pular nele e ser toda dele, imaginando como seria. Era oficial, ele me deixava doida.

Fora que nunca mais tinha tentado nada e acho que isso que estava sendo pior.

Porque eu o queria muito. Eu não a amava, mas não dava para negar que sentia uma louca atração por ele. Porque sentia e muito. Uma atração, um forte desejo que me fazia contorcer os dedinhos dos pés.

Eu sempre imaginei que só conseguiria fazer isso com um homem que gostava, mas quantas pessoas por aí não faziam isso sem sentir nenhum sentimento? Talvez eu pudesse fazer isso também.

Era difícil ter um homem daquele ao lado todo dia e não querer pular em cima. Eu sabia que ele só estava esperando eu tomar o primeiro passo.

Mas eu não podia.

Mesmo quando ele me olhava parecendo querer arrancar meu biquíni, mesmo quando sorria daquele jeito torto e seus olhos brilhavam, mesmo quando ficava semi nu na minha frente me tentando com aquele corpo gostoso.

Eu nunca daria o primeiro passo. Era orgulhosa demais para isso.

Então todo dia era uma luta de olhares que diziam mais do que nós podíamos falar de quem cederia primeiro.

...

Nós estávamos em uma ilha privada. A areia era branca, o céu estava azul e uma nuvem grande tampava o céu. Um barco tinha nos deixado ali e estávamos completamente sozinhos.

Tudo era tão tranquilo e calmo.

Eu tinha estendido minha canga na areia e Edward foi banhar no mar. Como ele estava distante, puxei a parte de cima do meu biquíni e fiquei com os seios pra fora.

Queria tirar a marquinha que já estava em meu colo, peguei o bronzeador e passei em mim toda. Depois me deitei de peito para cima.

Fechei os olhos e relaxei aproveitando o calor. Porém, fui surpreendida pela voz forte que arrepiou meu corpo.

— O que diabos está fazendo?

— Topless, já ouviu falar? — rebati, sem sentir vergonha por estar seminua na sua frente.

Edward fez uma expressão dura e se deitou em cima de mim, eu arfei com seu corpo molhado colado ao meu.

— Você ganhou, Bella. Eu sou todo seu. — Ele disse, enfim.

— Você é meu, só meu — sorri feliz com aquela vitória e o puxei pelo cabelo molhado e colei nossas bocas.

Seus lábios estavam salgados da água do mar e o beijei como nunca.

As mãos dele passaram por meu estômago subindo e apertando meu seio.

Ele quebrou o beijo e desceu seus lábios pelo meu pescoço. Sua boca tomou meu mamilo e me beijou com força.

— O que você quer que eu faça?

— Me dê prazer, Edward — eu queria sentir mais e mais daquilo.

Sua boca desceu mais por meu estômago e abri minhas pernas.

— Ah esses seus biquínis me deixam doido — desamarrou o laço da lateral e me deixou nua — Mas isso daqui... — seus lábios beijaram minha virilha e eu gritei quando sua boca me beijou ali embaixo.

Ninguém nunca tinha feito aquilo.

Ele enfiou sua língua ali e fechei meus olhos com força, meu corpo queimando com seu toque. Senti outra boca em meus lábios e abri meus olhos surpresa.

Outro homem sorriu para mim.

— Anthony? — arfei.

— Deixa a gente te dar prazer, Bella — ele colou seus lábios nos meus e virei gelatina sendo beijada e tocada por aqueles dois homens.

Eu só conseguia pensar no prazer que estava sentindo.

Anthony beijava minha boca e seios e Edward me beijava lá embaixo, eu só conseguia gemer e apreciar o que eles faziam comigo. Em algum momento eles trocaram de lugar e passei a beijar Edward e Anthony era tão bom quanto o irmão.

— Olha como me deixa — Edward sussurrou e pegou minha mão colocando em sua ereção, só então percebi que eles dois estavam nus.

Meu centro pulsava como nunca implorando por mais, Anthony subiu seu corpo e cada um ficou de um lado meu, e fiquei revezando beijos entre os dois que me tocavam em lugares que me deixavam ainda mais excitada.

— É hora de te fazer minha — escutei outra voz dizer e arfei abrindo os olhos.

Havia outro homem idêntico ali entre minhas pernas e ele se preparava para me invadir.

Outro Edward... ou outro Anthony? Como isso era possível? O que estava acontecendo?

— Você é minha Bella, entendeu — Edward sussurrou em meu ouvido. — Só minha e eu vou te esperar.

— Geme o nome do homem que te dá prazer.

— Edward... Anthony — gemi sentindo dedos me invadindo.

— Não querida, sou só eu Edward — percebi então que não eram gêmeos ou trigêmeos, mas todos eles eram Edwards. E então mais Edwards surgiram me beijando, me tocando e me dando prazer.

Eram pelo menos seis. Todos idênticos. Nus e gostosos.

E eu gritei o nome deles quando acordava na cama, despertando daquele sonho louco.

Meu corpo todo tremia de prazer. Eu podia sentir as mãos deles sobre mim, seus lábios, seus corpos colados ao meu. Meu sexo pulsava como nunca e minha calcinha estava tão umida que não prestaria mais.

Ah não. Ah não. O que tinha sido aquele sonho?

E o pior de tudo por que eu tinha acordado? Queria chorar.

Eu estava tão próxima de…

Demorei um momento para me situar onde estava e então meus olhos encontraram os olhos dele.

Edward estava me olhando, em pé ao lado da cama. Seus olhos pareciam escuros e com um brilho diferente.

Me baixo ventre se contraiu.

— Você está bem? — sua voz saiu mais rouca que o normal e ele pigarrou, se aproximando da cama.

— Eu.. eu — não conseguia falar.

— Parecia estar tendo um sonho bom.

— Não foi nada demais — menti. Ele nunca poderia saber.

— Então por que estava gemendo meu nome... meu nome e de Anthony?

Eu arfei.

— Tsk, tsk, tsk ah Bella, está vendo — inclinou-se para mim e afastou o cabelo do meu peito, que subia e descia rápido o tecido da camisola de seda marcava bem meus mamilos eriçados.

— Você pode negar o quanto quiser, mas me deseja tanto que sonha com meu irmão gêmeo e eu dando prazer a você.

Balancei a cabeça.

— Não era Anthony, eu pensei que era mas... mas…

— Mas?

— Era você que estava me dando prazer. Todos eram você — admiti.

Eu não queria Anthony, ou quem quer que fosse. Por mais que odiasse admitir, eu o queria, eu queria Edward Cullen, somente ele seria capaz de apagar aquele incêndio que me consumia.

— E você gostou?

— Gostei, mas ainda odeio você — admiti.

Edward deu aquele sorriso.

— Uma palavra e posso te fazer sentir bem mais e dessa vez não será em sonho — eu poderia queimar, só com a intensidade de seu olhar. — Vai ser real, por que eu estou bem aqui e em cada batida do meu coração eu desejo você e não tenho nenhuma vergonha de admitir isso — pegou minha mão e levou ao seu peito forte coberto pela blusa fina, podia sentir seus batimentos acelerados..

Eu não aguentava mais.

— Sim — falei e no segundo seguinte Edward estava em cima de mim, sua língua dentro da minha boca, o gosto fresco de hortelã se sobrepõs ao meu.

Ele puxou o lençol que me cobria e colou nossos corpos.

Eu gemi ao senti ele pressionar seu membro duro em mim, abri minhas pernas e o abracei, aprofundando ainda mais nosso beijo.

Desci minhas mãos por suas costas e subi por dentro da blusa, Edward esticou o braço para cima e tirei aquela peça dele.

Fiz o que tive vontade desde que vi na piscina no primeiro dia e percorri minha mão por todas suas costas, ombros, braços e peitos, desci mais e apertei sua bunda por cima da bermuda que ele usava. Ele esfregou seu membro em mim e rebolei querendo mais e mais.

Ele parecia tão duro e grande.

As mãos dele desceram pela lateral do meu corpo e depois por dentro da minha camisola.

Ele apertou minha coxa e eu gemi, mordiscando seus lábios.

Edward quebrou o beijo e desceu sua boca para meu pescoço beijando e lambendo minha pele. Meu estômago tremeu quando sua mão cobriu meu sexo.

— Caralho, você tá muito molhada — ele disse.

— Edward — gemi. — Por favor — implorei sem saber o que.

Seus olhos queimaram em mim e senti ele afastar o tecido da minha calcinha, seu dedo então entrou dentro de mim.

— Puta que pariu — sua boca tomou a minha com força.

Eu puxei seus cabelos, arranhando suas costas. Meu corpo tremeu e rebolei involuntariamente em seu dedo.

Eu estava excitada demais, como nunca estive. A outra mão de Edward desceu a alça da minha camisola.

Ele quebrou o beijo e desceu sua boca que cobriu meu mamilo, sua língua brincando ali e então adicionou outro dedo dentro de mim.

Eu gritei minhas costas arqueando. Isso seria rápido.

Senti ele pressionar meu clítoris levemente.

— Eu.. eu não aguento — murmurei mordendo meu lábio com força, os dentes de Edward arranhando meu mamilo, fazendo-me ficar mais excitada ainda.

— Goza para mim, Bella — movimentou seus dedos com mais força. — Me dê seu prazer, linda.

Nunca tinha sido assim, nas vezes que tentei me tocar. Minha pele inteira se arrepiou.

Eu deixei aquele prazer tomar conta de mim e apertei seu ombro com força, puxando sua boca para minha. Ele deixou seu rosto colado ao meu enquanto me entregava as ondas de prazer que tomavam conta de mim e eu alcançava meu ápice.

Ele sorriu beijando a ponta do meu nariz. Se afastou um pouco e vi ele levando seus dedos a sua boca e os lambendo devagar sem tirar os olhos de mim.

— Bella, você… — Ele não terminou de falar, pois seu celular tocou alto.

Edward praguejou e se esticou na cama, pegando o aparelho que estava ao lado.

— O que é porra? — atendeu o telefone bravo me encarando na cama.

Fechei minhas pernas e respirei fundo.

Ah Deus! O que eu tinha feito?

— O que? — sua voz ficou mais alta, tentei fugir, mas me segurou, deitando em cima de mim.

— Que porra! Como foi isso? Tá, vamos embora daqui — desligou o celular sua expressão era séria.

— O que aconteceu? — perguntei preocupada.

— Invadiram um dos depósitos de nossas armas, precisamos ir embora.

— Você precisa sair de cima de mim — falei.

Edward xingou e beijou meus lábios rápido.

— Vamos terminar isso depois — saiu de cima de mim.

Arrumei minha camisola e fechei minhas pernas.

Meu corpo ainda estava quente e eu queria bem mais. Mas não podia.

— Não vamos nada, isso foi um erro não vai voltar a se repetir — rebati.

Ele me observou trincando os dentes, seu maxilar ficando mais forte.

Me amedrontei com seu olhar.

— Você disse sim, você permitiu, você queria isso — enfatizou.

— Vo-você me seduziu, eu não tive culpa de nada — gaguejei.

Edward respirou fundo e pulou da cama. Era bem evidente o volume que estava em sua bermuda.

Mordi meu lábio com força.

— Quem acordou gritando meu nome e quase tendo um orgasmo foi você.

— Eu estava em um pesadelo!

Ele bufou.

— Eu sei que está fugindo disso, mas não vou deixar mais, não depois disso.

Eu cruzei os braços.

— Não tenho culpa do meu corpo querer isso, mas lembre-se que te odeio.

— Olha, não tenho tempo agora Isabella, se arrume e vamos embora daqui o mais rápido possível, depois discutimos isso.

Ele disse duro entrando dentro do banheiro e batendo a porta.

Eu me afundei na cama, arrependida daquela briga sem sentido.

Qual era meu maldito problema? Por que eu não dizia logo o que eu queria?

Porque, talvez, nem eu soubesse direito o que eu queria.

Se aceitasse isso, seria só sexo ou algo que pensei que não sentiria?


NOTA DA AUTORA:

Alguém bem depois desse capítulo? hahaha

só para esclarecer antes que surtem, não vai rolar menage entre o Ed, Bella e Anthony, só foi um sonho louco da Bella mesmo hahaha

mas espero que tenham gostado.

E esses dois, quando finalmente ia isso acontece e agora vão ter que voltar para vida real.

Como será que vai ser?

Continuem comentando amores, que em breve tem mais

beijos