Edward Cullen PDV
Eu cheguei em casa me sentindo ansioso.
Era de tarde e tinha saído cedo, para resolver algumas coisas no trabalho e deixar tudo preparado para nossa pequena viagem. Iríamos passar o fim de semana fora, longe de tudo e todos e finalmente teria Bella só para mim.
Foi até fácil convencer meu pai para conseguir o fim de semana livre, apenas disse que precisava de um tempo sozinho depois de quase ter morrido.
Exagerado eu sei, mas tinha dado certo.
Meu braço doía um pouco, mas nada demais. Fazia três dias do nosso aperitivo noturno e apesar de ter sido muito bom, apenas fez eu ansiar por mais, como um viciado em drogas.
Não tinha ousado tocá-la de novo, com medo de não resistir e cair em tentação.
Ela retornou na sua consulta com a médica ginecologista e estava tudo certo. Quando falou que era virgem, não pude esconder a felicidade que senti. Não que importasse, mas fiquei feliz de saber que só eu a teria, seu corpo e o coração seriam todinhos meus e que principalmente Jacob nunca a teria.
A casa estava silenciosa quando entrei e subi direto para nosso quarto.
Abri a porta e sorri ao ver Bella deitada na cama de barriga para baixo e os pés levantados para cima enquanto lia um livro.
— Oi — se virou animada sorrindo para mim. — Chegou cedo hoje.
— Sim, o que está lendo?
— O poderoso chefão — ergueu o livro mostrando a capa.
— E tem livro? — franzi meu cenho.
Ela riu
— Sim, é do autor Mario Puzo.
— Não é mais fácil assistir ao filme?
A cada frase dava um passo em sua direção.
— Só depois de ler o livro — balançou a cabeça, virada para mim.
Seu olhar me dizendo tudo que eu queria.
— Hum... — segurei em seu queixo e rocei nossos lábios, aquela tensão nos tomou.
— Você prefere ler o livro ou sair comigo? — sussurrei.
Ela colocou sua mão em meu pescoço, o livro já esquecido.
— Sair com certeza, para onde? — beijou meu queixo.
— Surpresa, agora arrume uma pequena mala, vamos voltar só domingo à noite — Me afastei dela.
A sobrancelha dela levantou.
— Seu ombro já está bom? Tem certeza?
— Sim, estou ótimo — ergui meu braço e o girei para provar para ela. Conseguia girar ele todo e nem queimava mais.
Os belos olhos castanhos brilharam.
— Então nós vamos transar?
Eu faria bem mais que isso com ela, mas por enquanto essa definição se encaixava bem.
Eu sorri.
— Nós vamos, a não ser que não queira mais.
— Vou arrumar a mala — pulou da cama rápido, eu ri.
Eu a puxei pela mão e a segurei, rodando nós dois no colchão, deixando-a por baixo de mim. A apertei com meus braços e não senti nenhuma dor.
Vitória.
Ela riu.
— Não precisa levar muita coisa, eu não vou deixar você usar nada.
Eu a queria toda nua a meu bel prazer.
— Ah não vai é? — esfregou seu nariz no meu. — Essa regra vai se estender a você também?
— É claro, direitos iguais.
Um fim de semana, com nós dois nus, longe de tudo e todos, era só o que eu precisava.
— Bem, então é melhor eu ir me arrumar.
Eu beijei seus lábios.
— Não demora muito.
Ela riu, me empurrando e a deixei ir.
Só mais um pouco, nós deveríamos ganhar um prêmio de casal com mais autocontrole do mundo, ainda nem sabia como conseguimos nos segurar por tanto tempo.
Enquanto Bella arrumava suas coisas, tomei um banho querendo ficar bem limpo e cheiroso para ela.
Eu tinha perdido uns quilos porém nada preocupante, ainda continuava um gostoso e me recuperaria logo quando criasse vergonha na cara e voltasse a malhar com força.
Podia chamar Anthony, Emmett com certeza participaria e até James poderia ir, como fazíamos antigamente. E é porque tinha uma academia na mansão.
A cicatriz no meu ombro estava bem vermelha e usava a pomada para ela melhorar e não ficar uma marca feia. Assim que saí do banheiro Bella entrou passando por mim, não sem antes me secar vestido só com a toalha.
— Quer que eu tire? — brinquei puxando mais para baixo.
— Mais tarde — respondeu e eu ri.
Ela se trancou no banheiro.
Vesti uma bermuda cargo verde e uma blusa polo branca, uma pequena mala de rodinha estava aberta em cima do sofá do closet e mordi meu lábio quando vi uma pecinha de renda espreitando para fora, mas não mexi, queria a surpresa total quando a visse nela. Sorri ao ver que tinha colocado algumas roupas minhas também.
— Essa roupa está boa? Você não me disse para onde vamos. — Saiu do banheiro vestida com um vestido soltinho.
Era branco com listras finas verdes, parecendo o tom da minha bermuda. Como podíamos combinar sem combinar?
— Está ótimo, coloque só um casaco leve e vamos.
Ela sorriu.
— Não deveríamos nos despedir de sua mãe?
— Ah não! Ela vai fazer um drama que só para gente não ir. Então vamos fugir logo. — sussurrei a última parte, como se fosse um segredo.
Bella riu e saímos de mãos dadas, a SUV com Peter já nos esperava. Nós ficamos sentados lado a lado, sem separar nossas mãos, até chegarmos a Long Beach.
— Vamos ficar em uma casa aqui? — perguntou.
Eu neguei com a cabeça, sorrindo.
Não iríamos para nenhuma casa.
O carro entrou para onde estávamos indo e sua boca se abriu.
— Edward! Nós vamos andar nisso?
— Sim — eu ri de sua expressão.
— Onde está me levando, hein?
— Você já vai descobrir — beijei seus lábios e depois desci fungando em seu pescoço muito cheiroso.
Nós saímos do carro e o piloto já nos esperava em frente ao helicóptero que voaríamos.
Embarcamos e Bella apertou minha mão com força quando saímos do chão.
Eu ri de seu medo.
O voo foi rápido e Bella parecia uma criança olhando tudo pela janela, estávamos bem no momento do sol se pondo e foi lindo observá-lo pela janela junto com o mar, vendo a imensidão de Los Angeles ficando para trás.
— Nós vamos para a Ilha de Santa Catalina? — Bella perguntou.
— Sim, mas não vamos ficar lá.
— Como não?
Eu apenas ri e ela bateu seu ombro no meu impaciente.
O helicóptero pousou e saímos para o porto.
Uma lancha esperava por nós e passou pelos vários iates que estavam ali. Alguns cheios de gente bebendo e conversando O nosso era o maior de todos e o mais distante, não queria ninguém espiando o que iríamos fazer.
O iate era bem luxuoso e às vezes até esquecemos que estávamos dentro de um barco, nós sempre viajávamos com a família para cá, desde que meu pai o comprou dois anos atrás. A área de embarque era a sala de estar que tinha um sofá em C, todos os móveis eram decorados na cor marfim, azul de madeira e couro.
A embarcação tinha seis cabines exclusivas, além de sala de teve, um pequeno salão para festa e uma cozinha toda equipada. No terraço tinha um espaço com churrasqueira, cadeiras reclináveis e bóias presas.
— Te apresento The Grand — ela riu e recebeu ajuda do capitão que nos esperava.
— Edward, aqui é lindo demais! — estava hipnotizada olhando tudo ao redor.
— É, mesmo.
— Sr. Cullen está tudo nos conformes — o capitão me cumprimentou.
— Ótimo, Stevens. Vou seguir as coordenadas. Quando for para voltar eu te aviso.
— É claro, tenha um bom fim de semana.
O homem entrou na lancha que eu e Bella tínhamos vindo e foi embora com o piloto.
— Vamos ficar aqui sozinhos? Você pode pilotar isso?
— Poder não posso, mas eu sei — pisquei. — E você não achou que eu ia querer público, achou?
Ela apenas mordeu seu lábio, me olhando.
— Vem, tem um jantar nos esperando — passei o braço em sua cintura.
Respirei fundo, seria um longo jantar até irmos para a sobremesa.
Bella Cullen PDV
Edward nos levou para um pouco mais longe no mar, não tinha nenhum barco próximo a nós, apenas algumas luzinhas distantes.
O iate mais parecia uma casa, tinha tudo que precisava, tudo bem decorado e luxuoso. Fomos para o convés que era bem espaçoso com sofás e poltronas, tinha uma mesa de vidro bem no centro, toda decorada com flores e comidas gostosas.
— Obrigada por isso está lindo — ele sorriu e pegou em minha mão.
— Tudo para você e por você.
Ele caminhou em direção a mesa me puxando, mas fiquei parada. Edward olhou em minha direção franzido o cenho.
De repente senti o nervosismo tomar conta de mim.
Aquilo finalmente iria acontecer.
— O que foi? — virou-se para mim confuso — Não está com fome?
— Não de comida — fui sincera e isso bastou para os olhos dele queimarem nos meus.
— Bella — meu nome saiu de seus lábios, como um sopro e meu corpo arrepiou.
Eu caminhei até a grade de proteção encarando a imensidão do mar escuro em nossa frente, o céu estava estrelado ali e a lua brilhava no céu. Era impressionante como o céu ficava sem a iluminação da cidade, parecia que quanto mais olhava mais estrelas apareciam.
Respirei fundo, tomando coragem.
— Não quer ir lá para dentro? Já esperamos tanto tempo.
Quanto mais poderíamos aguentar?
Senti ele se aproximar de mim e colar seu corpo por trás, sua mão afastou o cabelo de uma parte do meu pescoço e fez uma trilha de beijos ali.
O ponto entre minhas pernas contraiu e engoli em seco.
— Por que lá dentro? Quero te fazer minha aqui, só com a lua e as estrelas de testemunhas — sussurrou.
— Então me faça sua, eu sou sua. — virei para ele.
Nenhum de nós aguentou mais e nos beijamos com todo desejo reprimido que sentíamos um pelo outro durante todo esse tempo.
Sua mão deslizou pela minha cintura e apertou com força minha bunda, a outra subiu para minha nuca a segurou enquanto nos beijávamos. Adorava quando fazia isso.
Eu desci minhas mãos por suas costas, querendo sentir mais e mais dele.
Sem esperar mais, deslizei minhas mãos para frente e toquei seu estômago definido, puxei sua blusa para cima separando nossos lábios rápido.
Edward ergueu seus braços e terminou de puxar a peça, lambi meus lábios vendo seu torso nu, me inclinei e beijei a pequena cicatriz vermelha em seu ombro.
Sentido-me confiante o empurrei e tirei minha jaqueta, depois desamarrei o nó do vestido que ficava em minhas costas. Indo devagar puxei a alça de um braço e depois de outro, sob seu olhar atento. O vestido caiu em meu quadril e dei uma requebradinha o puxando das minhas pernas.
Por baixo eu vestia apenas uma calcinha pequena preta que não deixava nada para imaginação. Meus seios livres de sutiã para seu bel prazer.
Seus olhos verdes desceram e subiram pelo meu corpo, ficando mais escuros como a água daquele mar.
Edward tirou seus calçados e sua bermuda, ficando com uma boxer da Calvin Klein da mesma cor da minha calcinha e não escondia em nada o volume que estava ali.
Ele me puxou e me carregou pelo convés. No centro dele, tinha uma espécie de cama bem acolchoada ali. Jogou as almofadas no chão e me puxou deitando-se e deixando por cima dele.
Aproveitei a posição para passar a mão em seu peito. Ele tinha perdido um pouco de peso, mas ainda estava com o torso bem definido e forte. Subi e desci minha por ele todo, até seu umbigo conseguia ser bonito e aquele V que descia por seu volume…
Desci minha mão por ele e acariciei sua ereção por cima da cueca, apertando com força.
Ele gemeu me puxando pelo pescoço e agarrando meus lábios. Segurei em seus cabelos e ele nos virou ficando por cima. Edward esfregou aquele volume em mim e gememos juntos, eu queria arrancar nossas roupas íntimas e senti-lo ali.
Quebrou o beijo ofegante e desceu seus lábios pelo meu pescoço, beijando até minha clavícula. Em seguida até meu seio. Ele brincou com sua língua em meu mamilo e apertou o outro com seus dedos, depois alternou sua boca e mão neles. Não imaginei que só aquilo pudesse ser tão bom.
Quando pareceu satisfeito, Edward desceu sua boca mais ainda, lambendo minha pele até meu umbigo e em seguida arranhou seus dentes ali. Meu baixo ventre se contraiu.
Seus lábios chegaram na borda da minha calcinha e sem hesitar ele a puxou, deslizando sua mão por minhas pernas, deixando um rastro de fogo, enquanto ficava nua.
Ele se afastou e me observou deitada ali nua. Seus olhos descendo e subindo parecendo observar cada parte minha.
— Você é tão linda, tenho tanta sorte de ter você — seus lábios cobriram os meus, mas não se demorou ali. — Quero chupar você, quero te comer toda com minha boca e depois com meu pau.
Eu arfei com suas palavras. Edward então voltou e inclinou para baixo. Eu fiz menção de fechar as pernas, mas ele as segurou e me encarou.
— Não quero que tenha vergonha de mim, deixa eu ver você toda, Bella.
Eu dobrei minhas pernas apoiando o pé e fiquei toda exposta para ele.
— Você é um deusa, caralho — praguejou e lambeu do meu joelho até minha virilha.
Eu gemi meu ventre estremecendo de prazer.
Ele repetiu na outra perna, beijando minha coxa e então finalmente me deu uma lambida onde mais eu queria e necessitava.
Eu agarrei seu cabelo, excitada com o que fazia. Ele lambeu e beijou ali, me chupando e fazendo sentir sensações intermináveis. E quando adicionou seu dedo, eu não aguentei, seguindo aquele prazer que sentia rebolei em sua boca e empurrei seu rosto, ele pareceu rir e não parou.
— Meu Deus! Você é uma delicia, que boceta é essa?
— Ed…ward — gemi mordendo meu lábio com força.
Ele me chupou, quando sua língua acariciou meu clitóris mais para cima, eu gritei extasiada, sentindo meu corpo estremecer. Ele adicionou mais um dedo e apertei seu cabelo com força, meus dedos dos pés se curvando. Antes que meu orgasmo pudesse se espalhar e me tomar toda, Edward parou e gemi de frustração.
— Continua, por favor. Não para, se não mato você! — olhei para ele com o rosto entre minhas pernas.
Sua língua lambia seus lábios vermelhos.
Edward deu aquele sorrisinho e quis sufocá-lo com minhas pernas.
— Quero que só goze comigo dentro de você.
— Então vem logo, por favor. — implorei.
Ele ficou em pé e tirou sua cueca. Seu membro saltou duro para fora e mordi meu lábio. Como isso caberia em mim, eu não tinha ideia. Mas se Deus tinha feito é porque caberia.
O desejo percorreu meu corpo e meu sexo pulsou.
Ele se deitou por cima de mim, acariciou meu rosto.
— Se doer demais me fala.
Só assenti, sentindo seu membro forçar a entrada dentro de mim.
—Relaxa, amor — sussurrou e então me beijou.
Amor.
Eu o beijei de volta, sem nenhum pudor, sentindo meu sabor em seus lábios. Enfiei minha língua na sua boca e encontrei a dele, beijando-o como volúpia e sem parar.
Gemi ao sentir uma dor me atingir, como se tivesse sido cortada. Mas foi rápido, ele estava todo dentro de mim.
Nunca me senti daquela forma. Nossos corpos de alguma forma se encaixavam com perfeição. Doeu muito, mas eu estava tão excitada, não queria parar aquilo de jeito nenhum.
Ele se movimentou com cuidado e apertou minhas pernas ao seu redor, Edward gemeu e praguejou.
—Mais forte, por favor — pedi.
E ele se movimentou mais forte indo e voltando, rebolando seu quadril dentro de mim,bombeando seu membro. Eu fechei meus olhos e mordi meu lábio com força.
— Olha para mim, Bella, quero ver o prazer de tomar conta de você.
Eu abri meus olhos ficando presa em seu olhar. Ao fundo podia ver a lua e o céu estrelado.
Meu corpo todo tremeu e ele estocou bem fundo. Edward não parou de se mover, arfando e gemendo, sem tirar os olhos de mim. Nós podíamos não ter nos declarado ainda, mas senti seu amor por mim em seus olhos. Era como se ele despisse minha alma e enxergasse tudo de mim. Eu te amo, pensei me controlando para não gritar aquilo para ele.
E eu podia sentir tudo dele também. Ele dentro de mim, seu corpo quente, seu coração batendo com força, em sincronia com o meu. Era como se fossemos um só. Lembrei das palavras de Carlisle, estávamos finalmente consumando nossas promessas, nosso matrimônio e nos tornando um. Ele me beijou de novo e sua mão deslizou por meu braço, nossas mãos se entrelaçaram e ele enterrou seu rosto em meu pescoço.
As ondas de prazer vieram com força e eu não sabia se as estrelas que via eram do céu ou do êxtase que ele me proporcionava.
— Quero que goze comigo, Edward, vem comigo — consegui dizer apertando sua mão com força.
— Eu estou com você para sempre, Bella — murmurou entre beijos e mordiscadas. — Grite meu nome, baby, grite meu nome.
Eu gritei e escutei gemer meu nome também.
Ouvir ele dizer meu nome daquela forma, enquanto dávamos prazer um ao outro, enquanto nos tornávamos um só, foi demais.
E então com mais alguns movimentos fomos dominados pelo ápice e gozamos juntos.
Meu corpo parecia flutuar entrelaçado ao seu, acima das nuvens. Eu o amava tanto. Eu era sua mulher para sempre e nada mudaria isso
Edward Cullen PDV
Sai de dentro de Bella, ainda extasiado com o orgasmo que tive. Nunca tinha sido tão forte e intenso assim. Nós tínhamos nos tornado um, eu podia sentir tudo que ela sentia.
Seu corpo embaixo do meu, seu coração batendo acelerado, sua respiração arfante como a minha, nossas mãos juntas.
Ela era minha mulher e eu a amava mais que tudo nesse mundo. Tive que me controlar para não dizer isso. Não queria dizer naquele momento e ela achar que era só por causa do que fizemos.
— Você está bem? — acariciei seu rosto.
Ela sorriu letárgica, seus olhos castanhos brilhando.
— Mais do que bem.
Eu sorri e beijei seus lábios com delicadeza, deitando ao lado dela.
— Está com frio — passei a mão na lateral de seu corpo que estava arrepiado.
— Eu podia incendiar esse mar agora, Edward.
Eu sorri, pois me sentia do mesmo jeito. Mesmo assim me forcei a levantar.
— Onde vai? — fez um biquinho.
— Vamos pra dentro — peguei-a em meus braços e ela se agarrou em mim.
Entramos dentro do iate.
— Cama ou banho? — perguntei.
— Banho, mas você vai ter que me dar.
Caminhei para o quarto que iriamos ficar e Bella arfou ao vê-lo.
— Você fez isso para mim?
Da porta até a cama estava um caminho de pétalas de rosas vermelhas.
— Para quem mais seria?
Bella sorriu e beijou meu rosto.
— Obrigada.
Eu sorri apaixonado e a levei para o banheiro. Era incrível como só um beijo simples dela me fazia sentir.
O banheiro era pequeno, mas tudo bem limpo e luxuoso. A banheira era retangular no canto. Coloquei Bella dentro e liguei a água, ela prendeu seu cabelo em um coque.
Peguei os sais de banho e sabonete derramando dentro da água que começou a criar espuma.
Ela sorriu e me puxou para dentro. A água estava bem morna, me sentei em sua frente.
— Está dolorida? — peguei seu pé e comecei a massagear.
— Por enquanto não, doeu, mas o prazer que me fez sentir foi muito maior. — respondeu e veio em minha direção aproximando mais nossos corpos.
Eu sorri e puxei seu rosto para o meu beijando seus lábios, ela se sentou em meu colo. Não sei quanto tempo ficamos ali na banheira, sem dizer nada, só nos beijando suavemente nossos corpos colados, nenhum de nós sem querer interromper aquele momento incrível que vivíamos. A conexão que sentimos mais fortalecida ao nosso redor.
Até que o desejo se tornou insuportável.
—Me leva para cama, quero ser sua de novo — falou entre beijos.
— Tem certeza? Não está dolorida?
— Vai doer mais ficar sem você.
Com isso, eu levantei com ela agarrada a mim e sai da banheira.
Andando com cuidado para não escorregar. Não nos preocupamos em secar nossos corpos. Deitei-a na cama e fiquei por cima dela de novo.
Eu já estava muito excitado dos nossos beijos e carícias dentro da banheira, sabia que ela também estava, então guiei meu membro para dentro dela.
Bella gemeu. Aquele era o melhor lugar do mundo para estar.
Investi algumas vezes dentro dela, sentindo como seu sexo apertado se abrindo para mim. Parei meus movimentos e encarei seu rosto.
— Quero você em cima — falei e consegui nos girar na cama sem sair de dentro dela.
— Eu não sei o que fazer.
— Sabe sim, baby.
Bella mordeu seu lábio apoiando as mãos em meu peito, hesitante. Eu me deitei na cama para observar, não queria perder nenhum detalhe. Ela começou a se mexer timidamente, subindo e descendo em mim.
— Isso Bella, toma seu prazer de mim.
Ela arfou e começou a rebolar mais forte, segurei seu quadril e ajudei nos movimentos, apoiei meu pé na cama e comecei a investir dentro dela, conseguindo ir mais fundo.
Nós dois gritamos juntos, nossos corpos fazendo um barulho excitante.
Tê-la ali em cima de mim, controlando tudo me deixou cheio de tesão. Ergui meu tronco e a abracei com força, beijando seus lábios, Bella rebolou mais forte e mordi seu lábio com força.
Desci minha boca para seu pescoço chupando sua pele, ela agarrou meu cabelo e me beijou.
Nossos corpos, mesmo sendo tão diferentes, conseguiam se encaixar com perfeição, como se tivessem sido feitos sob medida. E sabia que Deus a tinha feito para mim, mesmo sem eu merecer, mesmo sendo tão pecador, eu ganhei a dádiva de ter Bella em minha vida como minha esposa.
Com mais alguns movimentos, ela jogou sua cabeça para trás e se movimentou mais forte perdida no prazer que sentia. Eu gemi com força com seu sexo se contraindo e apertando meu membro, enquanto ela gozava e sem aguentar gozei dentro dela. Nos abraçamos com força, enquanto respirávamos com dificuldade, nossos corações batendo forte e em sincronia.
Éramos só um e seria para sempre assim.
Nota da autora:
E aí gente, valeu a pena a espera?
Espero que sim né kkkkkk
O que acharam da primeira vez deles? Ainda sei escrever um hentai? Ansiosa para saber o que acharam comentem muuuuito para voltar o proximo com mais hot e muitos momentos beward para vocês.
Spoiler do próximo: três palavras serão ditas. Então preparem-se hahaha
Beijooos e um ótimo fim de semana procês!
