Edward Cullen PDV

Tinha se passado mais de duas semanas que eu e Bella nos acertamos e admitimos de vez nossos sentimentos.

Minha vida estava perfeita e era por causa dela.

Depois que nos entregamos de vez nos tornamos um casal completamente diferente, nós mal conseguiamos manter as mãos longe um do outro e vivíamos nos atrasando para café da manhã, jantares e compromissos.

Ela era gostosa demais e não conseguia resistir quando passeava no nosso quarto usando aquelas coisinhas pequenas que chamava de lingerie.

Eu sabia que fazia só para me provocar e eu caia como um peixinho na sua armadilha. Bella sempre estava pronta para mim.

Nós parecíamos dois coelhos, só bastava nos olhar para um saber o que o outro queria e acender o fogo que nos queimava inteiro.

O nosso quarto já tinha se tornado pequeno, tínhamos transado em cada partezinha dele.

Sorri ao me lembrar daquele dia que acordei com um oral dela que me deixou de pernas bambas. Aquela bruxinha ainda ia ver só, iria revidar isso. Bella era tão fogosa estávamos cada vez mais íntimos um com o outro, experimentando posições novas sem nenhum pudor.

Nossa coração seria no próximo fim de semana e estávamos ansiosos para nos tornarmos os grand chefões.

Era estranho como não me sentia preparado quando meu pai disse que se aposentaria, mas naquele momento eu me sentia um homem bem diferente, me sentia mais forte e maduro para assumir tudo com Bella ao meu lado.

— Se o ponto não se mexer esse é seu olho de mira — falei para ela enquanto a abraçava por trás ensinando como deveria segurar a arma.

— Já sei qual é — fechou o olho direito, deixando só o esquerdo aberto e atirou.

Segurei quando o ricochete veio.

— Mantenha o braço firme e os pés no chão — mandei.

— Uau, isso é legal, posso fazer de novo?

— O alvo é todo seu — eu sorri de sua animação.

Ela mirou e atirou sem parar, descarregando o cartucho, um tiro pegando bem no centro, mas os outros acertando mais do lado no alvo.

— Isso foi incrível— sorriu para mim.

— Você atirou bem pela primeira vez. — eu engatilhei minha arma e atirei, os tiros pegando exatamente onde eu queria na cabeça e no peito do alvo.

— Exibido — me deu a língua.

Eu sorri.

— Agora eu posso ter uma arma?

— Vamos devagar querida, não quero que você atire em ninguém por acidente. Ou pior atire em você mesma — ficava amedrontado só em pensar nela se machucando.

— Eu nunca faria isso.

— Já tivemos um soldado que foi colocar a arma na cintura e perdeu uma das bolas, pois esqueceu de travar. Então nada de arma para você por enquanto.

Ela bufou.

— Eu vou ser a esposa do chefão, preciso andar protegida.

Eu adorava como ela tinha se encontrado nisso.

— Para isso temos nossos seguranças.

Ela revirou os olhos.

— Posso ir de novo?

— É claro, mas atire no outro alvo.

Bella carregou a arma como ensinei e esticou o braço atirando até descarregar o cartucho. Ela tinha ido muito bem de novo.

Sorriu para mim feliz. Em outro dia a ensinaria a atirar com uma arma mais potente.

— Que tal a gente ver quem acerta mais? — propus.

— Isso não seria justo, você faz isso melhor que eu.

— Tudo bem então, pratique depois a gente faz uma mini competição entre a gente — pisquei animado com a ideia.

— E o que eu ganharia?

— Eu — bati no peito.

Ela se virou para mim e envolveu meu pescoço com seu braço.

— Eu já tenho você.

Com isso eu não podia discutir.

Eu era dela e de mais ninguém.

Lembrei-me de quando no começo queria fazer ela comer na palma da minha mão, mas a verdade era eu que comia na palma da mão dela, ela não tinha noção de que se tornou tudo para mim. Só bastava estalar os dedos e eu seguia ela como um maldito cachorrinho fiel, fazendo tudo que ela queria.

Nós nos beijamos com força e a imprensei na cabine levando minhas mãos a sua bunda e a apertando. Bella aprofundou nosso beijo deslizando sua mão por meu peito.

Escutamos um barulho e quebramos o beijo, encostando a testa um no outro ofegante.

Ela me empurrou.

— Temos que ir. Não podemos nos atrasar hoje.

Eu bufei, sabendo que estava certa.

Esta noite seria o jantar para celebrar o noivado de Rosalie e Emmett, estavam todos animados com esse momento.

— Vamos então — peguei em sua mão.

Nós saímos do clube de tiro, o dono era um dos nossos clientes e tinha fechado o espaço só para nós dois.

Bella disse que queria aprender a atirar e eu claro fui ensiná-la. Ela ficava tão poderosa empunhando uma arma.

Ansiei para quando chegássemos desse noivado e pudesse tê-la só para mim,

— Aqui — joguei a chave da ferrari para ela.

— Sério? — pegou surpresa.

— Sim, mas é melhor não bater.

— Eu sou uma ótima motorista.

Ela abriu a porta do carro e entrou, eu abri também sentando ao seu lado.

— Coloca o cinto — deu um gritinho animada e ligou o carro.

O motor rugiu com força.

Ela acelerou o carro e saiu da vaga.

— Devagar Bella, a moça é sensível — falei quando pisou fundo e o carro foi para mais de 100 rapidinho.

— Shii, nunca dirigi um carro desse.

Eu ri e a deixei acelerar a vontade enquanto voltávamos para casa. Eu com certeza ia comprar um modelo mais recente para ela em seu aniversário, sabia que iria gostar.

Nós chegamos em casa e Bella correu para a sala de maquiagem que minha mãe tinha para se arrumar, Rosalie e Alice deveriam estar lá também.

Eu suspirei indo para nosso quarto, tudo que eu precisava era tomar banho, arrumar o cabelo e vestir a roupa.

Uma hora depois, eu estava arrumando o smoking me olhando no espelho, quando a porta se abriu e vi pelo reflexo, Bella chegando.

Minha boca se abriu. Ela usava um vestido vermelho curto com um decote em v sem exagero, com mangas longas, o tecido realçava seu corpo. Seu cabelo estava preso em um coque com trança e seus lábios estavam com um batom vermelho.

— Já está pronto? Só vim pegar a bolsa, Rose já foi com seus pais.

— E você vai assim?

— Não gostou? — passou a mão em seu corpo.

— Sabe que sim, vai sem calcinha?

— Claro que não! Tá louco?

— O que? Vamos nos divertir.

Ela riu.

— Só em seus sonhos.

Bella entrou no closet e esperei, saiu com uma bolsinha dourada cumprida.

Eu abri a porta do quarto e passou por mim, respirei fundo sentindo o cheiro do seu perfume.

Me controlei para não puxá-la e beijar seus lábios.

Andamos pelo corredor, eu a seguindo atrás hipnotizado em sua bunda.

Ela parou de repente e se virou para mim.

— Ah esqueci de te entregar isso — sua mão se abriu e franzi meu cenho.

Estendi a minha e senti um tecido pequeno e fino.

Porra. Era sua calcinha.

Ela riu da minha expressão.

— Sua bruxinha.

Eu a agarrei com força e a virei imprensando-a na parede, segurei seus braços, sem aguentar beijei-a com força, deslizei minha mão para seu pescoço e o segurei.

— Edward! Pare! — Bella arfou mordendo meu lábio.

— Não dá com você fazendo isso — desci minha mão para sua pernas e deslizei por dentro do seu vestido. Podia sentir seu calor ali.

Sua mão foi para meu cabelo desarrumando enquanto nos beijávamos de novo.

Quebramos o beijo arfante ao escutar um pigarro.

Que merda!

— Desculpem interromper os pombinhos, mas já está quase na hora de irmos. — eu me virei e encarei meu irmão gêmeo com vontade de socá-lo.

— Obrigado Anthony, agora suma daqui.

Ele deu um risinho me encarando, se divertindo com aquilo. Se virou e desceu as escadas.

— Ai meu Deus, que vergonha — falei.

Eu ri.

— Isso que ganha por me atentar — me afastei dela e passei a mão na roupa.

— Como estou? — firmou os pés no chão.

— Linda.

— Não borrou o batom?

— Nadinha.

— Valeu a pena então, agora vamos.

Os noivos fecharam o restaurante preferido deles para promover a festa. Estava cheio de pessoas importantes da Grand C, porém tinha também alguns amigos da universidade de Rosalie.

A cerimônia seria realizada só depois que eu assumisse tudo e ela se formasse, seria o primeiro casamento que realizaria entre membros como Grand Chefão.

O jantar já tinha passado, eu estava sentado na mesa bebendo quando olhei ao redor do salão. Vi de longe Bella conversando com Alice e sua mãe e sorri. Admirei-a por um momento antes de continuar olhando, meu pai e Charlie bebendo um uísque, Rosalie e Emmett conversavam com alguns amigos, mamãe com Zafrina.

Sorri ao ver meu irmão e James conversando no bar e me aproximei deles. James notou e levantou os olhos para mim.

— Chefinho — falou e eu bufei.

— O que estão tramando aqui?

— Vi chamar seu irmãozinho para uma festinha no meu apartamento, tenho duas novas vizinhas que são uma delícia. — lambeu os lábios.

— E não dá conta delas sozinho?

— Claro que dou, mas ela só querem repetir se for com um amigo — fez uma careta.

Eu ri.

— É melhor aproveitar Anthony, sabe que logo papai vai querer te casar também.

— Nem morto — bebeu um gole da sua bebida, tranquilo.

— Então alguma notícia do Black? Papai contou que ele evaporou — James falou.

Eu suspirei ao ouvir aquele nome.

— Não, nada ainda.

— Nós vamos pegar ele, irmão não se preocupe — Thony colocou a mão em meu ombro eu esperava que sim.

Algo vermelho chamou minha atenção e me virei vendo Bella andar em minha direção.

— Me desculpem garotos, mas não vão se importar se eu roubar Edward, não é?

— Ele é todo seu — Thony disse.

Eu sorri deixando minha esposa me puxar.

Torci para ela me levar para um canto onde podia ter uma rapidinha.

Eu tinha apalpado debaixo da mesa quando jantamos. Mas infelizmente tivemos que parar já que ela não sabia disfarçar nada.

— Dança comigo — falou parando no meio da pista.

Eu sorri.

— Vai pisar no meu pé como fez no nosso casamento?

— Essa noite não.

Eu ri e a abracei, dançamos para lá e para cá. Minha mão em sua cintura, seu rosto apoiando em mim. Isso era tão bom como uma rapidinha.

— Eu te amo, Ed — sussurrou.

— Eu te amo mais bruxinha — beijei sua cabeça.

Ela riu.

— Já podemos ir embora daqui não?

— Com certeza sim. — concordei e a girei, levando-a embora dali.

Bella Cullen PDV

— Ah você está linda, querida! — Esme falou quando me viu vestida com o vestido da coroação.

— Formidável — Irina fez um gesto com as mãos.

— Esses cristais, estão fazendo você parecer uma princesa — sua assistente disse.

— Uma princesa não, uma rainha — minha sogra sorriu para mim pelo espelho.

Eu observei meu vestido, era bem mais lindo do que sequer um dia imaginei.

— Está perfeito — encarei minha imagem no espelho.

Não via a hora da cerimônia acontecer.

— Sim, você já vai querer levá-lo ou buscar no dia?

— No dia, não quero que Edward o veja antes — sorri imaginando sua reação ao me ver vestida.

Com a ajuda delas, saí do vestido e coloquei minha roupa, uma calça social reta, com um mocassim de chanel preto, uma blusa de botões branca. Saímos da reunião do Grand Hotel e fomos direto para a última prova do meu vestido.

Ele era majestoso.

Meu celular tocou e sorri ao ver que me marido lindo ligava.

— Oi, amor — atendi animada.

— Bella — sua voz parecia aliviada — Onde você está? Está tudo bem?

— Estou na Irina com sua mãe, o que aconteceu?

— Hum, nada depois conversamos. Só queria saber como estava. Já está indo embora, não é?

— Não me enrole, o que aconteceu?

Ele suspirou.

— A gente conversa pessoalmente.

— Ah não Edward, me conte agora! — exigi saber.

— Depois amor, estou com meu pai na sede agora e…

— E estou chegando aí — desliguei para não ter como ele recusar.

— Aconteceu alguma coisa? — Esme perguntou preocupada.

— Não sei, preciso ver Edward, ele disse que está na sede com Carlisle.

— Então vamos, logo.

Eu assenti pegando minha bolsa.

Nos despedimos de Irina e saímos para fora.

Levamos mais tempo que gostaria para chegar até a sede, ficava em um um edifício comercial, onde só tinha negócios da Grand C e de empresas de fachada para disfarçar. Tudo muito bem escondido.

— Não precisava ter vindo aqui, poderíamos conversar em casa — Edward falou assim que me viu.

Não gostei nada de sua expressão séria.

— Eu não iria aguentar, quero saber o que aconteceu.

— Bella, querida — algo chamou minha atenção e me virei abraçando Charlie.

— Oi pai, o senhor também está aqui. Podem me falar o que houve?

— Eu também quero saber — Esme encarou o marido.

Carlisle suspirou.

— O departamento estadual da polícia recebeu uma queixa essa manhã.

— Do que?

— Bella…

— Falem logo!

— Uma garota foi abusada ontem a noite, na saída de uma festa. — Carlisle começou.

Eu arfei entendendo tudo.

— Foi Jacob?

— Achamos que sim, as características que ela descreveu batem com a dele e também… — ele parou olhando para o filho.

Edward apertou minha mão.

— Ela disse que ele a ficou chamando de Bella o tempo todo. Ela se parece um pouco com você — seu pai que respondeu.

— Ah não! — Esme colocou a mão na boca horrorizada.

Senti meu coração bater mais forte e meu marido segurou em meu rosto, prendendo seu olhar no meu.

— Ele não vai chegar perto de você, entendeu. Agora que sabemos que está na cidade, estamos fechando tudo. Eu prometo para você Bella, vamos pegá-lo até amanhã.

Eu apenas engoli em seco e me senti segura quando Edward me abraçou.

Jacob ia ter o que merecia e iria pagar por tudo que fez.

….

O jardim estava escuro e tomado por uma névoa escura, eu corria sem conseguir enxergar o caminho. Ouvia passos pesados atrás de mim.

— Edward! Edward! — gritei por ele amedrontada.

— Bella! — sua voz ecoou olhei ao redor, mas não consegui achá-lo.

— Me ajuda! — gritei.

— Bella! — sua voz era desesperada.

Eu tropecei no chão e os passos que corriam atrás de mim pararam.

Eu arfei ao encontrar os olhos escuros malvados.

— Finalmente você vai ser minha — Jacob disse e caiu por cima de mim.

Eu me sentei na cama assustada.

Edward. Olhei para meu lado, mas ele continuava dormindo calmo ao meu lado.

Respirei fundo. Mais um maldito pesadelo.

Fiquei aliviada de ele não ter acordado e roncava suavemente, com uma expressão fofa. Isso me acalmou um pouco.

A coroação seria no domingo e havia três dias que estávamos vivendo em vigilância constante. Apesar da promessa ele ainda não havia conseguido pegar Jacob, era como se de novo ele tivesse evaporado.

Sabia que não conseguiria voltar a dormir e fiquei com pena de acordar meu marido. Então sai de seus braços com cuidado e levantei da cama. Esperei alguns segundos, mas Edward nem se mexeu. Peguei o robe que usava e amarrei na minha cintura. Eu desci as escadas sem fazer barulho.

A casa estava parcialmente escura, iluminada pela luz que vinha de fora.

Caminhei sorrateiramente até a cozinha e abri a geladeira. Era raro ir até ali, mas uma boa dose de doce me acalmaria para eu dormir sem pensar nesse pesadelo.

O bolo de chocolate estava ali. Isso com certeza iria me acalmar.

Tirei um grande pedaço, colocando bastante calda por cima e peguei com o garfo colocando um pedaço menor na minha boca e mastigando.

— Ei, o que está fazendo aí? — Edward apareceu na cozinha, bocejando e coçando abaixo de seu umbigo. Vestia só sua bermuda preta.

— Eu te acordei? — peguei outro pedaço de bolo e coloquei na boca.

Ele se aproximou e pegou o garfo da minha mão comendo quase todo o pedaço do bolo.

— Ei — reclamei.

Ele me olhou sorrindo malicioso.

— Hum, está bom, mas sabe como ficaria melhor?

Neguei com a cabeça.

Edward sujou seu dedo indicador na calda do bolo e espalhou nos meus lábios.

Meu corpo estremeceu de prazer quando sua língua veio lamber lentamente antes de me dar um beijo. Não poderia ter nada melhor do que a combinação de seu beijo com chocolate.

— Delicioso.

— Edward — gemi, querendo mais.

Ele me imprensou na bancada da ilha fazendo eu sentir toda sua ereção.

— O que você está fazendo? Não podemos fazer isso aqui — sussurrei.

— Quem disse que não? Agora fica caladinha, que vou me divertir com você — abriu meu robe e puxou meus braços.

Depois desceu as alças da minha camisola expondo meus seios, ele me segurou pela bunda e me colocou sentada na bancada.

Antes que eu pudesse impedi-lo, ele pegou mais calda com seus dedos e espalhou o chocolate pelo meu pescoço, seios, mamilos e barriga.

Eu gemi quando sua boca começou a lamber tudo.

— Geme baixinho amor, não queremos chamar a atenção dos soldados.

Eu mordi meu lábio com força.

Ele arranhou seus dentes no meu mamilo e subiu sua boca de novo para meu pescoço, chupando com força.

— Você gosta quando faço isso? — sussurrou sua mão cobrindo meu pescoço.

— Sim — pedi e gemi quando senti um tapa na minha coxa.

— Eu já disse pra gemer baixinho, porque eu não vou parar se alguém aparecer.

— Edward, por favor — gemi. — Me come.

Ele enfiou suas mãos entre minhas pernas.

— Porra, você está sem calcinha?

— Sim.

Ele pegou mais calda e espalhou em minha coxa, depois se inclinou para baixo a lambendo, seu dedo se enfiando fundo dentro de mim.

Eu gemi rebolando em sua mão, ele era longo, mas fino demais, precisava do seu membro dentro de mim. Tomada pelo desejo puxei seu rosto, bati em sua bochecha e apertei com força.

— Eu mandei me comer.

Ele praguejou.

Sua mão apertou meu pescoço com força enquanto seu membro me invadiu.

Ah sim.

— Me bate de novo — pedi ofegante.

— Ah sua safada— ele bateu com força na minha bunda. Sua mão puxando meu cabelo.

Ele saiu de dentro de mim e me virou, deitando meu tronco na bancada e minha bunda empinada para ele.

— Isso sua putinha, eu sei que gosta assim — deu um tapa na minha bunda e voltou a me invadir.

Eu gemi alto sem me importar se alguém iria chegar, meus mamilos roçavam no frio da bancada causando um atrito gostoso. Seu membro me invadia com forca indo bem fundo e estocando repetidas vezes e sem parar. Ele levou sua mão ao meu clítoris e pressionou, sua outra mão foi para minha boca tampando enquanto eu gozava, sem ele parar de investir.

— Goza na minha boca, deixa eu chupar você — pedi e ele saiu de mim.

Peguei a calda de chocolate e coloquei em seu membro chupando-o todinho, Edward investiu na minha boca e gozou com força.

Eu bebi com dificuldade passando a mão ao redor da minha boca depois.

— Caralho — ele me puxou e me abraçou com força.

— Isso foi muito bom.

Ele riu e se afastou de mim, olhando dentro dos meus olhos.

— Gostou então de ficar com o irmão de seu marido, Bella?— meus olhos se arregalaram de pavor.

Não, não, não. Eu não podia ter feito isso.

O encarei atentamente, era Edward tinha que ser. Ele fazia uma expressão séria, mas percebi que segurava o riso, desci meus olhos então e vi a pequena cicatriz do tiro em seu ombro,era quase imperceptível.

Dei um tapa em seu peito.

— Não faz isso, porra!

Edward riu.

— Eu só queria ver sua cara bruxinha, pensei que ia infartar.

— Eu ia te matar isso sim.

— Ah nem vem, não foi você que sonhou fazendo sexo com nós dois?

— Foi um sonho idiota, eu não controlo o que sonho. E no começo achei que era vocês dois, mas depois era você, como se tivesse vários Edward.

— Bem que eu queria ter vários paus para meter na sua boceta e na bunda ao mesmo tempo.

Eu arfei.

— Quem disse que vai meter alguma coisa na minha bunda? — arrumei minha camisola caso alguém chegasse.

Teria que tomar um banho, estava toda grudenta.

— Não vou? — fez biquinho.

— Direitos iguais se lembra? Se meter na minha bunda eu vou meter na sua.

Com isso ele jogou a cabeça para trás e riu.

— Nem vem, teremos tempo para conversar sobre isso. Vamos para o quarto.

Nos voltamos para o quarto e fui no banheiro me limpar, antes de me deitar e o abraçar. Ele estava de olhos fechados quando me deitei ao seu lado, mas me puxou me abraçando.

Eu suspirei me aconchegando em seu braço.

— Você está bem? Por que acordou? — sua voz sussurrou na escuridão.

— Eu tive um pesadelo com Jacob. — confessei.

Edward me apertou em seus abraços.

— Ele não vai chegar perto de você — beijou meu rosto.

Eu o abracei apertado querendo acreditar nisso, mas lá no fundo, eu senti que Edward não iria conseguir manter essa promessa.

...

— O que acha dessa para sua noite de núpcias? — eu sugeri mostrando uma camisola branca bem delicada com renda.

— Não sei, Bella. Acho que gostei mais daquela da outra loja. Acho que vou voltar lá e comprar. Ainda está cedo de qualquer forma.

— Ah ela é linda mesmo. Eu vou só pegar umas peças daqui, tudo bem?

— Tudo, vou te esperar lá fora — Rosalie sorriu e se virou para sair da loja.

Meu celular tocou e peguei vendo que era meu maridinho lindo que ligava.

— Amor, onde você está?

— Oi, eu vi em uma loja com a Rosalie.

— Por que não me disse que ia sair? Eu saí mais cedo do trabalho pra ficar com você. Senti uma sensação ruim, você está bem?

— Sim e você? Desculpa, ela me chamou de última hora e eu estava sem fazer nada.

— Que loja vocês estão?

— De peças íntimas. Estou precisando de umas novas já que meu marido está com mania de querer rasgar minhas calcinhas.

Edward riu com gosto.

— Eu amo rasgar essas pecinhas do seu corpo. Ou só puxar para o lado e me enfiar em você. O que você já escolheu?

— Uma pequena de renda azul toda fio dental, um conjunto rendado vermelho.

— Merda Bella.

Eu ri.

— Estou segurando uma que tem corpete e ligas, toda de renda francesa, mas é cara demais e...

— Não importa, traga para mim.

Sorri.

— Qual cor você quer?

— Qual cor tem?

— Qual cor tem dessa Tamanho M? — perguntei a vendedora.

— Temos branco, rosê e azul.

— Hum... Rosê é rosa? Acho que nunca vi você com uma.

Eu ri.

— Vou querer a rosê .

— Vou colocar nas suas coisas.

— Obrigada

— O que mais tem ai? — Ed perguntou em meu ouvido.

— Tudo que você pode imaginar, na verdade aqui é um sex shop.

— Droga Bella, traga o que quiser, não importa o valor. Tem brinquedinhos aí?

— Acho que sim, espera aí — eu caminhei para mais fundo na loja onde ficava os brinquedinhos sexuais, arfei ao ver várias coisas nas prateleiras.

— Me diga o que tem.

— Tem algemas, vibradores, consolo é tanta coisa.

Edward riu.

— Escolha alguns e venha para casa, estou aqui na nossa cama esperando você.

— Tudo bem, Ed vou pagar aqui e jaja chego aí — prometi.

— Ótimo, amo você.

— Eu também te amo. — sussurrei antes de desligar.

Sorri encarando me encarando no espelho da loja.

Eu estava tão feliz. Apesar de ainda não terem pegado Jacob, o cerco estava cada vez se fechando mais e sabia que logo ele teria o que merecia. Tinha três dias desde a última notícia e descobriram um antigo apartamento que ele vinha se escondendo. Ele estava cada vez mais ficando sem saída.

— Senhora, posso ajudá-la?

— Ah sim, vou levar isso daqui — entreguei para ela o cestinho que tinha colocado o que escolhi.

— Mais alguma coisa?

— Sim, espere. — Sorri ao ver um kit de policial sexy, era uma fantasia completa com algemas e tudo.

Peguei a caixa e coloquei na sacola, iria prender um bandido malvado e gostoso.

— Bella, finalmente. Alice disse que está vindo para cá nos encontrar. — Rose falou quando sai da loja com duas sacolas grandes.

— Alice é uma criança ainda Rose.

Ela riu.

— Ela só tem a idade — negou balançando a cabeça.

— Tudo bem, mas você vai me perdoar se eu tiver que ir embora? Surgiu um problema com seu irmão e tenho que resolver. É bom que Alice esteja vindo.

— Que problema? Está tudo bem?

O problema: tesão acumulado o nome.

— Ah nada demais — desconversei.

— Ah, olha Alice ali.

A baixinha se aproximou e nos comprimentou. Me despedir delas fazendo-as prometerem que se comportariam.

— Pode deixar, Bella. Depois eu deixo Rose em casa.

— Tudo bem, se comportem!

— Fique com elas — mandei quando passei pelo segurança que nos acompanhava.

Ele só assentiu.

Peguei a chave do carro e meu celular e liguei para Edward.

— Prontinho, já estou indo para o estacionamento, mas uns vinte minutos estarei aí — fiquei feliz de pegar o elevador sozinha.

— Ainda bem, estou morrendo de saudades.

— Nós nos vimos essa manhã.

— Vou reformular: estou com saudades de te comer.

Eu ri, excitada.

— Acho que não vamos jantar com nossa família hoje.

O elevador apitou e saí para o estacionamento.

Estava na ferrari de Edward, que tinha se tornado mais minha que dele.

Um casal entrou e passei por eles. Meu carro estava mais ao fundo no estacionamento subterrâneo e vazio.

Ele riu.

— Hoje você vai ser minha janta.

Virei para chegar ao local que o carro estava e estaquei.

— Jacob — arfei.

— Bella, o que?

— Jacob está aqui — sussurrei, sentindo meu coração bater com mais força.

— Como aqui? Onde você está?

Jacob sorriu para mim encostado no capô do carro, que tinha colocado de ré.

— No estacionamento — sussurrei amedrontada.

— O segurança está com você? Onde está Rosalie? — A voz de Edward saiu mais alta.

Eu sabia que meu marido viria atrás de mim. Eu só precisava ganhar tempo.

— Olá, Bella — Jacob sorriu se desencostando do carro e andando até mim.

— O que você faz aqui? — arfei olhando ao redor, mas não tinha ninguém à vista. Eu sabia que não adiantaria correr, ele me pegaria.

— Vim pegar o que é meu.

— Eu nunca…

Não consegui parar de falar, Jacob se aproximou e deu um tapa forte na minha cara.

A dor foi excruciante. Eu cambaleei tonta, o celular caindo de minha mão. Senti o peso de sua mão ardendo na pele do meu rosto e formigando.

Tive a impressão de escutar Edward gritar.

Escutei um carro acelerando com força e fiquei feliz de alguém aparecer.

Mas não demorou para perceber que era uma van preta.

Ela freou bruscamente.

— Hora de nos divertir — Jacob me empurrou para dentro do carro e fechou a porta com força.

Tudo ficou escuro.


Nota da Autora:

Postando e correndo para as montanhas kkkkk

comentem que volto logo hehe

beeeijos