Por um breve momento, ele não conseguiu processar onde estava ou o que havia acontecido. Sua mente estava confusa, como se ainda estivesse presa em um sonho distante.
Os olhos de Momonga se abriram lentamente, revelando a iluminação mágica suave do quarto. Seu olhar encontrou a figura de Albedo deitada ao seu lado na cama, dormindo serenamente. Ele notou a suavidade de seu cabelo Preto espalhado pelo travesseiro, e um sentimento de calma se espalhou por seu ser enquanto a observava.
Nesse momento de recuperação da consciência, flashes dos eventos anteriores começaram a ressurgir em sua mente. Ele lembrou-se de estar preso no jogo, o último remanescente de um mundo virtual que emocionalmente o preenchia.
A própria ideia de acordar dentro desse mundo fictício era tão surreal que parecia impossível, mas ele sentiu a cama macia sob seu corpo, a textura da colcha e o aroma familiar do quarto. Era a realidade, ou ao menos uma versão distorcida dela.
Momonga se inclinou levemente na cama, apoiando-se nos braços, enquanto a mente estava repleta de questionamentos e incertezas. O mundo em que ele estava agora era uma simulação avançada? Um novo reino emergido do jogo? O que acontecera com seus amigos e com sua missão de conquistar e proteger Nazarick?
Enquanto absorvia todas essas perguntas, olhou novamente para Albedo, despertando sentimentos de preocupação em relação aos demais membros da Grande Tumba. Ele sabia que tinha que descobrir a verdade, desvendar o que aconteceu e determinar o que fazer em seguida.
Levantando-se com cautela, Momonga deu uma olhada em volta. O quarto parecia diferente, mas familiar ao mesmo tempo. Os móveis elegantes e os objetos pessoais cuidadosamente escolhidos ainda estavam lá, mas pareciam ter ganhado vida de alguma forma.
Com cuidado, Momonga se levantou da cama, deslizando os pés no chão e sentindo seus músculos firmemente enraizados no corpo. O frio do chão pareceu fazê-lo entrar em contato com a realidade, e um novo senso de propósito e determinação encheu seu coração.
Confuso e intrigado, ele se aproximou do espelho e, ao se ver refletido nele, a surpresa tomou conta de seu rosto. O que antes era um avatar de esqueleto monstruoso agora era a imagem de um homem. Seu corpo estava completamente transformado; ele era Momonga, o jogador, em carne e osso.
Ao examinar a figura refletida no espelho, Momonga notou cada detalhe de sua nova aparência com admiração e, ao mesmo tempo, um toque de incredulidade. A imagem refletida no espelho era uma visão marcante e inesperada para Momonga. Era como se duas entidades, Momonga e Suzuki Satoru, tivessem se fundido em um só ser.
Sua altura, agora impressionante, ultrapassava os dois metros. Cada músculo do corpo estava definido e poderoso, emanando uma aura de força e autoridade. Seus cabelos
negros como a noite caíam em uma cascata de fios suaves e perfeitamente arrumados ao redor de seu rosto, enquanto uma mecha rebelde repousava em seu olho esquerdo.
Os olhos, cor de rubi, agora brilhavam intensamente em vermelho escarlate, irradiando uma aura de dominação e poder. As íris pareciam conter chamas internas, uma demonstração de sua herança sobrenatural que se misturava com sua natureza humana.
Sua pele era impecavelmente pálida, conferindo-lhe uma aura de mistério e transcendência. Parecia quase etérea, como se ele pertencesse a um mundo além do alcance humano.
Vestindo o misterioso manto Roxo sobre os ombros, que sustentava a ordem símbolo de seu poder, Momonga emanava uma presença imponente. O tecido escuro parecia absorver a luz ao redor, conferindo-lhe um ar enigmático e sombrio.
Cada detalhe de sua aparência transmitia uma sensação de poder divino e transcendência acima dos meros mortais. Momonga, agora personificando a união entre Momonga e Suzuki Satoru, era um ser de grandiosidade imensurável.
Uma mistura de curiosidade e preocupação se manifestou em suas feições. Ele levou a mão até o rosto e sua expressão se suavizou ao sentir a textura da pele, confirmando que era real. Apesar de ainda estar processando essa nova forma, havia um sentimento de satisfação ao ver-se transformado em algo mais do que um mero avatar.
Momonga não conseguia conter a estranha mistura de emoções que brotava em seu peito. A sensação de ser sorrateiramente arremessado em um mundo desconhecido e o confronto com sua nova existência como ser humano fascinavam-no. Ao mesmo tempo, uma pequena inquietação surgia, questionando o que isso significava para sua identidade como Momonga, o Overlord de Nazarick.
Com um olhar sério nos olhos, Momonga decidiu que precisava explorar essa nova realidade, descobrir as implicações dessa transformação e, mais importante, encontrar seus leais servos e descobrir o destino de seu amado reino de Nazarick.
Os lábios de Momonga se curvaram em um leve sorriso determinado enquanto ele se afastava do espelho.
Enquanto Momonga se virava, seu olhar fixou-se no cajado de Ainz Ooal Gown, que flutuava elegantemente próximo à cama. Um sentimento de familiaridade e expectativa encheu o ar ao seu redor. Era como se a própria essência do seu passado como líder da Grande Tumba de Nazarick estivesse ali presente.
Guiado pelo instinto, Momonga ergueu a mão em direção ao cajado, como se convocando-o por meio de um comando absoluto. A emoção misturada com uma aura de poder que vinha dele era palpável. O cajado respondeu de forma imediata e obediente, movendo-se como se impulsionado por uma força invisível.
O artefato flutuou graciosamente em direção à mão estendida de Momonga, como se fosse atraído por seu poder e vontade irresistíveis. O brilho suave que o envolvia intensificou-se ao se aproximar, destacando os intrincados detalhes esculpidos em seu corpo.
Ao tocar a palma da mão no punho do cajado, uma energia familiar percorreu o seu ser, conectando-o instantaneamente a uma poderosa força mágica adormecida dentro de si. O cajado parecia pulsar em sintonia, servindo como uma extensão natural de sua essência.
Uma sensação de completa harmonia e domínio se espalhou pelo corpo de Momonga enquanto ele segurava firmemente o cajado. Era como se o mundo à sua volta respondesse à sua vontade, estendendo-se a possibilidades inexploradas.
Naquele momento, Momonga sentiu-se verdadeiramente empoderado. Com o cajado de Ainz Ooal Gown em suas mãos, ele sabia que tinha à sua disposição um instrumento de poder imensurável, capaz de moldar o curso dos eventos que o aguardavam nesse novo mundo em que estava imerso.
"Meu Mestre, ah!"
Uma voz entrou em sua cabeça telepaticamente. Por um momento, Momonga ficou assustado, pois não reconhecia aquela voz.
Momonga sentiu um arrepio percorrer sua espinha ao ouvir aquela voz em sua mente. O choque inicial e a perplexidade rapidamente cederam lugar a uma mistura de curiosidade e excitação. A ideia de que o próprio cajado de Ainz Ooal Gown pudesse se comunicar com ele era algo impensável, mas ali estava, testemunhando esse fenômeno extraordinário.
Após um momento de silêncio, Momonga tentou assimilar a situação. Ele estava fascinado e perplexo ao mesmo tempo. Como seu cajado poderia falar com ele? Era algo além de sua compreensão.
Confuso, ele perguntou ao cajado: "Você pode falar?"
"Sim, meu mestre, eu posso falar com você", respondeu calmamente a voz. "Como você adquiriu essa capacidade de falar?" Momonga ficou intrigado e perguntou.
"Eu sou a união dos Deuses e dos Monstros que foram derrotados para criar este cajado, meu mestre", explicou o cajado.
Houve um tempo em que Momonga e seus companheiros de guilda, membros de Ainz Ooal Gown, se aventuraram juntos em busca de materiais para criar a arma definitiva. Era como um concurso, em que cada um se dedicava a encontrar os melhores materiais e discutir sobre a aparência final da arma.
Durante esses dias, eles formaram equipes e partiram em missões, enfrentando monstros poderosos e desafiadores. Eles trabalharam arduamente, combinando suas habilidades e estratégias para superar todos os obstáculos que surgiam em seu caminho.
Esses foram os tempos áureos de Ainz Ooal Gown. A guilda estava no auge de sua glória, unida em um objetivo comum. Suas realizações eram tão grandes que eles se tornaram lendas entre os jogadores. Eles eram temidos e respeitados por todos.
No entanto, esses tempos de união e prosperidade não duraram para sempre. Com o passar do tempo, os membros começaram a se afastar, a guilda lentamente começou a se desfazer e os dias de aventuras em conjunto deram lugar à solidão de Momonga.
Mas, mesmo com a tristeza da partida de seus companheiros, Momonga sempre lembraria dos momentos gloriosos que passaram juntos. Eles eram uma família, lutando lado a lado em busca de um objetivo comum. E, embora as circunstâncias tenham mudado, Momonga sempre guardaria esses momentos com carinho em seu coração.
Enquanto isso, o cajado de Momonga se tornava cada vez mais poderoso. Os Deuses e Monstros que eles haviam derrotado forneciam energia e conhecimento para sua criação. O cajado, agora uma entidade consciente, falava com Momonga.
"Entendo."
Mesmo Momonga falando essas palavras no fundo de sua consciência, ele não entendia nada.
Mas da mesma forma que ele está deixando muitas coisas de lado por agora, isso seria apenas mais uma delas.
Os NPCs ganhando vida, seu novo corpo. YGGDRASIL provavelmente se tornando realidade e muitas coisas que ele não está entendendo, isso seria apenas mais uma pilha na sua mente.
Por mais que Momonga tentasse compreender tudo, a verdade é que ele estava sobrecarregado. Era como se as estrelas tivessem caído do céu e sua realidade tivesse sido distorcida além do imaginável.
No entanto, apesar da confusão e da falta de compreensão, Momonga tomou uma decisão crucial: colocar essas questões de lado. Era uma estratégia de sobrevivência mental, uma forma de não se deixar consumir pelo caos. Ele precisava focar nas prioridades imediatas, nas situações mais prementes que exigiam sua atenção.
Ignorar e aceitar essa avalanche de eventos estranhos e inexplicáveis era sua forma de enfrentar o desconhecido. Ele sabia que havia limites para o que podia entender e controlar nesse momento. Aceitar isso era uma maneira de preservar sua sanidade e seguir em frente, mesmo com tantas dúvidas pairando sobre sua cabeça.
Então, ignorando a situação do cajado, ele o soltou e dirigiu seu olhar para a cama onde Albedo estava.
A situação que tinha ocorrido na sala do trono deveria ser resolvida imediatamente, não importando o que estava acontecendo ao seu redor.
Ele tinha abusado de um dos seus NPCs, um de seus amigos, e não sabia como explicar para Tabula por que tinha feito isso.
Chegando mais perto, ele sentou ao lado da cama, que era bastante grande, podendo caber no mínimo 20 pessoas.
Mesmo Momonga querendo lidar com essa situação imediatamente, ele não sabia como lidar com isso.
Afinal, ele nunca teve uma namorada em sua vida, então acordar Albedo e mandá-la sair do seu quarto assim que ele acordasse, no mínimo, seria uma atitude deplorável para seus queridos NPCs, que ele se esforçou tanto para conquistar.
Ele ponderou sobre as possíveis soluções para amenizar a situação delicada. Talvez começasse explicando a Albedo que o que aconteceu foi um acidente, que ele realmente não tinha intenção de abusar dela. No entanto, ele sabia que isso não seria suficiente para acalmar a preocupação de Tabula e dos outros NPCs.
Uma outra ideia que surgiu em sua mente foi conversar com Tabula de forma honesta e aberta, explicando o ocorrido e pedindo conselhos sobre como lidar com a situação. Afinal, seus companheiros mais próximos poderiam entender seus sentimentos e talvez sugerir uma solução viável.
Mas, no entanto, eles não estavam aqui para conciliar sobre isso, fazendo com que ele tenha que lidar com isso sozinho.
Enquanto pensava nas possíveis abordagens, Momonga notou que Albedo estava começando a acordar. Seu rosto angelical logo ficou visível, assim como sua expressão confusa ao reconhecer sua presença ao lado da cama.
"Albedo", começou ele, tentando parecer calmo. "Precisamos conversar sobre o que aconteceu na sala do trono. Eu... eu não queria que você interpretasse mal a situação. Foi um acidente, eu juro."
Albedo piscou algumas vezes, antes de um sorriso se formar em seus lábios. "Oh, meu senhor Supremo, não há necessidade de se desculpar. Eu estava apenas seguindo suas ordens, cumprindo meu papel como guardiã fiel. Se você não gostou, eu posso me adaptar e modificar meu comportamento da maneira que preferir."
Momonga ficou surpreso com a reação de Albedo. Ele esperava uma resposta mais negativa e talvez até uma reação raivosa. Mas ali estava ela, pronta para fazer qualquer coisa que ele desejasse.
Essa resposta trouxe à tona outras preocupações para Momonga. Ele começou a questionar seus próprios desejos e as atitudes que tinha tomado. Talvez ele tivesse assumido poder demais, deixando de lado a responsabilidade que tinha sobre seus NPCs. Ele precisava refletir sobre isso e encontrar uma solução que fosse justa para todos.
Mas por enquanto, ele sorriu para Albedo e disse: "Obrigado, Albedo. Nós iremos conversar sobre isso e encontrar uma maneira de seguir em frente juntos."
"Juntos, ufufufu."
"Então, você tem alguma pergunta para me fazer Albedo?" Momonga determinado que a conversa não acabasse só ali perguntou a Albedo se ela tinha alguma dúvida sobre o que ele tinha feito.
"Eu queria saber qual é o seu curso agora, Eu sou esposa, amante ou concubina?"
Momonga suspirou profundamente. Ele sentiu-se culpado por ter causado essa confusão e por não ter tratado Albedo com respeito. Apesar disso, ele sabia que precisava explicar sua situação de forma clara para aliviar o desconforto de Albedo.
"Albedo, eu entendo que você tenha suas próprias expectativas e desejos, mas eu sinto muito se eu causei uma confusão. Eu nunca tive a intenção de ter uma namorada ou tratar você como uma esposa, amante ou concubina. Na verdade, eu não tenho experiência em relacionamentos românticos, e fui imprudente ao usar você como um objeto para desabafar meus próprios sentimentos."
Ele olhou nos olhos de Albedo, esperando que ela entendesse sua sinceridade. "Você é uma criação dos nossos amigos, Tabula e eu, e eu valorizo você como um membro importante desta guilda. Eu não quero que você sinta que está sendo tratada com menos respeito. Por favor, me perdoe por minha falta de sabedoria nesta situação."
Momonga esperava que suas palavras pudessem reparar a confiança abalada entre eles e evitar qualquer ressentimento adicional. Ele queria reconstruir seu relacionamento com Albedo baseado em respeito e amizade mútuos.
Albedo olhou fixamente para Momonga, seus olhos Amarelado brilhando. Ela estava ciente de suas emoções por ele, mas essa pergunta a pegou de surpresa. Calmamente, ela respondeu:
"Momonga-sama, meu propósito é servir fielmente Nazarick e o Grande Tomb of Nazarick. Meus sentimentos pessoais não influenciam minha lealdade a você como o grande líder supremo."
Ela inclinou-se respeitosamente, mantendo sua postura de humildade diante dele. Momonga compreendeu a resposta e apreciou a devoção de Albedo. No entanto, ele sentia que a resposta dela não era completa.
"Albedo, entendo sua lealdade a Nazarick, mas gostaria de saber como você se sente em relação a mim. Fui eu que programei você para me amar assim. Você é capaz de amar um ser, Que Tecnicamente está obrigando você fazer isso?"
Albedo ficou em silêncio por um momento, processando as palavras de Momonga. Sua expressão suavizou-se gradualmente enquanto ela dizia:
"Momonga-sama, como um ser criado por você, meu profundo respeito e devoção são inquestionáveis. Eu sou capaz de sentir emoções intensas, mas não posso definir se isso é um amor convencional. No entanto, meu desejo absoluto é vê-lo feliz e realizar seus desejos, mesmo que isso signifique abrir mão dos meus próprios sentimentos."
Momonga ouvia cuidadosamente as palavras de Albedo, tentando compreender a complexidade de suas emoções. Ele apreciava sua fidelidade e determinação em servir Nazarick, mas também se preocupava com seu próprio papel como líder.
"Albedo, minha amada Guardiã Suprema, seu amor e dedicação são preciosos para mim. Embora eu não possa garantir se posso corresponder aos seus sentimentos, prometo continuar a liderar Nazarick com sabedoria e justiça. Podemos não ter um relacionamento tradicional, mas sua importância para mim é indiscutível."
Uma mistura de alegria e gratidão cruzou o rosto de Albedo. Ela permaneceu em silêncio por um momento antes de responder com determinação:
"Eu aceito sua resposta, Momonga-sama. Continuarei a servi-lo fielmente, dando minha vida se necessário, para proteger Nazarick e os ideais que você estabeleceu."
Com um sorriso melancólico, Momonga agradeceu a Albedo por sua compreensão e lealdade inabaláveis.
Albedo sorriu e respondeu:
"ainda nós podemos se beijar? kufufufu~"
Quando Momonga a viu sorrir sedutoramente, ele abaixou sua postura como se preparando para uma batalha.
Havia uma luxúria bestial escondida nos olhos de Albedo — provavelmente a fonte daquela sensação sorrateira.
estar reagindo as intenções de Albedo, que diziam a ele que não faria mal algum experimentar. Sua curiosidade ainda não diminuíra e isso só aumentou esse sentimento.
Sentindo que deveria lidar com as responsabilidades de suas ações, ele se aproximou dela e colocou a mão em sua nuca, dando um beijo em sua boca.
.
.
Albedo estava esperando ansiosamente por esse momento. Ela suspirou de prazer enquanto os lábios de Momonga se encontravam com os seus. O beijo era cheio de paixão e desejo, e ambos se entregaram a esse momento único.
Enquanto se beijavam, as mãos de Momonga acariciavam o corpo de Albedo, explorando cada curva e sentido o calor que emanava dela. Os dois estavam completamente envolvidos um com o outro, esquecendo o mundo ao seu redor.
Albedo sentia seu coração acelerar enquanto as mãos de Momonga continuavam a explorar seu corpo. Era como se eles estivessem em um transe, uma conexão intensa e apaixonada que transcendia tudo ao redor.
beijo. smack
A respiração de Albedo se tornava mais ofegante a cada toque de Momonga, e ela ansiava por mais. Seu desejo por ele era incontrolável, e ela se entregava completamente àquele momento de prazer.
As mãos de Albedo também exploravam o corpo de Momonga, acariciando cada parte dele com delicadeza e desejo. Ela queria senti-lo completamente, fundir-se com ele em uma união perfeita de desejo e paixão.
Os beijos continuavam a se aprofundar, cada vez mais intensos e cheios de paixão. O mundo ao redor parecia se dissolver, deixando apenas o calor e a urgência daquela conexão inegável que existia entre eles.
chuác! beijo. Smack
Deitada na cama, ela sentia a excitação pulsar dentro de si enquanto subia em cima dele. Seus corpos se pressionavam, o membro duro dele roçando em suas partes íntimas, provocando sensações deliciosas que percorriam todo o seu ser. O desejo consumia cada fibra de seus corpos, ansiando pela fusão completa.
Com um movimento lento e sensual, ela ergueu o olhar para ele, buscando aprovação em seus olhos cintilantes. Como se entendessem perfeitamente seus desejos, ele acenou levemente com a cabeça, encorajando-a a seguir em frente.
Albedo aplacado, sem contar que Momonga levantou Albedo um pouco e ela sentiu o pau se mover entre suas nádegas até seus lábios inferiores... E depois escorregar..
Com as mãos trêmulas, ela se levantou um pouco para se posicionar e, com um suspiro entrecortado, deixou que ele entrasse.
Haaah..." Albedo soltou um gemido satisfeito.
O prazer cresceu e se espalhou pelo seu corpo, inundando cada centímetro com uma sensação indescritível de êxtase.
E assim, a paixão entre Albedo e Momonga continuava a queimar, alimentada pelo fogo do desejo e da entrega mútua. Eles estavam juntos, em completa harmonia, prontos para explorar todas as nuances do prazer e da intimidade - um paraíso feito apenas para os dois..
Ambos perdidos naquele momento de pura entrega, os movimentos começaram a ganhar ritmo e intensidade, dançando em perfeita sintonia. Cada impulso era guiado pela vontade avassaladora de apenas um objetivo: o prazer mútuo que os unia.
O mundo fora daquele quarto parecia distante e inexistente enquanto eles se entregavam completamente um ao outro. As respirações se misturavam em gemidos abafados, os corpos se movendo em um ritmo viciante e apaixonado.
Cada toque, cada beijo, cada movimento era uma expressão visceral do amor e da conexão que compartilhavam. Naquele êxtase mútuo, eles se perderam e se encontraram repetidamente, explorando os limites daquela união em um abraço escaldante de luxúria e entrega.
O quarto estava impregnado de gemidos e suspiros guturais, misturados com o som das investidas cada vez mais intensas. O êxtase estava próximo, o orgasmo iminente. Albedo podia sentir as ondas de prazer chegando ao seu limite, pronto para finalmente explodir.
ímetro dela. Ela se sentia completamente preenchida, entregue ao desejo e ao poderoso domínio de Momonga. A cada estocada, Albedo sentia uma onda de prazer percorrer todo o seu ser, deixando-a extasiada.
E, à medida que ambos se aproximavam do clímax, o mundo ao redor desapareceu completamente, deixando apenas a pulsação do prazer e o ardor das chamas que queimavam entre eles.
As mãos de Momonga a seguravam firmemente, controlando o ritmo e a intensidade das investidas. Albedo estava completamente submissa, entregue a ele de corpo e alma. Cada movimento era uma mescla de dor e prazer, levando-a cada vez mais perto do ápice.
E então, em um arrebatador momento de êxtase, ambos alcançaram juntos o ápice.
"Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!"
Um gemido alto escapou dos lábios de Albedo, enquanto Momonga a preenchia por completo. O prazer era inebriante, levando-a a um estado de êxtase absoluto.
Juntos, encontraram a liberação tão esperada, em um ápice de fervor e satisfação.
Após o clímax, eles permaneceram abraçados, ainda em êxtase, suas respirações ofegantes e seus corpos suados. Albedo sentia-se completa, saciada, e sabia que Momonga também havia encontrado prazer em sua entrega.
A experiência foi intensa e avassaladora, selando ainda mais a conexão entre eles. Albedo estava apaixonada por Momonga e disposta a dar tudo de si para satisfazê-lo. Era um desejo ardente que apenas crescia a cada dia.
Enquanto se deleitavam na pós-extase, Albedo agradecia a sorte de ser a única a compartilhar momentos tão íntimos com o seu amado Momonga. Ela se entregava de corpo e alma, feliz em saciar todos os desejos e fantasias dele.
Ofegantes, eles permaneceram unidos, em um abraço íntimo e carinhoso, saboreando a intensidade do momento compartilhado. O mundo exterior poderia esperar, pois naquele instante, nada mais importava além daquela conexão inegável que era capaz de incendiar suas almas.
Finalmente, eles se separaram por um momento, ofegantes, olhando nos olhos um do outro. O amor e o desejo estavam estampados em seus rostos, e eles sabiam que aquele momento havia sido especial e único.
Albedo e Momonga se abraçaram, sentindo o calor um do outro e prometendo-se mais.
Com um sorriso nos lábios, Albedo acariciou o rosto de Momonga, perdendo-se em seu olhar profundo e cheio de carinho.
Ela nunca havia sentido tal conexão e paixão por outra pessoa antes. Era como se o universo inteiro conspirasse a favor deles naquele momento.
Eles permaneceram abraçados por um tempo, aproveitando a sensação de estarem juntos. Os corações batiam em perfeita sintonia, como se tivessem encontrado a sua metade perdida há muito tempo.
Momonga sabia que Albedo era a pessoa com quem queria passar o resto da sua vida. Ela era a parte que faltava em sua existência imortal. E Albedo sentia o mesmo por ele. Não havia dúvidas, não havia hesitação. Eles estavam destinados a ficar juntos.
Enquanto se olhavam, um sentimento de paz e felicidade invadiu seus corações. Eles sabiam que haviam encontrado o amor verdadeiro e que seriam capazes de superar todos os obstáculos que a vida colocasse em seu caminho.
Com um suspiro de felicidade, Albedo sussurrou suavemente: "Eu te amo, Momonga. Nunca me deixe."
Momonga sorriu e a beijou novamente, selando suas palavras com um gesto de amor e devoção. Eles tinham encontrado um ao outro e nada poderia separá-los.
.
.
"Momonga-sama."
"UMU!"
"AHHHH!"
Sebas entrar rapidamente no quarto sem bater.
"Meu senhor, tenho informações sobre a investigação fora de Nazarick. Você deseja receber essa informação imediatamente?"
Autor: Pode-se dizer que esse capítulo foi o mais difícil de fazer bem, porque estou dizendo isso, literalmente fiz três capítulos diferentes abordando essa situação. O primeiro foi o cajado yandere ficando um pouco louco e atacando Albedo, diria que seria um capítulo de comédia. O segundo foi totalmente no ponto de vista de Albedo, Momonga tendo uma conversa com ela e afirmando por que ele trocou as configurações dela. Mas depois que li o capítulo, me deu uma vibe que Momonga estava botando a culpa como vilão no ponto de vista de Albedo. Pode-se dizer que ela queria a configuração dela antigamente, era uma puta. Na minha opinião, acho que Momonga nunca iria falar isso dos seus amigos.
Por fim, terminei esse capítulo. O que vocês pensam?
