N/A: Olá!
Bom, levando em conta os anos que demoro para atualizar, essa atualização até que não demorou tanto, não é mesmo? hahaha
Esse capítulo tá menor que o anterior e, talvez, um pouco monótono, mas, mesmo assim, espero que gostem! .
Boa leitura!
Capítulo 3 - A culpa é minha...?
O sinal indicando o término das aulas finalmente soou. Tão rapidamente, a sala ia se tornando vazia até que somente restasse o jovem Uchiha com cara enfezada, sentado em sua carteira em uma postura rígida e claramente incomodada.
Sasuke odiava o tumulto que as pessoas faziam para uma simples tarefa como juntar o material, levantar-se e, finalmente, seguirem para seus lares. Precisavam gritar tanto? Ou se aglomerarem daquela forma grotesca e ridiculamente desesperada perante a porta? Ele tinha certeza que se agissem de forma mais civilizada, não demorariam tanto tempo ‒ este que eles queriam tanto poupar ‒ para irem para suas casas.
"Óbvio! Mas são uns idiotas desesperados!", era o que pensava toda vez que presenciava aquela situação – ou seja, o ano letivo inteiro – que o irritava tanto.
Por isso, pacientemente, esperava cada pessoa sair para que finalmente pudesse fazê-lo. E, bem... De fato, era bem isso que o segurava na sala até aquele dado momento. No entanto, a expressão enfezada e a postura tão rígida e incomodada era resultado de outra coisa...
Mesmo não querendo admitir, a conversa que ouviu da Yamanaka com a Hyuuga ficou martelando em sua mente desde o fatídico momento até o atual em que se encontrava.
Ele se negava a aceitar, mas estava preocupado. Pelo pouco que reparara de Hinata, soube que ela não é tão má pessoa assim... E que, talvez, ela fosse a menos irritante daquela turma, tirando ele, óbvio.
Além disso, mesmo se socando mentalmente por isso, ele não conseguia esquecer o sorriso que a mesma destinara à sua amiga e o quanto suas chances de vê-lo novamente diminuiriam consideravelmente caso...
"Caso ela seja burra o suficiente em chamar o Dobe para fazer trabalho consigo...! E... Aliás... Por que diabos eu ainda estou considerando isso?!", arregalou os olhos ao passo em que se amaldiçoava pelos pensamentos incoerentes que estava tendo.
"Foda-se! Foda-se se ela vai ou não chamar o idiota para fazer trabalho com ela!", declarou. "Mas... Ah... É claro que ele irá recusar.", pensou com pesar, fechando as mãos em punho e socando-as na mesa, em seguida.
‒ Aaaahhhh! Que merda é essa que eu estou pensando?! ‒ Gritou confuso e desconfortável com o que sentia, socando os punhos na mesa com força. ‒ Kakashi... Aquele desgraçado! ‒ Deixou a cabeça pender para frente, sentindo-se extremamente irritado.
‒ U-uchiha-san... T-tud-do… B-bem…? ‒ A voz quase sussurrada e receosa soou ao seu lado, fazendo uma estranha sensação se apossar de seu estômago. E aquela sensação desconhecida só fê-lo se irritar ainda mais!
‒ Não te interessa! ‒ Respondeu grosseiramente, levantando-se com rapidez, encarando Hinata de forma breve.
‒ Claro... Desculpe-me p-pela minha atitude i-intromet-tida... ‒ Viu de relance a reverência respeitosa que a menina lhe fez, completamente envergonhada, antes de se afastar da mesma extremamente furioso.
Saiu da sala a passos largos e rápidos. Pisava com tanta força que mais parecia apto a perfurar o piso aclarado dos corredores.
"Por que essa Hyuuga está me atormentando tanto?!", pensou irritado.
Até que parou abruptamente, arregalando os olhos em descrença.
"Hyuuga... Aahh! Não acredito que fui tão rude...".
No calor do momento, nem mesmo se dera conta que Hinata também se encontrava na sala e que presenciara o seu surto incomum. Por óbvio, quem não se preocuparia ao ver o sério, compenetrado e imponente Uchiha Sasuke surtando em meio a sala de aula? Era tão inacreditável aquilo... Até mesmo para ele! Para os demais, não seria diferente, também. No entanto, normalmente, não se preocuparia em agir tão grosseiramente com alguém... Mas, lá estava ele, remoendo a culpa de ter sido tão grosso com Hinata... Por quê?
"Ah, foda-se! Eu sou assim com todos e não me importo... Com ela também não será diferente!", impôs, ao passo que tateava o ombro com o intento de pegar sua mochila para que pudesse verificar as horas no celular. No entanto, não encontrou a alça, finalmente se dando conta que houvera esquecido a mesma na sala de aula.
Suspirou resignadamente, voltando pelos corredores que havia passado, chegando rapidamente na sala.
Ao chegar à porta, parou abruptamente ao notar que Hinata ainda se encontrava lá... E, o pior: acompanhada de Naruto.
Sasuke recuou um passo e sentiu seu coração falhar uma batida.
"Mas que porra...?!".
Ignorando o que sentia, adentrou a sala, tentando, da mesma forma que fazia com os sentimentos que se apossavam de si, ignorar a conversa que os dois presentes tinham.
‒ Não sabia que você se voluntariava para ajudar na limpeza da sala depois da aula, Hinata-chan. ‒ A voz do loiro se fez presente, e Sasuke fechou ainda mais o semblante. ‒ Isso é muito admirável, dattebayou!
‒ Q-que n-nada, N-naruto-kun. ‒ Sorriu timidamente para o loiro e o Uchiha quis vomitar pela cena. Rapidamente, pegou a sua mochila sem nem mesmo cumprimentar ninguém – que pareciam, até mesmo, não tê-lo notado ‒ e já saia da sala quando a jovem prosseguiu. ‒ Hã... Hum... N-naruto-kun... A-aproveit-tando q-que est-tamos a-aqui...
Sasuke sentiu seu coração acelerar ao ouvir as palavras da mesma, já sabendo onde elas terminariam.
"Oh, não! Ela não vai fazer isso...", virou-se, vendo a jovem de cabeça baixa, os fios negro-azulados caindo como uma cascata a sua volta, enquanto batia os dedos indicadores nervosamente." É... Ela vai fazer...", suspirou profundamente.
‒ Hum? Pode falar, Hina-chan!
‒ E-etto... V-você... Err... Hã... N-não...
E antes que ela pudesse continuar...
‒ Hei, Hyuuga!
Simplesmente, agiu por impulso.
‒ Hã? Ah...! Oe, Teme! O que faz aqui ainda?
Ignorou o loiro, olhando diretamente para Hinata que agora olhava-o assustada; expectativa e curiosidade brilhando nos orbes perolados.
‒ Você vai fazer o trabalho do Kakashi comigo. Estarei te esperando no portão principal depois da aula, amanhã. ‒ Virou-se novamente, recomeçando a andar. ‒ Não se atrase. ‒E, assim, continuou seu caminho a passos lentos.
‒ Hã?! TEME! O QUE FOI ISSO? ‒ Ouviu o loiro gritar, mas, como de praxe, ignorou... Da mesma forma que fazia com sua consciência lhe cobrando aquele ato impulsivo que, em seu íntimo, sabia: lhe custaria caro.
[...]
– Que cara de bunda é essa, otouto? Algum problema com o namoradinho loiro?
A paciência estava no limite. O dia havia sido agitado, ao menos em sua concepção, e tudo o que mais queria, naquele instante, era dar um soco em alguém. Naruto, claro, era sua primeira opção sempre, ainda mais que, por culpa do irritante amigo, havia assinado sua sentença de morte: se não tivesse sido arrastado pelo mesmo para a maldita sorveteria, nada do que fez teria acontecido.
Ele queria socar Naruto, descontar toda frustração que sentia, mas... Naruto não estava ali.
Itachi, por outro lado, estava. E, por mais que já fossem costumeiras as provocações do irmão para consigo...
– Dá pra calar a maldita boca, seu filho da p...
– Pode ir parando aí, mesmo, irmãozinho! – Itachi estava sentado, displicente, no sofá negro, folheando distraidamente um livro que Sasuke não fazia questão de saber qual é. As pernas cruzadas, os óculos de grau em caimento perfeito pelo nariz reto e fino, a expressão sarcástica que fazia seu estômago revirar em irritação, mesmo que o mais velho não estivesse nem direcionando o olhar a si... Respirou fundo, contando até dez, tentando, inutilmente, acalmar-se para lidar com o irmão. – Não ouse xingar nossa amada mãe, ela não tem nada a ver com os seus problemas, muito menos se o Naruto não quis te comer hoje.
E, finalmente, Itachi ergueu a cabeça para si, encarando-o com extremo escárnio.
"Esse desgraçado!", cerrou os punhos e passou por Itachi, afim de subir as escadas. Não queria perder tempo com o irmão, embora a vontade de dar uns socos no mesmo ainda não houvesse saído de sua cabeça.
– Hei, 'pera aí, otouto! – Chamou, enquanto fechava o livro e se levantava do sofá. – Tenho um recadinho do otou-san, para você.
Sasuke não queria se virar, queria continuar seu caminho até as escadas para, finalmente, se ver longe de todos os problemas que o estavam atormentando. Mas, recados de seu pai eram de extrema importância, portanto, parou, um pouco atrás do sofá que Itachi se encontrava há pouco, e virou-se para o irmão com cara de poucos amigos.
– O que foi? – Indagou desinteressado, embora, em seu cerne, estivesse curioso.
– Ele quer que ligue para ele... – Disse vago, e Sasuke teve que se conter para não xingar o mais velho.
– Só isso? Ele não disse mais nada?
– Hum... Talvez... – Itachi sorriu e deu as costas ao mais novo. – Mas, você só saberá quando ligar para ele, afinal. – Caminhou até a cozinha, deixando o recinto e um Sasuke extremamente frustrado para trás.
Suspirando profundamente, o jovem Uchiha seguiu rumo ao seu quarto, subindo as escadas com lentidão, embora sua vontade fosse de chegar ao seu destino o quanto antes.
No entanto, como, aparentemente, tudo que o envolvia estava conspirando contra si, eis que a campainha soa alto e irritante, repetidas vezes. As pernas que subiam tão preguiçosas, outrora, agora corriam escada acima, e logo Sasuke se via em seu quarto, de porta e janelas fechadas, impossibilitando-o de socializar com quem fosse que chegara a sua casa.
– Ele 'tá lá em cima, pode subir!
Mal tivera tempo de processar o que, longinquamente, ouvira, e a porta já era aberta com euforia, passando, por ela, uma das pessoas que ele menos queria ver, no momento.
"Por que não tranquei essa maldita porta?!"
– Porra, Teme! O que deu em você pra me deixar lá, para trás? – Ele viu, como que em câmera lenta, o loiro desafortunado deixar a mochila laranja no chão, para jogar-se em sua cama, por fim. Os pés logo se acomodaram sobre a mesma, e Sasuke não estava sabendo lidar com tanto stress em um único e mísero dia.
"Céus, o que 'tá acontecendo? Por que 'tá tudo se voltando contra mim? Por que esse maldito ainda veio para cá?"
– Seu imbecil! Tire os pés da minha cama, anda! – Não esperou o amigo se mexer, simplesmente aproximou-se do mesmo, e com brutalidade, praticamente jogou suas pernas para fora da cama. – Você sabe o quanto eu odeio que coloque os pés, de tênis, na minha cama, usuratonkachi!
– Hehehe, foi mal, Teme! – O loiro coçou a nuca, sem graça, em seguida tirando os tênis para, finalmente, acomodar-se a cama como queria. – Ah, é! O que foi que você fez para a Sakura-chan, hein, bastardo?
Sasuke franziu o cenho, e deu de ombros, enquanto escolhia uma roupa mais folgada, em seu guarda-roupas, para ficar mais à vontade e tirar aquele uniforme que tanto odiava.
– Nunca fiz nada além de ignorá-la, idiota. Sabe disso. – Respondeu, já à caminho do banheiro anexado ao quarto.
– Um pouco depois que você saiu correndo, de lá da sorveteria, igual um retardado, ela passou por mim chorando. Fui ver se 'tava tudo bem, e ela me disse algo como "O Sasuke-kun é um babaca! Como ele pôde?". – Contou, pensativo, tentando lembrar dos detalhes com afinco. – Ou algo assim, sei lá. Eu 'tô preocupado com ela. Mas, ela saiu correndo, depois, e não responde as minhas mensagens... – Pesaroso, suspirou. – O que você fez, Teme?
Mais uma vez, franziu o cenho, e deu de ombros, novamente.
– Ela é louca, dobe. – Afirmou, saindo do banheiro, usando uma camisa branca e uma bermuda azul marinho. Sakura, realmente, não regulava bem da cabeça. Sempre arrumava alguma situação para dramatizar com Naruto, quando Sasuke não lhe dava atenção. – Vai lá trocar de roupa, pra gente descer e almoçar. – Impôs com o intento de mudar o foco do loiro para algo que não fosse a Haruno e suas complicações mentais.
– É pra já, hehe – Energético, saltou da cama, indo em direção ao banheiro. – Minha barriga já 'tá roncando, aqui, pobrezinha.
Revirou os olhos e sentou-se na cama, para esperar o amigo.
– Ah, é, Sasuke, me empresta uma roupa? Eu não trouxe nada, hehe
Um suspiro e um pensamento:
"Oh, céus, dai-me paciência!"
[...]
A tarde passou ligeira depois que Naruto se atracou com o PlayStation4 do Uchiha. Sasuke, vez ou outra, acabava por se deixar levar e jogar uma partida com o loiro, mas, a maior parte do tempo passou se dedicando as tarefas da escola, e pensativo sobre como o dia havia sido complicado, para si.
Agora, já passava das 22h. Estava sozinho, de banho tomado, deitado e relaxado. O cômodo escuro, parcamente iluminado pela noite estrelada – havia pego o habito de dormir de janela aberta, mesmo no inverno –, convidava-o de forma irrecusável a uma tranquila e aconchegante noite de sono.
E Sasuke, sem dúvidas, estava mais do que disposto a aceitar o tal convite! Suas pálpebras pesavam, não demoraria a pegar no sono, em alguns segundos ele tinha certeza que já estaria no mundo dos sonhos, no entanto, nada estava saindo conforme queria, e era mais do que claro que alguma coisa atrapalharia seu sono, também.
Com muito pesar, o jovem, de dezesseis anos, esticou o braço e pegou o celular, que não parava de bipar indicando frenéticas mensagens de alguém que, provavelmente, estaria entre a vida e a morte para incomodá-lo àquela hora, ao lado da cama, sobre o criado mudo.
A claridade do celular o cegou por alguns breves segundos, e seus olhos arderam, clamando para que diminuísse a intensidade do brilho da tela, enquanto que sua cabeça começava a latejar, tamanha irritação que sentia por ter aquele maldito bipe de mensagem soando mais vezes do que podia piscar, por minuto.
E as mensagens não paravam, e Sasuke já estava ao ponto de tacar o celular contra a parede. Faria isso, até, se não fosse curioso...
"Mas, quem não seria com essa quantidade absurda de mensagens, a essa hora?"
Finalmente, ao desbloquear o celular, entrou no aplicativo de mensagens e quis, mais uma vez, naquele dia, arrebentar a cara de certo Uzumaki que passara o dia em sua casa.
"Esse idiota só pode estar apaixonado por mim, puta que pariu!"
Quase desistiu de abrir as mais de vinte mensagens que o loiro lhe mandou, ainda mais por perceber que havia um longo áudio, no entanto... A curiosidade falava mais alto e, portanto, lá foi ele, agora um pouco mais desperto, ver o que Naruto queria com ele.
Xingamentos, euforia, mais xingamentos, Naruto lhe dizendo que Sakura, finalmente, desistira de si e que daria uma chance a ele, Naruto lhe agradecendo e felicitando e... Um áudio...
Sasuke sentiu que não deveria abrir aquele áudio, naquele momento...
Por que Naruto lhe agradecia? Por que lhe felicitava?
Era suspeito...
Mas, antes que pudesse prever, lá estava ele, colocando os fones e dando play naquele áudio que não havia sido gravado pelo loiro, provavelmente, encaminhado de alguém para o mesmo...
"Eu... Me desculpe, Naruto... Estava muito nervosa naquela hora... O Sasuke... E-ele... Eu o vi saindo da sorveteria, ele estava tão diferente, parecia que algo havia acontecido. Tive que o seguir, eu tinha que ajuda-lo! Eu o chamei, ele parou... E... Eu pensei que ele soubesse que era eu, ali, mas... Ele está apaixonado pela Hinata! Eu não entendo... Eu sei que ele nunca gostou de mim, mas, eu ainda tinha esperanças! A Hinata é tão sem sal, como ele pôde se apaixonar por ela? E-eu..."
E Sasuke já não ouvia mais nada...
Não havia sido Hinata, então? Não havia sido rejeitado? Não havia, finalmente, tirado aquele peso das costas?
O coração se apertou de uma forma esmagadora e o ar chegou a lhe faltar por alguns breves segundos. Ele sentiu um gosto amargo na boca, uma decepção em seu cerne, sentiu-se... Covarde.
Tão covarde...
E era a pior das covardias, ele julgava. Afinal, ele tinha medo, e o medo o transformou...
"Não era ela... ", fechou os olhos e transbordou-se em sua covardia. "Eu não cheguei, nem mesmo, a virar para trás... Se eu tivesse... Se eu soubesse... Se... Eu..."
A mente o bombardeava com suposições... E, no final das contas, Sasuke se viu um exímio covarde.
Afinal, ele não admitia nem para si... Até aquele fatídico incidente...
E, como em uma epifania, ele entendeu!
Naquele instante, depois de horas de insônia, pensamentos culposos e confusos, Sasuke se julgou pela última vez.
Percebeu que a vida não era binária, não era feita apenas de "zero" e "um" ... Ela não era determinada apenas por uma oportunidade, não era definida apenas pelo erro e pela covardia...
Sasuke percebeu que tinha mais uma oportunidade, e que o que, o dia inteiro, havia julgado como complicação, não passava de uma nova chance. A percepção lhe caiu como uma luva... A vida era como um emaranhado de fios soltos... Independentemente da ordem que os costurassem, no final das contas, eles fariam um único fio, um único caminho... E se nesse único fio ainda houvesse uma oportunidade, é porque ela havia de acontecer!
Com uma estranha ansiedade, valentia e otimismo, Sasuke fechou os olhos e deixou que o mundo dos sonhos o buscasse... E, lá, à espera do mesmo, encontrava-se ela, com a mão esticada, olhos e lábios munidos de um sorriso...
Ele suspirou e, igualmente, sorriu.
"Hinata..."
Resposta de review:
- MiUchiha:
Olá, amore! Então, eu sei que eu sumo, que demoro horrores para atualizar, mas, eu sempre apareço, uma hora, haha
Muito obrigada pelos elogios, tô toda boba! . E te prometo que irei atualizar essa fic com maior frequência e as demais, também!
Beijinhos e MUITO obrigada por comentar! 3
N/A: Então, gostaram?
Como eu disse nas notas iniciais, esse capítulo ficou meio monótono, mas... Foi necessário! O próximo capítulo será um AHASO! Eu prometo! Na verdade, para os que estão esperando interação SasuHina, o próximo será REPLETO dela! hihihi XD
É isso!
Se puderem, adoraria receber um comentário para saber a opinião de vocês com relação ao andamento da fic e as expectativas de vocês para o que está por vir! Dúvidas, elogios, críticas e tudo o mais serão muito bem vindos por mim!
Muito obrigada à quem leu!
Beijinhos e até o próximo capítulo!
~~ Ni Hyuuga ~~
