Bella Cullen PDV

Eu não preguei os olhos a noite toda, enquanto Anthony dormiu tranquilo ao meu lado.

Eu nem conseguia imaginar o que Edward estava passando. Sozinho e algemado daquele jeito.

Meu coração estava doendo e queria chorar, mas segurei as lágrimas ao máximo. Eu tinha que controlar minhas emoções e agir com calma, não podia fazer nada que fosse prejudicar meu Ed, ainda mais.

O sol já estava nascendo quando consegui fechar o olho um pouco, meu braço e corpo doía por ficar só em uma posição. Acordei sobressaltada ao sentir uma mão na minha cintura.

Escutei uma risada.

— Calma, sou só eu, querida — Anthony me soltava da algema. — Dormiu bem?

— Vai para puta que pariu.

Ele parecia já ter levantado a um tempo, tinha se arrumado e seu cabelo estava úmido.

Estava odiando a forma como ele se parecia com Edward, até seu cabelo estava com o mesmo corte. Fez uma expressão falsa de surpresa pelo meu xingamento.

— Sua sogra vai adorar saber a boca suja que tem.

— Eu vou te matar.

Ele riu.

— Faça isso e nunca mais vai ver seu maridinho.

— Como ele está?

— Bem.

— Eu quero vê-lo — exigi.

— Você não manda aqui, Bella. Tome um banho e se arrume. Vamos descer e tomar café como um casalzinho apaixonado, se você agir bem eu penso sobre isso, do contrário, vou mandar que o torturem. Choque serve para você?

Apertei meus dentes com força e respirei fundo tentando me controlar.

Me levantei da cama e me desequilibrei, ele me segurou rápido pela cintura.

— Ops.

— Tire suas mãos nojentas de cima de mim.

— Você não as achou nojentas ontem quando estava me beijando.

— Isso nunca mais vai voltar a acontecer.

Ele riu.

— Não se preocupe, você não faz meu tipo. Agora vai banhar.

Ele me soltou e corri para o banheiro.

Tranquei a porta com força.

O que iria fazer?

Nós chegamos na sala do desjejum de mãos dadas e já estavam todos ali, murmuramos um bom dia. Respirei fundo sentando em meu lugar e Anthony no de Edward.

— Ah, estava com tanta fome — passou a mão em sua barriga e lambeu os lábios já pegando um pedaço de pão recheado que tinha ali. Ele pareceu tanto com ele mesmo naquele momento, olhei para todos, mas ninguém pareceu prestar atenção.

Nós nos servimos e me obriguei a comer, sabendo que teria que ter forças para enfrentá-lo.

Anthony começou a conversar tranquilo com Carlisle sobre a coroação, eu ainda não sabia como iria impedir o evento de acontecer.

— Bella, querida, está tudo bem? — Esme perguntou.

— Ah sim — forcei um sorriso. — Só com um pouco de dor de cabeça.

— Bella, está ansiosa com a coroação, mal dormiu a noite — Anthony falou.

— É isso — concordei.

— Não se preocupe, bruxinha, vai dar tudo certo — se inclinou para mim e beijou meus lábios.

Me afastei rápido demais e ele fingiu que estava tudo normal.

Aquele infeliz, ainda se atrevia a usar o apelido de Edward.

Virei para nossa família.

Rose e Emmett cochichavam entre si, Esme já estava distraída com outra coisa e Carlisle me encarava seriamente.

Me ajuda, implorei com meus olhos. me ajuda!

Não sei se ele percebeu, desviou o olhar e bebeu uma xícara de café.

— Estou ansioso para passar tudo para você, Edward — ele disse — Depois de Ant... do que aconteceu, sabe que não tenho mais vontade nenhuma disso.

— Ah sei, pai. Não se preocupe, prometo que serei muito melhor do que possa imaginar.

Carlisle sorriu, parecendo satisfeito e eu quis gritar.

Meu marido estava preso em algum lugar e não sabia o que fazer. Como iria salvá-lo sozinha?

Como ninguém percebia que não era Edward ali?

Como isso era possível eu não sabia? Será que éramos tão cegos assim? Como ninguém nunca tinha percebido a diferença entre eles? Como tínhamos deixado o inimigo sentar em nossa mesa por tanto tempo?

— Você vai para o hotel hoje, Bella?

— Ah eu…

Bingo. Eu poderia dar um jeito com essa maldita câmera e mandar um aviso para alguém.

— Não, Bella vai trabalhar comigo, ela quer ver algumas coisas no Clube Oculto — Anthony respondeu.

Eu forcei um sorriso.

— É claro — o filho da mãe não me deixaria sozinha.

Rosalie suspirou de repente e encarou a cadeira vazia do irmão usurpador.

— Eu tenho que ir para aula, mas não tenho a mínima vontade.

— Você tem que ir filha, sabe que Anthony sempre quis ver você formada — Esme respondeu e fungou: — Dê essa alegria para seu irmão, ele vai se orgulhar de você, da onde estiver.

— Está certa mãe, mas vai ficar bem sozinha?

— Eu vou ficar aqui hoje — Carlisle respondeu.

— Isso é bom, pai. Eu posso tomar de conta de tudo que acontecer hoje na Grand C.

— É claro, filho.

— Está pronta, Bella?

— Preciso subir e pegar minha bolsa.

— É claro, vamos.

Eu me levantei e disse um adeus para Rosalie e Emmett, Carlisle e Esme já tinham se retirado.

Anthony segurou meu braço, enquanto subíamos em silêncio as escadas. Puxei meu braço com força assim que ficamos sozinhos.

— Você não sente nenhum pouquinho de remorso? Olha como eles estão sofrendo, por sua causa, amando um filho que enganou eles a vida toda.

— Meus pais nunca ligaram para mim, eles sempre preferiram Edward.

— É claro que não, Carlisle e Esme te amam.

— Eu sempre fui só o segundo filho e depois Rosalie nasceu piorando tudo, a princesinha e o herdeiro, eu era sempre deixado de lado por todos.

— Isso não é motivo para fazer o que está fazendo Anthony — tentei fazê-lo entender. — Seus pais te amam, sua família inteira te ama, Edward ficou destroçado depois que pensou que tinha morrido, eu tive medo de perder meu marido e você estava rindo por trás disso tudo.

— Pode parar de conversa afiada, Bella. Eu estou pouco me lixando para o que eles estão sofrendo, estão tendo o que merecem e eu também vou ter assim que assumir a Grand C — eu podia sentir o ódio em sua voz.

— Por que você é assim? Isso tudo é pelo poder?

— É claro que é pelo poder, eu quero tudo. Quero ser dono de tudo, poder mandar e desmandar na cidade, ter políticos, empresários comendo na palma da minha mão, tendo eles fazendo o que eu quiser.

— E em troca sua família será destruída?

Ele riu.

— Eu não dou a mínima para eles, não percebe isso? Por mim tinha colocado uma bomba aqui e matado todo mundo de uma vez.

— Seu desgraçado — sem pensar direito bati em seu rosto com força.

Seu rosto virou para o lado e percebi bua pele ficando vermelha.

— Eu não vou com você, eu não vou te ajudar em nada disso. Eu vou contar agora para todos que você é um impostor, quando verem que não tem a cicatriz da bala, quando verem que não tem o sinal do chip, eles vão acreditar em mim — terminei me virando para sair dali.

Antes que eu pudesse dar outro passo ou reagir, Anthony me puxou bruscamente, sua mão cobrindo meu pescoço e me empurrou contra a parede.

O olhar em seu rosto era de puro ódio.

— Você vai fazer o que eu mandar, me entendeu bem? Eu que mando aqui, se não eu acabo com Edward. E nem se atreva a me bater de novo, sua vadia, não tem ideia do que sou capaz de fazer.

Suas mãos apertaram com força meu pescoço, tentei respirar, mas não consegui, estava sufocando.

— Você me entendeu? — repetiu.

— Sim, sim — consegui murmurar.

Ele me soltou e caí no chão tossindo.

— Eu só quero ver ele, Anthony, por favor me deixe ver se ele está bem, depois prometo que faço o que você quiser — falei com dificuldade.

— O que eu quiser? — Deu um sorrisinho e tremi.

Assenti.

Ele respirou fundo, parecendo pensar.

— Se você tentar me enganar acabo com ele, entendeu?

— Não vou fazer nada, prometo.

— Então fique calada e vamos logo.

Eu assenti, respirando fundo.

Não sabia como, mas iria resgatar meu marido.

— Nós chegamos? — eu perguntei sem aguentar mais quando o carro parou e senti a porta do meu lado abrir.

— Fica calada, eu não mandei você falar ainda — suspirei e apertei meus lábios.

Tinha pelo menos quase uma hora que havíamos saído de casa, na ferrari que Edward havia me dado, eu não tinha a menor ideia para onde estávamos indo, já que colocou um saco preto na minha cabeça impedindo minha visão.

Finalmente o carro parou e escutei ele sair do carro e abrir a porta do meu lado. Ele me ajudou a sair do carro.

Demos alguns passos, ele me guiou segurando meu braço, até que parou.

Anthony tirou o capuz escuro do meu rosto e demorei um momento para me acostumar com a luminosidade e olhei ao redor.

Minhas pernas fraquejaram quando o vi.

Eu não conseguia acreditar.

Meu amor estava algemado, quase suspenso no chão, sua cabeça baixa, seu braço estava com uma faixa amarrada no local onde tinha o chip. Usava só uma calça jeans e seu peito estava com algumas marcas vermelhas.

— Edward! — chamei-o e ele levantou o rosto.

— Bella! — corri até ele antes que pudesse ser parada.

— Edward — chorei ao abraçá-lo e ver seu rosto, estava machucado, mas aquele era meu Edward, o homem que eu amava.

— O que está fazendo aqui? Você está bem? Ele fez alguma coisa com você? — sua voz saiu fraca.

— Eu tinha que te ver — funguei beijando seus lábios devagar, eles estavam secos como se ele não estivesse bebendo água. — Eu sabia que não era você. Eu te amo, eu te amo.

— Bella — ele respirou com força e percebi como estava abatido.

— Solta ele, por favor, solta ele. Ele é seu irmão.

— O acordo não era esse. Eu te trouxe está vendo que ele está vivo agora vai fazer tudo que eu mandar — Anthony falou me puxando.

— Seu maldito! Edward, Edward — gritei tentando me segurar nele, mas não consegui.

Anthony me virou e deu um tapa forte no meu rosto.

— Cala a boca! Olha o que fez, eu fazer, merda.

— Seu desgraçado, eu vou matar você — Edward gritou se debatendo.

Anthony riu.

— E o que você vai fazer? Além de definhar até a morte, preso aí?

Meu marido gritou tentando se soltar.

Eu agi rápido aproveitando sua distração, dei uma rasteira em Anthony, como já tinha treinado tantas vezes com seu irmão e ele caiu no chão, eu fui para cima dele e soquei seu rosto com toda força e ódio que tinha dentro de mim.

— Sua filha da puta — Anthony conseguiu nos virar e bateu com forças minhas costas no chão.

Eu consegui levantar meu pé e o chutei no estômago. Enquanto ele tentava me bater.

— Empurra ele, Bella — escutei uma voz dizer e tirando forças não sei da onde consegui colocar os dois pés no peito nele e empurrá-lo com força.

Anthony se desequilibrou e foi para trás, nisso se chocou com Edward, que usando suas pernas livres envolveu-o em seu pescoço.

Ele gritou.

Eu respirei fundo pegando fôlego para ir para cima dele, mas Anthony foi mais rápido.

Ele puxou uma arma do cós da sua calça e escutei o barulho de um tiro, Edward gritou e o soltou.

— Não! — Fui para cima dele, mas com facilidade ele me empurrou e bati em Edward.

— Você tá bem? — perguntei preocupada e vi que parecia intacto, mas logo sua calça jeans ficou suja de sangue.

— Ah, que lindo! Vocês dois, seus desgraçados. Você estragou tudo Bella, agora ele vai sangrar aí, até morrer. — escorria sangue do seu nariz e balançou a arma em nossa direção.

— Não, não — me virei querendo proteger Edward.

Eu calculei tudo que eu podia fazer.

Eu precisava dar um jeito de derrubá-lo e pegar sua arma.

Mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, percebi um movimento atrás dele.

— Vem, Bella. Me ataque! Vou ter o prazer de estourar sua cabeça.

— Ela não vai fazer nada, mas eu vou — uma voz anunciou atrás da gente e senti alívio ao escutá-la.

Carlisle.

— Co-omo me achou aqui? — Anthony arfou se virando para o pai, um apontando a arma para o outro.

— Achou mesmo que não fosse descobrir? No começo até que não percebi, mas quando sugeriu deixar a data eu soube que não era Edward ali. Ele nunca faria isso. Passei a noite toda pensando como isso poderia ter acontecido, nos motivos e hoje de manhã você falando comigo eu tive a certeza. Eu sempre soube diferenciar vocês muito bem, foi fácil seguir vocês até aqui. Já matei os dois homens que estavam lá fora.

— Pai, eu...

— Cala a porra da boca e solta agora seu irmão. Como pode trair sua família, como pode trair seu irmão?

— Vocês não entende! Eu sempre fui o segundo em tudo. Eu e ele nascemos no mesmo dia, eu merecia herdar tudo também.

— E você ia herdar se não fosse tão ganancioso e invejoso. Edward estava querendo expandir a Grand C para longe daqui e te dar o comando de uma parte em Nova Iorque, você seria o chefe de lá e ele não iria interferir em nada, vocês seriam parceiros nisso.

Anthony arfou.

— Você foi tão ganancioso, deixou a inveja te consumir. Acha mesmo que nunca percebi isso em você, Anthony? Por que acha que o chamei para trabalhar comigo? Por que acha que fiz com que o Conselho permitisse que participasse das reuniões? Eu nunca quis que se sentisse excluído, eu fiz de tudo para que não se sentisse assim. Eu te amei da mesma forma que amei seu irmão, vocês dois tiveram o mesmo treinamento, você é meu filho tanto quanto ele, eu sempre os amei igualmente.

— Mas... mas... você disse que não queria que eu assumisse nada, eu sempre estive do seu lado e você me esnobou.

— Eu não te esnobei, disse aquilo por causa dessa maldita tradição. Seu irmão nasceu primeiro, querendo ou não ele que herdaria tudo, é assim que funciona em qualquer lugar do mundo, em qualquer monarquia. Eu não podia permitir que ele saísse e naquele momento ele já tinha me falado da ideia de dar a você a parte da Grand C em Nova Iorque. Agora abaixe essa arma e solte seu irmão.

Anthony balançou a cabeça.

— Não… não posso fazer isso. É tarde demais, se eu matar vocês ainda poderei ficar com tudo — ele então atirou na direção do pai.

Porém, com habilidade Carlisle se abaixou e atirou, eles começaram a trocar tiros um com o outro. Eu abracei Edward com medo e rezei para que nenhum tiro pegasse em nós dois.

— Bella, você tem que me soltar — ele sussurrou.

Eu me soltei dele e olhei para as correntes e seus braços algemados.

— A chave tá na mesa — eu corri até a mesa agachada pegando a chave, voltei e soltei as algemas de seus pulsos machucados. Edward caiu no chão e o segurei.

— Você está bem? — beijei seu rosto o abraçando e fungando.

— Edward! — Carlisle gritou ainda trocando tiros com o filho.

— Eu estou bem — conseguiu dizer com a voz fraca e tentou ficar em pé. — Acho que o tiro foi de raspão.

— Não! — Anthony falou e se virou atirando em nós dois, que rápido nos abaixamos no chão.

Carlisle aproveitou o momento e acertou a mão de Anthony, a arma dele caiu no chão e ouvimos seu grito.

Levantei do chão ajudando Edward.

— Por que você fez isso? Por que? — encarou o irmão.

— Vocês não entendem...

— Você é meu irmão Anthony, nós fomos feitos com o mesmo sangue, nós sempre estivemos juntos, porque deixou eu pensar esse tempo todo que estava tudo bem em eu herdar tudo? Por que não me disse como se sentia? Eu te amei tanto, você era meu melhor amigo.

Anthony balançou a cabeça.

— Eu tive medo... eu... eu..

— Cale-se! Você teve a sua chance, você traiu a sua família, traiu seu irmão, sua mãe, traiu a mim, seu pai, enquanto tudo que nós fizemos foi amar você, como pode armar sua morte e tentar enganar todos assim? Sabe o tanto que todos nós sofremos achando que estava morto?

— Pai, por favor — sua voz saiu embargada.

— Não me chama assim. Você traiu a Grand C e só há uma saída para um traidor.

Eu arfei percebendo o que iria acontecer.

Senti o corpo de Edward tremer e o sustentei com mais força.

— Edward?

— Sim?

— O que um traidor merece?

— Não, não por favor, não façam isso — Thony chorou e se virou em nossa direção. — Por favor, mano. Me desculpa, me desculpa. — seus olhos verdes brilhavam de lágrimas e podia ver o quanto estava errependido.

Mas era tarde demais.

A Grand C não dava segundas chances.

— Morte — meu marido respondeu.

— Tudo pela Grand C — Carlisle falou e atirou.

O corpo de Edward caiu no chão, com um tiro no peito. Aquela imagem era horripilante, meu marido agonizando enquanto sangue escorria de seu corpo.

Mas não era ele ali, era um traidor, era seu irmão.

Escutei um engasgo ao meu lado.

Edward cambaleou até ele e fiquei ao seu lado.

— Seu idiota, como pode fazer isso com a gente? Comigo? — Edward chorou.

— Seu irmão morreu em um acidente de carro, me entendeu, ele morreu em um acidente — Carlisle veio até a gente, sua voz trêmula. — Isso não era ele, não era ele.

Olhei para meu sogro e seus olhos azuis estavam cheios de lágrimas, eu não o tinha visto chorar nenhuma vez desde que pensamos que Anthony tinha morrido, somente a expressão séria e abatida.

Pai e filho se abraçaram.

Era o fim trágico de uma história infeliz.


Nota da autora:

Ai amores, não sei nem o que dizer, então vou deixar vocês dizerem para mim hahaha

Fiquei com o coração apertado nesse capítulo, mas espero que vocês tenham gostado.

Eu tinha ideia antes de fazer a Rose e o Emmett serem os malvados, mas já fiz isso em outra fic haha então surgiu a ideia do gêmeo do mal, eu sei que muitas não queriam isso para Anthony, mas eu sempre deixei várias pistas que ele não era tão legalzinho como aparentava hahaha no epílogo vocês vão entender mais...

Então algumas disseram que não queria segunda temporada, principalmente por medo do que pode acontecer kkkkk mas eu tenho várias ideias bombásticas que vocês nem podem imaginar hahaha vou tentar escrever, se sair vai ser algo mais curto e rápido e quem será o grande vilão da vezz? talvez Alice? Ou Tanya? Ou James? Ou Emmett?haha

Comentem amores, amei o capítulo passado que comentaram bastante nada como uma revelação bombástica hein

Beeeijos e nos vemos em breve