Disclaymer: Essa fic se passa no cenário de Grim Hollow. Todos seus personagens e locais citados são de propriedade da Wizards of the Coast e seus criadores. Escrita sem fins lucrativos.
Cenário: Grim Hollow
Série: A Coroação do Imperador
Personagens: Leon Von Aesland, Lassiter Andreas Lancaster e Izabela Delila Rosamund.
Sinópse: Uma short story sobre o passado de Leon como servo de Lassiter, antes da fic que conta sua origem.
AVISO: Essa história se passa no passado do Leon, quando ele era praticamente um escravo do Lassiter. A história representa sexo e um relacionamento não saudável então, recomenda-se cuidado ao ler, pois pode parecer um pouco pesada.
DARK GIFT
Leon chegou da missão com o rosto coberto de sangue. Seu mestre Lassiter gostava de vê-lo assim e Leon gostava de agradá-lo. Se ele era bem sucedido, e geralmente era, Lassiter o presenteava com sangue, o seu próprio e o de uma vítima. E o tratava melhor na cama. E assim, como algo surpreendente até para o próprio Lassiter, seu servo e amante transformou-se. Não em um vampiro, mas em algo… similar. Leon adquiriu presas e sede de sangue, desenvolveu força e agilidade de um vampiro e tornou-se suscetível à prática da sangromancia. E Lassiter viu nele uma oportunidade de conseguir um servo perfeito para carregar seus planos e eliminar seus desafetos.
Leon se ajoelha diante do mestre olhando-o com admiração.
"Você os matou, meu amor?" Indagou o vampiro ancião.
"Sim, mestre."
"E quanto à esposa de lorde Danerius?"
"Eu bebi o sangue dela diante de seus olhos, antes de matá-lo, mestre. Como o senhor ordenou."
"Perfeito!" Lassiter sorri com satisfação. "Com certeza, o melhor investimento que já fiz foi você, meu querido Leon."
"Fico lisonjeado com suas palavras, mestre."
"Venha. Deve estar ansioso por isso." Lassiter cortou o próprio pulso com uma adaga e deixou seu sangue verter dentro de uma taça de ouro. Lentamente ele se aproximou do seu escravo e lhe entregou a taça ordenando: "beba."
Leon recebeu a taça com reverência, sorvendo o líquido delicioso e viscoso que o alimentava, alimentava seus poderes. Sangue é poder, aprendeu com seu mestre. Aprendeu a usar seu sangue como catalisador de feitiços para matar de maneira mais eficiente.
"Estou tão satisfeito com você, meu querido Leon. Levante-se."
Leon obedeceu. Lassiter lambeu o sangue do rosto de seu assassino pessoal, sorrindo.
"Vamos para meus aposentos. Mas antes, eu tenho uma surpresa pra você."
Lassiter estendeu a mão e da sala ao lado, uma mulher de lindos cabelos loiros e olhos verdes apareceu, com olhar vago, caminhando até eles e fazendo uma reverência. "Esse presente é pra você, Leon. Por ser um servo tão leal e competente. Ela será sua serva. Portanto, beba, mas não mate-a, pois eu não lhe darei outra. O nome dela, por falar nisso, é Izabela."
A mulher parecia amedrontada com a visão de Leon, sujo de sangue, se aproximando dela, mas conforme seu mestre havia ordenado, ela ofereceu o pescoço. Leon alongou as presas, gentilmente a abraçando e, por fim, mordendo a mulher enquanto Lassiter acaricia seus cabelos, satisfeito com seu servo.
"Muito bem, Leon. Agora, pare… não quer beber demais."
"Perdoe-me, mestre." O jovem lambeu os lábios.
"Está tudo bem." Lassiter dispensou Izabela com um gesto e ordenou: "Agora, ao quarto. Aquecerá minha cama esta noite, meu amado Leon."
Leon assentiu e caminhou para o quarto de seu mestre. Ao chegar lá, ele se despiu e Lassiter admirou seu corpo esbelto com luxúria. Aproximando-se de Leon ele o beijou e levou a mão a seu pau. O corpo de Leon reagiu e Lassiter sorriu satisfeito. A língua do vampiro percorre seu pescoço até chegar ao mamilo e mordê-lo, fazendo uma gota de sangue escorrer pelo abdômen de seu servo, para logo em seguida a ferida se fechar com uma lambida.
"Preparei um banho para você. Deve estar cansado e suado. Vá se banhar."
Leon assentiu e se dirigiu ao lavabo onde havia uma banheira com água quente. Ele entrou na banheira e lavou seu corpo conforme seu mestre ordenou. Ao terminar, ele se secou com a toalha e retornou para seu mestre.
Lassiter tinha o corpo coberto por apenas um robe de seda preta parado diante de sua enorme cama onde protagonizou muitas noites de luxúria com seu servo.
"Venha a mim, Leon." O vampiro ordenou. Leon não conseguia resistir ao impulso de obedecer. A palavra de seu mestre era lei e Leon o amava mais do que tudo no mundo.
"Você foi um bom servo essa noite, meu belo Leon… Por isso, eu o recompensarei."
Numa posição que não era costumeira para Lassiter, ele agora se colocava de joelhos, segurando firmemente o pau rijo de Leon e lambendo-o. Os lábios dele passeavam pela extensão do membro, as presas raspavam ao redor, causando arrepios ao jovem dampiro.
Lassiter engoliu-o por inteiro, olhando nos olhos de seu servo, se deliciando em sua gostosa agonia. "Tão saboroso como sempre, Leon." Lassiter sorriu massageando seu servo antes de voltar a chupá-lo. A boca de seu mestre fazia arrepios percorrerem seu corpo, aquela boca que Lassiter usava apenas para beijá-lo, mordê-lo e beber seu sangue agora era usada para lhe dar prazer de uma forma diferente.
Leon não resistiu e acabou gozando, para a satisfação de seu mestre. Lassiter se levantou com o rosto sujo, segurando Leon pelo queixo e sorrindo: "Você me sujou. O que fará para compensar isso, meu caro Leon?"
"Farei o que meu mestre ordenar."
"Limpe-me, então."
Leon obedeceu e limpou o rosto de seu mestre. Com a língua. Lassiter empurrou seu servo sobre a cama e subiu em cima dele, segurando seus pulsos. Leon sabia o que ele queria. Seu pescoço. E ele o ofereceu de bom grado. Lassiter sorriu e alongou suas presas cravando-as no pescoço de seu servo. Lassiter não era gentil como ele. Ele sugava com força, agarrando o pau de Leon e massageando-o, parecendo querer trazer seu orgasmo à tona pela força, mais do que pelo prazer. E em seu íntimo, Leon gostava. Seu corpo reagia de forma deliciosa aos toques de Lassiter. Os dedos do vampiro desciam em direção ao seu ânus, fazendo Leon se arrepiar em antecipação pelo que estava por vir.
Leon arfava sentindo a massagem de Lassiter em seu pau à medida em que seu gozo se aproximava novamente. Logo ele gritou de prazer e seu abdome estava sujo de seu próprio gozo.
"Mestre… obrigado. Não sou digno..."
"Eu ainda não acabei com você, Leon."
O beijo com hálito de sangue tomou Leon de surpresa. A língua lasciva do vampiro invadia sua boca, fazendo-o salivar. Queria beber mais sangue, mas seu mestre o proibiu de drenar mais de Izabela. E o sangue da esposa de Lorde Danerius já estava sendo absorvido pelo seu corpo.
Lassiter removeu seu robe, revelando um corpo musculoso e definido, seu pau parecendo tentador para Leon que o segurou e começou a massageá-lo.
"Você me serviu bem hoje, Leon e por isso, o recompensarei." Lassiter abre as pernas de Leon e o penetra arrancando um gemido de prazer de seu servo.
"Mestre…"
"Sim, Leon. Diga que me ama. Diga o quanto você sente prazer em ser fodido por mim."
"Eu te amo, mestre. Eu amo a forma como você me possui."
"Sim. Eu sou um mestre benevolente, Leon. Sirva-me bem e eu o tratarei bem."
Novamente, Lassiter deitou-se sobre Leon, beijando-o e arremetendo para dentro dele. Leon o abraçou e sentiu seu pau se esfregando no abdome de seu mestre. Lassiter beijou seu pescoço, arranhou-o com as presas, vertendo sangue, sugou o mamilo de Leon, causando uma onda de sensações que toma seu corpo por completo.
"Mestre, quero mais do seu sangue… Por favor…"
"Ainda não se satisfez, meu amor? Que seja… hoje estou muito feliz com você." Lassiter morde o próprio pulso e o leva para a boca de Leon. Ainda arremetendo contra seu servo, Lassiter goza intensamente e Leon o acompanha logo em seguida.
Leon estava satisfeito. Havia feito amor com seu mestre e sido alimentado com seu sangue. A adoração por ele só crescia mais e mais em seu peito. Mataria e morreria por Lassiter, por seu amor e por sua aprovação.
Lassiter retirou-se de dentro de Leon e seu servo imediatamente o sugou, procurando limpá-lo.
"Sempre tão prestativo, meu amor." Lassiter sorriu. "Agora descanse. Amanhã terei mais trabalho para você. E se me servir bem novamente, eu lhe darei mais… Muito mais, meu querido e amado Leon."
"Não sou digno de sua generosidade, meu mestre."
Os dois vampiros deitaram-se sobre a cama prontos para dormir. Leon ainda está extasiado, não conseguiu adormecer por um bom tempo, admirando o rosto de seu mestre. Ainda havia uma compulsão por tocá-lo e beijá-lo que o vampiro não compreendia. Levou a mão até o pau de seu mestre e começou a massageá-lo.
Lassiter fingia estar dormindo, mas seu rosto não escondia o sorriso de satisfação ao sentir seu servo beijando seu peito. Seu pau reagiu e enrijeceu imediatamente, deixando Leon sedento. O jovem levou a boca até o pau de seu mestre e sugou-o vigorosamente.
Lassiter segurou-o pelos cabelos, interrompendo-o e perguntou: "Eu dei permissão para isso, meu amado?"
"Perdoe-me, mestre. Eu apenas queria agrada-lo!"
"Não posso realmente ficar bravo com você, meu amor. Afinal, você apenas demonstra sua devoção absoluta a mim. Por isso, concederei este presente, desta vez." Lassiter sorriu e acariciou o rosto de seu amante. "Coloque-se de joelhos, servo."
"Sim, mestre." Leon obedeceu, colocando-se de joelhos sobre a cama. Lassiter ficou de pé, segurando-o pelos cabelos e dirigindo seu pau até a boca do jovem dampiro.
"Lembre-se, Leon. Eu faço isso porque sou benevolente e porque te amo."
Leon não dizia nada. Apenas saboreava seu mestre, perdido no prazer e na luxúria de sugá-lo, de ser recompensado com o gozo de Lassiter, de agradar seu mestre. E Lassiter reconheceu o esforço de seu servo, sujando o rosto dele com seu gozo.
"Assim, você fica ainda mais belo, meu bichinho de estimação."
"O senhor me lisonjeia, mestre."
"Você é merecedor de desfrutar de mim, meu querido."
Lassiter beijou Leon novamente, colocando-se de joelhos, na mesma altura dele.
"Por isso, eu o agraciei com a vida eterna. Por amor e por benevolência. Você agora é um deus entre mortais, abaixo apenas de mim, seu deus maior… Por isso, venere-me e eu o recompensarei com dádivas ainda maiores, meu amor." A boca de Lassiter sussurrava próxima a dele, beijando seu pescoço e tocando seu peito. "Agora, você se tornará uno com seu deus." Os olhos vermelhos de Lassiter focaram nos de Leon e uma mensagem silenciosa pareceu alcançar o inconsciente do jovem dampiro.
O vampiro ancião deitou-se de costas para Leon e o jovem Leon entendeu o desejo de seu mestre. Leon o abraçou e o penetrou vigorosamente, enquanto seu mestre ria de satisfação. A besta de Leon se descontrolava. Era como se Lassiter pudesse manipular sua fúria e trazer à tona esse lado animal a seu bel prazer. Os olhos vermelhos de Leon se focaram no pescoço de seu mestre e diante do chamado irresistível de sangue, ele o mordeu.
"Sim, Leon! Morda, beba meu sangue! Eu o agracio com vida e poder!" Lassiter gargalhava enquanto o jovem dampiro sugava seu sangue e arremetia para dentro dele, abraçando-o com força descomunal até gozarem.
Exaustos, os dois desabaram sobre a cama, lânguidos e extasiados. Aos poucos, Leon retornava a sua forma mais controlada e dando-se conta do que havia feito ajoelhou-se prostrado diante do mestre.
"Perdão pelo meu descontrole, meu senhor. Não se repetirá mais."
Lassiter segura o rosto do servo com as duas mãos.
"Está tudo bem, meu amor. É normal para pequenos vampiros, recém transformados, serem tão afoitos e sedentos. Leva tempo para controlar a sua sede e seus impulsos. Um dia você conseguirá."
"Para honrar o meu mestre, farei meu melhor."
"Ótimo. Agora, durma e descanse, meu amor. Já saciamos nossos desejos o suficiente."
"Como ordenar, meu senhor."
Leon e Lassiter adormeceram sobre a cama, finalmente. Dormiriam até a noite seguinte, quando finalmente, Leon seria colocado a serviço de seu mestre novamente. Fosse nas ruas ou fosse em sua cama.
"Descanse, meu amor. Amanhã será outra noite. E o que será que o amanhã nos reserva?"
Fim…
