O beijo em seus lábios foi rápido, e Lambert pensou que sua mente estava pregando peças nele, que o vinho estava fazendo voltas à sua cabeça. Não havia como a bela professora de seu filho se interessar por ele.
Seus olhos de corça olharam para ele, e ele jurou à Deusa que tudo o que ela lhe pedisse, ele faria. Ele era massa de manobra nas mãos dela, pronto para dar-lhe qualquer coisa no Reino.
Ele respirou fundo quando a palma da mão dela veio cobrir sua bochecha, olhando-o com tanta paixão como se ele fosse o homem mais bonito de todos em Fódlan. E para ela, ele era.
Quando veio o segundo beijo, foi muito mais desesperado do que o primeiro. Suas mãos agarravam-lhe as bochechas, a mandíbula, os cabelos, onde quer que pudesse, e o dele ficava um tempo constrangedoramente longo ao seu lado, sem saber o que fazer.
O rei Lambert era um homem honrado. Ele tinha uma esposa e esperava manter os votos de seu casamento até o fim de seus dias. Bem... Tem a Patrícia, claro. Patrícia? Não era para ser Katya? Ou Anzelma?
Sua mente girou por entre as mulheres de sua vida. Dessa ele tem certeza da identidade, pelo menos, embora não tenha certeza de sua permanência.
"Byleth..." Ele pronunciou contra seus lábios, uma mão subindo para agarrar sua cintura para empurrar seu corpo para longe relutantemente: "Não podemos fazer isso..."
Ela choramingou, Deusa, ela choramingou, e foi o som mais doce que Lambert já tinha ouvido.
"Meu Senhor, por favor. Por favor, não aguento mais. Eu te quero há anos, e agora posso ter você para mim. Por favor, apenas... Apenas uma vez."
