5. O "Namoro"
— Então o que preciso saber sobre sua família? — Edward perguntou assim que pegamos a rodovia.
Estávamos dentro do seu carro a caminho de Forks. Nós tínhamos discutido sobre qual carro iríamos, não achava justo ir no dele, mas ele acabou ganhando, porém eu pagaria a gasolina, mas quando ligou o carro notei que seu tanque estava cheio. Seu carro era um volvo cinza que ainda tinha cheiro de novo.
Tínhamos marcado de sair bem cedo, então estava sem trânsito na cidade. Me surpreendi por ele ser pontual, por um momento pensei que ele não iria mais, porém quando abri a porta já estava me esperando no corredor.
— Minha mãe é uma professora aposentada e meu pai apesar de já ter idade ainda trabalha como chefe de polícia da cidade.
Ele freou o carro bruscamente se não fosse pelo cinto teria batido minha cara no vidro. Parou no acostamento.
— Ei!
— Espera aí! Seu pai é policial? — se virou para mim com os olhos arregalados.
— Sim.
— E ele tem uma arma?
— Não.
— Ufa!
— Tem várias, na verdade — dei de ombros.
Sua boca se abriu.
— Você não pensou em dizer essa informação antes? E se ele tentar me matar?
Eu ri.
— Por que ele tentaria te matar?
— Por eu ser seu namorado?
— Cullen, eu tenho 30 anos, não 15. Ele é louco que eu arrume um namorado… se fizer bem seu papel ele vai te adorar. Agora pode voltar a dirigir?
Ele respirou fundo e voltou a acelerar.
— Mais alguma coisa que preciso saber?
— Bem, então tem a tia Sue ela é casada com Henry que é um dos melhores amigos do meu pai. Ela tem três filhas Emily, Leah e Claire todas casadas com Sam, Jacob e Quil. A Emily tem um filho de 2 anos chamado Embry, a Leah tá grávida e a Claire ainda não. Ainda tem o Seth, seu único filho, mas ele não mora aqui.
— Todos vão tá lá?
— Provavelmente sim — dei de ombros.
Leah era da minha idade e de quem eu era mais próxima. Emily era quatro anos mais velha que eu e Claire quatro anos mais nova.
Ele assoviou.
— Parece que vai ser uma festa e tanto.
— Nem me diga — suspirei olhando pela janela.
— Bem, se quiser pode dormir, eu te acordo quando chegar lá.
— Olha, eu não vou recusar — bocejei fechando os olhos e encostando minha cabeça na lateral do carro.
Ele ligou o som e uma música calma começou a tocar, foi impossível ficar acordada depois disso.
…
— Então é aqui. Acho que só estão meus pais ainda — eu tinha acordado pouco antes de chegarmos aos limites da cidade.
Edward parou o carro em frente a casa.
— Menos testemunhas caso seu pai atire em mim.
— Relaxa, mamãe disse que ia tirar as balas.
— Então havia essa possibilidade? — pareceu horrorizado.
— É melhor você se comportar senão eu mesmo pego uma das armas e atiro em você.
— Vou ser um bom menino — prometeu fazendo uma cara inocente que não me enganava em nada.
— Eu estou falando sério, não sei onde estava com a cabeça quando aceitei isso.
— Qual é? Até o final do dia, todos vão estar me amando.
Balancei a cabeça apenas, duvidava muito disso.
Eu respirei fundo e abri a porta do carro, no mesmo momento que a porta de casa se abria.
— Bella, Bella — mamãe saiu correndo e me abraçou com força.
Ela usava uma saia longa estampada e uma blusa grande, mamãe sempre teve um visual meio hippie que eu adorava.
Eu retribuí o abraço apertado.
— Ah, querida senti sua falta.
— Eu também, mãe.
E realmente sentia falta, tentava visitá-los pelo menos uma vez no mês, mas já tinha dois meses que não os via.
Ela arfou e me soltou, eu sabia quem então ela deveria estar encarando.
— Você deve ser o namorado da Bella, não é?
— Eu sou Edward Cullen, senhora Swan — estendeu a mão com um sorriso encantador.
Eu sabia muito bem o que aquele sorriso escondia.
— Edward Cullen? — minha mãe franziu o cenho e olhou para mim.. — Esse não é o nome do advogado que trabalha com você?
— É, ele mesmo — encolhi os ombros.
Mamãe sorriu.
— Ah eu sabia que toda aquela reclamação dela no telefone sobre você era amor. Quem fica mais de dez minutos falando do mesmo homem se não estiver apaixonada?
— Mãe! — meus olhos arregalaram.
Edward riu. Ao contrário.
Argh! Eu vou me matar com doce. Nunca que me apaixonaria por ele.
— Venham, entre — ela se virou saltitando.
— Apaixonada, é?
Apaixonada de ódio por ele.
— Cala a boca, Cullen — grunhi, seguindo minha mãe e o deixando para trás rindo.
Entrei em casa e senti aquela nostalgia de estar onde cresci na minha infância.
— Cadê minha filhinha, querida? — escutei uma voz descendo as escadas assim que entrei.
— Ah, papai — o abracei com força, ele depositou um beijo na minha cabeça. — Feliz aniversário, querida.
— Obrigada.
Charlie me soltou e então encarou Edward, eu ri percebendo pela primeira vez que ele parecia nervoso.
— Esse é o tal namorado.
— Edward Cullen, senhor — ele estendeu a mão educado.
Meu pai a apertou com força.
— Está cuidando bem da minha menina?
— É, claro.
— Bem que bom, venha quero ter uma conversinha com você — ele saiu puxando Edward para fora.
— Pai não é necessário…
— Ah filha, seu pai ensaia esse discurso desde que estava grávida de você, deixa ele aproveitar um pouco, venha para a cozinha.
Eu encarei Edward.
— Está tudo bem, Bella — me garantiu.
A contra gosto tive que os deixar ir.
Assim que ele saiu mamãe deu um gritinho.
— Filha, que homem é esse!? Tirou a sorte grande, nunca vi ninguém tão bonito assim, tem certeza que ele é advogado e não um modelo?
Eu ri.
— Tenho, mãe.
— Olha, tá de parabéns! Sabia que Deus iria caprichar quando mandasse alguém para você.
Balancei a cabeça, apenas.
Eca! Ele nem era tão bonito assim. Talvez, só um pouquinho.
— Ele te trata bem, querida? Está feliz?
— Sim — sorri sabendo que isso a convenceria.
— Como isso aconteceu? Você vivia reclamando dele para mim nas ligações.
— Só aconteceu — dei de ombros.
— Querida, não seja assim quero todos os detalhes. Vocês já transaram? Estão usando camisinha, né?
— Mãe! — meu rosto esquentou.
Ela riu.
— O que? Sou nova demais para ser avó e sem falar que tem doenças, lembra das imagens que viu quando apresentou aquele trabalho sobre isso na escola?
— Eca, mãe! Não precisava me lembrar, mas obrigada ok e estou me prevenindo sim.
Falei rápido para mudar o assunto. Eu usava o único método 100% fiel para me livrar de qualquer gravidez indesejada e doenças: a castidade.
A madre do colégio deveria era se orgulhar de mim.
Fui salva de continuar aquele assunto por uma batida na porta.
— Deve ser sua tia, entre!
Eu respirei fundo e tia Sue entrou acompanhada do Tio Henry.
— Bella querida, tudo bem? Parabéns — apertou minhas bochechas como se eu fosse criança.
— Oi — respondi os cumprimentando.
— Que triste está mais uma vez sozinha aqui, querida. Mas não se preocupe, tenho certeza que ainda…
— Eu não estou sozinha — a interrompi logo.
— Ah sim, Charlie está assustando o namorado dela mostrando sua coleção de armas.
Henry riu.
— Eu vou lá ajudar ele — e saiu.
— Oh, então é verdade!
— É claro que é.
Fiquei pela primeira vez aliviada de não ter chegado lá sozinha. Seria horrível ficar escutando ela falando sobre isso o tempo todo.
— Ah querida, estou tão feliz por você, finalmente ter encontrado alguém.
— Obrigada, tia.
— Vem Sue, você tem que ver como meu genro é lindo. — mamãe saiu puxando tia Sue.
— Mãe, ele não é seu genro…
— Ah querida! Certeza que vocês vão se casar, eu soube assim que vi os dois juntos.
Eu gemi de desgosto a seguindo.
Eu casar com Edward Cullen?
Só se estivesse bêbada em Las Vegas… ou nem assim.
Duas horas depois a casa estava cheia com a minha família. Edward tinha sido apresentado a todos e agiu em seu papel com perfeição. Me surpreendeu com sua educação e a forma como conversava com minha família, parecendo conhecer eles há anos.
Meu pai assou carne Edward foi ajudar, mas ele dispensou sua ajuda e para minha surpresa veio se sentar do meu lado.
Eu conversava com as mulheres.
— Então Edward, onde está sua família? — Tia Sue perguntou.
O senti um pouco tenso ao meu lado.
— Meus pais já faleceram — respondeu vago e fiquei surpresa.
— Ó sério? Que triste!
— Ah, tem muito tempo isso — deu de ombros.
— Você não tem irmãos?
— Não, era filho único, assim como meus pais.
— Tadinho — colocou a mão em sua boca.
— Tia — a repreendi com os olhos.
— O que? Deve ser triste ser sozinho assim e…
— Ele não tá sozinho — as palavras escaparam da minha boca sem que eu percebesse e levei minha mão a sua perna apertando seu joelho.
Ele me encarou e rapidinho o soltei.
Merda. Por que tinha dito isso?
— Ah, isso é tão lindo, filha — mamãe sorriu para mim — Agora somos sua família, não tem com que se preocupar.
Mamãe falou e ele apenas sorriu sem graça.
— Tio Edward, vem brigar comigo — Embry falou com sua vozinha chamando pelo meu namorado falso. Ele sempre ficava encantado de conhecer alguém novo.
— Com licença, alguém me chama — se levantou e foi até o menino.
Sorri ao vê-lo fazendo cócegas nele e bagunçando seu cabelo. Ignorei meu útero se agitando.
Nós almoçamos e conversamos com todos. Edward parecia o namorado perfeito, fazendo amizades e usando seu charme com mamãe e titia, deixando elas caidinhas por ele, assim como fazia com metade do escritório. Até minhas primas tinham me parabenizado por ter arrumado um namorado tão bonito.
Será que eu era a única mulher imune aos seus encantos?
Eu nem queria imaginar a reação delas se descobrissem a verdade ou pior ainda quando contasse que tínhamos terminado.
— É hora de abrir os presentes, Bella — Emily trouxe junto com Claire as várias sacolas que eu tinha ganhado e colocaram na minha frente.
Leah se ajeitou animada, passando a mão em sua barriga de seis meses de gestação.
Eu comecei a abrir os presentes delas. Ganhei uma bolsa, perfume e blusa e gostei de todos.
Titia me deu um livro de como ser a esposa perfeita, que me fez revirar os olhos. Mamãe me deu uma bolsa linda de couro ecológico para eu usar no meu serviço, que eu amei.
Mas o que mais fiquei entusiasmada foi com o presente de papai.
— Ah papai linda, linda — gritei animada assim que vi o que tinha dentro da embalagem.
Eu pulei e o abracei.
— Juro que não entendo para quem essa menina puxou? — ouvi mamãe reclamar.
— O que é? — titia perguntou.
Eu sorri puxando da sacola meu presente.
— Uma blusa do melhor time da NFL — coloquei na frente do meu corpo.
O tamanho era perfeito.
Edward cuspiu se engasgando com a cerveja sem álcool que bebia.
— Melhor time? Tá de palhaçada né. — ele riu com escárnio.
Eu o encarei dura colocando a mão na cintura.
— E qual é melhor time para você?
— Nunca que é melhor do que o Giants, óbvio.
Eu revirei meus olhos.
Aí é claro tinha esquecido que ele era um garoto de Nova Iorque.
— Giants, sério? Se me lembro bem no último jogo, o Seahawks amassou vocês.
— Ih Edward nem começa, Charlie fez Bella amar esse time e vai defendê-lo até a morte — mamãe falou.
— Tudo bem, ela tinha que ter algum defeito — suspirou com um pesar exagerado.
Nós nos encaramos trocando farpas com os olhos, estava prestes a responder ele quando titia interrompeu:
— Falta o presente mais importante.
— Qual? — perguntei confusa, parando de encará-lo.
— O do seu namorado bobinha — ela riu.
Eu tossi e ri nervosa.
— Ah ele já deu, me levou para jantar no Amour e…
— Mentira! Sempre quis ir lá. Como é? — Leah assoviou.
— Ah… ér…
— Lá é super caro, mas dizem que tem os melhores pratos do Estado. — Claire concordou.
— Você está deixando a gente mal na fita cara — Jacob falou para Edward que riu.
— Ele me deu um jantar lá de presente.
Edward franziu o cenho.
— Até parece que ia dar só um jantar de presente para uma namorada, isso é o mínimo — ficou em pé e me surpreendeu ao puxar algo do bolso.
As mulheres suspiraram.
— Para você.
Eu peguei o saquinho de camurça surpresa e o abri.
Um colar caiu dali de dentro. Era simples de ouro com um pequeno coração que brilhava.
— Óh, isso é diamante? — titia perguntou.
— É claro que não — respondi no mesmo tempo que ele respondia‐: É.
Minha boca se abriu.
Eu engoli em seco. Aquilo tudo era encenação, eu tinha que me lembrar disso.
— Edward eu não posso aceitar — falei alarmada.
Ele riu e pegou o colar.
— Só o melhor para minha namorada — falou se aproximando de mim.
Eu puxei meu cabelo e ele colocou o colar atrás do meu pescoço. Seu rosto ficando bem próximo ao meu. Podia sentir o cheiro do seu perfume.
Ele terminou, mas não se mexeu. Ficamos nos encarando assim.
O que ele estava fazendo?
Por que tinha me dado aquilo?
Um barulho alto me assustou e o confete brilhoso voou por todo lado.
Meu pai apareceu colocando um bolo na minha frente.
Todos começaram a cantar parabéns.
Eu sorri um pouco envergonhada.
— Não esqueça de fazer o pedido antes de assoprar — mamãe falou como fazia quando eu era criança.
Eu fechei os olhos:
Que eu encontre aquilo que meu coração procura.
Assoprei as velas e a primeira pessoa que vi ao abrir foi Edward, ele sorria e batia palmas junto com minha família.
Mamãe me passou a faca e desviei o olhar dele cortando um pedaço.
— Para quem vai o primeiro pedaço? Decisão difícil — minha tia deu risinhos.
Eu virei para meus pais.
— Nem vem querida, há trinta anos ganhamos o primeiro pedaço, pode dar esse para seu namorado — mamãe falou e papai assentiu.
Eu dei um sorriso nervoso e me virei para Edward, sem dizer nada ofereci o pedaço do bolo para ele, que o pegou.
— Obrigado.
— Ah para com isso e beija logo a garota! — titia falou e meus olhos se arregalaram.
Minhas primas gritaram animadas e começou um coro de beija, beija, beija. Tio Henry se virou tampando a visão de papai, que sorria.
E agora? Era isso, todos iriam descobrir nossa mentira e…
A mão de Edward que não segurava o bolo me envolveu na cintura e me puxou para ele, minhas mãos pararam em seu peito forte e seus lábios cobriram os meus.
Ele beijou meu lábio inferior e depois o superior, eu fiquei imóvel sem conseguir esboçar nenhuma reação. Por que de repente tinha ficado tão quente?
Por que seus lábios eram tão macios? E por que eu queria que ele tivesse continuado?
Eu deveria estar louca, doidinha da cabeça. Talvez estivesse com um tumor no cérebro.
Ele me abraçou em seguida.
— Desculpa, se não fizesse isso todos iriam saber — sussurrou no meu ouvido.
Eu esperava que ele não escutasse a forma que meu coração batia no peito. Quase saindo por minha boca… boca que ele tinha beijado.
— Tá tudo bem — sussurrei forçando um sorriso..
Mas já não estava nada bem.
…
Depois que terminamos de comer o bolo, conversamos mais um pouco, mas logo começamos a nos despedir. Ainda teríamos uma viagem de três horas de carro.
Três horas presa com Edward Cullen. Meu arqui-inimigo, que tinha me beijado.
Por que não conseguia parar de pensar nisso?
Nos despedimos da minha família prometendo que voltaríamos logo.
Imaginei como seria quando eu contasse que eu tinha terminado meu namoro falso.
Edward ligou o carro e buzinou para meus pais que estavam na porta nos vendo parti.
Eu suspirei quando saímos da cidade.
Ele dirigiu em silêncio e eu também fiquei, sem saber o que falar, mas querendo falar algo.
Eu seria grata eternamente pelo dia de hoje.
Lembrei então do colar, peguei o saquinho que estava dentro da minha bolsa.
— Aqui — falei tirando o colar de meu pescoço e colocando de volta no saquinho. — Eu realmente espero que não tenha comprado isso para mim.
— É claro que não, Swan. Eu tinha em casa, queria tá preparado para qualquer possibilidade.
É claro. Por que eu tinha pensado o contrário?
— Bem, ele é lindo… é de alguma namorada?
Edward balançou a cabeça.
— Não, era da minha mãe na verdade. Eu fiquei com algumas joias dela.
— Ah — eu falei apenas.
Queria falar mais, queria saber mais sobre sua família. O que tinha acontecido com seus pais, quem o tinha criado, como foi ficar sozinho.
Mas não falei nada disso, apenas encarei a janela lá fora, observando o céu ficar escuro.
…
— Bem, então acho que é isso — nós paramos cada um em frente a sua porta.
— É — concordou.
— Obrigada por hoje Edward, de verdade.
— Ah não foi nada demais, eu me diverti com eles. Sua família é…
Eu gemi.
— Minha família é louca, fala sério.
— Bem, eu daria tudo para ter uma família louca assim, deveria agradecer por isso.
Senti-me envergonhada, lembrando que ele não tinha ninguém.
— Desculpa, eu…
— Relaxa. — sorriu. — Boa noite, Swan.
— Boa noite, Cullen.
Nós entramos e fechamos a porta.
Eu me encostei nela e suspirei.
Estava começando a achar que não foi o José que fez aqueles novos sentimentos nascerem em mim.
EDWARD CULLEN PDV
Eu toquei meus lábios assim que fechei a porta.
O que eu tinha feito?
Merda.
Eu tinha ido longe demais.
Eu tinha me deixado levar pelo o que eu queria, não podia deixar isso acontecer de novo.
Levei a mão a meu peito, sentindo meu coração batendo. Respirei fundo três vezes. Inspirei e expirei lentamente.
Lembrei da promessa que fiz a Charlie, que cuidaria de sua filha. Porém, era uma promessa vazia.
Por mais que quisesse, eu nunca poderia cumpri-la.
Iria manter Isabella Swan o mais longe possível de mim, assim como tinha mantido nos últimos anos.
Iria ignorá-la. Iria continuar fazendo ela me odiar.
Assim seria bem melhor para ela, porém não para mim.
Nota da autora:
Oii amores, aiin fiquei com o coração apertado com esse pdv do edward... já perceberam que ele esconde algo né? Querem descobrir logo? kkkk é claro que eu ia colocar um draminha né hahaha
O que acharam do capítulo? O Edward um namorado falso perfeito hein, e a Bella perdeu a oportunidade de aproveitar mais do beijo kkkkk
Como será que vai ser agora?
E ela falando que não casaria com ele nem bêbada em Las Vegas... será que isso vai acontecer? iriam gostar? hahah nada na fic é colocado por acaso se perceberem bem ;)
Amaaaando muito os comentários, espero que continue assim, os próximos capítulos acho que vão ser menor, ainda estou escrevendo eles, mas vou dar meu melhor sempre para vocês
proxima semana tem mais amores
beeijos
