Notas: [Lado B — When Boy Meets Boy, Matt Fishel].
Capítulo 2 — É uma coisa linda quando um garoto encontra um garoto
Draco dá mais um gole na cerveja quente, enquanto balança sua cabeça no ritmo da música pop. Pansy ri, roubando o copo de sua mão e dando um gole em sua cerveja também.
— Herdeiro, nossas festas são muito melhores que essa aqui.
— Não me chame assim. — revira os olhos pelo apelido que a amiga insiste em usar desde que descobriu que seu sobrenome é "Malfoy", o mesmo da faculdade, do condomínio fechado que vivem, do hotel 5 estrelas e de outros prédios comerciais da cidade. — Mas, sim, nossas festas são muito melhores.
— Devíamos dar as nossas boas-vindas aos novatos, o que acha?
— Acho uma ótima ideia, Pan. Vamos pensar em uma festa que vai fazer todo mundo esquecer essa daqui. — abre um sorriso malicioso, sendo correspondido por Pansy.
— Vou pegar mais cerveja, quer? — ela pergunta.
— Sim, por favor.
Ela se afasta, indo em direção à cozinha, onde estão as bebidas, e o garoto loiro observa o ambiente. A festa está morna, de fato, mas há rostos bonitos por ali. Ele adora as primeiras festas que acontecem no início do ano letivo, quando os novatos aparecem, porque a maioria deles não sabe quem ele é. Pelo menos até o primeiro mês passa despercebido, mas, eventualmente, todos acabam descobrindo seu parentesco com o dono da faculdade. E então as pessoas se aproximam com os mais diversos tipos de interesses possíveis, mas… nunca por ele. Nunca realmente por ele.
A chegada de Pansy o impede de entrar nos pensamentos mais profundos e tristes que rondam sua mente nos últimos anos, sorri para a amiga em agradecimento pela bebida que ela oferece e vira o copo em seus lábios, bebendo em poucos goles. Quando no copo sobra apenas uma gota do líquido, seus olhos pousam em um garoto, sentado em uma das cadeiras próximas à cozinha, formando uma espécie de balcão de bar, que o observa atentamente.
Seus olhos verdes são os olhos mais penetrantes que já havia visto em toda sua vida. E Draco gosta daquilo.
Abre um sorriso sugestivo para o garoto e ele faz o mesmo. Pansy não precisa ser avisada, apenas dá dois tapinhas no ombro de Draco e se afasta para conversar com um grupo de pessoas que fala alto. Ele nem consegue entender sobre o que falam, pois seu foco está sobre o garoto de cabelos desgrenhados e olhos intensos.
Caminha até ele e se senta no banco ao lado. Agora, de perto, Draco pode perceber que ele é o cara que qualquer um iria querer beijar. As sobrancelhas grossas são expressivas, os olhos são pequenos e brilhantes, e, pela primeira vez, a boca dele chama mais a atenção que seus olhos. É bem desenhada e completamente feita para ser beijada. É o que Draco quer fazer. Beijar aqueles lábios carnudos, morder e chupar. "Porra!", pensou, "Eu quero fazer muitas coisas deliciosas com sua boca.".
Assim que vira mais seu corpo em direção a ele, para cumprimentá-lo, seu pé chuta sem querer um skate que está escorado no banquinho em que ele está sentado, fazendo cair o objeto. Antes que Draco possa fazer uma pergunta óbvia, como: "é seu?", o moreno fala:
— É uma coisa linda quando um garoto encontra um garoto. — o som sugestivo faz Draco rir, balançando a cabeça.
— Sou Draco, e você?
— Me chamo Harry.
— Você é novato de qual curso?
— Tá muito na cara?
— Totalmente.
— Tsc. — estala a língua e ri baixo. — Sou do curso de direito. Já você é veterano, né?
— Ficou tão óbvio? — ri.
— Claro. Você tem um ar de alguém mais experiente, que já sabe exatamente o que quer. — E lá vem ele novamente com mais duplo sentido. Mas Draco está adorando aquela conversa. Acha o garoto divertido de conversar. Apesar de adorar sair com os calouros, tem que ser realista de que eles não sabem muito manter uma uconversa.
— E você está corretíssimo. — sorri torto. — Quando já tenho meu objetivo em mente, não há nada que me faça parar.
— Já achou seu objetivo da noite?
— Ah, com toda certeza. — sorri torto, o olhando, e Harry não perde o significado daquilo.
Se aproxima ainda mais do loiro para lhe dizer ao pé do ouvido: — O que acha de sairmos daqui?
Draco não perde tempo pensando e acata o pedido.
— Só preciso achar minha amiga para avisar a ela.
— Tudo bem. — Harry diz e se coloca de pé. Se curva para pegar o skate caído e o coloca debaixo do braço.
Harry e Draco andam pelo lugar abarrotado de gente, enquanto Draco procura a amiga, e Harry tenta ajudá-lo, mesmo que sua mente não tenha registrado a fisionomia da garota.
Draco a encontra em um canto, como se estivesse fugindo do lugar.
— Pansy! — coloca a mão no ombro dela, a fazendo virar para ele. — Eu te prometi que essa noite seria apenas nós dois, mas surgiu um imprevisto.
Pansy arqueia uma sobrancelha e segue o olhar dele, olhando Harry e entendo o que Draco quer dizer com "imprevisto".
— E qual o nome do imprevisto?
— Harry, ele é calouro de direito.
Pansy faz uma leve careta com a menção do curso e encara Draco.
— Eu sei, eu sei. Mas você não pode julgar alguém pelo curso… A garota não é da matemática? — Draco comenta sobre Hermione, a garota por quem Pansy tem uma queda enorme.
— Cala a boca! — bufa e ele ri. — Você é de química e quer julgar alguém da matemática?
— Química é muito melhor. — ele mostra a língua, tirando uma risada dela. — Você vai ficar bem? Qualquer coisa eu posso te deixar em casa. — oferece.
— Aceito a carona. Você me espera ir ao banheiro? Vai ser rápido.
— Claro, vou te esperar lá no carro com o Harry.
— Isso me parece uma péssima ideia.
— Por quê?
— Tenho certeza de que quando eu chegar, vocês estarão se agarrando pelados.
Draco ri e revira os olhos. "Provavelmente ela está certa", não deixa de pensar.
— Anda logo, Pan.
— Tá, tá. — ela diz e se afasta dele, andando apressadamente em direção às escadas, enquanto Draco volta para o lado de Harry.
— Ela só vai ao banheiro. Vou dar uma carona para ela e aí, sou todo seu.
— Ótimo. — Harry diz e se aproxima do loiro, dando um beijo na linha do maxilar dele, o fazendo fechar os olhos e suspirar.
— Por que ela está demorando tanto? — faz uma pergunta retórica, e os dois riem.
Logo a resposta vem, em forma de mensagem:
Cobrinha
draco
pode ir
vou ficar mais um pouco
22:32
Draco
tem ctz pan?
22:33
Cobrinha
absoluta
aproveite
22:33
Draco
ah mas eu vou msm
22:33
— Vamos? Minha amiga desistiu de ir conosco.
— Claro, vamos.
Draco lidera o caminho, abrindo espaço para Harry segui-lo entre os corpos dos jovens que dançam a música que ressoa pelo ambiente. Chegam ao carro de Draco em poucos minutos e, apesar do automóvel ser muito elogiado, Harry não faz nenhum comentário, o que deixa Draco pensativo sobre o motivo. Contudo, a certeza que ele tem sobre isso é que ele gosta.
— Bem, minha casa está inviável hoje. Podemos ir para a sua ou sugere outro lugar?
— Claro, vamos para a minha! Eu te guio o caminho.
Draco abre a porta para Harry, que guarda o skate no chão do carro e logo entra, colocando o cinto de segurança. Ele dá a volta e entra no carro, colocando o cinto e ligando o automóvel. Pelo horário, há poucos carros na via e, seguindo o que Harry indica, eles não demoram a chegar ao prédio do garoto, que comporta o que parecem ser algumas kitnets.
Ele estaciona a alguns prédios de distância, visto que a via é cheia de placas de "proibido estacionar" e assim sai do carro, Harry já está fora, com o skate na mão.
— Eu te ofereceria carona, mas acho que vou me desequilibrar. — Harry diz, indicando o skate na mão, e Draco ri.
— Pelo amor, vamos evitar uma queda. Eu acho que nunca andarei de skate na minha vida.
— Isso é um desafio?
— Não. Não mesmo.
— Ah, desculpe, agora esse vai ser meu novo objetivo.
— Não! — Draco o para e o puxa pelo colarinho da blusa, colando seus lábios em um beijo rápido e quente. — Você é o meu objetivo e eu sou o seu, sem interrupções no caminho.
— Hum… Pedindo assim… — Harry sorri de forma maliciosa e Draco ri.
— Agora vamos subir, por favor.
— Me siga.
O elevador do prédio está quebrado e, de acordo com Harry, é algo frequente. Eles usam as escadas e sobem 4 andares até chegarem à porta de Harry. Quando Draco entra na kitnet, pode ouvir o som de um trem se aproximando, um som tão alto que parece fazer o chão embaixo de seus pés tremer. Mas, no momento em que uma fotografia que está grudada na parede cai, ele entende que o chão realmente tremeu.
O lugar, apesar de bagunçado, é cheiroso e limpo. Há algumas roupas espalhadas pelo chão, assim como outros skates que fazem parte da decoração do ambiente, pelas cores e artes pintadas na prancha. Em uma sacola disposta na mesinha de centro da sala há latinhas de cervejas amassadas, e Draco se pergunta se ele faz algum tipo de reciclagem.
— Vem, vou te mostrar o quarto. — Harry diz a Draco, que o segue pelo corredor estreito.
O quarto de Harry tem as paredes cobertas por pôsteres de cantores de rock, em sua maioria, de artistas que fazem parte do "Clube dos 27 anos". Draco observa o quarto, a cama de meio casal ao centro, com duas mesas de cabeceira a cada lado da cama. A cor preta e vermelha reinam no ambiente.
— Você quer alguma coisa?
— Estou bem, obrigado.
— Ok, eu já venho. — Harry dá um sorriso de lado, fazendo a covinha aparecer e sai do quarto, entrando na porta ao lado.
Draco suspira e se senta sobre a cama, se perguntando o que diabos está fazendo na casa de um roqueiro emo. Ele balança a cabeça e passa as mãos pelos cabelos, desmanchando o topete. Quando seu olhar se levanta tem uma visão que faz seus olhos se arregalarem.
Harry, nu, encostado na porta do quarto dele.
Draco dá uma risada, surpreso.
— Eu não esperava por isso.
— É bom surpreender.
Draco sorri e se levanta, indo em direção a Harry. Ele aproxima seus rostos e roça seus lábios, mas não o beija.
— Você é interessante, diferente…
— Está me chamando de esquisito?
— Talvez, mas eu gosto.
Harry tenta beijá-lo, mas Draco se afasta só um pouco, o impedindo de beijá-lo, fazendo um som frustrado sair dos lábios pecaminosos.
— Não brinque com fogo se não gosta de ser queimado.
— Estou louco para que me queime.
Harry ataca os lábios de Draco, o beijando sem cuidado, machucando os lábios dele. Mas Draco não se importa e o beija com a mesma voracidade, sugando os lábios grossos, os engolindo, e depois chupando a língua quente.
Pelo quarto, apenas os sons molhados e os de suas respirações encurtadas são possíveis de se ouvir. Sons excitantes, que deixam os dois com ainda mais desejo.
Draco viaja as mãos pelo corpo de Harry, sentindo-o sob as palmas de suas mãos. Seu corpo é quente como o inferno e, assim como disse, está louco para ser queimado.
Harry não fica atrás e enfia os dedos no cabelo de Draco, puxando os fios sem muito cuidado, causando dor e prazer ao mesmo tempo. O corpo de Draco se arrepia e ele suspira pesadamente.
A mão de Draco finalmente alcança o pau de Harry, que está duro, quente e pulsa sob seu toque. Ele começa um movimento de vai e vem e engole os gemidos que saem do moreno com um beijo erótico, sugando a língua dele.
Harry se afasta de Draco e começa a despi-lo, mas sua boca não se afasta do corpo dele nem por um segundo, lambendo e chupando a pele alva, que fica rosada com o ataque de seus lábios. Com Draco finalmente nu, a mão de Harry alcança o pau dele e o masturba, colocando pressão sempre que se aproxima da ponta, deixando as pernas de Draco fracas.
O loiro o puxa para a cama e eles caem sobre ela de maneira desajeitada, mas logo seus lábios estão novamente unidos, enquanto um masturba o outro. Os toques firmes e certeiros os fazem gemer e tremer, enquanto buscam pelo domínio. Draco se afasta, puxando o ar com força para dentro de seus pulmões.
— Você tem lubrificante?
Harry abre a gaveta de uma das mesas de cabeceira e tira um lubrificante de lá, junto com um pacote de camisinhas. Ele toma o domínio na cama, empurrando Draco para se deitar com as costas no colchão.
A temperatura gelada do lubrificante contra seu ânus constrata com a temperatura fervente de sua pele; seu pau pulsa de desejo. Draco sente um dos dedos de Harry espalhando o gel contra si e sente quando ele penetra o dedo lentamente, o fazendo sentir cada centímetro.
Os olhos acinzentados encaram Harry por baixo dos cílios cerrados e ele geme tão logo que mais um dedo é introduzido, começando a investir contra ele. O líquido pré-gozo se espalha pela sua barriga e é difícil se segurar para não gemer alto.
Harry retira os dedos e pega uma das camisinhas, abrindo o pacote e colocando em si com destreza. Ele se ajeita sobre Draco e desliza a cabeça do pau na entrada do ânus dele, espalhando mais lubrificante. Ele olha para Draco, pedindo permissão com os olhos e Draco acena, deixando que o pau de Harry escorregue para dentro de si com facilidade.
Ambos gemem e Draco procura os lábios de Harry novamente, logo alcançando e o tomando em um beijo lento e devagar, diferente dos beijos que haviam trocado anteriormente. Harry investe contra Draco no mesmo ritmo do beijo. É delicioso e sensual mas também íntimo.
Aos poucos, Harry mete mais forte, ressoando os sons de suas carnes se chocando uma contra a outra; seus lábios nunca se desgrudam, mesmo que não estejam se beijando, continuam com os lábios grudados, respirando e gemendo contra a boca um do outro.
A mão de Harry alcança o pênis de Draco e volta a masturbá-lo, tomando cuidado em seguir o mesmo ritmo que investe contra ele. Os quadris de Harry movem de forma errática quando se aproxima do orgasmo, e Draco começa a se masturbar no momento em que Harry não consegue mais fazer nada além de estocar forte contra ele.
Gemendo juntos, eles alcançam o orgasmo. A porra de Draco sujando o abdômen de Harry e o dele, os deixando pintados pelo líquido esbranquiçado que indicava o prazer que haviam dado um para o outro. Com as respirações arfantes, eles se abraçam, o esperma espalhando ainda mais em seus abdômens, mas eles não se importam.
Aos poucos, os batimentos cardíacos se acalmam e Harry sai de dentro de Draco, tirando a camisinha e a jogando fora. Logo volta a puxar Draco para si em um abraço forte.
Draco sabe que é perigoso e que deve ir embora. Passar a noite com Harry não é uma escolha sábia. Suspira, sentindo o peito dele pressionado contra o seu, deitados juntos e entrelaçados na cama. É como o céu. E, por mais que devesse ir embora, porque estar na presença de Harry bagunça todos os seus sentidos, ele acaba com o próprio dilema e resolve ficar e passar a noite com ele. Seus braços, seu calor, sua respiração contra o pescoço de Draco, essas coisas são o que o faz ficar.
Ao menos é o que ele diz para si mesmo antes de fechar os olhos e cair no mundo dos sonhos.
Draco acorda antes de Harry com o som alto do trem; parece um terremoto. Eles já estão separados e ele não precisa se preocupar em incomodá-lo ou acordá-lo para se levantar. Provavelmente Harry já deve ter se acostumado com o barulho do trem, porque não moveu nem um milímetro na cama com o barulho. Ele se levanta e pega as roupas espalhadas no chão, se vestindo. Passa no banheiro antes de sair e usa o enxaguante bucal de Harry.
No caminho entre o banheiro e a porta, Draco encontra uma caneta e um bloco de post-it, o qual ele anota o número de telefone dele. Deixa o papel na cama e uma boa quantia em dinheiro para que Harry pudesse comprar um café da manhã decente, já que Draco não poderia ficar e comprar ele mesmo. Assim que sai do prédio em direção ao carro que deixou estacionado na noite anterior, pingos de chuva começam a cair sobre sua cabeça. Seu telefone toca no mesmo instante, um número desconhecido. Imaginando ser Harry, atende.
— O que diabos significa esse dinheiro aqui, Malfoy? — Harry cospe o sobrenome dele e Draco fica surpreso que o jovem saiba quem ele é.
— Espere, como você sabe?
— Que você é um Malfoy?
— Sim…
— Eu sou afilhado do Sirius, Sirius Black.
— Oh, você é o famoso Harry Potter?
— Sim, sou eu. Mas não mude de assunto, tem como me explicar esse dinheiro?
— É para o café da manhã… — responde com confusão.
— Volte imediatamente! Você foi embora e deixou dinheiro como se eu fosse um garoto de programa.
— Harry… — Draco dá um tapa em seu próprio rosto ao entender o que significou aquela atitude dele. — Sinto muito, realmente não foi a intenção.
— Então volte logo.
— Eu não posso, tenho uma reunião com a equipe de química.
— Por favor, Draco.
Draco sabe que está perdido, então, responde:
— Eu vou voltar, me dá um minuto, porque preciso fazer uma ligação.
— Ok.
Depois que a ligação se encerra, Draco liga para o número do professor responsável pela equipe e inventa uma desculpa, dizendo estar com um mal-estar.
Alguns minutos mais tarde, ele bate à porta de Harry, que não demora a atender.
— Está todo molhado. — Harry balança a cabeça.
— E com frio, adoraria que me esquentasse. — Diz, fazendo o sorriso bonito de Harry surgir.
Ele nunca vai conseguir tirar esse sorriso da cabeça.
Merda! Nunca vai conseguir tirar Harry da cabeça.
Notas finais: Drarry é um dos meus xodós, e eu não poderia ter escrito esta fanfic sem me aprofundar nesses dois. A música "When boy meets boy" (Matt Fishel) me chamou desde a primeira vez por ser divertida e engraçada, adorei tê-la como inspiração para este capítulo.
Acho que uma coisa que preciso comentar é que escrever esta fanfiction foi particularmente difícil, principalmente pelas coisas que estava vivendo em minha vida: minha avó doente, meus gatos doentes, minha mãe que se machucou, além de outras coisas como trabalho e estudos.
Eu estou grata por ter conseguido finalizar esta história, mesmo com todas essas adversidades, e sei que fiz o meu melhor diante das circunstâncias.
Agradeço ao NEPF por promover debates tão interessantes acerca de um tipo de literatura que ainda é, infelizmente, mal vista por muitos. Agradeço pelo pareamento com a beta desta história, Maria Clara, que esteve ao meu lado e me apoiou; obrigada pela betagem! Assim como o pareamento com a Aura, criadora da fanart, obrigada pelo seu trabalho!
No mais, espero que tenham gostado e vejo vocês nos comentários.
