No outro dia
Draco dormiu mal, em sua mente a conversa que teve com a diretora da clínica. Ele não pôde perguntar tudo o que ele queria, mas pelo pouco que perguntou, Draco percebeu que a amiga do Hagrid é uma pessoa com várias posses e nenhum entendimento do que isso significa. Ou seja, uma vítima perfeita.
Ele não sabe direito o que fazer, a sua experiência lhe diz que ele precisa ter mais provas antes de tomar qualquer atitude. Talvez pessoas inocentes estejam correndo perigo e, verdade seja dita, nada garante que Hagrid também não esteja mesmo que ele tenha uma família para zelar por ele.
Ele sabe que deve conversar com Hermione, ele sabe que ela não o perdoaria se souber que ele descobriu alguma coisa e a deixou no escuro. Draco sabe que isso a deixaria bem magoada, até porque foi ela que descobriu algo errado, mas ele quer ter mais alguma coisa antes de falar com ela e para isso seu detetive precisa ser chamado novamente...
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Um pouco mais tarde
Hermione espera ser atendida. Diferente das outras vezes, ela foi deixada na sala de espera e até agora ninguém veio recebê-la. Isso não a preocuparia se não fosse as suas últimas descobertas, isso sem falar no fato de que ela está na clínica em que seu tio avô mora.
Neste momento, um homem de tamanho descomunal entra e se senta a seu lado, a sua fisionomia mostra que ele chorou recentemente. Hermione não sabe se tem permissão para falar com ele, mas o semblante do homem parece tão triste que ela não resiste. Eu não estou fazendo uma entrevista. Ela diz para si mesma. Só estou tentando ajudar alguém, é o seu pensamento antes que ela pergunte:
- Está tudo bem?
O homem olha para ela com um brilho momentâneo no olhar – a senhora é médica? – ele pergunta
- Não sou médica, desculpe – ela diz mortificada ao ver o brilho se apagar no olhar do desconhecido – eu só estou esperando a senhorita Sprout.
Antes que o homem possa dizer alguma coisa, uma mulher com aspecto infantil devido às roupas cor de rosa se aproxima – você sabe que não deveria estar aqui, por que você não vai para a sala comunitária? Daqui a pouco vai começar seu programa favorito, hoje eles vão falar sobre os cachorros mais amigáveis.
- Eu não posso sair – o homem diz – eu preciso ter notícias da madame Maxime, os cachorros vão ter que esperar.
- Vamos fazer o seguinte – ela diz de forma calma – você vai para a sala comunitária e tenta se distrair um pouco. Eu vou buscar notícias e assim que souber alguma coisa, eu te procuro.
- A senhorita promete? – ele diz meio incerto
- Eu prometo – a mulher sorri enquanto o homem sai meio ressabiado
- Eu creio que não conheço a senhorita – a mulher se dirige a Hermione – permita-me que eu me apresente – ela estende a mão – Dolores Umbridge, assistente social
- Hermione Granger – ela diz apertando a mão da mulher a sua frente – eu sou jornalista e estou fazendo uma série de reportagens sobre casas de repouso.
- Ah sim, fiquei sabendo, madame Pomfrey falou comigo – ela vê que Hermione não está entendendo – eu presto assistência na clínica que ela dirige também. A propósito, sinto muito pela sua avó, ela era uma mulher incrível.
- Sim, ela era – Hermione concorda.
- Madame Pomfrey disse que a senhorita gostaria de conversar comigo, mas infelizmente terá que ser em outra ocasião – a assistente fala – eu preciso ter notícias de uma paciente enferma e acalmar um coração preocupado (ela suspira) ou quem sabe acalantar um sofrimento, espero que não seja o caso.
- Tudo bem e se a senhorita puder me fazer um favor, diga a senhora Sprout que eu estive aqui – Hermione diz – eu voltarei outro dia
- Farei isso – a mulher diz enquanto se retira. Hermione se prepara para sair, mas seu instinto jornalístico diz que talvez ela possa pegar uma coisinha aqui e ali...
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Mais tarde
Draco larga-se em sua poltrona, o dia foi bem atribulado e ele pode dizer que o deixou com muitas coisas na cabeça.
Ele se pega pensando na mulher enferma e no entusiasmo que Hagrid estava quando o apresentou. Claro que para Draco, o grandão ter uma namorada era algo que ele nunca teria imaginado, mas a felicidade dele era evidente assim como a possibilidade de começar uma nova vida ao lado da mulher, entusiasmo esse que não havia no pouco tempo em que eles conversaram hoje, o loiro pensa lembrando-se da breve conversa que tiveram algumas horas atrás...
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Algumas horas atrás
Draco vê a mulher na sua frente se retirar. Ele não pode negar que está cismado e que vai fazer alguma coisa para saber melhor a respeito desta história, mas neste momento ele precisa procurar Hagrid. Pelo que ele conhece, o homem deve estar inconsolável.
Depois de procurar pelos lugares mais movimentados, o loiro encontra Hagrid num canto isolado do jardim. Dá pra ver pelos seus olhos inchados que ele chorou muito.
- Ei – Draco o cumprimenta – parece que tem alguma coisa te chateando, gostaria de conversar sobre isso?
- Eu não posso conversar agora – Hadrid diz assoberbado – eu tenho que voltar pra madame Maxime (ele suspira) eu queria ficar, mas eles disseram que eu não podia. Eu não posso deixar ela sozinha, ela gosta quando eu estou lá.
- Eu fiquei sabendo que ela está doente. Você sabe o que aconteceu? Ela já estava se sentindo mal?
- Não, ela estava bem. Quer dizer eu acho que ela estava – ele diz lutado para que as lágrimas não aflorem. Eu... Eu devia ter prestado atenção – ele gagueja
- Não, Hagrid, nada é culpa sua – Draco diz rapidamente – ela só ficou doente, mas os médicos estão cuidando dela (ele respira fundo) nós vamos tentar levá-la para um hospital, ela vai ser melhor tratada.
- Ela vai ficar sozinha – Hagrid diz – ela não quer ficar sozinha. Ela me disse que não queria e eu disse que ela não ficaria sozinha.
- Grandão – Draco diz carinhosamente ao homem que ele aprendeu a respeitar e amar – eu sei que você quer ficar com ela, mas agora ela precisa de cuidados que as pessoas daqui não podem dar. Eu vou fazer tudo que puder para que ela fique bem, eu prometo.
- Você promete? – Ele diz como se uma tabua de salvação chegasse a um náufrago – você promete que ela vai ficar bem?
Draco respira fundo. Ele sabe que vai partir o coração do homem a sua frente, mas ele nunca mentiu para Hagrid e não vai ser agora que vai começar – eu não posso prometer que ela vai ficar bem, Hagrid. Você sabe disso, mas eu posso prometer que vamos fazer de tudo para que isso aconteça.
Hagrid olha para ele com confiança e neste momento Draco não pode pensar em solucionar nem um tipo de mistério, só o que ele quer é tirar a angústia do coração do homem a sua frente – ela vai ser transferida para um hospital em breve, você gostaria de ficar com ela enquanto isso? – ele vê o homem assentir com a cabeça – então vamos lá, grandão. Eu vou com você...
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De volta ao momento atual
Então Draco usou toda a sua influência para garantir à namorada do Hagrid o melhor tratamento possível, ele também chamou o seu homem de confiança para ter mais informações sobre a grande mulher e ficou sabendo que ela possuía um patrimônio considerável e embora não fosse completamente dependente de outras pessoas, ela precisava de ajuda constante com algumas coisas práticas da vida.
Seu homem também disse que não conseguiu descobrir ainda se ela tem algum tipo de testamento, mas ele vai investigar melhor. Provavelmente o parente que lhe deixou a herança deve ter deixado alguma instrução a este respeito por motivos óbvios.
Assim que ele tiver essa informação, Draco pretende conversar com Hermione. No entanto uma ligação o faz pensar que talvez ele encontre Hermione mais cedo do que gostaria, ele pensa enquanto suspira e se retira...
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Quase ao mesmo tempo
Hermione tenta analisar o que aconteceu algumas horas atrás. Ela não ficou sabendo de muita coisa, mas pelo desespero do homem que ela encontrou não foi difícil adivinhar que há alguém bem doente na clínica onde seu tio avô está.
Ela não pôde perguntar muito, não seria de bom tom antes de conversar com a responsável pela clínica, mas ao menos ela conheceu a assistente social. Quem sabe a mulher não lhe dê alguma informação importante quando for entrevistada.
Hermione sabe que se as suas suspeitas estiverem corretas, o que ela tem quase certeza que é verdade, alguém de dentro das clínicas pode estar ligado, ou talvez mais de uma pessoa. Ela sabe que deve ter cuidado e não confiar em absolutamente ninguém
Ela começa a pensar em uma forma de agir sem que denuncie a sua preocupação. No entanto, isso vai ter que ficar pra depois, como mostra uma mensagem no seu celular...
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Pouco depois
Draco entra assoberbado na escola ainda pensando porque ele foi chamado e não a sua irmã que sempre está a postos pra essas coisas. Ele só pode pensar que algo grave aconteceu. Que não seja outra briga. Ele pensa. Ou melhor, que seja outra briga se a alternativa for o Nick se ferindo de alguma forma.
Ele nem tem tempo para se sentar quando ele vê Hermione chegar assoberbada. Se ela realmente parece preocupada é porque alguma coisa aconteceu, ele pensa.
- Você também foi chamada – ele pergunta e vê a morena assentir com a cabeça – te adiantaram alguma coisa?
- Não – ela suspira desanimada – eu juro que se ela fez alguma coisa vai ficar o resto do ano de castigo! Eu sinceramente não sei como a mãe do Rony teve sete filhos, eu só tenho a Julie e ela já me dá uma canseira danada!
- O Nick costumava sem bem dócil – ele diz e logo se arrepende – desculpe eu não quis insinuar...
- Sim, você quis – Hermione diz, mas ao contrário do que Draco pensou, ela não parece chateada – eu conheço o furacão que eu tenho em casa e que me chama de mamãe. Ela puxou à família do Rony, ela tem tios gêmeos que a fariam parecer uma fadinha
- Deve ser legal ter um irmão – ele diz pensativo – acho que o Nick sente falta disso talvez por isso ele tenha se apegado tanto a sua filha, não temos nenhuma criança na família.
- Eu também sou filha única assim como meus pais – ela diz – por sorte a Julie tem vários primos pelo lado do Rony e agora o Nick – ela para pensativa – só espero que ela não apronte nada que vá colocá-lo em uma encrenca
Mas a feição da diretora da escola mostra que é exatamente o que vai acontecer...
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Um pouco antes na mesma escola
- Você tem certeza que vai dar certo, Julie? – Nick pergunta receoso, ele nunca fez algo nem remotamente parecido na vida.
- Certeza eu não tenho – a menina fala – mas eu ouvi meu primo comentando que meus tios fizeram uma coisa parecida quando eram crianças, então acho que não custa tentar
- E funcionou? – ele pergunta curioso
- Isso eu não sei – a menina diz e vê que o amigo suspira desanimado – a gente só vai saber se tentar
- Você sabe que a gente pode se encrencar muito, não sabe? – ele diz – a gente pode ficar de castigo. E se meu pai ou a sua mãe não deixar mais a gente andar junto?
- Nick – a menina diz – por favor, se acalme não vai acontecer nada de ruim – ela o encara e segura a sua mão – e se der errado a gente cumpre o castigo e pronto – ela baixa os olhos – agora se você não quiser tudo bem, a gente pensa em outra coisa
- Não! – ele diz se sentindo culpado por ter deixado a amiga triste – eu só fiquei com um pouco de medo, mas você promete que se a gente ficar de castigo, a gente vai continuar amigo quando o castigo terminar?
- Amigo não – ela diz e sorri – irmãos, esqueceu?
- Isso mesmo – ele também sorri – irmãos...
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De volta ao momento atual
- Eles... O que? – Draco praticamente grita, nunca em sua vida ele pensou que seu filho teria uma ideia como essa. Ele olha para Hermione que parece calma demais para alguém que recebeu uma notícia como essa – por que você parece tão calma? – ele questiona – a sua filha já fez isso antes?
- Não – ela diz rapidamente, então ela para um pouco – pelo menos não que alguém saiba – ela suspira – mas eu lembro da minha sogra contar que os gêmeos, tios da Julie, fizeram com sucesso. Eles até venderam alguns para seus colegas de classe – ela respira fundo algumas vezes para se acalmar – eu juro que vou deixar essa menina de castigo até o colegial – ela para e olha para o loiro – não ria Draco, não é engraçado!
- Concordo que não é engraçado – a diretora diz e ambos a encaram meio desconcertados, eles haviam esquecido completamente da presença dela.
- Desculpe – o loiro consegue balbuciar – é claro que eles vão ser corrigidos, mas a senhora tem que admitir que eles foram bem engenhosos.
- Eu preferiria que eles usassem essa engenhosidade para outros fins – a diretora diz – eu vou buscá-los agora e espero um comportamento adequado da parte dos senhores.
- Draco Malfoy! – Hermione diz amuada – você me fez tomar uma bronca da diretora! Você sabe qual foi a última vez que isso aconteceu?
- Você deve ter sido certinha demais para isso – ele diz – ou não?
- Pergunte ao Rony ou ao meu amigo Harry – Hermione fala – eles sempre me colocavam em problemas.
- Pode apostar que eu perguntarei – ele diz com um sorriso que lembrava muito um gato que acabou de comer um canário – ele deve ter umas histórias interessantes pra contar.
- Acho que eu não deveria ter dito isso – Hermione diz e observa que Draco fica meio pálido por um momento, mas isso vai ter que ficar para depois, as crianças estão chegando...
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Um pouco antes
Julie e Nick estão na sala da diretora, não é preciso dizer que o plano não deu certo. O garotinho está apavorado, isso nunca aconteceu com ele antes, nem remotamente ele tentou alguma coisa assim e ele não tem ideia de como o seu pai vai agir. Ele sabe que seu pai nunca o machucaria, mas isso não quer dizer que ele não vai ficar muito bravo.
Julie por sua vez também está atemorizada, mas não com o castigo que ela fatalmente enfrentará. O seu medo é que Nick não queira mais ser seu amigo.
A menina quer falar com, ele pedir desculpas. Mas ela não tem coragem, Julie teme que ele diga que não a perdoa e que não quer vê-la nunca mais.
Ela olha para o amiguinho que tem os olhos baixos sem encará-la. Julie respira fundo e prepara-se para pedir desculpas, ela está disposta a implorar se for necessário. No entanto, isso vai ter que ficar para depois, neste momento a diretora chega dizendo que seus responsáveis estão à espera...
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Na sala da diretora
As crianças entram e Hermione respira fundo. Tudo bem que ela se meteu em algumas encrencas com Harry e Rony, mas, diabos, ela era não era tão nova assim! E depois, a sua filha adora a escola, por que então ela iria inventar uma doença para sair mais cedo? Principalmente usando maquiagem para parecer manchas contagiosas?
- Aqui estão os dois mocinhos – a diretora diz – o que eles fizeram é passível de suspensão. Mas como eles queriam ficar fora da escola, penso que isso não seria um castigo pra eles. Então eu conto com os pais para corrigir essa falha.
- Pode deixar – Hermione diz – eles serão corrigidos e não farão mais coisa alguma desse tipo, eu garanto – ela diz encarando a filha que já conhece a mãe bem o suficiente para saber que o que ela deve fazer é concordar.
- Sim, senhora Smith – ela diz – a gente sente muito e não vamos fazer de novo.
- Por que, Julie? – Hermione diz – eu sei que você adora a escola. Por que vocês queriam matar aula?
- A gente não queria, mãe – a menina esclarece – o Nick principalmente, eu o convenci (ela respira fundo) os primos disseram que o tio Fred e o tio George faziam isso direto e, bem, eu quis tentar pra ver se dava certo – ela abaixa os olhos – mas não deu...
- Só pra você saber – Hermione diz – não foi maquiagem comum que eles usaram e não pergunte porque eu não vou contar.
- Mas a gente ao menos chegou perto? – a menina diz e se encolhe perante o olhar da mãe – tá, parei. Mãe... (ela fala) você sabe que eu gosto da escola, gosto mesmo. Mas eu fiquei curiosa pra ver se dava certo (ela baixa os olhos) eu estou de castigo?
Hermione respira fundo. Por um lado, ela entende a filha, a menina herdou a sua curiosidade. É claro que ela não chegaria a tanto, pelo menos não sem a influência do Harry e do Rony, mas ela pode entender a vontade de saber se algo daria certo ou não. Ela olha para Draco pedindo mentalmente que ele não caia na risada, mas ela só consegue focar no garotinho que parece verdadeiramente apavorado.
- Hei – ela diz se abaixando para ficar da altura do menino – eu sei que isso foi ideia da Julie, mas você tem que saber que não é obrigado a aceitar tudo que ela fala.
- Mas eu também fiquei curioso! – o menino diz. Mesmo que ele tenha sido convencido, de jeito nenhum ele vai deixar a sua amiguinha levar toda a culpa, até porque ele pode estar enganado, mas seu pai não parece tão bravo assim – eu achei que ia ser legal se desse certo. Mas eu também gosto da escola, no início não era assim tão legal, mas depois que a Julie virou minha amiga ficou. Vocês não vão proibir a gente de andar junto, vão? – ele diz com a voz tremulante
- Claro que não, Nick, que ideia! – Draco logo fala, nunca em sua mente passaria a ideia de proibir seu filho de conviver com a sua melhor amiga. O menino está muito mais comunicativo depois que eles se conheceram e Draco nunca tiraria isso dele – mas você sabe que errou e deve ser corrigido.
- A gente sabe – quem fala agora é Julie – e eu acho que a gente deve sair daqui e ir para algum outro lugar e aí vocês podem discutir o nosso castigo.
Hermione olha para a filha que é a própria personificação da inocência. Ela não sabe o que, mas a morena tem certeza que a menina está aprontando alguma coisa e levando o garotinho com ele, mas antes que ela fale alguma coisa Draco se pronuncia
- A menina tem razão, Granger – ele diz e o seu olhar parece preocupado – a gente realmente precisa conversar – ele completa e Hermione percebe que a última coisa que ele quer é falar sobre o castigo das crianças...
NOTA DA AUTORA
Mais um capítulo pra vocês e pra variar eu já chego me desculpando pela demora, é uma mistura de falta de tempo e desânimo pela falta de comentários. Mas não se preocupem que eu não vou deixar a fic sem conclusão
Obrigada a todos que estão lendo e um agradecimento especial para a Lis Martin que deixou um comentário. Eu não tive como responder porque ela não estava habilitada para mensagens mas se você estiver por aqui, saiba que me deixou muito feliz.
Espero que tenham gostado, bjos e até o próximo
