Era o primeiro dia de Miller na base do esquadrão. Como um pesquisador novato, ele sabia muito bem como era importante ter sido aceito no cargo da equipe. Apenas com seus 21 anos, magrelo, esguio e a cara que entregava que ele era o mais nerd de qualquer faculdade do estado, tinha o grande objetivo, fazendo parte de um pequeno grupo de cientistas, de entender como era possível parar com a infestação no país.
— Os dados mostram que essa pandemia pode sofrer uma mutação muito rápida daqui a uma semana e se espalhar ainda mais rápido. O risco de chegar ao resto do mundo é muito grande, já que não controlamos todas as formas de exportação e viagens.
Casper, o chefe dos cientistas e líder da pesquisa, apontava para um quadro com os dados coletados do vírus que estava se espalhando pelas cidades e transformando as pessoas em androides ômnicos. As taxas eram devastadoras, mostrando as áreas crescendo gradualmente e os números de infectados aumentando.
— A grande questão que temos que resolver é como conter a proliferação do vírus e como curar os indivíduos. Ainda não temos todos os sintomas, mas relatos e estudos apontam que os infectados ficam violentos e partes robóticas crescem no corpo ao passar do tempo, transformando-os aos poucos em ôminicos.
As imagens e vídeos passavam nos quadros holográficos ao redor da sala.
— A doutora Mercy, a nossa chefe do departamento de medicina e pesquisa, precisa trocar uma palavrinha com vocês. Lembrem-se, pessoal, o caso é extremamente sério e vocês são os melhores cientistas da Overwatch agora. Temos que resolver isso o mais rápido possível antes que todo o mundo entre em caos.
Os ossos de Miller fraquejaram, sentiu um calafrio da morte que arrepiou os pelos do braço. Já sabia que iria cuidar desse caso, afinal foi contratado para isso, mas não tinha tanta noção de que era tão extremo assim, a mídia estava abafando demais o caso.
Enquanto mergulhava em seus pensamentos nauseantes, a porta da sala de reunião se abriu e uma loira de olhos bem azuis e com trajes que acentuavam bastante suas curvas entrou na sala. O detalhe da sua roupa chamava a atenção dentre todas as pessoas naquela sala com uniformes tão comuns de cientistas. Além de tudo, o traje tinha asas que ofuscavam uma luz fraca, era de fato um anjo.
Seus olhos de diamante azulados estavam sérios com um tom triste. Era muito visível, sua expressão atrás da máscara com certeza não era das melhores.
— Bom dia, pessoal. Bem-vindos à equipe Ômega de pesquisa. — ela retirou a máscara e a face séria revelada deixara Miller congelado. Ele não conseguia raciocinar direito mais nada, mas a voz melódica da doutora Mercy o fez acordar. — Quero uma atenção rigorosa de todos sobre este caso. Esses foram os dados mais recentes feitos pelos cientistas sêniors que estão trabalhando agora mesmo nas diversas amostras que conseguimos do vírus 6OP9.
Miller ficara hipnotizado com o jeito dela falar de uma forma tão inteligente e oferecer as informações necessárias de como todos ali seguiriam a linha de pesquisa e dados.
— Por fim, tememos que o vírus vá sofrer algumas mutações drásticas em algumas horas e vai ser cada vez mais difícil mapear tudo. Portanto, ao trabalho!
Todos se levantaram às pressas, você não sabia muito para onde ir agora, alguns ali precisavam de instruções mais distintas.
— Ok, acredito que os que sobraram venham comigo para a ala de inspeção e teste de amostras. Venham que irei mostrar a vocês.
Mercy tinha uma postura impecável, ela falava em um tom sério e respeitoso, ao mesmo tempo, imponente, e se portava com o nariz para cima, mostrando uma grandeza que poucos podiam ter.
Miller e outros cinco cientistas seguiam-na através dos corredores, onde sempre havia alguém com muita pressa e cheios de papéis nas mãos.
— Não percam tempo cumprimentando ninguém, entenderam? Saiam do caminho caso não tenham nada importante em mãos e sigam com pressa até a sala de que necessitam.
Alguns corredores depois, eles se encontraram em uma ala com salas separadas por vidros fumê.
— Cada sala tem uma dezena de amostras para serem testadas e estudadas da melhor forma possível. Comparem-nas e façam relatórios para melhorar nosso rastreamento. Acredito que algum de vocês seja o novato recém-chegado.
Miller logo levanta a mão, se denunciando.
— Ótimo, você vem comigo até aquela sala, vou ensinar a você os procedimentos para conseguir lidar com tudo sozinho.
Miller só podia aceitar, mas logo sua barriga revirou só de pensar em ficar em uma sala sozinho com ela. Loucura da cabeça ou carência de quem passava horas batendo punheta enquanto estudava. Talvez os dois.
Miller seguiu Mercy até a sala de esterilização, onde ambos se prepararam para entrar no ambiente controlado. As portas de metal se fecharam atrás deles, isolando-os do restante do laboratório. Mercy apertou um botão na parede, e um jato suave de ar os envolveu, eliminando qualquer contaminação potencial. Enquanto isso, Miller tentava manter a compostura, mas perdeu o ar no mesmo instante que notou quão reveladora era a roupa da Dra. Mercy à medida que ela retirava os equipamentos táticos que cobriam tudo.
A roupa justa acentuava suas curvas de uma maneira que ele não esperava. Ela parecia tão serena e focada, completamente alheia ao impacto que causava em Miller. A voz dela, sempre calma e profissional, agora era um desafio adicional para ele se concentrar nas instruções que ela estava prestes a dar.
Mercy se virou para ele, segurando um tablet que exibia dados complexos. A doutora colocou os óculos que estavam pendurados em seu decote e ao passarem para a ala das amostras ela se sentou em uma cadeira e entregou o tablet para o rapaz. Ela começou a explicar alguns conceitos básicos, mas Miller mal conseguia se concentrar nas palavras. Ele sabia que precisava prestar atenção, mas sua mente estava em outro lugar.
— Preste bastante atenção nesses valores, Miller — ela disse, mantendo o tom sério. — Qualquer variação aqui pode indicar uma mutação inesperada no vírus, e precisamos estar prontos para reagir. Vou te mostrar como calibrar os instrumentos para garantir a precisão máxima.
Ela se aproximou dele, talvez sem perceber o efeito que causava. O calor de sua presença era palpável, e Miller sentiu um arrepio subir pela espinha. Ele se inclinou para ver a tela, mas a proximidade deles tornava difícil ignorar o perfume suave e envolvente dela.
Mercy continuou falando, explicando os procedimentos com clareza e precisão, mas Miller sentia seu foco começar a vacilar. Seus olhos, involuntariamente, desceram pelo corpo dela, traçando as linhas da roupa que exageradamente eram curtas demais. Era impossível não cogitar se o departamento tinha roupas com um número maior para aquelas pernas e aquele busto. A visão de Miller tonteava a cada vez que pousava seu olhar nas curvas que aqueles peitos enormes faziam para dentro da blusa de botão, forçando tão sutilmente o próximo a abrir.
Mercy então parou, esperando uma resposta dele. Miller piscou, tentando se concentrar de novo.
— Entendeu tudo até aqui? — ela perguntou, os olhos azuis observando-o com uma intensidade que fazia seu coração acelerar ainda mais.
— Perfeitamente, chefe! — ele tentou soar o mais firme possível na sua voz.
— Pode me chamar de Mercy. — O sorriso simpático de canto de boca que a loira mostrou foi desnorteante para Miller, que quase deixou escapar um suspiro admirado.
Mercy deu passos firmes até o gaveteiro de amostras, dezenas de frascos de vidro espalhados e numerados por vitrines giratórias numa câmara fria.
— Iremos testar um de cada vez, eu irei mostrar a você como fazer os testes e você repete eles, certo? Após isso, preenchemos o relatório juntos.
A doutora pegou dois frascos e sentou-se à mesa de testes que continha microscópios e outros equipamentos. Miller logo se sentara do outro lado para observar e tomar nota de tudo. Porém, Miller não contava que naquela posição ele teria uma visão tão perfeita do decote da Mercy que notaria que ela usava um sutiã minúsculo. Seus peitos quase saltando da blusa fizeram o membro do rapaz pulsar constantemente. Pressionando os dedos dos pés, ele tentava se concentrar para não permitir que seu pau ficasse aparente no seu uniforme. Enquanto isso, ele tentava se concentrar nas instruções da voz melódica da Mercy, que só piorava a situação do tesão.
As mãos delicadas de Mercy manipulavam os frascos e antídotos enquanto ela explicava a importância do uso de cada um conforme os estudos feitos anteriormente.
Ao pingar uma solução na amostra que estava na bancada, Mercy deu um salto de susto que fizeram seus peitos quicarem. Miller acordou do transe e notou que a amostra havia reagido de uma forma muito esquisita, parecia viva, ela remexia no vidro e soltava espasmos como se estivesse tentando se libertar de algo.
— O-O que é isso? Funcionou?! — Miller se levantou observando aquela gosma escura se mover, na esperança de que o mistério havia sido resolvido, mas não era bem assim.
A gosma saltou em um milissegundo para o braço da Mercy, que não teve tempo de reagir. Ela soltou um gemido desesperado e tentou puxar a gosma para longe, mas foi em vão, a gosma invadiu os poros de sua pele e correu por suas veias de forma muito rápida. Dava para ver como marcava seu braço.
Miller sentiu um nervosismo enorme, Mercy estava confusa e sua expressão misturava desespero e angústia. Toda situação deixou o rapaz ofegante e ele foi até Mercy segurando seus braços.
— Calma, doutora! Vamos para a área hospitalar.
— Ai… Ai… — ela gemia de dor agarrando o próprio braço e se contorceu inclinando o corpo para baixo. — Dói muito! Ai….
Miller tentou puxá-la dali, mas Mercy caiu subitamente no chão.
— Mercy! — se jogando sobre a loira, Miller segurou seus braços para tentar levantá-la, mas não tinha tanta força assim.
— E-Espere… — a respiração de Mercy começou a ficar controlada. — Eu… Eu não posso parar a pesquisa, muitas pessoas dependem de mim.
Com a ajuda de Miller, Mercy levantou. O rapaz só não esperava que ela cambaleasse a ponto de quase cair por cima dele e ele ter que agarrar ela pelos peitos, suas mãos se encheram com aqueles seios fartos.
— Oh… — ela gemeu sentindo os peitos sensíveis e se segurou na parede para manter a postura. — Desculpe, Miller. Eu…
Subitamente a mulher perdeu totalmente a voz e mordeu o lábio. Miller notou que as coxas dela se esfregavam constantemente e ela revirava os olhos.
— V-Você está bem?
Mercy olhou novamente para o rapaz com seus olhos azuis, mas dessa vez seus olhos mostravam desejo. Em um piscar de pálpebras, os olhos dela mudaram de um azul maravilhoso para um rosa arroxeado. Ela avançou contra o garoto agarrando-lhe os ombros.
Miller estava paralisado, sem saber o que fazer. Os olhos de Mercy, agora com aquele brilho incomum, o encaravam com uma intensidade que ele nunca tinha visto antes. Ele podia sentir as unhas dela cravando levemente em seus ombros, e a proximidade entre os dois tornou o ar ao redor denso e carregado.
— Mercy… — ele sussurrou, tentando encontrar algum sinal da doutora que conhecia, mas a expressão dela era completamente diferente, quase predatória.
Ela inclinou a cabeça para o lado, os olhos percorrendo o rosto dele com uma mistura de curiosidade e desejo. Miller tentou recuar, mas sentiu as costas pressionadas contra a parede fria da sala. Mercy estava tão próxima que ele podia sentir a respiração dela contra sua pele.
— O que está acontecendo com você? — ele perguntou, a voz cheia de incerteza e preocupação. Estava na expectativa cruel de ser massacrado por vários golpes fortes e mortais.
Mercy não respondeu. Em vez disso, ela deslizou uma das mãos pelo peito de Miller, traçando linhas suaves, mas firmes, enquanto seus olhos não se desviavam dos dele. O toque dela era quente, quase febril, e Miller podia sentir seu corpo reagindo apesar de toda a confusão que sentia.
— Você precisa de ajuda… — ele tentou insistir, mas sua voz soou fraca, ele levou as mãos aos pulsos dela, mas ele estava trêmulo, sem forças.
Os lábios de Mercy se curvaram em um sorriso enigmático, enquanto ela aproximava o rosto ainda mais. Miller sentiu uma mistura de medo e uma curiosidade incontrolável, uma parte dele ainda lutando para manter o controle da situação, enquanto outra parte estava atraída pelo magnetismo estranho e intenso que emanava de Mercy.
Então, como se algo dentro dela lutasse para emergir, os olhos de Mercy tremeram por um instante, e sua expressão pareceu suavizar. Ela piscou e o brilho violeta em seus olhos enfraqueceu brevemente, dando lugar ao azul cristalino de antes.
— Miller… — ela murmurou, a voz carregada de esforço, como se estivesse lutando contra algo interno. — Eu… Eu não sei o que está acontecendo… Eu…
Miller viu uma abertura e, com o coração batendo acelerado, colocou as mãos na cintura de Mercy, agitando levemente seu corpo, tentando guiá-la de volta à realidade. Ele sabia que precisava tirá-la dali antes que algo pior acontecesse.
— Mercy, eu vou te ajudar. Vamos sair daqui e encontrar uma solução, mas você precisa lutar contra isso, seja lá o que for. Concentre-se, ok?
Ela fechou os olhos e respirou fundo, tentando se recompor. Por um momento, parecia que ela estava voltando ao normal, mas o brilho rosado em seus olhos voltou com força total, e Mercy soltou um suspiro profundo, sua expressão novamente cheia de um desejo incontrolável.
Antes que Miller pudesse reagir, Mercy se lançou sobre ele, colando seus lábios no pescoço dele em um chupão ardente, suas mãos deslizando pelo corpo dele com uma urgência que Miller nunca tinha experimentado antes e sua coxa esfregou nas pernas do rapaz, forçando com que todo fluxo sanguíneo dele se concentrasse em seu membro que começava a pulsar descontroladamente.
— Tira essa roupa! — a voz autoritária dela nem precisava ser atendida, visto que ela já invadia a blusa do rapaz, praticamente a arrancando. Ele, totalmente espantado com a situação, não teve forças para manter os braços abaixados e assim que se viu livre da blusa, agarrou o corpo da doutora e a guiou até a mesa onde haviam testado as amostras, derrubando tudo ali ao chão e colocando-a sentada na mesa.
Os lábios dos dois se encontraram em um beijo quente, muito molhado, com suas línguas se encontrando a cada milésimo de segundo e se entrelaçando.
Mercy agarrou a cintura do rapaz com suas pernas, fazendo com que o volume da calça dele encontrasse a sua calcinha encharcada e lhe roubasse um gemido fino que a fez arrepiar inteira. As mãos de Miller arrancaram os botões da blusa, libertando aqueles peitos ainda apertados pelo sutiã que logo foi agarrado e abaixado por Mercy, arrebentando as alças e revelando os seios fartos com mamilos bem rosados. Miller não conseguiu travar sua admiração neles, o pau reagiu de forma que empurrava a calça querendo se livrar da sua prisão e sua boca foi diretamente a um dos mamilos, abocanhando-os e chupando de uma forma insaciável.
Os gemidos de tesão de Mercy ecoavam pela sala muito altos, ela revirava os olhos, o brilho ficando muito forte, com a língua para fora, desejando cada vez mais. Ela agarrou os cabelos de Miller, empurrando ainda mais sua boca contra seu peito enorme. Seu quadril mexia muito, esfregando os lábios de sua buceta no volume do rapaz. Ela teria aquilo ali e agora. Seu corpo queimava numa febre constante, quase a fazendo desmaiar.
Miller já havia perdido toda noção da situação, agarrou o zíper da calça, arrebentando tudo, puxou com força suas roupas, libertando o seu pau que estava completamente ereto. Mercy sentiu aquele calor entre as pernas e mirou seu olhar naquilo, sua boca salivou e, sem esperar um segundo, puxou a calcinha para o lado, revelando uma bucetinha rosa e minúscula apertada por suas coxas grossas.
O rapaz não se conteve, arrastou a cabeça enorme do seu pau entre os lábios carnudos e enfiou sem pena nenhuma, arrombou com toda força. Mercy perdeu a voz com o grito estridente que deu assim que o pênis de Miller lhe preencheu e socou seu útero carnudo. A doutora cravou as unhas nos ombros de Miller e rebolou muito gostoso, forçando Miller a começar a foder igual a um touro segurando em sua bunda gigante.
— Isso! Isso! Fode a minha bucetinha! Fode com força! — cada palavra de Mercy era carregada de um gemido que fazia Miller ficar ainda mais bruto em suas socadas. A pele dela esfregando na sua, o cheiro dela, os lábios que distribuíam chupões em seu ombro e pescoço, tudo aquilo era demais para ele aguentar. Ele nunca tinha fodido uma mulher tão gostosa como a doutora Mercy.
— Que delícia, caraaalhoooo! — Mercy rebolava com muito desejo, como se não fosse cansar nunca de mexer daquela forma.
A cada vez que o pau do Miller amassava o útero dela, seu pau pulsava forte, fazendo ele estremecer e revirar os olhos. Mercy beijou seus lábios, mordendo sua boca com força e o olhou nos olhos, aquela íris roxa estava muito forte.
— Não goza agora, não goza! — ela pedia com muita vontade, mas Miller não iria aguentar aquela pressão toda, ela era muito gostosa para ele.
— Não consigo! Não consigo! — ele não parava de foder, mas suas pernas já estavam muito bambas e ele sentia as suas bolas começarem a queimar.
Mercy cravou mais ainda as unhas dela nele e ficou com uma expressão de ódio. Ela queria mais, mas sabia que ele não iria aguentar. Ela se jogou no chão, ficando de joelhos e começou a chupar ele com muita habilidade, babando muito e sugando todo pré-gozo que Miller soltava. Miller jogou a cabeça para trás e agarrou a cabeça de Mercy, forçando-a a fazer movimentos mais rápidos e mais fundos. A doutora nem engasgava, mamava com muita vontade e desejo e massageava as bolas do rapaz. Miller sentiu um calafrio enorme de prazer e tesão, seu pau pulsava frenético até ele não aguentar mais.
— CARAALHOOOO! — Ele urrou alto e espirrou sua porra, esvaziando completamente as bolas. Ele esporrou o rosto e os peitos da loira, lambuzando-a por inteiro. Ela recebeu todo aquele gozo com a língua para fora e apertando os peitos com muito prazer. Ela engoliu o máximo que pôde, sem deixar gotas caírem, lambendo seus lábios.
Ambos estavam ofegantes e suados por inteiro. Os cabelos de Mercy bagunçados caiam-lhe o rosto e seus olhos perdiam aos poucos o brilho roxo.
Mercy ofegava olhando ao seu redor, confusa.
— O-O que foi isso? — ela perguntou.
Miller tinha as mesmas perguntas. Ele percebeu que as veias do braço de Mercy ainda estavam marcadas com a mancha estranha, mas aos poucos iam enfraquecendo até o ponto onde a gosma invadiu seu corpo. A gosma saiu num piscar de olhos, como se derretesse no braço dela e começou a cair no chão, borbulhando.
— M-Morreu? — Miller perguntou, muito confuso. Seu pau ainda pulsando e babando, melando o chão todo.
— Eu não sei… — Mercy levantou-se do chão, se abanando, ainda sentia o corpo um pouco febril. Ela examinou a sujeita que estava no seu corpo e fez uma expressão meio desacreditada antes de buscar um pano para se limpar e ajeitar as roupas. Miller apenas ajeitou as roupas sem graça e agora sua preocupação em ser totalmente banido do emprego foi crescendo com as batidas nervosas do seu coração.
— Miller… — Mercy falou bem sério. — Eu tenho uma teoria…
Mercy se apressou em pegar um frasco vazio e colheu um pouco de esperma que escorria do canto da sua boca, antes de lamber um pouco e engolir. Ela olhou para o rapaz com um pouco de vergonha, mas logo puxou uma das amostras do vírus e pingou o esperma do rapaz na amostra. No mesmo instante, o vírus reagiu borbulhando. Ela olhou no microscópio.
— É isso… — Mercy falou espantada e dando um salto. — Encontramos o que pode ser o fim do vírus!