Oi gente, tudo bem?! Acabei ficando super focada no mundial de LOL esse ano, e pensei em escrever algo sobre isso para ver se tirava a ideia da cabeça, rs.

Inicialmente seria uma fanfic sobre Faker x OC, mas pensei melhor e escrevi algo somente inspirado mais ou menos na passagem do Brasil pelo mundial e na T1/Faker. Alguns nomes/nicks são baseados em outras obras que assisto/jogo além do LOL, mas não se refere a algum tipo de crossover ou referencia ao personagem dessas outras obras, mas somente por que gostei dos nomes/nicks e quis usar.

Lembrando: é uma história que surgiu do nada na minha cabeça e para parar de pensar nisso demais resolvi escrever. Nunca escrevi nada antes e também não teve pesquisa aprofundada sobre regras da Riot e nem nada do tipo, somente quis escrever e colocar pra fora a ideia para parar de pensar nisso, tá bom?!

Sem muitos julgamentos, por favor!


Capítulo 1: O Encontro Inesperado

Ruby Rose, 22 anos, especialista em segurança cibernética, desabou na cama, exausta. A madrugada intensa de hacking havia consumido suas energias. Seu laptop ainda brilhava, com códigos e janelas abertas.

O celular vibrou. Mensagem de texto. Bellum. Seu irmão adotivo que não entra em contato há 10 anos. Ruby sentiu um arrepio.

Mensagem: "Me encontre na Riot Games Arena em Berlim, às 13h no dia 4 de outubro. Tenho as filmagens daquele dia. - Bellum"

Ruby se sentou, curiosa e inquieta. "Aquele dia" era um segredo enterrado, um mistério que ela estava buscando desvendar há 10 anos. Foi muito esperto da parte dele usar essas filmagens como barganha para conseguir algo dela, mas a maior questão aqui é como ele possui esses arquivos?

Ela não hesitou. Se levantou e foi em busca da resolução desse mistério.

"Naquele dia" aconteceu uma invasão na casa em que Ruby, Bellum e seus pais moravam. Bellum havia saído com alguns amigos, então em casa estavam somente Ruby, seu pai e sua mãe.

Os invasores mataram seus pais mas fizeram parecer um roubo, não houve evolução nas investigações devido a ter ocorrido um incêndio e supostamente as filmagens das câmeras de segurança terem sido perdidas, mas Bellum as possui de alguma forma em um pendrive.

Seguindo as orientações da mensagem de texto, Ruby chegou ao endereço. Trata-se do local onde está ocorrendo o Worlds, campeonato Mundial de League of Legends durante sua fase Suíça.

Bellum a esperava, com um olhar sério. Ele é bem objetivo no que quer de Ruby em troca do pendrive com as imagens: quer que ela jogue uma partida como reserva no seu time no campeonato, pois sabe que ela é um prodígio e domina esse jogo, assim conseguirá ganhar a partida praticamente sozinha, por mais que um dos integrantes do time adversário seja o melhor jogador do mundo do League of Legends.

Ruby surpreendeu-se com a proposta de Bellum. "Por que você precisa disso?", perguntou ela.

"Minha equipe precisa vencer essa partida para avançar. Você é nossa única esperança", respondeu Bellum, sério.

Ruby nunca jogou profissionalmente, apesar de ter a capacidade de ser melhor do que o melhor jogador do mundo. Ela não quer jogar essa partida pois terá que subir ao palco do campeonato e ter seu rosto exposto, o que em sua profissão como hacker é de suma importância que seja oculto.

Ruby hesitou, ponderando riscos e recompensas. "Não posso expor meu rosto", disse ela, firme.

Bellum sorriu, "Tenho uma solução. Você jogará com máscara e codinome. Ninguém saberá sua identidade."

Ruby aceita, com certas condições: usando um lenço de caveira cobrindo a parte de nariz e boca, assim não será reconhecida.

Fica pré-estabelecido que ela entrará no palco, fará a introdução normalmente dos times com seu nickname do jogo sendo anunciado: Phaeton.