Notas Iniciais

Hoje conheceremos os chefes de Haru! Eles são os protas do mangá Rokuhōdō Yotsuiro Biyori , que depois virou um anime slice of life delicioso de assistir. Vou colocar uma breve descrição deles, que está na capa do capítulo. Rokuhoudou é uma cafeteria acolhedora, cuja entrada é um caminho de pedra ladeado por bambus e tem uma ameixeira na porta. É uma casa tradicional com decoração retrô.

Haru se sente com muita sorte para ter sucesso no trabalho pela tranquilidade do local e para ter a chance de aprender novos pratos todos os dias. Ela precisou adequar seus horários, pois não era um lugar perto da universidade. Os rapazes, por outro lado, ficaram animadíssimos por finalmente terem uma garota na equipe, mesmo que fossem apenas aos finais de semana.

- TOUGOKU KYOUSUI "SUI" – o gerente da cafeteria herdou a propriedade do seu avô, com quem aprendeu a arte de fazer chá. Seu chá é conhecido por ter um atributo relaxante e ser fácil de beber. Tem cabelos e olhos castanho-claros e usa óculos quadrados. É chamado carinhosamente de Sui por todos. Largou seu emprego como executivo para reabrir a casa de chá. É ponderado e refinado ao mesmo tempo, observando o salão desde a caixa. É péssimo cozinheiro e sua culinária é temida por todos. Ele é um grande fã de gatos.

- NAGAE TOKITAKA - Calmo e gentil, Tokitaka é o chef do Rokuhōdō e o braço direito do gerente. Tem olhos cinzentos e longos cabelos pretos, presos com uma fita. Foi colega de "Sui" no ensino médio e se tornou um dos primeiros funcionários após reencontrá-lo anos depois. Dá aulas de cerâmica para idosos aposentados, que também frequentam uma cafeteria. Ele também faz as bonecas de mesa do café – tigelas, pratos, copos e até alguns dos talheres -, e decide o menu principal.

- NAKAO TSUBAKI – o ruivo temperamental é o talentoso pâtissier do Rokuhōdō. Seus olhos castanhos faíscam constantemente e ele está sempre disposto a aprimorar suas habilidades culinárias, sendo bastante exigentes. É introvertido e tende a ficar nervoso ao ser observado, embora revele sua personalidade tsundere com os amigos. Gosta de ir a outros cafés e restaurantes para experimentar seus doces. É responsável pelo menu de sobremesas e também cria alguns menus originais sazonais. Adora provocar "Gure".

- GREGORIO "GURE" VALENTINO – alegre e extrovertido, resultado de ter crescido na Itália, é o barista no Rokuhōdō. Seus olhos azuis e cabelos curtos e pretos estão sempre prontos a ajudar quem precisa, não se importando que seja desconhecido. Os clientes ficaram surpresos por ele operar uma máquina de café expresso operada por alavanca no Rokuhōdō. Foi para o Japão conhecer o país do seu pai. Embora seu café seja delicioso, não tem a mínima ideia de que sua arte latte choca as pessoas. É membro do clube local de passeios de barco. Frequentemente tem sido discutido com Tsubaki.

- KINAKO – o gato vira-lata adotado por "Sui" tem pelagem branca e amarela e adora dormir no banco em frente à porta de entrada. Também dá longas voltas pela ambiente.

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KOUSHI DE SUGAWARA

- O corredor de bambu abafa o barulho da rua. – Koushi segurava a mão de Himeno enquanto o túnel de bambu se abria para um pátio sombreado por uma grande ameixeira. O tranquilizante som oco trazia reminiscências de sua infância na casa de veraneio da família.

- Está mais fresco aqui. – ela sugeriu a cafeteria para almoçar naquele sábado quente de verão. – Não é agradável?

"Inacreditável algo assim no centro da cidade!" A construção nos moldes das casas tradicionais o surpreendeu. "Não vamos demorar." Mesmo com as férias da faculdade, eles provavelmente aproveitarão o tempo juntos da melhor forma possível.

-Boa tarde. Sejam bem-vindos. – um homem de óculos saiu com um pote de água para o gatinho laranja deitado no banco ao lado da porta de entrada. – Mesa para dois? – a voz dele era calma ao guiá-los para o salão com mesas de madeira e grandes janelas por onde entrava a brisa do verão. – Fiquem à vontade e tomem o tempo que precisam. Volto depois para anotar os pedidos.

Tatuagem Haru

- Chegou hoje cedo, Tatsuo-san. – o homem de longos cabelos pretos a cumprimentou.

- Bom dia, Tokitaka-san. Ouvi vocês comentando que esse foi o horário mais cheio no sábado passado. – antes de entrar, ela o ajudou com a cesta de legumes da horta nos fundos da cafeteria. – Por isso, perguntei ao gerente Tougoku-san se podia vir antes.

- Parece que nosso almoço de verão está sendo bem avaliado em sites de dicas gastronômicas. – Tokitaka ajeitou o rabo-de-cavalo embaixo da touca de cozinheiro para entrar na cozinha. – Enquanto os clientes não chegam, pode lavar os tomates e as ervas para os temperos? – Haru assentiu, tirando a mochila das costas.

- Claro. Vou apenas me trocar.

SUGAWARA KOUSHI

- Não venho aqui há alguns meses. – Himeno comentou, analisando o cardápio. Koushi a observava disfarçadamente. – O cardápio sazonal é o melhor. Eles sempre oferecem pratos novos.

"Ela é linda em qualquer estação." Os cabelos ondulados brilhavam e o rosto antecipando uma boa refeição eram atraentes demais para ele. Ela iria dormir novamente em seu apartamento. Era a primeira vez que ficaria duas noites seguidas. "Ainda não a apresentei aos meus pais. Quem sabe dessa vez consiga convencê-la a falar com eles por videochamada?... Ela é muito ocupada. Na próxima semana, estará em Tóquio num evento da editora. Preciso aproveitar cada momento com ela."

- Já se decidiram? – o gerente retornou com o bloco de notas. O salão começava a encher para o almoço.

TATSUO HARU

- Agora que as férias começaram, você está pensando em visitar sua família em Nara? – Tokitaka pegou a tigela com os tomates cortados por Haru.

- Na verdade, estive pensando se não precisam de mim mais dias da semana. – ela limpou o balcão, abrindo espaço para montarem as sobremesas. – Será uma boa oportunidade para economizar um pouco.

- São seis. – Tsubaki, o exigente patissier de cabelos ruivos, pediu para ela distribuir os recipientes perto das travessas com as frutas usadas para montar os combos de parfait com matcha e mini nerikiri, que era o carro-chefe do verão.

- Ah, Tatsuo-chan já chegou. – o gerente Sui apareceu na porta para o salão. – Quando terminar, pode trazer o pedido da mesa 11?

SUGAWARA KOUSHI

- Os dois mangakás estão me dando trabalho extra. – Himeno era agente-assistente na editora e recentemente ganhara seus dois primeiros clientes próprios. – E o chefe quer que eu assuma mais um.

- Sinal de que ele confia em você, Sumi-chan. – ela chegara na noite anterior indecisa sobre o que fazer. Koushi sabia que ela queria permanecer na editora após a formatura, então tentava encorajá-la. – As matérias da faculdade diminuem nesse último semestre, não é?

- Se ao menos eu pudesse escolher um que cumpra os praz.. – ela parou no meio da frase ao ver quem se aproximava.

- Desculpem a demora. – ele reconheceu a voz que soou às suas costas. – Estamos cheios hoje.

Seu cérebro paralisou ao se virar e ver Haru em uma yukata azul com camélias amarelas e vermelhas e um enfeite de flores nos cabelos curtos.

TATSUO HARU

"Que reação é essa?" Haru se controlou para não rir da boca aberta de Koushi.

- Aqui está o seu curry com vegetais, Sumi-senpai. – ela cumprimentou brevemente a colega de clube. – E esse é o seu katsudon com vegetais e ovo mole por cima, Sugawara-san.

Os estômagos dos dois roncaram ao sentir os cheiros dos pratos com aparência tão saborosa.

- O meu estômago pede algo quente e nutritivo nesse horário. – Haru comentou com tranquilidade. "Espero que não transpareça a minha vontade de rir!"

- Não sabia que você estava trabalhando aqui, Tatsuo-chan. – Himeno sorriu amigável, disfarçando o ocorrido. – Da última vez que vim, eram só os dois atendentes.

- O movimento aumentou, pelo que me disseram. – Haru olhou para o casal com um ar animado. – Foi uma sorte conseguir. Estou aqui de sexta a domingo.

- Parece um bom lugar. – os olhos dourados de Koushi nem piscavam. – E para você pode ser útil. – ela assentiu.

- Tenho aprendido bastante. – Haru sentiu as bochechas começarem a esquentar. - Não quero atrapalhar o almoço de vocês. Bom apetite.

SUGAWARA KOUSHI

- Ela ficou bem diferente maquiada. – Himeno comentou, provando feliz um bocado. – Tirou o ar de garotinha. – Koushi fingiu não ouvir pois qualquer comentário soaria inapropriado.

"De onde vem esse calor no meu peito?"

- Vou precisar ir à casa dos meus pais no final do mês. – seu tom de voz soou distante para ele próprio, seus sentidos atraídos para a garota caminhando entre as mesas, atendendo os pedidos. – É a nossa viagem em família.

- Saudades do tempo em que eu podia aproveitar as férias de verão! – ele se forçou a prestar atenção na namorada. Himeno ganhou uma dose extra de energia com a comida saborosa e ficou mais exuberante. – Nossa, essa beringela está incrível de tão macia! Prova um pouco, Koushi-kun.

Colocou um pedaço no canto da tigela dele. Os ingredientes dos dois pratos eram de alta qualidade e o tempero era de comida caseira. Uma combinação magnética.

"Não quero que acabe." Koushi se surpreendeu com o pensamento repentino. Até dez minutos atrás, pensava em como sairia dali o mais rápido possível.

TATSUO HARU

- Está tudo bem, Tatsuo-chan? – Gure, o barista que comandava a máquina italiana de café, se aproximou em uma das passagens dela pelo balcão da recepção. – Seu rosto está vermelho.

- Acho que é o calor. – Haru respondeu sem pensar.

- Se acalme um pouco. – a cafeteria estava cheia, mas as mesas estavam todas servidas. – Aqueles dois são seus colegas de faculdade? – ela assentiu. – E é um problema eles saberem que você trabalha aqui? – ela negou veementemente. Percebeu que o gerente ouvia a conversa e não queria ter problemas. Respirou fundo para focar os pensamentos.

- Está tudo bem, Gure-san. – afirmou, confiante. – Fui pega de surpresa, mas já está tudo bem. – endireitou a coluna, caminhando mais conscientemente.

SUGAWARA KOUSHI

- Aqui estão as sobremesas. – Haru depositou os combos de parfait e nerikiri. – O nosso patissier é quem faz também o sorvete de matcha. Espero que gostem.

"Então uma mulher de yukata bate tão forte assim?... Até a voz dela parece diferente!... O que eu estou pensando, caramba!" Koushi tentava se concentrar nos sabores da refeição e na namorada, mas o perfume de Haru atraía sua atenção.

- Está gostando de trabalhar aqui? – Himeno perguntou.

- Sim, todos são pacientes comigo. – ela sorriu. O calor subiu pelo pescoço de Koushi e desceu até seus pés. – E estou aprendendo muitas receitas interessantes.

"As obentôs." Lampejos de como seriam o fizeram ter certeza de que algo de errado não estava certo. "É um sonho inalcançável agora."

– Na semana que não nos vimos, você ganhou mais confiança, Tatsuo-chan. – Himeno continuou, fazendo as sobrancelhas de Haru erguerem.

"Por que ela está insistindo tanto nisso?"

- Na próxima semana, voltamos ao nosso ginásio. – Koushi mudou o assunto. - O reparo no teto terminou.

- Muita gente sentirá falta. Já tínhamos nos acostumado. – o comentário de Haru teve um leve tom de pesar. – Por favor, comam antes que o sorvete derreta.

TATSUO HARU

- Você vai ao festival amanhã, Haru-chan? – Himeno perguntou quando ela lhes trouxe a conta.

- Sim. – ela se forçou a sorrir, pois a verdade é que a mudança de comportamento da ace a incomodava. "Estou no meu serviço... Não posso demonstrar que elas me atingem. Preciso ser forte." – Setsuo-san e eu iremos depois do trabalho. – o horário de pico da cafeteria passava e muitos clientes começavam a pedir as contas. – Vocês vão também?

- Ainda não sabem... – Koushi começou a responder, procurando a carteira na mochila.

- Vamos, sim. – Himeno o cortou secamente. – É um festival grande, mas talvez nos vejamos lá. – abriu seu sorriso radiante e luminoso. Haru teve a sensação de ser ofuscada e sua postura confiante oscilou.

- Quem sabe, não é? – Haru gaguejou. – Eu... Eu preciso ir... Obrigada por escolherem a Rokuhoudou. – se curvou em despedida para atender aos outros clientes. – Tenham um bom final de semana.

SUGAWARA KOUSHI

"O que eu estou fazendo?" apesar do ar-condicionado, Koushi sentia calor, por isso vestira novamente a cueca box e dispensara o lençol. "Como posso estar com uma mulher e pensar em outra?" Ao seu lado, Himeno ressonava. "Enquanto minha atenção está em Sumi, só ela importa, mas assim que olho para outro lado, imagens de Haru aparecem."

Nos meses em que namoravam, se acostumara a dormir com Himeno, satisfeito pelo relacionamento deles ser tão confortável e oportuno. Entretanto, ele não se sentia incluído em seus planos futuros. Ela se formaria no ano seguinte e estava tentando ser transferida para a matriz de sua editora, em Tóquio. Além disso, quando ele perguntava sobre suas intenções para um relacionamento duradouro, ela simplesmente dizia que não gostava de pensar a longo prazo, sugerindo que eles vivessem o presente sem preocupações.

Ao se lembrar da conversa que tiveram logo após saírem da cafeteria, Koushi suspirou, soltando o ar pela boca.

"Não imaginava que ela fosse esse tipo de mulher." Mais uma vez, Himeno parecia alheia quando ele falava sobre sua rotina e suas atividades. Embora mantivesse uma conversa razoável, não conseguia esconder que não considerava nada daquilo relevante.

E havia a garota da sua turma que ele não conseguia ignorar, afinal, a ligação entre eles era, no mínimo, estranha. Haru o deixava desconfortável e ansioso. Quando ela estava por perto, qualquer coisa poderia acontecer e, apesar dele não se reconhecer como covarde, tinha medo das suas próprias reações.

Himeno estendeu o braço por sua cintura, encostando-se na lateral de seu corpo.

"Ela tem me ajudado com as apresentações, isso é inegável. Sem os ensaios e insistências dela, não teria me desenvolvido tanto em tão pouco tempo... Mesmo com o nosso começo turbulento, não impõe sua presença, o que eu agradeço, embora não faça diferença pois ela atrai minha atenção no ginásio e até atendendo mesas numa cafeteria." Ele suspirou, os olhos pesando com a temperatura novamente amena. "Mesmo com o retorno para o nosso ginásio, os treinos são o menor tempo que passamos juntos... Ela estava com as bochechas vermelhas, será que estava se sentindo bem?... Será que amanhã ela estará de yukata?... Sumi não me disse que queria ir ao festival... Não vou com vestes tradicionais... Ela disse que iria com o capitão Shiraishi... Será que eles... também... dormem juntos?..."

Koushi dormiu, sonhando com um jogo de dois contra dois entre os casais. À medida que o jogo acontecia, ele e Haru ficavam cada vez menores, até que o cenário mudava e os dois brincavam no tanque de areia de um parquinho, em suas formas de crianças pequenas. O pequeno Koushi ensinava à pequena Haru como moldar estrelas e triângulos, que usariam para enfeitar a montanha de areia que chamavam de castelo. Inconscientemente, ele sorriu dessa perspectiva. Ao acordar, não se lembrou do sonho até muitos anos depois.

TATSUO HARU

Haru abriu os olhos para a claridade das telas. O loft de Setsuo era grande, mas as telas também eram, embora ela já estivesse acostumada com a rotina. Após fazê-la adormecer, ele ia para suas reuniões ou jogos online. Ela sabia que ele estava numa equipe internacional de desenvolvimento de aplicativos para celular, mas às vezes ela gostaria que ele ficasse ao seu lado na cama.

"Ele realmente tem um corpo invejável." Observava a silhueta nua dele, o barulho das teclas sendo acionadas com grande velocidade sobrepondo-se ao do ar-condicionado. Por um instante, ela imaginou que o homem que se viraria tinha os olhos dourados gentis e sacudiu a cabeça. "Se eu fizer barulho, ele vai querer de novo." Ela descobrira que o namorado, além de galanteador, viciado em treino físico e dedicado aos seus projetos online, acreditava que tudo se resolvia com sexo. "Qualquer mudança no meu humor é uma desculpa para experimentarmos novas posições... Eu só queria que ele me ouvisse de vez em quando... Não é sempre que quero falar sobre os treinos e as outras garotas." A mente de Shiraishi estava cheia de projetos e atividades. Haru reconhecia que ele tentava durante alguns minutos, embora sua solução terminasse ser fazê-la adormecer de cansaço. "Será que tem lugar para mim?... Eu queria acordar com ele, para variar..."

Ela suspirou, vendo-o entusiasmado com algum parceiro norte-americano, murmurando em inglês de vez em quando. Ele tinha duas opções: seguir carreira no vôlei ou envolver-se de vez com o mundo da tecnologia. Racionalmente, Haru sabia que não poderia exigir o que as pessoas não estavam prontas para dar. Emocionalmente, via-se pensando no quanto seus colegas de turma se interessavam mais por ela do que o namorado.

"Queria alguém ao meu lado." Sem querer, lembranças das reuniões com os colegas brotaram em sua mente e ela sorriu ao ver o rosto completamente vermelho e sem-graça de Koushi e sua ereção involuntária. "Ele demorou a voltar à normalidade comigo... Será que ele irá de yukata amanhã?... Eu devia me importar com isso?..." As pálpebras pesaram e o inglês com sotaque funcionou como o som repetitivo que a guiou para um sono sem sonhos.

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Notas Finais

TSUNDERE - termo japonês que se refere a uma personalidade que alterna entre ser agressiva e amável.

ARTE LATTE – desenho que cria padrões e imagens na superfície de bebidas de café com leite vaporizado. A art latte de Gure é famosíssima e única.

PARFAIT – uma taça de frutas da estação com sorvete caseiro de matcha ou baunilha.

NERIKIRI - doce artesanal, macio e delicado, feito com pasta de feijão branco, mochi (arroz glutinoso moído), açúcar e corantes naturais. Tem aparência artística, representando as estações do ano, festividades e a natureza. Na Rokuhoudou, são servidas versões mini, geralmente moldados como flores, junto com a taça de parfait.

YUKATA – vestimenta tradicional japonesa, casual e de verão, que pode ser usada por homens, mulheres ou crianças. É uma versão mais informal do kimono, sendo normalmente feita de algodão.

CURRY COM VEGETAIS – ensopado de músculo bovino, batata e cenoura, para o molho, cebola e maçã ralada. Servido com arroz. O toque da cafeteria é acréscimos vegetais crocantes, como raiz de lótus, abobrinha, berinjela, pimentão, abóbora e quiabo. E coloque tomate no caldo para combater o calor.

KATSUDON COM VEGETAIS – arroz coberto com tonkatsu (milanesa de porco), molho e ovo. O do Hokuhoudou usa molho de vegetais e uma cobertura de ovo mole que dá água na boca!

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Olá!

Mais uma participação mais do que especial de outro universo de anime. Eu gosto demais dos rapazes do Rokuhoudou. Seria um daqueles lugares que eu frequentaria sempre se existisse na realidade (ou se eu reencarnasse num mundo de fantasia... rrsrrs!). Queria levar Haru e Koushi para lá de alguma forma. O impacto acabou sendo enorme na mente do Suga. Ele está começando a perceber que não tem como fugir do que sente.

E no próximo capítulo, altas confusões no famoso festival de verão!

agradeço por você estar acompanhando. Até lá. ;-)

Abraços,

Jasmim