Aviso: Naruto, bem como os seus respectivos personagens, não me pertence, e sim a Masashi Kishimoto. Posto esta fic apenas por diversão, e sem nenhuma intenção de lucrar algo com isso.

Comentários são bem vindos afinal gostaria de melhorar a forma que escrevo.


Depois do massacre, Ditra encarou a academia ninja. Um tédio cósmico! Crianças zumbindo de um lado para o outro, aprendendo bobagens que evaporariam antes do almoço. Pelo menos ela não estava presa naquele formigueiro. Dai tinha entrado um ano antes de Naruto, azar o dele, mas fazer o quê.

A chegada de 'Daiyami' foi tudo, menos discreta. Aqueles olhos vermelhos faziam até sensei veterano suar frio, imagina a pirralhada! No meio daquele mar de desconfiança, duas coisas brotaram: uma richa épica com o fanático do destino do Neji e uma amizade bizarra com o hiperativo do Rock Lee. Claro, o garoto colecionava olhares apaixonados, mas Dai mantinha distância, talvez temendo explodir alguma garota sem querer. Ou quem sabe, só esperando a idade certa, vai saber? Paciência é uma virtude, né?

Eventualmente, Naruto e Hinata deram o ar da graça na academia. E foi aí que a coisa começou a desandar bonito. Naruto, para surpresa geral, não era o rei do drama e até fez uns amigos entre a galera dos clãs. Menos o Sasuke, claro, aquele emo parecia vir com defeito de fábrica, imune a qualquer interação social. Hinata, curiosa sobre a amizade improvável de Naruto e Dai, acabou seguindo o loiro e foi interceptada pelo charme peculiar de Dai. Em um piscar de olhos, ele a convenceu a treinar com eles. Ditra viu os joguinhos de Dai, plantando a sementinha da paixão no coração da Hyuuga. "Afinal, uns aninhos a mais não matam ninguém, tempo de sobra para um bom planejamento."

E pimba, um grupinho peculiar se formou: Dai, Naruto, Hinata, Lee e Tenten. Tenten, a "panda-chan" do Naruto (seja lá o que isso signifique). Ela grudou no grupo assim que viu a espada do Dai e o jeito que ele a brandia. Ditra riu sozinha. "Calma, Tenten, sei que a lâmina te hipnotizou, mas segura a emoção para depois da formatura, por favor!" A deusa sentia que a coisa ia ficar... interessante.

Ditra observava o treino do grupo, um sorriso divertido brincando em seus lábios enquanto filosofava para si mesma, como se estivesse atualizando o universo das fofocas. "Ah, Dai... Aquele olhar penetrante, a pegada com a espada... aposto que o povo se pergunta se ele nasceu com um manual de 'como ser o cara mais legal da vila'. Bobagem! Eu conto o segredo." Pausa dramática. "O pontapé inicial fui eu, claro, um empurrãozinho cósmico básico, tipo um 'olha que gracinha vai ser esse projeto'. Mas o resto... cortesia do seu harém particular de 'irmãs' mais velhas que o treinaram desde cedo e aos noves ele já era um monstro ponto para participar do massacre. Quer dizer, só a Kurenai é de sangue, mas quem liga pra árvore genealógica quando a gente tá montando um boy magia de respeito?"

Considerando o cenário, Dai foi esculpido pelas kunoichi de Konoha. Anko, com seu veneno e técnicas de cobra, ensinou a ele a arte da furtividade e a usar toxinas como tempero extra no combate. Kurenai, a mestre das ilusões, o doutrinou nas sutilezas do genjutsu, ensinando-o a embaralhar mentes e até a sentir uns truques mentais por aí. Hana Inuzuka, com seus dons médicos e a parceria com os cachorros, lapidou as habilidades de suporte e rastreamento de Dai, mostrando como trabalhar em equipe com os peludos. E Yugao, com sua katana afiada, refinou o manejo da espada de Dai, ensinando-o a fatiar oponentes com precisão e estilo. Tudo isso turbinado pela minha bênção, que ele tinha que manter no modo secreto.

Ditra suspirou teatralmente, apoiando o queixo na mão. "Claro, elas não estavam só ensinando uns jutsu básicos. Não, não. O objetivo era muito mais 'elevação do macho alfa'. Basicamente, estavam montando o marido perfeito, corrigindo os vacilos dos ex. Ninja nível hard, chef Michelin, massagista dos deuses e ainda dança! A armadilha estava armada." Ditra riu com ironia. "Será que a cobaia vai cair?" Ela observou Dai treinar, um sorriso malicioso iluminando seu rosto. "Acho que não… hahaha." "Bem, óbvio que ele está escondendo a força toda. Mostrar tudo de uma vez seria queimar o filme antes da hora. Ele está mostrando o suficiente para ser o prodígio da vila, mantendo um perfil discreto... por enquanto."

Finalmente! Depois de anos observando aquele zoológico chamado academia ninja, Ditra estava quase roendo as unhas cósmicas pela formatura do Dai. O grande dia chegou, e ela estava mais animada que criança em parque de diversões com um saco de bala roubada.

Para celebrar o feito, o grupo se reuniu para um jantar. Kurenai e suas amigas, Naruto, Hinata, Lee e Tenten marcaram presença em um restaurante local. Para alívio geral, Lee não estava usando o pijama de treino de sempre. Foi uma novela convencer o garoto de que ele não precisava morar naquilo.

Mas a festa de verdade começou depois do jantar. As "quatro irmãs" de Dai decidiram comemorar a maioridade ninja do garoto com uma bebedeira na casa da Kurenai, ideia da Anko, porque álcool e ninja problemático sempre dão certo, né? Só os cinco estavam lá, já que os namorados da Kurenai e da Yugao não suportavam o Dai, provavelmente com ciúmes da habilidade dele de atrair atenção sem esforço, e o sentimento era mútuo, porque, convenhamos, romance é superestimado perto de uma boa briga. Como esperado, a noite descarrilhou mais rápido que o Naruto atrás de ramen, especialmente quando Dai resolveu testar os clones das sombras que ganhou de presente de formatura.

Na manhã seguinte, as quatro mestras acordaram com a ressaca da vergonha estampada na cara, lembrando vagamente dos eventos da noite anterior, quando o álcool transformou tudo em algo digno de reality show de quinta categoria. Enquanto isso, um Dai incrivelmente sorridente cuidava das vítimas da bebedeira.

Ditra gargalhou, observando a cena pós-apocalíptica. "Ah, pobres garotas! O plano de transformar o Dai no marido perfeito não saiu exatamente como o esperado, né?" Ela comentou para si mesma, com um brilho travesso nos olhos. "E a Kurenai sendo irmã de sangue... bem, incesto seria um problema se ele tivesse alguma bússola moral, o que, infelizmente para elas, não tem! Hahahaha! Parece que o 'amor' fraterno tomou um rumo... interessante. Quem diria que um pouco de álcool e hormônios adolescentes poderiam levar a esse tipo de situação?"