Mais tarde
Qualquer um que pensasse no dia atribulado que a equipe de Sirius Black teve, pensaria que seus membros certamente iriam para as suas respectivas casas e se largariam exaustos em seus sofás ou mesmo suas camas onde dormiriam o sono dos justos até o próximo plantão. Isso é verdade em boa parte das ocasiões, mas não quando eles têm novatos para lhes pagarem bebidas e é por isso que eles estão reunidos em seu local predileto para um bom tempo com amigos devidamente financiado por Gina e Neville
Gina olha para o grupo ainda sem acreditar que pelo menos temporariamente ela faz parte da Scotland Yard, a elite de todos os policiais da Inglaterra e ao contrário do que ela imaginava, eles não são pessoas sérias e terrivelmente profissionais o tempo todo, embora ela tenha certeza que ao primeiro sinal de perigo todos eles estariam com as suas armas em punho, isso se houvesse algum deles armado no momento é claro.
- Você está olhando pra gente como se um nariz extra fosse surgir no rosto de alguém – Harry diz ao ver o semblante extasiado da ruiva – a cerveja já fez efeito? – ele não resiste em brincar
- Não liga não, Harry – Neville diz com um sorriso zombeteiro – a nossa Gina aqui é muito profissional, mas ela tem uma tendência a ficar deslumbrada quando se trata da Scotland Yard – ai Gina! Isso dói! – o legista diz abaixando-se pra esfregar a canela.
- Foi pra doer mesmo – ela responde dando de ombros – mas você não deixa de estar certo – ela sorri – digamos que trabalhar na Scotland Yard sempre foi a minha meta profissional e agora eu me sinto ainda como se isso fosse uma espécie de pegadinha. Trabalhar já era algo que eu não esperava, estar aqui bebendo com vocês então beira a algo surreal
- Era só uma questão de tempo – Sirius diz sorrindo ao ver a sua novata se ruborizar – o Kim já havia falado do seu potencial e quando houvesse uma vaga você seria convidada a se candidatar para os testes. Logicamente eu prefiro desta forma, assim você é testada e ajuda em um caso ao mesmo tempo.
- Eu espero que eu consiga ajudar – a ruiva diz e talvez devido ao efeito da cerveja ela se atreve a perguntar – todas as equipes são... – ela faz uma pausa, temerosa – assim como a sua?
Sirius a encara por um momento, e depois solta uma sonora gargalhada que faz com que Gina se ruborize ainda mais.
- Desculpe – ela balbucia mortificada
- Não precisa se desculpar – ele diz sorrindo – o Malfoy ali também fez essa mesma pergunta quando começou a trabalhar na equipe, mas não de uma forma tão gentil. Digamos que eu já tive os meus problemas com a burocracia e só comecei a ter mais liberdade quando o Alastor assumiu a chefia da coisa toda. A gente sabe se comportar quando é preciso, você vai se acostumar pode ter certeza e a gente quebra algumas regras por aqui também – ele diz e encara Tonks que evidentemente está dando em cima de Remus que não sabe se foge ou se cai nos braços da agente – ele é tímido que dói – Sirius sussurra – mas é louco por ela também
- E isso é permitido? – as palavras saem da boca de Gina sem que ela tenha controle. A ruiva sabe muito bem que relacionamentos íntimos entre colegas de trabalho são estritamente proibidos, bem como familiares trabalharem juntos, mas pelo que ela está percebendo a divisão de Sirius Black tem um modo peculiar de trabalho
- Eu não conto nada se você não contar – seu superior diz sorrindo, então ele fica sério – você vai ver que eu não sou muito tradicional, mas sou extremamente profissional e somos muito bons no que fazemos. A Tonks e o Malfoy são os melhores que eu conheço e eu não deveria tê-los na minha equipe apenas porque são primos? – ele sorri – é claro que eu usei a legislação a meu favor e ela diz que apenas parentes de segundo grau são proibidos, embora não seja aconselhável qualquer tipo de parentes e quanto ao nosso nerd ali, eu conheço o Remo há anos e ele nunca teve muita sorte com garotas. Será que eu tenho direito mesmo de vir com aquele discurso de que não é adequado e blá blá blá?
- Acho que não – Gina balbucia depois de pensar por um momento
- Em todo caso – Sirius assume novamente o ar sério – se você não se sentir confortável eu posso ver a possibilidade de te encaixar em outra equipe...
- Não! – a ruiva diz mais alto que gostaria sem se dar conta que está interrompendo o chefe – eu não tenho problema algum quanto a isso. Eu só achei incomum, mas eu vou me acostumar. Desculpe a curiosidade, senhor.
- Deixa disso, menina – Sirius volta a sorrir – senhor é só enquanto estamos em serviço, agora é só Sirius – ele para um momento e tira o celular do bolso – desculpem meninos, eu vou precisar sair – ele diz enquanto se levanta – não se preocupem, não é nada referente ao caso, explorem nossos novatos mais um tempo, mas eu quero todo mundo inteiro amanhã.
Mal Sirius sai seguido por Draco que balbucia algo sobre já ter se socializado demais, Gina vê que Tonks literalmente pula em cima do especialista em informática. A ruiva pode jurar ouvir um suspiro do homem antes que ele sucumba aos beijos da agente e em questão de minutos o casal também se despede, restando apenas Gina, Harry e Neville do grupo inicial.
- Caramba! – a ruiva exclama e se ruboriza ao ver Harry sorrir como se ele já estivesse acostumado
- Não liga – ele diz – é sempre assim, no início eu também achava estranho, mas depois você se acostuma
- Você não trabalha na Scotland Yard, mas parece que está bastante habituado a tudo – a ruiva não pode deixar de perguntar
- Isso mesmo – Neville que até então estava calado se manifesta – você nunca pensou em contar para o seu melhor amigo que estava trabalhando na Scotland Yard? – ele completa parecendo ofendido.
- Eu não estou trabalhando para a Scotland Yard – Harry argumenta – eu trabalho na universidade – ele baixa os olhos parecendo culpado – eu só ajudo em alguns casos quando eles precisam.
- Tudo bem – Neville suspira – mas eu achei que você fosse me contar algo assim – ele completa magoado
Gina olha para os dos homens que momentaneamente esqueceram sua presença. Pelo que a sua mente perspicaz conseguiu deduzir, Neville ficou chateado pelo fato de Harry não ter dito a ele que trabalhava para a Scotland Yard e como ela conhece seu amigo muito bem pra saber que ele não é do tipo que se chateia por qualquer coisa, deve haver uma história aí, uma história que provavelmente eles não vão querer discutir no momento mesmo que eles tenham se esquecido que há uma terceira pessoa, então ela pigarreia suavemente enquanto diz:
- Eu não sei vocês, mas acho que por mais legal que o senhor Black seja, ele não vai gostar muito se a gente chegar atrasados e de ressaca. Então eu vou indo, eu vou deixar a minha parte paga e a gente se encontra amanhã.
- Acho que já deu pra mim também – Harry diz, ele percebeu que a ruiva ficou desconcertada com a pequena discussão entre ele e o amigo – a gente conversa depois, pode ser? – ele diz e vê Neville assentir com a cabeça, ele pega o celular para chamar um taxi, Sirius é categórico quanto a isso, sempre que eles vão a um local que tenha bebidas todos devem deixar os carros em casa mesmo que não tenham intenção de beber, eles já viram mais de uma vez pessoas que chegam com essa intenção e mudam de ideia no meio do caminho, então a sua equipe nunca sai com os próprios veículos.
- O que você disse? – Harry olha para Neville que falou alguma coisa
- Eu acabei de lembrar que você e a Gina moram próximo – o legista sorri – você não se mudou há algumas semanas? – ele pergunta para o amigo
- Sim – Harry confirma – a propósito, eu não esqueci que estou te devendo um convite pra uma visita
- Teremos tempo pra isso, você não vai me escapar de contar essa história de colaborar com a Scotland Yard – Neville diz fazendo aspas com os dedos – mas já que vocês moram próximo, eu aconselharia a dividir o transporte. Não que eu não ache que vocês não possam pagar ou que não sejam capazes de se cuidar, mas como diria a minha avó, desperdiçar dinheiro é inaceitável
- A sua avó é uma figura – Harry sorri ao se lembrar da pitoresca Augusta Longbottom. Ele olha para Gina – se estiver tudo bem pra você eu não me importo em dividir
- Sempre a favor da economia e de menos emissão de gases no meio ambiente – a ruiva sorri enquanto pega a sua bolsa e sai acompanhada de Harry Potter...
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Mais tarde
Gina já deveria estar dormindo, mas ela ainda está entusiasmada demais para pegar no sono. A ruiva ainda não acredita que hoje foi o seu primeiro dia de trabalho na Scotland Yard na equipe mais peculiar que ela poderia imaginar.
A ruiva tem que admitir que nunca pensou que algumas coisas como as que ela viu poderiam acontecer na renomada instituição. Ela viu mais quebra de protocolos e regras em um único dia do que em toda a sua carreira, mas ela soube também que apesar de tudo a equipe de Sirius Black é uma das equipes com mais casos resolvidos na instituição apesar das irregularidades ou talvez por causa dela. A impressão que ela ficou é que eles se tratam como uma grande família, talvez não Draco Malfoy já que seu jeito mal humorado parece ser reservado a todos e não apenas aos novatos.
O que mais a intrigou, no entanto, foi Harry Potter. Eles dividiram o transporte e Gina descobriu que o homem se mudou há poucas semanas para um apartamento algumas ruas abaixo do seu e durante o trajeto eles conversaram um pouco e a ruiva ficou sabendo que Harry era um professor universitário. Sua ligação com Sirius fazia com que ele fosse chamado para ajudar em alguns casos, mas ele nunca pensou em seguir carreira. Gina pensou em perguntar por que ele não fazia isso já que pra ela não havia muita diferença entre seguir carreira e colaborar na prática, mas algo disse que ela iria entrar em um caminho que não seria adequado já que eles não se conheciam a ponto da ruiva se dar ao direito de ser indiscreta
Eles foram conversando durante o trajeto e Gina descobriu que apesar de ser um homem de poucas palavras Harry é um homem bastante agradável e a conversa entre os dois fluiu fácil. Em outra ocasião Gina talvez se interessasse pelos olhos verdes mais incríveis que ela já viu. Não... Ela pensa melhor. Acho que homens tímidos desse jeito não fazem o meu tipo, meus irmãos o reduziriam a pó em segundos. Além disso, estamos trabalhando juntos mesmo que seja apenas temporariamente. Não que Gina tenha pretensão de sair após o final deste caso, a ruiva pretende agarrar a oportunidade com unhas e dentes, mas pelo jeito Harry não tem a menor intenção de integrar a equipe. O que será que aconteceu... Ela não pode deixar de pensar antes de finalmente cair nos braços de Morfeu
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Quase ao mesmo tempo
Harry já devia estar dormindo e geralmente ele não tem muita dificuldade em pegar no sono, mas hoje especialmente ele demora a adormecer. O dia definitivamente não correu como ele esperava, embora Harry já tenha se acostumado ao inesperado quando se trata de trabalhar com seu padrinho, Harry não pode deixar de sorrir ao se lembrar de como a sua nova colega de equipe se espantou de como as coisas acontecem na equipe de Sirius Black e ele também tem que admitir que ficaria espantado se não conhecesse o homem desde que nasceu e segundo seu pai na juventude ele era ainda pior
Gina Weasley... Ele fala pra si mesmo. Ou Ginevra como ele descobriu que ela se chama. Harry tem que admitir que seus cabelos ruivos chamaram a sua atenção assim que ele a viu. Como seu pai gosta de brincar, ruivas são o fraco de todos os Potters. Segundo James Potter, assim que ele viu Lilly Evans ele estava automaticamente estragado para todas as outras garotas, esse é o poder que a sua mãe teve sobre seu pai desde o início e segundo seu pai, isso acontecerá com ele quando encontrar a garota certa.
Garota certa... Ele pensa com seus botões. Harry tem que admitir que Gina é bastante atraente e assim como seu pai, ele também tem uma queda por ruivas, mas uma policial nunca seria a garota certa pra ele. Harry aprendeu isso da pior maneira possível e ele aprendeu também que não quer nenhum vínculo nem com a Scotland Yard nem com qualquer força policial embora seu senso de justiça o obrigue a trabalhar com isso de vez em quando, como ele vai ter que explicar para o seu amigo Neville assim que for possível, a última coisa que Harry quer é que seu amigo fique magoado com ele. Harry sabe que deveria ter contado sobre isso há tempos, mas é difícil
Com um suspiro, Harry vira-se para o lado. Ele precisa dormir, amanhã é outro dia e em se tratando da Scotland Yard tudo pode acontecer...
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Num outro ponto da cidade
Luna olha para as ruas à procura de mulheres em situação de risco que queiram ir para o abrigo. Esse não é seu trabalho, mas ela gosta de ir à procura destas garotas, mais ainda ela tem um motivo pessoal para isso, um motivo muito importante que ela não costuma revelar para muitas pessoas. É algo que mesmo que o tempo tenha passado sempre será difícil
Ela olha para o senhor Filch, motorista da van que é um homem de poucas palavras e as poucas vezes que se pronuncia deixa claro que não tem nenhuma espécie de empatia com estas mulheres. Luna é uma mulher perspicaz e pode dizer sem sombra de dúvidas que esse é um trabalho que ele não gosta. Aliás esse é um trabalho que ele odeia, Luna secretamente acha que o seu semblante mau humorado é um dos motivos para muitas das mulheres recusarem ajuda, ela mesma duvida que teria coragem de entrar em um carro dirigido por ele. Se não fosse a feição bondosa da senhora Sprout, uma das assistentes sociais que sempre sai à procura de jovens viciadas, o trabalho seria um fracasso total.
Quando Luna se candidatou a uma vaga como voluntária, ela tinha um propósito definido. Aliás, dois propósitos, um deles era escrever sobre a difícil vida destas mulheres, propósito este que não deixa de ser uma espécie de tributo a seu propósito maior, propósito este que ela sabe ser quase impossível conseguir alcançar, mas Luna não seria quem é se não mantivesse alguma esperança em seu coração. Ela sente que deve fazer isso, na pior das hipóteses Luna se comprometeu a fazer a melhor reportagem que ela puder sobre o centro de recuperação e estas moças. Quem dera todos tivessem essa chance, ela pensa consigo mesma
A van para em uma distância segura onde um grupo de prostitutas se encontra provavelmente esperando clientes. Ela olha para a senhora Sprout que emite um pequeno suspiro antes de sair da van, a abordagem nunca é fácil mas se elas conseguirem que apenas uma siga com elas já será uma vitória...
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Em algum lugar na parte rural da Inglaterra
Rubeo Hagrid respira fundo enchendo seus pulmões com o ar matinal, os primeiros raios de sol começam a despontar e ele já está totalmente desperto. Sempre foi assim mesmo quando ele morava na cidade, o homem que muitas vezes assustava as pessoas por causa do seu tamanho descomunal gostava de acordar para ver o amanhecer.
Filho de pai solteiro, ele não tinha nenhuma lembrança da sua mãe e muitas vezes ele agradeceu por isso. Não lembrar fazia que não doesse, o que ele aprendeu quando seu pai morreu e ele ficou por conta própria, por sorte ser um garoto grande fazia com que ele parecesse maior de idade, então ele conseguiu se livrar dos assistentes sociais. A desvantagem era que ele tinha que se virar sozinho, mas Hagrid sempre foi bom nisso e desde os quinze anos ele esteve por conta própria.
Pelo menos ele achava que era bom em se virar até se ver encrencado por algo que algum dos seus supostos amigos fez e armou para que a culpa caísse sobre ele. Isso o levou ao inferno em vida, Hagrid não pode dizer que nunca havia cometido uma ou outra contravenção na vida, mas caramba, aquilo era assassinato!
Ele não sabe dizer como aconteceu, mas todos aqueles homens falando ao mesmo tempo e aquelas luzes e a sede e a vontade de ir ao banheiro. Ele só queria que tudo acabasse e sem que ele se desse conta, Hagrid se viu confessando um crime que nunca havia cometido. Quando ele se viu na iminência de passar o resto da vida preso, ele assinou o que eles queriam que assinassem e em sua ingenuidade descobriu que havia uma tênue diferença legal entre prisão perpétua e prisão perpétua com condicional depois de cinquenta anos.
E assim Hagrid se viu condenado por assassinato e começou a cumprir uma prisão perpétua da qual ele poderia pedir liberdade depois de cinquenta anos. Quando viu que fora ludibriado, ele chorou, gritou, pediu ajuda aos quatro ventos, mas ninguém ouviu e assim começou o seu inferno particular. Os dias viraram semanas, que viraram meses, que se transformaram em anos e depois em décadas onde ele continuava gritando por ajuda e as pessoas continuavam não ouvindo. Até que um dia alguém ouviu
Hagrid se lembra deste dia porque foi o dia em que ele nasceu novamente, o dia em que um estudante do último ano de direito pediu para vê-lo e ele por um momento achou que fosse apenas mais um dos tantos que apareciam de vez em quando para ouvir o seu caso, mas o jovem o olhou por trás dos óculos redondos, passou a mão pelo cabelo revolto e depois falou mais seriamente do que ele havia ouvido por anos que acreditava nele
Então quando nem mesmo Hagrid acreditava, o jovem estudante acreditou e contrariando todas as probabilidades conseguiu provar a sua inocência. Mais ainda, conseguiu uma indenização pelos anos que ele ficou preso injustamente e finalmente ele se viu livre. Hagrid poderia ter se tornado um homem amargo e rancoroso, mas ele preferiu recomeçar fora de Londres e esquecer o passado.
E é isso que ele tem feito por mais de vinte anos. Ele conseguiu comprar um pequeno pedaço de terra onde dedica a sua vida à agricultura sustentável, sua amada plantação de abóboras e à preservação. Hagrid se orgulha em dizer que ele adquiriu um certo respeito nessa área e agora ele vive tranquilamente com seu cachorro canino e os bichos que vivem soltos em sua propriedade. O pesadelo da sua juventude foi embora
Pelo menos era o que ele havia pensado até aquele momento. Ele abre e fecha os olhos ainda sem acreditar no que está vendo enquanto segura seu cão agitado pela coleira
Com os dedos trêmulos ele pega o seu celular e digita o número da única pessoa em quem ele confia para contar o que está vendo.
James Potter precisa ser chamado!
NOTA DA AUTORA:
Capítulo pra vocês, saindo do forno feito com todo amor e carinho! Desculpem a demora mas como eu já havia avisado, com a volta das aulas presenciais por aqui meu tempo está ainda mais escasso já que eu tenho que atender presencialmente e tenho que atender aos alunos que continuam com o ensino remoto, aí haja trabalho para a pobre professora que vos fala. Não que eu esteja reclamando, afinal depois de mais de um ano eu estava louca pra voltar.
Espero que tenham gostado. Eu vi que algumas pessoas favoritaram a fic ou colocaram em alerta. Muito obrigada a todos vocês, obrigada a todos que estão lendo e o meu obrigado mais do que especial para a Allegra23 que sempre comenta e faz meu dia mais feliz. E se você também quiser deixar uma autora mais feliz deixe a sua palavrinha.
Bjs e até o próximo
