Mais tarde

Rony chega em casa. Ele está exausto, mas com a sensação de dever cumprido e de que vai fazer parte de algo muito grande. Agora, no entanto, só o que ele quer é relaxar com a sua esposa e curtir seu pequenininho que deve estar mal humorado como Rony sabe que ele fica sempre que o pai precisa se atrasar.

- Olha quem chegou! – ele ouve a voz da esposa e em seguida os gritinhos de alegria do pequeno – é o papai, filho

- Oi filhão! – Rony pega o bebê no colo enquanto beija a esposa – ele deu muito trabalho?

- Não mais do que o esperado – Hermione suspira – mas se recusou a dormir. Aliás, a última do seu filho é chorar e fazer birra toda vez que eu falo essa palavra – ela suspira ao ver o garotinho resmungar ao ouvir a palavra dormir

Rony sorri – se eu não me engano, a mamãe disse que um de nós fazia isso também. Não posso dizer com certeza quem

- Ótimo – Ela fala rolando os olhos – mais um traço da genética Weasley na conta, se não fosse os nove meses que ele passou dentro de mim eu mesma duvidaria que sou a mãe dele – ela passa o garoto para os braços do pai enquanto diz – o papai vai contar uma historinha pra você lá no bercinho – ela sorri aliviada ao ver que o filho sorri e dá gritinhos – faça a sua mágica – ela sussurra para o marido – eu vou fazer algo pra você comer, eu tenho certeza que você acabou não comendo aí você me conta o que aconteceu, o que você puder, é claro

Quinze minutos depois Rony volta com um sorriso – ele praticamente apagou – ele diz enquanto se senta à mesa – só queria mesmo ver o papai antes de pegar no sono – ele olha para a esposa – desculpe por não estar em casa, eu sei que o baixinho fica difícil quando isso acontece.

- Eu sei que você não pode evitar que isso aconteça de vez em quando, eu sempre soube quando me apaixonei por um policial – ela sorri – e aí, dia difícil? Pode me contar?

- Difícil? Você não imagina o quanto – ele suspira – isso vai estar nos jornais mais cedo ou mais tarde, eu vou dizer o que aconteceu...

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Enquanto isso

Harry observa Gina ainda se perguntando o que ela tem em mente. Ele viu que a moça não gostou muito de ficar longe do trabalho de campo e ele viu que a partir do momento que seus colegas praticamente juraram que Sirius não se importaria, foi só o que bastou pra que ela se lançasse em uma empreitada que ele ainda não sabe direito qual será.

- Você se importaria de dizer aonde vamos? – ele diz enquanto Gina dirige de forma concentrada

- Só mais um pouco – ela diz enquanto entra com o carro, o carro de Harry por sinal em uma rua que Harry já conhece.

Será que Gina desistiu e está indo pra casa? Ele pensa

- Sim, eu estou indo pra casa – a ruiva adivinha seu pensamento – eu vou só pegar uma coisa, foi uma ideia que eu tive – ela estaciona – você se incomoda de esperar aqui? Eu vou ser mais rápida se não tiver que bancar a anfitriã.

Harry assente com a cabeça e Gina sai apressada, poucos minutos depois ela retorna e Harry vê boquiaberto que definitivamente essa ruiva é maluca...

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Quase ao mesmo tempo

Draco Malfoy segue pelos becos escuros do centro de Londres. Locais onde a sua mãe, uma socialite filha de uma das mais tradicionais famílias da cidade, nunca teria pisado seus pés calcados em sapatos Prada e caso isso acontecesse tal fato a faria ter em seu semblante uma careta como se estivesse cheirando algo muito ruim. Ele sorri internamente em pensar no seu gesto de rebeldia de se tornar um policial ao contrário do que seu pai esperava dele.

Sim, Lucio Malfoy traçou o destino do filho, gerir os negócios da família. No entanto logo que pôde Draco disse aos pais que ele mesmo queria ser o dono do seu destino, o que causou um estremecimento na sua relação familiar. Draco sente muito por isso, mas em momento algum se arrepende.

Ele se recorda do preconceito que sofreu na academia quando era apenas um recruta e seus colegas pensavam que ele era apenas um filhinho de papai querendo brincar de policial. Draco comeu o pão que o diabo amassou, mas valeu à pena. Seu esforço foi recompensado quando ele foi chamado para fazer parte da Scotland Yard e posteriormente da equipe de Sirius Black. Algumas pessoas atribuíram isso ao seu laço de parentesco, mas Draco estava de consciência limpa. Essas pessoas não podiam estar mais erradas, a última coisa que Sirius faria seria colocar um parente em sua equipe, principalmente um filho de Lucio Malfoy e Narcisa Black apenas por laços de parentesco. Foi nesse momento que ele soube que realmente era bom.

Seus olhos atentos varrem o local. Ele vê Tonks na outra esquina conversando com alguém que provavelmente está bêbado ou drogado, o ar informal da sua colega faz com que seja fácil se misturar com os moradores de rua, provavelmente ele deve estar pensando que ela é apenas uma adolescente doidona procurando uma colega desaparecida e a ele cabe ficar longe e observar já que o seu jeito sério e formal acaba atrapalhando esses contatos.

- O senhor perdeu alguma coisa por aqui? – ele ouve uma voz feminina. Draco se vira e vê uma mulher loira usando roupas exóticas, como se fosse uma hippie dos anos sessenta – se quer uma prostituta elas ficam do outro lado da rua, mas sinceramente eu não aconselharia, o senhor é bem apessoado, eu tenho certeza que conseguiria uma namorada – ela parece pensativa por um minuto – você parece um policial, as meninas aqui não gostam de policiais então se você está a fim de conseguir alguma coisa com uma delas é bom você disfarçar melhor

Draco olha para a mulher a sua frente. Essa mulher é louca ou o que? É o seu pensamento agora, por um momento ele pensa em se afastar e pedir que ela o deixe em paz, mas algo faz com que ele diga:

- Você não parece uma prostituta ou uma drogada, eu posso perguntar o que você está fazendo aqui? E sim eu sou um policial e estou investigando

- Então você precisa parecer mais acessível – Luna diz encarando Draco que por um momento se sente constrangido – essas meninas não gostam de policiais e você não vai conseguir nada se não mudar a sua atitude – ela parece pensativa – nem todas estão aqui por escolha, algumas seriam pessoas produtivas se tivessem alguma chance.

- A senhorita parece conhecer muito sobre essas mulheres – Draco não resiste em perguntar – e eu vejo que você não é uma delas. Eu devo perguntar o que está fazendo aqui?

- Oh, eu não me atreveria a dizer o que o senhor deve ou não fazer – Luna diz o encarando com seus olhos sonhadores – senhor... Eu não sei o seu nome, mas acho que isso não importa. Agora eu vou deixar o senhor fazer seu trabalho

E dizendo isso Luna se afasta deixando um Draco cismado e atônito atrás de si...

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Enquanto isso

Harry olha para a ruiva a sua frente, Gina veste uma meia-arrastão com uma mini saia de couro preta e uma blusa de alcinhas meio transparente com um sutiã rendado preto por baixo. O que essa ruiva está pensando? Ele fala para si mesmo enquanto luta para não deixar o queixo cair.

- Acho que você está babando, Potter – Gina diz segurando o sorriso – isso é uma fantasia que eu usei não me pergunte em que circunstâncias, eu achei que um disfarce seria bom

- E você pensa que vai pra onde vestida assim? – as palavras saem da boca de Harry sem que ele tenha controle – você acha que vai ser só chegar em uma rua e as outras garotas vão te deixar ficar? Pelo jeito você não conhece nada das ruas, menina

- Aguarde e confie homem de pouca fé – Gina diz com um sorriso no rosto – e só para o seu governo, eu não sou uma menina já tem muito tempo. Se você não quiser me acompanhar, fique à vontade pra seguir seu caminho, eu sei o que eu estou fazendo

E dizendo isso ela entra no carro e olha para Harry que simplesmente suspira enquanto diz – vamos logo antes que eu me arrependa...

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Na casa de Rony Weasley

Hermione ouve estupefata o que o seu marido acabou de contar, ela não tem palavras para expressar o seu estarrecimento:

- Então você está me dizendo que encontraram um cemitério clandestino?

- Isso mesmo, um que vem sendo usado há muito tempo por sinal – ele confirma com um suspiro – as coisas vão ficar estranhas agora se estes corpos estiverem ligados com o caso da Scotland Yard e mesmo que não estejam, vai ser outra coisa que precisamos investigar

- Eu falei com a Minerva – Hermione muda de assunto – amanhã mesmo eu começo a perguntar se as meninas sabem alguma coisa sobre alguma desaparecida nas ruas. O que foi? – ela vê que seu marido parece pensativo

- Eu estava aqui pensando se a Minerva permitiria que eu conversasse com algumas das meninas se elas conhecerem alguém que esteja desaparecida

- Posso ver com ela – Hermione diz depois de pensar por um instante – mas acho que uma mulher seria mais apropriada. Muitas delas não confiam em homens pelos motivos óbvios

- Eu posso falar com a Gina – Rony diz depois de pensar um momento – ela é boa nisso – ele vê a esposa assentir com a cabeça – assim que você falar com a Minerva me avise

- Farei isso – Hermione diz enquanto pega na mão do marido. É hora do casal se recolher e quem sabe aproveitar que o pequenino dorme o sono dos justos para talvez namorar um pouquinho...

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Quase ao mesmo tempo

Gina dirige lutando para conter o sorriso ao ver o semblante contrariado e desconcertado do seu parceiro. Bem se vê que Harry não deve estar acostumado a trabalhar com disfarces, mas não era pra tanto! Tudo bem que a sua saia está em um comprimento que já ultrapassou as barreiras da indecência e que ela nunca teria coragem de usar algo assim em outra ocasião, mas agora ela vai interpretar seu papel e se tiver que bancar a babá enquanto banca a prostituta, que seja.

Ela vai para o local onde havia investigado com Dino logo antes de ser convidada a colaborar com a Scotland Yard, a ruiva só espera que as garotas que ela encontrou no dia a reconheçam e não encrenquem com ela.

Harry vê o olhar decidido da sua parceira, ele não pode negar que uma adrenalina corre por suas veias tanto por estar em campo quanto pela reprimenda que Sirius dará se alguém fizer alguma denúncia formal sobre o fato dele estar indo a campo. Se houver uma denúncia formal, bem entendido, ele sabe que Sirius não poderia se importar menos com a regra desde que nenhum deles cometa um crime ou alguém saia machucado e a seu ver o que a ruiva planeja tem grandes possibilidades de uma destas duas coisas.

- Devo presumir que você tem um plano de ação – Harry não resiste e pergunta – um do tipo esperei meu supervisor dar o fora e vou agir por conta própria

- Cala a boca! – Gina diz – você é certinho demais. Eu nunca faria nada se o Malfoy e a Tonks não tivessem me garantido que eu não estaria encrencada, e sim eu tenho um plano. Eu vim conversar com as prostitutas daqui faz alguns dias, então elas devem se lembrar. Eu vou dizer que estou disfarçada e observar pra ver se algo suspeito acontece. Eu sei que a probabilidade é bem pequena, mas vai que a gente dá uma sorte – ela encara Harry de modo sério – eu não sou uma pessoa inconsequente, Potter e eu sei que esse tipo de criminoso deve ser bem metódico, amanhã essa história já vai estar nos jornais e provavelmente ele vai ter que mudar alguns hábitos, então se ele frequenta esses locais provavelmente ele vai sumir. Eu sei que a gente não tem praticamente nada, mas Lilá Brown a vítima que eu encontrei frequentava essa região e se tiver uma mínima chance de encontrar alguma coisa, eu quero tentar

- Tudo bem, vamos lá – Harry diz com um suspiro resignado – o que eu tenho que fazer?

- Você vai observar de longe, mas não tão de longe. Fique em algum lugar que dê a entender que você é um homem tímido e desajeitado que não sabe direito como chegar nas mulheres mesmo que elas sejam prostitutas – ela sorri – faça de conta que você tem quinze anos, você ainda deve se lembrar. Você está armado? – ela rola os olhos ao ver Harry balançar a cabeça negativamente – tem porte, pelo menos? – Gina diz quando vê que Harry afirma com a cabeça – pegue essa só pra uma eventualidade, nem preciso dizer que você só deve usar em último caso.

- Eu sei – Harry diz meio desconcertado com o fato da ruiva estar lhe dando ordens como se ele fosse o novato, ele quase faz uma careta ao imaginar as gargalhadas de Sirius quando souber e é claro que ele vai saber, Sirius sempre sabe tudo o que acontece de um jeito ou de outro. Agora, no entanto, não é hora de pensar nisso, ele precisa dar cobertura para a sua parceira por mais louca que ela seja.

Gina vê Harry segurar a arma e respira aliviada ao ver que ele realmente sabe como manejar. Menos mal. Ela pensa enquanto se dirige para as garotas que a encaram com animosidade.

- Cai fora! – Uma delas diz – esse ponto é nosso!

- Calminha, meninas. Vocês precisam ser mais observadoras. Eu estive aqui outro dia, com mais roupas é claro, mas acho que meu cabelo ruivo deveria fazer com que vocês se lembrassem.

- Caramba! – uma delas exclama – eu estava brincando quando disse que você se daria bem nessa vida, colega. Esse ponto é nosso

- Sua idiota! – uma delas diz – é claro que ela está aqui disfarçada, acertei? – ela completa olhando para a ruiva

- Na mosca – Gina sorri ao mesmo tempo em que dá um olhar discreto para ver se Harry está acompanhando tudo a uma distância segura. Não que a ruiva seja medrosa, mas ela sabe muito bem que nunca deve se arriscar nesse tipo de missão sem um apoio, mesmo que esse apoio seja alguém sem experiência alguma – eu estou disfarçada e vou ficar por aqui observando a movimentação, prometo não atrapalhar ninguém.

- Já vi que nossa noite não vai dar em nada – uma delas diz com um suspiro – com esse cabelo vermelho, tenho certeza que você vai chamar a atenção de todos

- Eu vou dizer que estou esperando um cliente regular – Gina diz de forma apaziguadora. Ela realmente precisa da ajuda dessas mulheres, se não for agora talvez mais tarde – e se alguém insistir eu mostro meu distintivo e quanto a vocês é só confirmar a minha história

- Tem a ver com aquela garota que você mostrou pra gente? A que foi apagada? – outra garota pergunta

- Sem muitas informações, garotas. Só o que eu posso dizer é que tomem cuidado e não fiquem olhando pra mim com aquela cara de que sabem que eu sou da polícia por favor

- Beleza – elas assentem com a cabeça e Gina se afasta um pouco. Só o que ela pode fazer agora é observar e torcer para que alguma coisa que aconteça possa ajudar...

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Enquanto isso

Harry observa a ruiva interagir com as prostitutas e não pode deixar de pensar que ela parece perfeitamente à vontade, como se estivesse incorporando o personagem. Cho também era assim. Ele pensa e sacode a cabeça rapidamente para espantar o pensamento, a última coisa que ele precisa é que alguma coisa tire o seu foco.

Ele não pode negar que está apreensivo não apenas por estar fazendo algo ilegal, já que ele não é um agente, mas também pelo fato de estar responsável por garantir a integridade da sua parceira que convenhamos está muito bem com esse traje. Muito bem? A quem Harry está querendo enganar? Gina está realmente quente! Qualquer homem com mais de quinze anos concordaria com ele e Harry precisa mesmo agora ser um profissional evitar que o sangue se concentre em uma parte inadequada do seu corpo. Ele fica vermelho só em pensa no que Sirius diria, seu padrinho nunca iria largar do seu pé

Falando em ficar no pé, Harry vê que um homem meio mal encarado está se aproximando da ruiva, a sua nuca se arrepia e ele sabe que isso nunca é bom. Sem pensar ele leva a mão ao bolso onde a arma que Gina lhe deu está e parte em sua direção...

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No outro dia

Sirius acorda e olha o relógio respirando aliviado por ver que ainda está no horário. As pessoas estão acostumadas com o seu jeito pouco ortodoxo, mas definitivamente chegar atrasado não é algo que ele se permita.

Por sorte ainda há algum tempo antes que ele tenha que se apresentar à Scotland Yard, ele ficou boa parte da noite rodando para tentar encontrar alguma pista, não que ele achasse que isso seria produtivo, mas é uma forma de aplacar a frustração, uma forma que funciona por sinal já que toda a sua equipe foi fazer o mesmo incluindo a novata e incrivelmente seu afilhado também, algo que o preocupa e o enche de esperança ao mesmo tempo. Ele sabe que Harry é um policial nato e que apenas o acaso do destino o afastou disso

Ele pega uma xícara de café, tudo que ele precisa para começar o dia, a sua rotina de todas as manhãs da sua vida de solteirão inveterado. Uma dose de cafeína enquanto lê as notícias do dia

Mas Sirius toma apenas o primeiro gole tendo sorte de não engasgar, ele esperava que fosse demorar um pouco mais, mas a descoberta macabra da véspera já está em todos os jornais...

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Um pouco mais tarde

Hermione chega para trabalhar tendo deixado Rony com o seu pequenininho. Sempre que o marido precisa ficar além do horário ele compensa no outro dia, é meio que um pacto silencioso do casal. Seu marido sabe que o filho precisa do pai, ele aprendeu isso na própria família e Hermione é grata por isso, mesmo com os horários loucos seu marido consegue ser presente

Ela vai conversar com Minerva a respeito da sua cunhada conversar com as internas. Mesmo sabendo que a sua mentora permitirá, Hermione não se sentiria bem em falar com Gina antes de falar com ela, é uma questão de respeito e Hermione respeita muito a sua amiga e chefe.

Ela abre a porta esperando encontrar McGonagall sozinha, no entanto ela se encontra com Luna Lovegood. A moça não tem o ar avoado de sempre, ao contrário ela se encontra extremamente pálida com um jornal na mão ao passo que Minerva lhe oferece um copo com água que a moça aceita e o segura com as mãos trêmulas

- Desculpe – Hermione diz meio sem jeito – eu deveria ter batido, eu volto outra hora

- Fique, por favor – Minerva diz ela olha para Luna que apenas assente com a cabeça – eu ia mesmo te procurar. Acho que você precisa saber por que a Luna está aqui, talvez você possa ajudar

Hermione aceita a cadeira que Minerva lhe oferece. Ela vê que a moça respira fundo como se estivesse reunindo a sua coragem. Deve ser mesmo algo doloroso. Hermione pensa enquanto se prepara para ouvir a história de Luna Lovegood...


NOTA DA AUTORA

Mais um capítulo saindo do forno pra vocês! Desculpe a demora mas andei me enrolando nos últimos dias e ainda não consegui desenrolar como queria então não posso garantir postar mais rápido porque vou tentar dar prioridade pra minha outra fic (a vida é feita de escolhas 5) que pretendo terminar assim que possível.

Sei que estou deixando algumas coisas no ar mas juro que aos poucos tudo vai fazer sentido, algumas coisas vão ser explicadas nos próximos capítulos outras ainda vão demorar um pouco mais.

Mais uma vez agradeço a todo mundo que está passando por aqui e um obrigado especial (mais uma vez!) para a Allegra23 que não me deixa desanimar e sempre deixa uma palavrinha de incentivo.

Bjos e até o próximo e quem puder deixar um comentário, mesmo que seja pequenininho vai me deixar muito feliz