De volta ao local do jantar
Sirius Black observa a interação de Harry e a sua acompanhante, por incrível que pareça James não está provocando o filho. Ao contrário, ele observa tudo como se estivesse ganhando um presente de natal antecipado e ele vê que embora Lilly não tenha a mesma versão romantizada da história da família Potter com as ruivas, ela também se deleita com a cena.
Ele não presta muito atenção no discurso do senhor Riddle, Sirius já foi a estes jantares antes e sabe que o anfitrião faz uma alusão à morte da sua mãe logo que ele nasceu, aos anos em que ele passou em uma instituição até que conseguiu descobrir a sua família biológica e ao pouco tempo em que eles conviveram antes que seu pai e seus avós fossem tragicamente assassinados e como ele superou e conseguiu duplicar a fortuna da família e como ele quer ajudar a sociedade mais carente e blá blá blá. É isso toda vez e as pessoas comparecem e ouvem pacificamente para que ele não interrompa as doações de que tantas instituições dependem.
Por sorte a disposição das mesas fez com que eles ficassem mais afastados, desta forma eles podem olhar ao redor, conversar em sussurros ou mexer discretamente no celular sem que isso pareça uma desfeita.
Ele vê que seu celular está vibrando com uma mensagem da Scotland Yard. Todos sabem que ele está neste evento, então se ele está sendo chamado é porque é algo importante. Sirius manda uma mensagem discreta dizendo que retornará assim que possível e torce para que este inferno termine logo para que ele possa saber o que aconteceu...
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Na Scotland Yard
Luna anda de um lado para o outro, definitivamente não é o lugar onde ela gostaria de estar, mas ela sabe que seu parceiro improvisado não a deixaria sozinha em hipótese alguma e ela sabe que eles realmente teriam que levar a moça que foi abordada para prestar depoimento, Luna só espera que isso não coloque a sua diligência a perder.
Ela olha para a garota que parece aterrorizada, Luna não a conhece, ela não é nenhuma das garotas com quem ela conversou nos últimos dias. Ela sequer usa as roupas chamativas que as prostitutas costumam usar e também não parece ser alguém que usa entorpecentes. A sua experiência no centro e nas ruas lhe permite dizer isso com certeza quase absoluta.
Ela vê que Draco vem em sua direção, pelo seu semblante parece que nem tudo está como ele gostaria, Luna só espera que não haja nada errado e que realmente haja uma pista.
- Eu vou precisar ficar mais algum tempo – ele diz com um suspiro – aparentemente há um evento grande na cidade e parte da Scotland Yard foi convidada e pelo que eu pude entender não é de bom tom sair antes dos discursos.
- Você está querendo dizer que eles não podem vir porque precisam ouvir discursos? – Luna pergunta sem entender
- Acredite moça, eu conheço meu chefe, se ele está lá ouvindo discursos é porque realmente é necessário.
- Se você diz – Luna fala de modo que para outros pareceria irônico, mas quem conhece a moça sabe que não há ironia em suas palavras. Ela olha para a moça que parece ainda muito assustada, mas Luna sabe que a demora pode fazer com que ela queira ir embora e talvez eles percam uma pista – eu posso ir ficar com ela pra fazer pelo menos companhia, ela deve estar muito assustada e já que hoje ninguém vai poder fazer mais nada mesmo...
- Bem, nós já tomamos o depoimento e estamos preparando algumas fotos pra ela ver, quem sabe ela reconhece alguém, caso contrário faremos um retrato falado e tudo isso deve demorar um pouco, então se você não for pra casa (ele vê a moça balançar a cabeça negativamente) se você puder fazer companhia então eu agradeço.
- Não tem que agradecer – Luna diz com um sorriso – afinal querendo ou não, somos parceiros, pelo menos por enquanto.
- Ênfase no por enquanto – Draco diz e sorri ao ver a moça revirar os olhos, ele só espera que Sirius chegue o mais rápido possível e que eles consigam tirar algo daí e quem sabe essa parceria sem fundamento acabe...
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De volta ao local do jantar
Harry olha para a noite estrelada, ele se esgueirou por um momento para tomar um pouco de ar. Finalmente os discursos acabaram e ele pode sair um pouco.
Sirius lhe disse que algo aconteceu e que ele iria para a Scotland Yard, Harry prontamente se ofereceu para acompanhá-lo, mas seu padrinho pediu que ficasse. Se fosse realmente necessário, ele o chamaria.
Ele observa de longe Gina dançando com seu pai, por incrível que pareça Harry não foi o alvo de piadinhas constantes como ele esperava ser. Ele pode dizer que seu pai está se comportando como um homem adulto, o que não é muito do seu feitio. Talvez a sua mãe tenha tido com ele uma daquelas conversas, mas Harry sinceramente duvida que isso pararia James Potter ou Sirius Black.
- Se eu não te conhecesse eu diria que você está fugindo de alguma coisa – a voz suave da sua mãe se faz ouvir – ora, a quem eu quero enganar? Você realmente está fugindo, espero que não seja das suas companhias.
- Você sabe que não mãe – ele diz com um suspiro – é que pode ser um pouco sufocante lá dentro. Agora que a parte chata terminou as pessoas ficam, bem, entusiasmadas demais, você sabe.
- Seu pai que o diga – Lilly fala sorrindo ao ver seu marido dançar com a acompanhante do filho – ela é uma moça bem agradável (ela respira fundo) e é ruiva, então você deve fazer ideia de como ele está.
- Planejando nossas bodas – Harry fala com um suspiro – você deveria dar um jeito nas ideias do seu marido.
- Eu não consegui em trinta anos, por que conseguiria agora? – Lilly dá de ombros.
- É verdade – Harry esboça um sorriso, ele olha para dentro do salão e vê que a sua acompanhante também sorri provavelmente de alguma coisa espirituosa que seu pai disse – devemos salvá-la? – ele aponta com a cabeça em direção ao salão e pergunta para a mãe.
- Ah não – Lilly diz – provavelmente seu pai está contando sobre as gerações de Potters a se envolverem com ruivas. Deixe ele ser feliz mais um pouquinho, se a coisa sair do controle, eu interfiro, eu juro (ela encara o filho) mas eu quero mesmo saber como você está, Potters e ruivas a parte, eu notei o jeito que você fica quando está perto dela e acha que ninguém está notando e não tente me dizer que é impressão minha, eu conheço você, filho.
Harry olha para a sua mãe e suspira, realmente Lilly o conhece muito bem para que ele caia na besteira de tentar enganá-la, então ele apenas diz enquanto passa a mão pelos cabelos revoltos – é complicado...
- Imagino que seja, afinal ela é uma colega de trabalho – Lilly senta-se ao lado do filho – mesmo que Sirius não seja muito ligado nesses protocolos, não seria uma boa
- Não é só isso mãe – ele suspira – eu não vou negar que ela me atrai – ele vê a mãe abrir um sorriso - mas, bem, em muitos pontos elas se parecem demais, você sabe do que eu estou falando...
Lilly suspira – você precisa superar...
- Eu já superei, mãe – Harry diz, ele respira fundo – acredite, eu consigo pensar na Cho sem me sentir culpado na maioria do tempo, mas a Gina tem essa coisa com a carreira, eu não posso deixar de lembrar no que deu. Eu sei que ela não faria o que a Cho fez, mas... (ele suspira) de qualquer jeito é só um caso em que trabalhamos juntos, depois eu volto para a universidade e provavelmente não nos encontraremos mais.
- Vocês podem trabalhar juntos de novo – Lilly diz – ou você pode chamá-la pra sair e ver se vocês têm algo em comum
- É, pode ser – ele diz pensativo – talvez eu a chame para sair. Quanto a trabalhar juntos, esse será meu último, eu sei que sempre falo isso, mas desta vez será realmente o final.
- Veremos – ela diz soando incrédula – agora vamos entrar, daqui a pouco o senhor Riddle passa cumprimentando nas mesas e depois disso estaremos finalmente livres.
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Enquanto isso, na Scotland Yard
Sirius olha para a moça assustada na sua frente, definitivamente ela não é uma prostituta ou uma viciada. Se ela realmente foi atacada pelo cara, isso mostra que ele não está mais a procura das suas vítimas de sempre e isso pode significar duas coisas, ou ele mudou radicalmente os seus alvos ou isso já não importa mais pra ele.
Ele vê que Luna Lovegood segura a mão da moça e talvez isso seja bom para acalmá-la. Sirius pode perceber que apesar do jeito meio avoado da moça, ela é boa com pessoas e, verdade seja dita, se ela e Draco não estivessem na rua talvez a pobre jovem não estivesse aqui.
- Pois bem, senhorita Abbot – ele diz de modo suave, Sirius sabe que ela está apavorada – eu sei que a senhorita já contou tudo para o senhor Malfoy aqui, mas eu peço que o faça mais uma vez, é muito importante.
- Ela pode ficar comigo? – a jovem diz se referindo à Luna
- Se a senhorita for se sentir melhor, não vejo porque não – Sirius diz
- Tudo bem Anna – Luna diz – eu fico com você e se você quiser, quando acabar te acompanho até a sua casa
A jovem assente com a cabeça e começa a sua narrativa:
- Eu trabalho em um bar a algumas quadras do local, ele é frequentado principalmente por estudantes. Não é nada glamoroso nem nada do tipo, eu terminei a faculdade de gastronomia e estou juntando dinheiro pra abrir meu negócio, então não posso escolher muito e as gorjetas são boas, então acabei ficando mais do que o meu horário habitual e perdi o metrô, então cortei caminho. Eu sei que o local é meio barra pesada, mas eu pensei que se eu fosse correndo não teria muitos problemas.
- Mas pelo jeito a senhorita teve, estou certo? – Sirius diz com um meio sorriso, ele quer acalmar a moça que ainda treme ligeiramente.
- Sim senhor – ela continua – eu torci meu pé enquanto corria e precisei parar um momento, então essa van chegou, eu vi que era um homem idoso e fiquei aliviada, achei que fosse um entregador ou coisa assim. Então ele se aproximou e eu pensei que ele fosse oferecer ajuda.
- Mas não foi isso que aconteceu – Sirius diz.
- Ele foi muito grosseiro, disse que eu tinha que ir com ele. Eu não sabia direito do que ele estava falando, depois é que eu fui ver que ele pensou que eu fosse uma usuária ou algo assim. Eu tentei dizer que ele estava enganado, mas ele segurou no meu braço e começou a me puxar aí eu ouvi alguém gritando e ele me empurrou e arrancou com o carro (ela respira fundo) se ele tivesse sido gentil, eu certamente teria aceitado ajuda – ela para horrorizada com a constatação.
- Não pense nisso agora – Luna que até então estava calada se manifesta – o importante é que agora você está a salvo – ela se dirige a Sirius – eu posso levá-la agora?
- Só mais um pouco, senhorita Lovegood, nós temos algumas fotos que gostaríamos que a senhorita Abbot visse e se não for incomodo eu gostaria de dar uma palavrinha com a senhorita, tudo bem?
Luna assente com a cabeça e se dirige a outra sala com Sirius, ela só espera que ele não queira que ela pare com as suas investigações, o que ela não fará.
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No local da festa
Gina sorri de uma das muitas brincadeiras que James Potter fez enquanto voltavam para a mesa. Se eles não fossem tão parecidos, a ruiva nunca acreditaria que ele e seu parceiro são pai e filho, a ela parece difícil que alguém tão certinho pudesse ser filho de uma pessoa tão descontraída.
Ela vê que Harry está retornando com a sua mãe, ele parece um pouco mais solto agora comparando a como seu acompanhante estava no início da festa, se Gina já não conhecesse a personalidade do seu parceiro, ela iria achar que Harry estava arrependido de tê-la convidado.
Por falar em arrependimento, ela sabe que mais cedo ou mais tarde eles terão que conversar sobre a noite que passaram juntos. Não que ela se arrependa, mas Gina sabe que isso poderia ter consequências no relacionamento dos dois como parceiros de trabalho.
Seus pensamentos são interrompidos quando mãe e filho chegam a mesa acompanhados de um homem de meia idade que ela logo reconhece como Tom Riddle.
- James Potter! – o ancião o cumprimenta de modo entusiasmado – fico feliz que seus compromissos tenham permitido o seu comparecimento desta vez.
- Eu não poderia faltar – James diz e Gina percebe que embora ele esteja sorrindo há uma certa animosidade em suas palavras – vejo que encontrou a minha adorada esposa e meu filho
- Oh sim, a sua senhora – o ancião diz – cada vez mais encantadora (ele completa de forma galante) e o seu Harry aqui, vejo que os frutos não caem muito longe da árvore, seu jovem provou que pode ser brilhante tanto na Scotland Yard como no mundo acadêmico.
- Como mãe, sou obrigada a concordar – Lilly diz de modo apaziguador, ela sabe que seu marido não gosta nem um pouco do homem e, diabos, ela também não! Mas Lilly é melhor, digamos, nas habilidades sociais – o senhor já conhece a senhorita Weasley? Ela é parceira do meu filho na Scotland Yard.
- Encantado senhorita – ele a encara pensativo – sua fisionomia não me é estranha, mas sinceramente não me recordo onde a vi anteriormente, perdoe um velho. Eu não sabia que a Scotland Yard contratava pessoas tão jovens.
- É muita gentileza, senhor Riddle, mas não sou tão jovem assim e infelizmente não pertenço aos quadros da Scotland Yard – Gina diz – estou apenas colaborando com um caso, eu sou da homicídios.
- Ah sim, vi algo nos jornais sobre um caso grande de assassinado, um serial killer se não me engano, perdoe-me se não estou completamente a par, nem sempre consigo acompanhar as notícias.
- Perfeitamente compreensível, senhor – Gina diz polidamente, embora ela saiba que de jeito nenhum esse homem não saberia tudo o que acontece, Gina conhece uma personalidade narcisista quando encontra um – imagino que o senhor é muito ocupado.
- Isso também, menina, mas vou ser sincero meu olhos cansados não me permitem mais tanto tempo em uma tela ou jornal e sejamos sinceros às vezes é bom estar longe de todo horror que a gente encontra neste mundo
- Devo concordar – Gina diz sorrindo – mas infelizmente não posso me dar a esse luxo alguém tem que pegar os caras maus
- Faça isso, agora se me dão licença – ele olha para James – eu poderia convidá-lo novamente para fazer parte da minha equipe, mas como você já recusou...
- Três vezes, para ser mais exato – James diz – e a resposta continuará a mesma, caso surja outro convite.
- Me lembrarei disso, agora com licença – o ancião diz polidamente enquanto se retira.
- Você poderia ser mais agradável, querido – Lilly diz de forma reprovatória
- Eu me comportei muito bem – James diz – eu não disse em momento algum que ele é um sujeito arrogante e mesquinho, que utiliza a sua fortuna para cultivar um bando de puxa sacos e que não sabe lidar com um não como resposta.
- Fico feliz que tenha conseguido manter a sua opinião para si, pai – Harry diz – agora que a parte chata passou, vamos aproveitar um pouquinho já que estamos aqui (ele se vira para Gina) ou você quer ir embora?
- Está brincando? – a ruiva diz com um sorriso e desperdiçar toda essa comida e bebida grátis? De jeito nenhum, além disso, eu ainda não dancei com meu acompanhante – ela estende a mão para Harry que hesita um minuto, mas acaba segurando e eles se dirigem à pista de dança sob os olhares satisfeitos e James e Lilly...
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De volta à Scotland Yard
Luna observa o homem a sua frente, ela tem quase certeza que ele também a está observando, esperando o melhor momento para falar ou talvez esperando que ela tome a palavra, o que ela faz, se tiver que tomar a dianteira pra saber do que se trata, que seja.
- Pois bem, senhor Black, em que eu posso ajudá-lo? – ela diz enquanto o encara com seus olhos azuis sonhadores – espero que não tenha me chamado para dizer que não posso mais continuar com meu...
- Não, não é isso – ele a interrompe – fique tranquila, eu não faria isso (ele sorri) mesmo porque sei que não me atenderia.
- O senhor é um homem inteligente -Luna diz – mas o que o senhor quer? – ela decide ser direta
- Na verdade eu gostaria de agradecer – Sirius diz – se a senhorita e o senhor Malfoy não estivessem no local nós não teríamos esta pista.
- Imagine – Luna diz – eu sei que os senhores acabariam tendo outra pista, mas não é só isso, é?
- Não – Sirius sorri – eu gostaria de saber se o senhor Malfoy está, digamos, se comportando direito com a senhorita.
- O senhor quer dizer quando ele não está mal humorado, dizendo que o que eu estou fazendo é uma perda de tempo?
- Exatamente! – Sirius diz contendo uma gargalhada. Essa moça é hilária, ele não pode deixar de pensar – tirando isso, como ele está se saindo?
- Ele faz o seu trabalho muito bem – Luna diz pensativa – Eu achei que ele não iria conseguir disfarçar ser um policial e ele conseguiu, eu pensei que ele fosse me atrapalhar e ele até me ajuda, eu posso dizer que ele torna a minha vida mais fácil mesmo que de vez em quando seja insuportável (ela para pensativa) acho que eu não deveria dizer isso...
- Imagine, senhorita – Sirius sorri – eu mais do que ninguém sei o quanto ele pode ser insuportável. Se me permite um conselho vá para a sua casa, a sua casa verdadeira. Veja o seu pai e descanse um pouco hoje e amanhã ou depois se quiser você poderá continuar a sua busca
- Farei isso, senhor – Luna diz com um sorriso e se retira. Ela agora vai levar Anna Abbot pra casa como disse que faria
Ela vê que a moça ainda está olhando para alguns desenhos, provavelmente alguns retratos falados de suspeitos que eles trouxeram na esperança que ela consiga identificar alguma coisa, Luna se aproxima lentamente sem querer atrapalhar, mas o chamado de Anna faz com que ela se sente a seu lado
- Já estou acabando – a moça diz – assim que eu terminar de ver essas fotos, você pode me deixar em casa, se você puder
- Sem problemas – Luna diz e antes que ela possa falar mais alguma coisa, um dos rostos lhe chama atenção e o que Anna Abbot lhe diz neste momento lhe tira o chão
- É esse! – Anna diz de forma enfática apontando um dos desenhos – foi esse homem que tentou me levar...
NOTA DA AUTORA
Mais um capítulo pra vocês! Em primeiro lugar eu gostaria de pedir desculpas pela demora, mesmo que vocês não apareçam por aqui pra deixar um comentariozinho que seja eu me vejo na obrigação de me justificar quando isso acontece. A culpa é o final do ano letivo, junta o trabalho com as comemorações do final do ano e este ano ainda tem a copa do mundo, aí já viu né (não que eu goste de futebol, eu não gosto, mas gosto do churrasco e da cerveja). Conclusão, fico mais enrolada do que eu realmente sou (se é que isso é possível).
Espero que tenham gostado do capítulo, nos próximos teremos algumas revelações. Bjos a todos e quem puder deixar uma palavrinha, vai me deixar muito feliz
