Edward

O sol entrava pelas frestas da cortina com suavidade. Não havia despertador, nem passos no corredor, nem desenhos animados ecoando pela casa. Pela primeira vez em muito tempo, a manhã começou com silêncio.

Bella ainda dormia, com o rosto parcialmente enterrado no travesseiro, o cabelo bagunçado em ondas soltas com o que restou do penteado de ontem e uma das mãos estendida em direção ao meu lado da cama, como se, mesmo dormindo, quisesse ter certeza de que eu ainda estava aqui. Eu estava.

A observei por alguns minutos, tentando absorver aquele momento com todos os sentidos. A luz suave tocando a pele dela. O ritmo lento da respiração. O anel em seu dedo.

Minha esposa. Sorri sozinho, sentindo o peso leve dessa palavra.

Levantei devagar, tentando não fazer barulho, e fui até a cozinha. Preparei café, cortei algumas frutas e coloquei pães na torradeira, tentando manter tudo o mais silencioso possível. Enquanto esperava, abri o celular e encontrei uma nova mensagem.

De: Esme: Bom dia, meu amor. Chloe dormiu como uma pedra, acordou dizendo que "tinha casado muito ontem". Vamos levar ela mais tarde. Aproveitem o dia só de vocês. Vocês merecem

Sorri. Chloe nunca deixaria de ser especial.

Quando voltei com a bandeja, Bella estava acordada, sentada na cama com os joelhos cobertos pelo lençol, o olhar sonolento e um sorriso que parecia o sol inteiro tinha se derramado ali.

— Bom dia, senhora Cullen.

Ela arqueou uma sobrancelha.

— Vai me chamar assim pra sempre?

— Só quando quiser te ver sorrir assim.

Ela riu, e eu coloquei a bandeja entre nós, subindo na cama ao lado dela. Tomamos o café ali, sem pressa, dividindo frutas e risadas, comentando o quanto Chloe provavelmente teria mais comentários sobre a cerimônia do que qualquer adulto presente.

O sol já estava se escondendo quando ouvimos o carro estacionando na frente da casa. Bella se levantou antes de mim, ainda com os pés descalços e o cabelo preso de qualquer jeito, e vestiu um roupão enquanto corria até a porta antes que Chloe decidisse ela mesma entrar com todo o entusiasmo do mundo.

Mamãããããe! — o grito veio do jardim, antes mesmo da campainha.

Quando abri a porta, vi Esme com um sorriso calmo no rosto e Chloe correndo como se estivesse fugindo de um sequestro — com uma mochila nas costas, um cobertor no ombro e dois prendedores de cabelo que não eram dela.

— Papai! A vovó me deixou comer biscoito antes do jantar. Dois biscoitos!

Eu sorri. Há algum tempo, ela tinha começado a chamar Esme e Carlisle de avós, ao invés de titis, e eles não poderiam estar mais felizes com isso.

— Dois? — me abaixei pra pegá-la no colo — Isso é ilegal, sabia?

— Eu sou uma dama. Damas podem tudo.

Bella apareceu ao meu lado e Chloe imediatamente se jogou no colo dela, o que nos fez quase perder o equilíbrio.

— Mamãe, posso casar de novo amanhã?

Esme riu atrás de nós.

— Eu tentei conter o entusiasmo, mas ela está planejando uma segunda cerimônia.

— Claro, amor — Bella disse, beijando a bochecha dela — Mas só se for com muito mais bolo.

Chloe bateu palmas e Esme se despediu com um abraço apertado, sussurrando no meu ouvido "ela está radiante", antes de voltar para o carro.

Já dentro de casa, com Chloe espalhando seus brinquedos pela sala como se fosse um território reconquistado, Bella e eu nos olhamos em silêncio por alguns segundos.

— Você acha que deveríamos ter viajado? — perguntei enquanto dobrava o cobertor que Chloe trouxera da casa da avó.

— Sinceramente? Não — ela respondeu, se aproximando —Não precisamos fugir para viver algo especial. Eu quero estar aqui. Na nossa casa. Com ela. Com calma. A lua de mel pode esperar.

E eu soube que estávamos em sintonia.

*o*o*o*o*o*o*o*o*o*

A casa estava silenciosa. Bella e Chloe haviam saído para visitar Charlie, e eu fiquei encarregado de organizar um armário que, segundo Bella, poderia causar uma avalanche a qualquer momento. Foi quando encontrei uma pequena caixa que não tinha sido aberta na mudança.

Era um daqueles cantos da casa que nunca pareciam prioridade… até o dia em que você resolve abri-lo. Entre papeis antigos e cadernos de anotações, estava uma caixa de papelão com o nome de Chloe rabiscado em caneta azul na tampa.

Voltei para o quarto e abri a caixa, apoiando-a no tapete ao lado da cama. Dentro, havia pequenos tesouros. Uma meia minúscula, que mal cabia um dedo meu, provavelmente de quando Chloe tinha poucos meses. Um body amarelo com estampa de patinhos. Um desenho tremido com rabiscos coloridos e um caderno de capa azul-clara, levemente desgastado nas bordas. Tirei-o da caixa e o abri devagar. Na primeira página, escrito à mão com a letra de Bella, havia apenas uma frase:

"Para quando eu não souber mais como dizer em voz alta."

A caligrafia era reconhecível, mais cuidadosa do que a de hoje.

"Oi, bebê. Agora você tem sua primeira roupinha. A mãe da tia Alice exagerou na animação e trouxe uma mala cheia de coisas, mas escolhi uma só: um body com desenho de patinhos. Ainda não sei se você é um menino ou menina, mas gostaria que fosse um menino. E se parecesse com seu pai, apesar de tudo."

Peguei a pequena peça da caixa, levando até o nariz e sentindo o cheiro de bebê misturado com amaciante de roupas. Passei para a próxima página.

"É uma menina. Fiz uma lista de nomes: Emma, Ella, Courtney, Abby, Aria, Evie, Julie, True… nenhum deles parece certo ainda."

Logo após essa frase, estava escrito, com uma caneta de outra cor e sublinhado, como se para destacar que aquele era o certo: CHLOE.

"Hoje Seth me deu um presente: um par de mini meias cor-de-rosa. Ele está tão animado para ser um tio. Todos estão animados com a chegada dela. Queria que o pai estivesse aqui também."

E lá estava ela de novo, a sensação de impotência. Passei para a próxima página, que dessa vez era endereçada a mim, assim como várias na sequência, como se ela tivesse decidido falar comigo a partir dali.

"Edward, hoje coloquei nossa música pela manhã e ela está chutando o dia inteiro. Talvez esteja dançando. Talvez saiba que estou pensando em você. Você não está aqui, mas ainda é parte disso.
Decidi que, um dia, ela vai saber de você."

A letra tremeu nos últimos traços.

Fechei os olhos e respirei fundo, segurando o caderno como se pudesse, de alguma forma, voltar no tempo e colocar minha mão sobre a dela naquele momento. Eu sabia que não adiantava mergulhar nesse tipo de lembrança com culpa. Mas, às vezes, a ausência ainda ardia.

Virei mais uma página.

A caligrafia estava um pouco mais firme, como se ela tivesse escrito sentindo raiva, ou pressa, ou talvez os dois.

"Edward, hoje senti medo. Achei que algo estava errado, que ela tinha parado de se mexer. Fui até o hospital sozinha. Fiquei horas esperando sem saber se ela ainda estava viva, até que Carlisle chegasse. Depois me disseram que era normal. Mas eu chorei o caminho inteiro de volta. Chorei por mim. E por você. Porque, se você estivesse aqui, talvez não fosse tão assustador. Por que você fez isso?"

A dor veio de novo, em ondas. Mas dessa vez não era só culpa. Era também um tipo de amor que eu não sabia que ainda podia crescer — amor por aquela versão dela que sobreviveu. Amor por tudo o que ela aguentou por mim. E apesar de mim.

Próxima página.

"Hoje sonhei com ela. No sonho, ela tinha olhos castanhos iguais aos meus, mas o sorriso… era o seu. Pequeno, torto, quase como se estivesse guardando um segredo. Acordei chorando. Não sei se de tristeza ou de alívio. Às vezes os sentimentos vêm todos juntos, misturados.

Ainda sinto sua falta nos momentos pequenos — quando ela mexe e eu instintivamente levo a mão à barriga, como se quisesse dividir com você. Eu falo com ela sobre você. Digo que o pai dela é alguém teimoso, mas cheio de bondade. Que ele amava música, e que talvez, se ela herdasse isso, um dia vocês pudessem tocar juntos. Talvez seja só saudade. Ou talvez seja esperança disfarçada."

Mais uma página.

"Agora, todo mundo sabe que Chloe está comigo. Ser vista muda tudo. Por tanto tempo, tenho tentado parecer no controle, respondo com firmeza, finjo que dormir pouco e andar sozinha não me afeta. Mas estou cansada. E assustada. Às vezes penso que, se você estivesse aqui, eu não teria que fingir tanto. Talvez pudesse simplesmente desabar por cinco minutos e confiar que alguém me sustentaria no lugar onde eu caísse. Mas então ela se mexe. E eu lembro que agora, é por ela."

Outra página.

"O nosso quarto está quase pronto. Alice exagerou nos detalhes, claro — tem mais fita e tecido do que espaço útil. Mas quando entro aqui, algo em mim se acalma. Hoje sentei no chão e fiquei só olhando para o berço por longos minutos. Imaginando como será vê-la ali. O som da respiração dela. O peso dos seus pequenos dedos na minha pele. Eu não sei se estou pronta. Mas talvez ninguém esteja. Talvez a gente apenas vá, um passo de cada vez.

Eu espero que ela saiba, um dia, que mesmo em meio ao caos e à dúvida, ela nasceu de um amor muito profundo e foi amada. Intensamente. Desde sempre."

Um soluço irrompeu pelo meu peito quando virei a página mais uma vez e li a data marcada no topo da folha: 10 de setembro.

"Acho que começou. Senti dores espaçadas. Poucas, fracas. Mas diferentes.

Não contei pra ninguém ainda. Estou esperando e ouvindo a playlist que você me deu há dois anos. Tem uma música que sempre me faz pensar em você. Coloquei no repeat. Ela parece gostar. Se for hoje, tudo bem. Se não for, tudo bem também. Eu só quero que, quando ela chegar, o mundo esteja pronto pra ela. E que, de alguma forma… você saiba."

Continuei.

"Chloe nasceu. Não foi como eu imaginei, mas mesmo assim, foi bonito. Eu acho que gritei o nome de alguém que não estava ali, mas não tenho certeza. Foi difícil.

Mas quando ela chorou pela primeira vez… o mundo parou. Ela é pequena, mas cheia de vida. Tem os mesmos olhos que você e um choro que parece maior do que ela. Fiquei olhando pra ela por horas, sem dormir, sem comer, sem pensar em nada além da existência dela. Tão real. Tão minha. Ela é tudo. E você… ainda é parte disso. Mesmo que não saiba."

Eu deslizei os dedos pela folha, como se pudesse sentir a fragilidade daquele momento. Respirei fundo e apertei os olhos como se quisesse conter algo, mesmo que fosse inevitável àquela altura. Eu imaginei Bella sozinha naquele quarto, e senti o peito apertar como se ainda pudesse voltar no tempo.

"Hoje é meu aniversário e eu estou exausta. Ela chora, e eu choro junto. Nada do que eu li me preparou pra isso. O corpo dói, meu peito arde a cada segundo, meus olhos mal abrem. E ainda assim… quando ela dorme, meu coração se acalma.

Hoje ela agarrou meu dedo pela primeira vez. Um presente de aniversário. Como se soubesse que sou só eu e ela, tentando entender como viver esse amor sem manual. Todos estão tentando me ajudar, mas quando ficamos sozinhas, o silêncio pesa.

Pensei em você. Em como talvez você balançasse ela nos braços, como faria piadas ruins só pra ver se eu sorriria. Pensei se você já sonhou com ela, como se estivéssemos conectados de alguma maneira. Talvez você nunca saiba, mas ela é linda. Tão linda que dói."

Eu levei o diário até meu peito e apertei ali, tentando proteger aquelas palavras. As lágrimas que corriam livremente não me incomodavam. Elas eram a prova de que tudo ali era real, e eu estava grato por isso. Grato por Bella ter escrito, grato por poder ler.

"Hoje ela sorriu pela primeira vez. Foi só um esboço. Um canto da boca, igual à você. Mas foi pra mim. Eu sei que foi.

Acho que nunca amei alguém tanto assim. Nem mesmo você. Desculpa por escrever isso, mas é verdade. Eu achava que o amor por ela seria uma extensão, mas é algo novo. Brutal. Incondicional.

Às vezes, no meio da madrugada, eu fico observando ela dormir. E penso: será que você saberia ser pai? Será que teria medo como eu tenho? Você ainda está tão presente em mim mesmo com raiva, mesmo com distância. É como se você estivesse na sombra de tudo — mas uma sombra que, por mais que doa, nunca se apagou."

Apoiei o caderno no colo, meus dedos pressionando as têmporas em uma tentativa de limpar a visão e continuar lendo. Era como se cada palavra escrita ali costurasse uma nova lembrança em mim, mas com uma linha grossa, dolorida. Eu queria ter estado lá. Mas agora só podia ler a história contada pelas mãos dela, pelas noites em claro que ela viveu por dois.

"Ela reconheceu minha voz hoje. Olhou pra mim, fixo, como se dissesse "eu te conheço".

E eu chorei. Não porque estava cansada. Nem porque estava triste. Mas porque, pela primeira vez, eu senti que ela sabia. Que éramos uma só. Que estávamos nos escolhendo.

Ela é uma pequena revolução. Você teria se derretido por ela. E um dia, eu espero, ela também se derreta por você."

Fechei o diário devagar, como se qualquer movimento brusco pudesse rasgar não só as páginas, mas a própria memória dela. Fiquei com ele nas mãos por alguns segundos, olhando para a capa azul, o peso invisível das palavras guardadas ali.

Nunca imaginei que fosse descobrir tanto entre as linhas de alguém que eu amo tanto. A dor estava ali, em cada página. Mas havia outra coisa também — algo que me atravessava com ainda mais força: a coragem dela.

Bella não só sobreviveu à minha ausência. Ela criou amor no meio do medo. Levantei da cama, ainda sem saber direito o que faria com tudo aquilo, quando ouvi a chave girando na porta da frente.

Um segundo depois, passos no corredor. A risada de Chloe quando passou correndo para seu quarto. E a porta do nosso quarto sendo aberta. Eu não precisei virar para sentir sua presença.

Mas virei. Nossos olhos se encontraram. Ela viu o diário nas minhas mãos. E parou de respirar.

— Você achou — disse, a voz baixa, quase sem som.

Assenti, devagar.

— Não estava procurando. Juro. Só estava mexendo nas caixas, como você pediu. Ele estava no fundo, entre as lembranças da Chloe.

O silêncio que veio depois foi tenso. Quase doído. Mas ela não fugiu. Deu dois passos para dentro do quarto, ainda com o olhar em mim.

— Era só pra mim. Era a única forma de organizar tudo o que eu sentia. Eu não pensava, só escrevia.

— Eu entendo.

— Você não devia ter lido.

— Talvez não — falei, com honestidade — Mas se eu não tivesse lido, talvez nunca entendesse a mulher que você foi quando eu não estava aqui.

Ela franziu a testa, e o que vi nos olhos dela não era raiva. Era medo. Medo de ser julgada. Medo de ter se exposto sem querer. Medo de ter revelado feridas que talvez ela ainda nem tivesse tocado. Então eu me aproximei com calma, e segurei o diário como se ainda estivesse ouvindo a voz dela sair dele.

— Eu senti você em cada página, Bella. Eu chorei por tudo que você carregou sozinha, por cada madrugada em claro, por cada susto. E por cada sorriso que você dividiu só com ela, quando devia ter sido com nós dois.

— Edward…

— Eu não vou pedir perdão outra vez por algo que eu não sabia, já entendi que você não gosta disso. Mas eu posso agradecer. Por você ter sido forte. Por não ter desistido. Por ter deixado ela vir.

Me aproximei mais um passo.

— Eu te amo mais agora do que quando comecei a ler.

Ela piscou, e os olhos brilharam.

— Eu escrevi aquelas coisas porque eu precisava sobreviver, e mesmo agora, não sei se estou pronta para dividir tudo que está aí.

— Eu não quero que você divida por se sentir pressionada. Quero que divida para não carregar sozinha.

— E se tiver partes de mim que ainda doem demais?

Toquei o rosto dela com a ponta dos dedos, com uma delicadeza quase reverente.

— Nós estamos juntos nessa. Até parar de doer.

Ela ficou assim, colada em mim, e por um instante, tudo pareceu suspenso. O quarto. O tempo. O que veio antes. Só havia o agora. E o agora era tudo o que precisávamos.

Mais tarde, no quintal, Chloe e eu estávamos deitados na grama, observando as nuvens.

— Aquela ali parece um pão! — ela apontou para cima, os olhos apertados — Um pão com queijo!

Sorri, acompanhando o dedo esticado dela no céu.

— Um pão com queijo… — repeti, fingindo análise crítica — Concordo. Talvez um brioche.
— O que é um biloche?
— É um tipo de pão… bem macio. Eu te mostro um dia desses.

Ela se virou de lado, apoiando a cabeça no meu braço. O cabelo leve dela bateu meu rosto com o vento. Por um segundo, tudo ficou em silêncio de novo — era um silêncio cheio de presença.

— Papai — ela disse de repente, e meu coração parou por um instante, como sempre fazia quando ouvia isso — As nuvens também veem a gente?

Engoli em seco antes de responder, buscando as palavras certas. A cada dia, ela ficava mais esperta e eu menos preparado para a próxima pérola que sairia daqueles lábios. Quase três anos.

— Eu acho que sim. Acho que as nuvens guardam coisas que a gente não vê…
— Tipo sonhos?
— Isso. Sonhos, pensamentos… e às vezes, pessoas que já se foram.

Chloe assentiu, como se compreendesse algo muito maior do que sua idade permitia.

— A mamãe disse que sonhou comigo antes de me conhecer.

Fechei os olhos por um momento, sentindo a onda de emoção subir de novo, mas agora sem dor — só um calor profundo. Ela sorriu e se aconchegou mais perto, os olhos começando a pesar com o fim da tarde.

— Papai?

— Sim, Chloe?

— Você é o meu papai favorito no mundo todo.

Meu coração derreteu e meus olhos se encheram de lágrimas enquanto quase explodi com a felicidade que tomou conta do meu corpo todo.

— Você também é a minha Chloe favorita.

Ali, com o corpo leve dela encostado em mim, senti algo que não podia ser nomeado. Algo que ultrapassava qualquer arrependimento, qualquer falta. Talvez fosse isso que significava redenção. Não apagar o que ficou para trás, mas estar inteiro no agora.


Espero que esse capítulo tenha ajudado a esclarecer algumas das dúvidas de vocês.

A ideia era outra, mas percebi, enquanto escrevia, que apesar de termos uma cena ou outra onde o período da gravidez da Bella foi mencionado, nunca tinha aprofundado nisso. O Edward merecia saber, e vocês também :)

Comentem o que acharam!

Beijo e até o próximo.